quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

BBB. E começou a baixaria!!!!


ALIENAÇÃO, APELAÇÃO, BAIXARIA, SACANAGEM, FALTA DE CARATER, IDIOTICE EXPLICITA, MANIPULAÇÃO,
E MUITA MENTIRA.
COMEÇOU O BIG BOSTA BRASIL 15
TAMOS PHUDIDOS!!!
DO B. O MASCATE

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Viva o companheiro da Al-Qaeda - GUILHERME FIUZA

quarta-feira, janeiro 20, 2016

REVISTA ÉPOCA

Há um colaborador da al-Qaeda dando aulas no ensino público brasileiro. Não, não é alguma figura misteriosa suspeita de alguma coisa. É um terrorista condenado - repetindo: condenado - na França por planejar ataques desses que esfacelam centenas de vidas. Pois bem: o professor de física Adlène Hicheur, argelino naturalizado francês, dá aulas na Universidade Federal do Rio de Janeiro, como revelou a reportagem de ÉPOCA. Adivinhe o que fez o governo Dilma Rousseff diante dessa bomba?
Adivinhou: o governo popular informou que vai averiguar o caso, sem precipitações, para esclarecer exatamente do que se trata etc. Ou seja: vai proteger o exterminador. Quem deu a boa notícia foi o insubstituível José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça e dos gatunos do petrolão e do mensalão. Joaquim Barbosa chegou a pedir a demissão do ministro, porque já estavam demais os flagrantes de sua coreografia com os réus daLava Jato. Como é inocente, esse Joaquim Barbosa. Quem iria demitir Cardozo?
Não há ninguém para fazer isso. Quem teria autoridade para fazê-lo está sob proteção do próprio, no vistoso balé com o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República para segurar de pé um governo podre. Governo podre este que concedeu uma bolsa para o terrorista da al-Qaeda trabalhar no Brasil.
Novamente faz-se necessário repetir: o governo brasileiro concedeu uma bolsa do CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico ao companheiro explosivo. Veja o professor da UFRJ trabalhando pelo desenvolvimento científico e tecnológico com o membro da al-Qaeda Fênix da Sombra, aceitando montar uma unidade terrorista na França: "Se sua proposta se trata de uma estratégia precisa (como trabalhar no seio da casa do inimigo central e esvaziar o sangue de suas forças), é preciso então que eu revise o plano que havia preparado."
Como se vê, o Brasil não pode abrir mão de um cientista dessa categoria. É interessante observar que, em dado momento da conversa do valoroso professor da UFRJ com o companheiro Phenix Shadow (o nome original), é mencionada a estratégia de provocar a "recessão econômica" em seus alvos capitalistas. Aí fica tudo definitivamente claro. O governo Dilma não pode demitir um professor da al-Qaeda que faz exatamente o mesmo trabalho realizado pelo PT nos últimos 13 anos: provocar a recessão econômica. É bem verdade que o PT tem sido muito mais eficiente que a al-Qaeda, mas o terrorista está aqui para aprender.
Seria, portanto, uma total incoerência a demissão do professor Adlène Hicheur do ensino público federai. A Petrobras acaba de anunciar um corte orçamentário que causará perda de R$ 260 bilhões no PIB. Ou seja: o PT também trabalha para esvaziar o sangue das forças do inimigo -estão todos falando a mesma língua. A única diferença é que nas mensagens entre os companheiros da al-Qaeda tudo é "se Deus quiser" ou "graças a Deus", e entre os companheiros petistas é tudo graças a Lula (não precisam dizer se Lula quiser, porque ele quer).
O caso do acolhimento do professor terrorista pelo governo Dilma é altamente didático sobre o cenário político brasileiro. O negócio é este mesmo: espalhar células "anticapitalistas" pelo sistema (todos com crachá de bondade progressista) para esvaziar o sangue das instituições e tomar conta delas, para então depená-las. Como o Brasil está constatando, quanto maior a crise econômica provocada pelos companheiros, menor a força da sociedade para deter o avanço de seus crimes. A cereja do bolo é a crise orçamentária na Polícia Federa!: se a Lava Jato parar por falta de verbas, eles chegarão ao crime perfeito.
Enquanto isso, os delinquentes do bem vão para as ruas de São Paulo e outras capitais depredar os símbolos do capitalismo e paralisar as vias públicas — caminhando e cantando e esvaziando o sangue do inimigo, que não pode tocar nos pimpolhos porque eles carregam bandeirolas estudantis (falsas). Já têm até hino da MPB. Está clara a correlação?
Se não estiver, continue esperando eles terminarem o assalto. Lula e Dilma não são réus porque têm o manto protetor da lenda coitada. Não toquem no professor da al-Qaeda - ele também é um coitado lutando contra o monstro capitalista. Até que não exista mais sangue para ser chupado.

POLÍCIA DE MADURO FAZ REVISTA ÍNTIMA NA MÃE E NA MULHER DO PRESO POLÍTICO LEOPOLDO LÓPEZ E EXIGE QUE ABRAM AS PERNAS

Lilian, esposa de Leopoldo López.
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, denunciou nesta terça-feira o assédio à mulher do líder opositor venezuelano Leopoldo López, revistada de forma que "atenta contra a dignidade humana" ao visitar o marido na prisão. "Condenamos o atentado à dignidade humana que revela a falta de ética política" na Venezuela, escreveu Almagro no Twitter. A esposa de López, Lilian Tintori, denunciou nesta terça, em entrevista coletiva, o assédio moral sofrido por ela e a sogra durante suas visitas ao marido na prisão militar de Ramo Verde, em Caracas.
"No fim de semana, na prisão de Ramo Verde, vivemos um tratamento de tortura, cruel e desumano", declarou Tintori à imprensa após apresentar uma denúncia à Promotoria venezuelana. "Completamente nua, me pediram para abrir as pernas várias vezes e me revistaram. Até o absorvente me foi tirado", revelou Tintori. "Com a mãe de Leopoldo fizeram o mesmo, e no quarto com ela estavam meus filhos, Manuela e Leopoldo Santiago, que viram tudo", completou.
Antonieta Mendoza, mãe de López, confirmou que foi despida diante de seus netos, de seis e três anos de idade. "Por que motivo minha neta teve que ver a avó nua em um quarto diante de duas sargentas?" - questionou Mendoza. Tintori, que com frequência tem denunciado o assédio moral e ameaças praticados pelos militares encarregados da prisão, responsabilizou o presidente Nicolás Maduro por "algo que possa ocorrer" a López após as denúncias.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão autônomo da OEA, e o Relator Especial das Nações Unidas sobre a situação dos defensores dos direitos humanos, Michel Forst, manifestaram em novembro passado sua preocupação pela persistência do assédio moral contra Tintori. Acusado de incitar à violência em protestos contra Maduro, o opositor López foi condenado - sem provas - a 13 anos e nove meses de prisão em 10 de setembro passado. Do site de Veja

Petrobras patrocinar evento contra o impeachment não é coisa muito diferente do petrolão

Nos dois casos, o dinheiro público está sendo usado em favor de interesses políticos; nos dois casos, o patrimônio do povo brasileiro é empregado para financiar um turma que tenta golpear a democracia

Por: Reinaldo Azevedo
Não adianta!
Eles não têm limites!
Neste momento, em Porto Alegre, a Petrobras está sendo vítima de uma variante do petrolão — uma variante mais difícil de perceber.
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Realiza-se na capital gaúcha o tal Fórum Social Mundial, que já apelidei, no passado, de “Disneylândia da Esquerda’. Hoje em dia, nem isso é. Os valentes perderam a eleição parlamentar na Venezuela, a presidencial na Argentina, estão pelas tabelas no Brasil, em declínio na Bolívia e sem muita saída no Chile. Afinal, o tal “outro mundo possível” de que tanto falavam, no Brasil, tem a cara do mensalão, do petrolão, do assalto aos cofres públicos, da recessão, do desemprego, da ladroagem.
Assim, qual vai ser a pauta? Para disfarçar, dizem, vão debater coisas como “democracia, economia solidária, mídia livre, educação, direitos e empoderamento das mulheres”. Vale dizer: tudo conversa mole.
O objetivo mesmo desta edição do fórum é se manifestar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff e em favor da cassação do mandato do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara. Mais chapa-branca, impossível.
E não é só isso. Também haverá um “debate” sobre golpismo com a participação de políticos petistas. A estrela da patuscada será Tarso Genro, ex-ministro do governo Lula e ex-governador do Rio Grande do Sul. Ministros de Dilma estarão presentes, como Miguel Rosseto (Trabalho e Previdência) e Tereza Campello (Desenvolvimento Social e Combate à Fome).
Muito bem! Aquilo que já foi a Dineylândia da esquerda hoje não passa de um parquinho mequetrefe, com brinquedos quebrados, enferrujados, antigos. Todas aquelas tolices redentoras do passado acabaram virando uma extensa folha corrida de crimes. Mas eles são esquerdistas e não desistem nunca de tomar o nosso dinheiro.
A Petrobras é uma das patrocinadoras do evento. É um acinte! É um achincalhe! É um absurdo! É uma barbaridade! E por razões as mais distintas, que se combinam.
Em primeiro lugar, a Petrobras deveria cortar a zero a sua verba publicitária e seus patrocínios. Por uma questão de decoro. A empresa vive o pior momento de sua história, num processo agressivo de desinvestimento. As pessoas comuns que compraram ações viram derreter seu suado dinheiro. Em muitos aspectos, a estatal é uma espécie de monopolista. Boa parte de sua propaganda é cascata meramente adjetiva: não vende produto, não procura ganhar o consumidor, não disputa espaço no mercado.
Mas isso ainda é o de menos: a empresa é o epicentro da atual crise política; é o palco principal de atuação da quadrilha que assaltou o país. E o assalto, sabemos todos, serviu a bandidos, mas também a um projeto de poder: o do PT. Ficou muito claro que a estatal estava sendo usada para o PT fraudar as regras do jogo democrático. Petistas e aliados tratavam a estatal como quintal de seus interesses privados.
Ora, quando a empresa patrocina um fórum cujo objetivo é só produzir proselitismo em favor do governo de turno, cumpre indagar: será que isso é muito diferente, em essência do petrolão? A resposta é óbvia: não!
É evidente que se trata do uso de recursos públicos em favor da camarilha que está no poder, ainda que tal uso assuma  outra face.
Não há movimentos sociais no fórum de Porto Alegre! O que há, na maioria dos casos, são pançudos de esquerda, que recebem direta ou indiretamente farto financiamento do governo federal. Quando a Petrobras patrocina um evento contra o impeachment, está cometendo um crime político e moral: afinal, a empresa também pertence àqueles que querem que Dilma seja demitida pelas vias legais.
Mas pensemos: por que eles não fariam mais essa?

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A lição de Sobral Pinto pulveriza a conversa fiada dos bacharéis a favor do Petrolão: o advogado é o juiz inicial da causa. Não pode agir como comparsa de cliente bandido


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Os mentores do manifesto dos advogados a favor da bandidagem do Petrolão deveriam ter promovido a primeiro signatário, in memoriam, o mestre Márcio Thomaz Bastos, morto em novembro de 2014. Todos sempre foram discípulos do jurista que transformou o gabinete de ministro da Justiça em fábrica de truques concebidos para eternizar a impunidade dos quadrilheiros do Mensalão. Todos são devotos do criminalista que, desde que o freguês topasse pagar os honorários cobrados em dólares por hora trabalhada, enxergava filhos extremosos até em parricidas juramentados.
Coerentemente, o manifesto dos bacharéis, na forma e no conteúdo, é uma sequência de exumações da fórmula aperfeiçoada por Márcio para defender o indefensável. À falta de munição jurídica, seu tresoitão retórico alvejava a verdade com tapeações, falácias e chicanas. Em artigos, entrevistas ou discurseiras, ele primeiro descrevia o calvário imposto a outro cidadão sem culpas por policiais perversos, promotores desalmados e juízes sem coração. Depois, fazia o diabo para absolver culpados e condenar à execração perpétua os defensores da lei. Foi o que fizeram os parteiros do manifesto abjeto.
Os pupilos hoje liderados por um codinome famoso ─ Kakay ─ certamente guardam cópias do texto do mestre publicado na Folha em junho de 2012. “Serei eu o juiz do meu cliente?”, perguntou Márcio no título do artigo que clamava pela imediata libertação do cliente Carlinhos Cachoeira (” Carlos Augusto Ramos, chamado de Cachoeira”, corrigiu o autor). “Não o conhecia, embora tivesse ouvido falar dele”, explicou. Ouviu o suficiente para cobrar R$15 milhões pela missão de garantir que o superbandido da vez envelhecesse em liberdade.
A pergunta do título foi reiterada no quinto parágrafo: “Serei eu o juiz do meu cliente?” Resposta: “Por princípio, creio que não. Sou advogado constituído num processo criminal. Como tantos, procuro defender com lealdade e vigor quem confiou a mim tal responsabilidade”. Conversa fiada, ensinara já em outubro de 1944 o grande Heráclito Fontoura Sobral Pinto, num trecho da carta endereçada ao amigo Augusto Frederico Schimidt e reproduzida pela coluna. Confira:
“O primeiro e mais fundamental dever do advogado é ser o juiz inicial da causa que lhe levam para patrocinar. Incumbe-lhe, antes de tudo, examinar minuciosamente a hipótese para ver se ela é realmente defensável em face dos preceitos da justiça. Só depois de que eu me convenço de que a justiça está com a parte que me procura é que me ponho à sua disposição”.
“Não há exagero na velha máxima: o acusado é sempre um oprimido”, derramou-se Márcio poucas linhas depois. “Ao zelar pela independência da defesa técnica, cumprimos não só um dever de consciência, mas princípios que garantem a dignidade do ser humano no processo. Assim nos mantemos fiéis aos valores que, ao longo da vida, professamos defender. Cremos ser a melhor maneira de servir ao povo brasileiro e à Constituição livre e democrática de nosso país”.
Com quase 70 anos de antecedência, sem imaginar como seria o Brasil da segunda década do século seguinte, Sobral Pinto desmoralizou esse blá-blá-blá de porta de delegacia com um parágrafo que coloca em frangalhos também a choradeira dos marcistas voluntariamente reduzidos a carpideiras de corruptos confessos. A continuação da aula ministrada por Sobral pulveriza a vigarice:
“A advocacia não se destina à defesa de quaisquer interesses. Não basta a amizade ou honorários de vulto para que um advogado se sinta justificado diante de sua consciência pelo patrocínio de uma causa. O advogado não é, assim, um técnico às ordens desta ou daquela pessoa que se dispõe a comparecer à Justiça. O advogado é, necessariamente, uma consciência escrupulosa ao serviço tão só dos interesses da justiça, incumbindo-lhe, por isto, aconselhar àquelas partes que o procuram a que não discutam aqueles casos nos quais não lhes assiste nenhuma razão”. 
“A pródiga história brasileira dos abusos de poder jamais conheceu publicidade tão opressiva”, fantasiou o artigo na Folha. “Aconteceu o mais amplo e sistemático vazamento de escutas confidenciais. (…) Estranhamente, a violação de sigilo não causou indignação. (…)  Trocou-se o valor constitucional da presunção de inocência pela intolerância do apedrejamento moral. Dia após dia, apareceram diálogos descontextualizados, compondo um quadro que lançou Carlos Augusto na fogueira do ódio generalizado”.
Muitos momentos do manifesto que parecem psicografados por Márcio. Onde o mestre viu fogueiras do ódio, os discípulos enxergaram uma Inquisição à brasileira. Como o autor do artigo da Folha, os redatores do documento se proclamam grávidos de indignação com “o menoscabo à presunção de inocência (…), o vazamento seletivo de documentos e informações sigilosas, a sonegação de documentos às defesas dos acusados, a execração pública dos réus e a violação às prerrogativas da advocacia. 
Sempre que Márcio Thomaz Bastos triunfava num tribunal, a Justiça amargava outra derrota, a verdade morria outra vez, gente com culpa no cartório escapava da cadeia, crescia a multidão de brasileiros convencidos de que aqui o crime compensa e batia a sensação de quelutar pela aplicação rigorosa da lei é a luta mais vã. A Lava Jato mudou tudo. O juiz Sérgio Moro e a força-tarefa de procuradores federais desafiaram a arrogância dos poderosos inimputáveis ─ e venceram. O balanço da operação, divulgado no fim de 2015, prova que o Brasil mudou. E mudou para sempre.
Todo réu, insista-se, tem direito a um advogado de defesa. Mas doutor nenhum tem o direito de mentir para livrar o acusado que contratou seus serviços de ser punido por crimes que comprovadamente cometeu. O advogado é o juiz inicial da causa. Não pode agir como comparsa de cliente bandido. DO A.NUNES

Ministério para o PMDB, só pagando adiantado

Josias de Souza

No momento, o principal problema da relação do Planalto com o PMDB é que Dilma é incapaz de reconhecer a fidelidade dos peemedebistas ao seu governo. E estes são incapazes de demonstrá-la. Vem daí uma mudança nada sutil na metodologia do fisiologismo. Antes, o PMDB ganhava ministérios sob o compromisso de apoiar Dilma no Congresso. Agora, exige-se que o partido pague adiantado para receber de volta a pasta da Aviação Civil. O toma-lá-dá-cá deu lugar ao dá-cá-toma-lá.
Para sentar-se na cadeira de ministro da Aviação, o deputado Mauro Lopes (MG), já sondado para o posto, precisa desmontar a inconfidência mineira que supostamente ameaçaria a reeleição de Leonardo Picciani (RJ) para o posto de líder da bancada do PMDB na Câmara. Contra a impeachment, Picciani virou dodói de Dilma, mesmo tendo votado em Aécio Neves na sucessão de 2014.
A bancada mineira do PMDB tinha dois candidatos ao cargo de líder: Leonardo Quintão e Newton Cardoso Júnior. Dividida, decidiu nesta segunda-feira não lançar nenhum nome oficialmente. Newtinho retirou sua postulação. Quintão continua jurando que disputará a liderança. Ainda assim, Mauro Lopes, o candidato a ministro, avalia que sua fatura foi paga. E espera ser recebido por Dilma, para a formalização do convite.
O trágico, o essencial mesmo nessa modalidade de fisiologismo que não aceita fiado é que tudo continua sendo feito com a melhor das intenções. A desfaçatez encontra sempre uma justificativa absolvedora —''para deter a marcha do impeachment, vale tudo''. O mais fantástico da cena atual é que ninguém enxerga cínicos no espelho.

CONEXÃO ANGOLA: O BATOM NA CUECA DE LULA.

A denúncia é do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró: até R$ 50 milhões roubados da estatal ajudaram a financiar a reeleição do então presidente Lula, em 2006. O roubo foi assim: a Petrobras pagou US$ 300 milhões à estatal petrolífera angolana, a pretexto de compra de produtos, e a Sonangol cumpriu o compromisso de “devolver” até R$ 50 milhões por baixo dos panos para financiar a reeleição do petista.
Cerveró entrega a fonte da informação: Manoel Domingos Vicente, então presidente da Sonangol e atual vice-presidente de Angola.
O ex-ministro Antonio Palocci, segundo Nestor Cerveró, teria participado das tratativas do dinheiro sujo com os angolanos. Ele nega.
Do ponto de vista dos investigadores, Nestor Cerveró é insuspeito: afinal, ele ganhou de Lula o cargo de diretor como um “prêmio”.
A cada depoimento, na Lava Jato, cresce a dificuldade de Lula ser tido apenas como “testemunha”, “informante”, quase um inimputável. Da coluna de Cláudio Humberto/Diário do Poder

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

MP denuncia Renato Duque por propina em contas secretas no exterior

Na sexta denúncia contra o ex-diretor de Serviços da Petrobras, promotoria cobra devolução de 80 milhões de reais para os cofres da estatal

Por Laryssa Borges, de Brasília
Veja.com
Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, em acareação da CPI da Petrobras em Curitiba
(Vagner Rosario/VEJA)


O Ministério Público Federal denunciou nesta segunda-feira à Justiça Federal o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque pelos crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro e manutenção de valores não declarados no exterior. É a sexta vez que o ex-dirigente da petroleira é denunciado pelos investigadores do petrolão.
Renato Duque, que já foi condenado a mais de 20 anos de prisão, é acusado agora de transferir dinheiro de propina da Suíça para o principado de Mônaco para dificultar que autoridades brasileiras detectassem o esquema de corrupção e distribuição de dinheiro sujo instalado na Petrobras. Na ação, que será analisada pelo juiz Sergio Moro, o Ministério Público pede que 80 milhões de reais já bloqueados do ex-diretor sejam devolvidos à estatal.
Duque nunca admitiu ter contas secretas no exterior, mas as investigações apontam que ele foi o beneficiário de dinheiro depositado em duas offshores - a Milzart Overseas Holding, criada no Panamá em 2009 e com conta no Banco Julius Bär, em Mônaco, e a Pamore Assets, constituída no Panamá em 2011 e também com conta no Julius Bär tendo Duque. Na primeira offshore, diz a acusação, Renato Duque escondeu a origem e a propriedade de cerca de 10,2 milhões de euros desviados da Petrobras entre 2009 e 2014. Na Pamore Assets, foram camuflados mais 10,3 milhões de euros recolhidos de propinas na estatal.
Em acordo de delação premiada, o lobista Hamylton Padilha detalhou parte do mecanismo utilizado para repassar propina a Duque. Segundo ele, um contrato de comissionamento entre a empresa sul-coreana Samsung Heavy Industries e as companhias Barvella e Goodall servia para intermediar propina em favor do ex-diretor.
Em setembro, o juiz Sergio Moro condenou Renato Duque a 20 anos e oito meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O processo que levou Vaccari e Duque a receberem a primeira sentença de condenação do juiz Sergio Moro diz respeito a desvios de recursos e pagamento de propina envolvendo quatro projetos da Petrobras - os gasodutos Urucu-Coari e Pilar-Ipojuca e as refinarias de Araucária (PR) e Paulínia (SP). No caso da refinaria de Paulínia, por exemplo, o chamado Clube do Bilhão fraudou a licitação, em 2007, simulando uma concorrência entre a Consórcio CMMS, a UTC Engenharia e a Andrade Gutierrez, embora o acerto e o recolhimento de propina já tivessem fixado, no escândalo do petrolão, que o Consórcio CMMS sairia vencedor, sendo que, segundo a acusação, "os demais apenas deram cobertura a ele para conferir à licitação aparência de regularidade".
No caso da refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no município de Araucária, o Ministério Público apontou que houve pagamento de propina em espécie e em contas no exterior para a Diretoria de Serviços, na época comandada por Renato Duque. Parte do dinheiro sujo acabou, segundo a acusação, nas mãos do tesoureiro nacional do PT João Vaccari Neto por meio de doações registradas perante a Justiça Eleitoral. Segundo as investigações da Lava Jato, Vaccari intermediou doações de 4,2 milhões de reais de empresas investigadas que, na verdade, eram oriundos do propinoduto da Petrobras. Foram 24 repasses de empreiteiras, em dezoito meses, no período de 2008 a 2010. As contribuições foram feitas a pedido de Renato Duque. A denúncia do MP contabiliza que a propina destinada à diretoria de Abastecimento da Petrobras no Consórcio Interpar chegou a 28,2 milhões de reais, enquanto a fatia de vantagens indevidas à diretoria de Serviços paga pelo consórcio chegou a 56,4 milhões de reais.18/01/2016

Léo Pinheiro pediu ajuda ao 'amigo' Edinho Silva com presidentes de fundos de pensão

Mensagens de empreiteiro interceptadas pela Lava Jato indicam que ministro era visto como 'ponte' para o setor.
Registros de entrada na Funcef mostram que o petista era frequentador do prédio


Por Marcela Mattos, de Brasília
Veja.com
Edinho Silva, ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência
(Ueslei Marcelino/Reuters)
Depois de escancarar a relação do chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, com o empreiteiro José Aldemário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS condenado a dezesseis anos por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, as investigações da Operação Lava Jato colocam mais um ministro da presidente Dilma Rousseff na lista de possíveis intermediários da empreiteira em negócios envolvendo fundos de pensão. Enquanto Wagner foi flagrado em troca de mensagens sobre a Funcef, o fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal, o ministro Edinho Silva, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, aparece em conversas no mínimo questionáveis com o empreiteiro que integrava o famoso "clube do bilhão" das licitações.
Em uma das ocasiões, Léo Pinheiro pede ajuda a Edinho para organizar uma reunião com presidentes de fundos ligados a estatais, como o Petros, dos funcionários da Petrobras, Previ, dos servidores do Banco do Brasil, além da Funcef. Em mensagem enviada no dia 23 de abril de 2014, o empreiteiro pede ao petista, então deputado estadual, uma ajuda. Escreve Léo Pinheiro: "Estava precisando falar com o nosso amigo (AM), junto com Dan (presidente da Previ), Caser (presidente da Funcef) e Carlos Costa (presidente da Petros). Tema: inauguração de Guarulhos. Você pode nos ajudar?". Pinheiro detalha que no encontro será discutida, entre outras questões, a data da inauguração do novo terminal do aeroporto com a presença da "presidenta" da República. O terminal, inaugurado no mês seguinte com a participação de Dilma, é uma obra da Invepar, consórcio que tem como acionistas a OAS e as três empresas de fundos de pensão. Para a Polícia Federal, a sigla "AM" é uma referência a Aloizio Mercadante, ministro-chefe da Casa Civil. Dan é Dan Conrado, à época presidente da Previ. Carlos Alberto Caser é o atual presidente da Funcef e Carlos Fernando Costa comandou a Petros.
O movimento foi calculado: Edinho Silva tem conhecida facilidade de circular nos meandros, nem sempre republicanos, dos fundos de pensão, principalmente na Funcef, órgão com o qual firmou contratos enquanto comandava a prefeitura de Araraquara (SP). Uma dessas parcerias é alvo de investigação da CPI dos Fundos de Pensão, que apura o rombo bilionário em quatro companhias previdenciárias. Uma das apurações em andamento pelos deputados da comissão de inquérito se debruça sobre a liberação de 10 milhões de reais da Funcef para a construção de um complexo de hotéis, shopping e centros comerciais na base eleitoral de Edinho enquanto ele era prefeito. O recurso foi autorizado em 2009, mas o local não foi concluído.

Uma análise dos registros de entrada na Funcef obtidos pelo site de VEJA confirma a ida de Edinho pelo menos seis vezes à sede da empresa, em Brasília, entre 2011 e 2014. Via de regra, as visitas eram duradouras e costumavam se estender por mais de uma hora. O próprio Léo Pinheiro também tinha fácil acesso e bateu à porta do órgão ao menos sete vezes neste período. Outros nomes ligados à OAS, como o de Antônio Carlos Mata Pires, filho de César Pires, dono da empresa, também aparecem nos registros.
Ex-tesoureiro de campanha de Dilma Rousseff, o ministro é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por irregularidades durante a última campanha da petista, abastecida também com recursos da OAS. Conforme revelou VEJA, o empreiteiro afirma que o ministro-tesoureiro coagiu doadores eleitorais.
"Querido" - As informações interceptadas pela Polícia Federal revelam trocas de mensagens entre Edinho e Léo Pinheiro desde 2007 e demonstram laços de amizade entre os dois. No dia 20 de junho de 2012, por exemplo, quando o petista completava 47 anos, Pinheiro enviou um recado de parabéns ao então deputado chamando-o de "querido", tratativa repetida em outras ocasiões, e concluiu o texto com um "grande abraço".
As conversas também trazem à luz uma série de encontros entre os dois e ainda um cronograma que, de acordo com a PF, indica datas e valores de repasses feitos pela OAS à campanha eleitoral de 2014. As investigações, com base em prestações de contas, constataram a doação de 20 milhões de reais da empreiteira à campanha petista. "Todas as transferências ocorreram após a data das mensagens trocadas entre Edinho e LP", consta no relatório.
Na véspera do segundo turno das eleições passadas, as conversas entre os dois se intensificaram. Pinheiro perguntava para Edinho se havia "boas notícias" e, após a confirmação da vitória de Dilma Rousseff, disse ao então tesoureiro de Dilma: "Parabéns! Você tem sua marca nessa vitória". Ele agradeceu a lembrança ao "amigo".
Questionado pelo site de VEJA, Edinho se limitou a responder que jamais intermediou qualquer reunião entre o empreiteiro e o ministro Aloizio Mercadante - nada respondeu sobre os presidentes dos fundos de pensão. Em tom protocolar, Edinho Silva acrescentou que "mantinha relações institucionais com vários empresários, entre eles Léo Pinheiro". 18/01/2016

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

JURISTA IVES GANDRA QUER QUE AS FORÇAS ARMADAS TOMEM O PODER

JURISTA IVES GANDRA QUER QUE AS FORÇAS ARMADAS TOMEM O PODER

JURISTAS ACENDEM A CHAMA DA INTERVENÇÃO MILITAR FEDERAL

JURISTAS ACENDEM A CHAMA DA INTERVENÇÃO MILITAR FEDERAL
DEFESA NACIONAL
IVES GANDRA INCITA AS FORÇAS ARMADAS A TOMAR O PODER
O Judiciário Brasileiro está desmoralizado por conta da Constituição Federal de 1988 ter sido usurpada pelas decisões arbitrárias e comunistas do Supremo Tribunal Federal(STF).
Com o atropelamento do judiciário pelo governo corrupto de Dilma Rousseff/PT, as instituições passaram a não funcionar dentro da Lei e da Ordem.
Isto se deve á corrupção sistêmica implantada pelo Foro de São Paulo, onde Lula e o ditador Fidel Castro são os cabeças.
A operação Lava Jato revelou que o Executivo Federal assumiu a posição de corrupto e corruptor, aliciando o Poder Legislativo e o Judiciário, além de arrastar as demais instituições do Brasil.
E o pior de tudo, colocar os Generais das Forças Armadas sob o comando de eminentes réus na operação Lava Jato, a citar, os comunistas Jaques Vagner/PT-BA, da Casa Civil e Aldo Rebelo/PC do B/SP, da Defesa.
Esta mais que provado que os três poderes estão à serviço de uma partido político de ideologias esquerdistas, e não da nação conforme manda a LEI.
Portanto, os três poderes perderam a sua legitimidade constitucional, passando a ser promotores dos planos comunistas de perpetuação no poder pelo poder.
Diante deste quadro de extrema gravidade para o Brasil, o programa Direito e Justiça em Foco entrevistou os jurista Dr. Ives Gandra Martins e o Dr. Carlos Henrique Abrão.
Na entrevista, Ives afirma que cabe as FORÇAS ARMADAS restabelecer a LEI e a ORDEM do Brasil, e não voltar ao poder como em 64.
Com esta afirmação, a chama da Intervenção Militar Federal voltou a ser acesa em todas as mentes intervencionistas no Brasil e no mundo.
Ives incita as FORÇAS ARMADAS à tomarem o PODER CENTRAL para que o Brasil tenha a possibilidade de restabeler a LEI e da ORDEM, já que os três poderes estão corrompidos, usurpados e sem legitimidade juridica.
Ele relembra que o nome da presidente comunista Dilma Rousseff/PT, foi citado 11 vezes na Operação Lava em delações dos réus já presos, que o presidente do senado Federal, o senador Renan Calheiros/PMDB-AL, está sendo investigado por crimes de Lavagem de Dinheiro, Peculato, Falsidade Ideológica, Utilização de Documentos Falsos, o qual teve a quebra do sigilo bancário e fiscal quebrada pelo STF.
 Já o deputado Eduardo Cunha/PMDB-RJ, presidente da câmara dos Deputados Federais, foi citado inúmeras vezes na Operação Lava Jato  com acusações de manter conta secreta no exterior e envolvimento direto nos esquemas de corrupção dentro da Petrobrás.
Duas casas legislativas tem seus presidentes citados no maior esquema de corrupção da história do mundo; o STF demonstra claramente que existe para servir as ordens do Partido dos Trabalhadores, por conta de ser formado por 8(oito) Ministros indicados pelo prsidente Lula/PT-SP.
E para piorar, a presidente Dilma Rousseff/PT se apresenta como um mero objeto de uso politico para o Brahma(Luiz Inácio Lula da Silva).
Ives reafirma que o artigo 142 da Constituição Federal respalda as FORÇAS ARMADAS à agirem imediatamente para frear o avanço da corrupção sistêmica, de forma que os generais do Exército Brasileiro devem anunciar a tomada do poder para cumrpir a LEI, protegendo a Pátria e o restabelecimento da ORDEM entre os poderes constituidos.
Já no artigo 49, inciso 11da Constituição Federal, Ives alerta que:
É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
XI – zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes;
Esse artigo responde a invasão de direitos legais do Senado Federal e da Câmara dos Deputados Federais, exercida pelo STF(Supremo Tribunal Federal), que desacatou a constituição e o regimento inerno das casas legislativas, em detrimento de benesses ao PT e aos acusados na operação Lava Jato.
Ou seja, Ives  alerta que devemos repudir a invasão da competência da União, com maquiavélico amesquinhamento da Câmara dos Deputados, tornando-a uma casa inferior em relação ao Senado Federal, de forma que o senado passou a não mais julgar os atos de imprbidade da presidente da república, mas a própria câmara, tornando-se poderes banalizados.
E neste contexto, o desembargador Dr. Carlos Henrique Abrão alerta que o judiciário do Brasil entrou num sistema de “banalização da judicialização no país”.
“Tudo hoje passa nas mãos dos tribunais em primeira e segunda instância, e isto não é bom. Pois devemos preservar os princípios da separação dos poderes.
E mais do que tudo, nos temos que olhar que o estado “babá”, que cria benefícios sociais não vai transformar a cidadania em uma cidadania babaca.
Então o Brasil precisa reagir, precisa viver em um estado de indignação, para remover todo este entulho, este lixo que não é reciclável.
E se não houvesse uma mobilização pela sociedade civil, nos correríamos o risco de viver o maior retrocesso em 2016.” pontou.
Pode-se perceber que os juristas em todo o Brasil se mobilizam pelo DESPERTAR DA LUTA PATRIÓTICA, como recomendou o NOBRE GENERAL MOURÃO, demitido do comando do Exército no Sul do Páis, apenas por dar esta declaração a sociedade.
JORNAL DO CENTRO-13/01/2016
Fonte: Portaldocentro.com
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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Entidade que é dona de domínio do “Movimento Passe Livre” recebe dinheiro da Petrobras e do Ministério da Cultura e tem incentivo da Lei Rouanet

Por: Reinaldo Azevedo
Ai, ai…
O Movimento Passe Livre tem um site, cujo endereço é “www.mpl.org.br” — e, claro, há um site específico para São Paulo: “saopaulo.mpl.org.br”. Muito bem. Uma das curiosidades lícitas que a gente pode ter é esta: em nome de quem está registrado esse domínio? O leitor pode, então, recorrer ao site http://registro.br/ e descobrir. Basta escrever no campo de busca o endereço “mpl.org.br”. E encontrará isto.
Alquimídia?
Como? Associação Alquimídia? Mas que diabo é isso? Bem, leitor, aí você pode, ainda movido pela curiosidade que a imprensa até agora não teve, visitar a página da dita associação. E vai se deparar com isto aqui:
É isto mesmo. A tal “Alquimídia” é uma dessas ONGs que se dizem interessadas na “democratização da mídia” financiadas com dinheiro público: Ministério da Cultura e Petrobras, podendo captar recursos da Lei Rouanet. Jamais duvidem: é muito difícil não haver petismo na raiz de boa parte do que não presta no país.
O nome do chefão da Alquimídia, que é dona do domínio da entidade que está a promover, com meia dúzia de gatos-pingados, o caos em várias capitais brasileiras é Thiago Skárnio, como se vê acima. Não sei se é sobrenome real ou artístico, mas é muito significativo.
A base de operações do rapaz é Florianópolis, cidade, diga-se, onde o protesto contra o reajuste de tarifas de ônibus tem um histórico de violência e radicalização. Se o leitor decidir navegar pelo site “Alquimídia”, descobrirá que essa entidade “ponto org” funciona como uma produtora privada de conteúdo qualquer. A diferença é que é alimentada com dinheiro público e diz trabalhar apenas para “coletivos” e “entidades do terceiro setor”, embora possa, sim, ter a parceria de “empresas privadas”. Ah, bom…
Skárnio, a única cara visível da Alquimídia, se define assim na rede (em vermelho):
Iniciei minhas atividades como desenhista. Depois de produzir charges e ilustrações para publicações independentes e sindicais, passei a trabalhar também com fotografia, texto, produção gráfica e audiovisual.
Além da produção alternativa de vídeos e a edição do site SARCASTiCOcomBR, apoio causas como a cultura digital, liberdade de expressão, estado laico, democracia líquida e as políticas públicas para a cultura, e participo de organizações e movimentos como o FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, ABRAÇO – Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária, Pontos de Cultura, CNC – Conselho Nacional de Cineclubes, Cinemateca Catarinense (ABD-SC), TV Comunitária de Florianópolis e Movimento Mega-Não.
Atualmente coordeno o Pontão Ganesha de Cultura Digital, projeto mantido pelo Ministério da Cultura e a Alquimídia.org (organização que ajudei a fundar) e fui eleito para a cadeira de Cultura Digital do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Florianópolis.
O que é “democracia líquida”? É uma tese neofascista (pesquisem a respeito) que, sob o pretexto de instituir a democracia direta, prega, na prática, o fim do Poder Legislativo. Cada questão importante da sociedade seria decidida por indivíduos eleitos exclusivamente para aquele fim. O linchamento, por exemplo, não deixa de ser uma forma de “democracia líquida”…
Eis aí: eu tinha a convicção — e agora tenho a certeza — de que, na raiz dessa história, estavam as tetas do estado.
“Ah, o Alquimídia só registrou o nome; não tem nada a ver com isso.” Claro que não…

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Contato na Internet

Tenho sido frequentemente aconselhado por companheiros a ignorar os habituais detratores dos governos militares, que se valem da Internet para divulgar inverdades. Alegam que constitui perda de tempo argumentar com eles por serem fanáticos ou mercenários (a maioria).
Discordo ser perda de tempo e continuarei em minha catilinária pois a Internet é um poderoso veículo de difusão de ideias, exercendo o importante papel de principal veículo de formação de opinião. É bom lembrar que a mentira repetida reiteradamente acaba sendo aceita como verdade. Foi uma técnica exaustivamente usada por Goebells, ministro da propaganda do III Reich, para criar prosélitos do nazismo, os chamados quinta colunas que atuavam no mundo inteiro. Pois é este o objetivo dos detratores de hoje e é preciso que haja réplica para que não seja tomado o dito pelo não dito, ou seja, a mentira pela verdade. Foi isso, infelizmente, que ocorreu com a famigerada comissão nacional da (in)verdade, que contou, ainda, com a colaboração de colegas nossos que aceitaram acovardar-se, calando-se perante seus inquisidores. Apenas os coronéis Ustra e Moésia e o general Álvaro
enfrentaram de dedo em riste esses pulhas, repondo a verdade dos fatos.  
É preciso que alguém lembre que os governos militares fizeram o trabalho eficiente, competente, produtivo, em decorrência do qual o Brasil saltou da posição de 44ª. para 7a. economia do mundo, com PIB médios em torno de 8 % aa. Tanto assim que se criou a expressão MILAGRE ECONÔMICO BRASILEIRO.
É preciso que alguém lembre que nas favelas havia pobreza, mas não havia milícias, nem traficantes, nem comandos vermelhos, nem primeiro comando da capital, e que seus moradores eram ordeiros e ganhavam o pão de cada dia com o suor do próprio rosto.
É preciso que alguém lembre que as escolas públicas ofereciam a melhor qualidade de ensino, do fundamental à pós-graduação, com professores relativamente bem pagos e que eram raras as greves por salários, que, quando aconteciam, encerravam-se através de acordos celebrados rapidamente.
É preciso que alguém lembre que os hospitais da rede pública, como o Miguel Couto, o Souza Aguiar e o Instituto Nacional do Câncer constituíam referência mundial, que ninguém morria em seus corredores por falta de médicos, enfermeiros, suprimentos e equipamentos hospitalares, que os orçamentos eram suficientes porque não havia desvios como hoje, e que os secretários estaduais e municipais de saúde, salvo raras exceções, nunca enriqueciam em função do cargo.
É preciso que alguém lembre que as polícias militares, que eram comandadas por oficiais do Exército, gozavam da confiança e do respeito da população, que, se existia banda podre, era minoria, que golpes milionários, frequentes, como o que acaba de ser noticiado envolvendo um ex comandante da PM e oficiais de seu EM, não aconteceram durante o governo militar, que o policiamento ostensivo era feito por soldados, cabos, sargentos, tenentes e capitães envergando garbosos uniformes e ostentando postura marcial,  que inspirava confiança e conquistava o respeito da população, e que o que se vê, hoje, são  paisanos fardados, com uniforme em desalinho, mais parecido com traje de porteiros de hotéis de luxo.
É preciso que alguém lembre que governadores – como Carlos Lacerda e Faria Lima – eram devotados à coisa pública e que deixaram verdadeiros legados à população, como o aterro da Glória, o elevado Paulo Frontin e o elevado da Praça 15, desafogando o trânsito nos principais eixos viários durante quase meio século. É preciso que alguém lembre que o atual governador e seu antecessor Sérgio Cabral, estão sendo investigados pela Polícia Federal,
acusados pelo ministério público por improbidade administrativa.  
É preciso que alguém lembre que o prefeito do Rio, por uma decisão irracional, desprezando as prioridades, decidiu derrubar o elevado da Praça
15 para  embelezar a orla do porto, que agora é chamado de porto maravilha, ao custo de bilhões de reais que faltam em obras de recuperação de escolas e hospitais, que construiu o caríssimo Museu do Futuro, enquanto os demais museus da cidade estão em estado de penúria, que está construindo uma portentosa cidade olímpica, ao custo aproximado de 40 bilhões de reais, para recepcionar turistas estrangeiros que virão ao Brasil para esse evento mundial, que a  imensa quantia de 40 bilhões de reais resolveria todos problemas de saúde e educação da cidade do Rio de Janeiro.
É preciso que alguém lembre que a Operação Lava Jato vem desvendando o vergonhoso concubinato entre empresários, presidente e ex presidente da república, governadores, deputados, senadores, doleiros, lobistas e operadores mancomunados para lesar o povo brasileiro, que é o maior prejudicado. 
Finalmente, faço questão de repetir, é preciso que alguém lembre que um grande erro cometido pelos militares que governaram o país de 1964 a 1985 foi o total descaso pela informação institucional, pois consideravam – o que não deixa de ser, em parte, verdadeiro - que a melhor forma de comunicação era a que se fazia de boca em boca, esquecendo, entretanto, que as palavras voam e que somente o que se escreve serve para resgatar a verdade dos fatos históricos.
Destarte, de 1964 a 1985 nenhuma pesquisa de opinião foi feita para aferir o conceito das Forças Armadas e demais instituições, pois as demonstrações públicas de admiração e respeito às Forças Armadas eram notórias, incontestáveis. A primeira pesquisa nesse sentido foi feita logo no início do governo Sarney. Os políticos esperavam que o resultado seria uma reprovação maciça aos militares. O resultado, entretanto, causou uma grande
surpresa: as FF AA estavam no topo do ranking das instituições melhor
avaliadas: 85 % dos brasileiros consideravam-nas a mais confiável e respeitada. De lá para cá as FF AA continuam na primeira posição. 
Batalha DO LILICARABINA