quarta-feira, 27 de junho de 2012

Corrupção e loucura

Temos que bater na tecla da corrupção e o apego à ideologia totalitária como doença, como uma manifestação de loucura
Por Valfrido M. Chaves
A corrupção dos agentes do Mensalão é ideologicamente justificada, eles chamam de “práxis”, ou seja, ação revolucionária pela “Marcha da História”, ou seja, eliminação da propriedade privada e instauração do socialismo marxista-leninista.
A mentira, a corrupção, as invasões, a manipulação de pessoas simples é, para eles, motivo de orgulho pessoal.
Daí a cara de pau com que negam o mensalão, ou o caso dos “aloprados”, o bancoop, coisa que cabe a nós não deixarmos esquecer.
Mas por quê doença?
Porque ao romper, violar a moral vigente, eles se sentem acima do bem e do mal, se sentem deuses, com direito a tudo, pois são “condutores da humanidade”.
São pessoas que entram nesse delírio para compensar o sentimento de menos valia que carregam, para compensar a falta de auto estima que os martiriza.
Quando alguém não mente por sua causa, eles o denominam de “moralista”, que é o que nós seríamos por considerarmos o mensalão uma imoralidade.
Para eles é uma “grandeza”.
Errados são aqueles que não alcançam compreender a grandeza de suas “práxis”.
Por trás da mentira, da corrupção, há um delírio coletivo mediado por uma ideologia onipotente e pela seleção de indivíduos que necessitam dessa “bengala onipotente” bem como de um líder onipotente.
Se o líder deles deixar de manifestar-se de modo “todo poderoso”, ele cai.
É isso que temos de dizer-lhes, eles se desequilibram.
Xingá-los é o que eles querem, porque o nível cai e quem fica mal é a gente.
Mudando de assunto: alguém sabe se é verdade que o apelido do homi, no tempo dos sindicatos, era “Mentira”?

DO R.DEMOCRATICA

A organização criminosa do Mensalão irá a julgamento dentro de 34 dias


Sob pressão da mídia, da opinião pública e sobretudo do presidente do STF, Ayres Brito, finalmente o revisor do relator do processo do Mensalão, ministro Ricardo Lewandowski, entregou seu trabalho nesta terça-feira.
Lewandowski, nomeado por Lula, procurado por ele na casa da própria mãe para aliviar os mensaleiros, vinha colocando sob suspeita o relatório revisado.
. A partir de agora, o presidente Ayres Brito poderá cumprir a agenda que ele desenhou com seus colegas, ou seja: o julgamento dos mensaleiros começará na primeira semana de agosto.
. O Mensalão foi um escabroso sistema de compra de votos de eleitores e de congressistas, visando favorecer o governo Lula e o PT, usando para isto de dinheiro público ou de dinheiro amealhado em empresas favorecidas pelo governo.
A administração do Mensalão coube a uma organização criminosa liderada pelo próprio Lula, embora somente seu laranja, o ex-ministro Zé Dirceu, foi identificado como o verdadeiro chefe. Lula foi poupado pela lei do silêncio da sua gente.
. As perdas políticas e eleitorais para os candidatos do PT nas eleições de outubro serão devastadoras, porque todas as falcatruas petistas ocorridas durante o Mensalão serão reeditadas por transmissões diretas de TV, durante semanas a fio.

Quando falta vergonha, não há limite — Memorial “Eu Me Amo”, de Lula, será erguido com dinheiro público em terreno público

É a privatização da história, da democracia, do patrimônio coletivo  do dinheiro dos pobres!

                                             Por Reinaldo Azevedo
Lula, o sem-limites, agora quer dinheiro público — incentivo da Lei Rouanet — para erguer o seu “Memorial da Democracia”. Ele já ganhou um terreno em São Paulo.
É a privatização de uma área pública, da nossa grana e da história.
Lembram-se quando afirmei que era errada a ideia de que ele e Paulo Maluf são seres constrastantes?
Leiam. Debatam. Passem adiante.

*
Se o historiador Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), fundador do PT e autor de “Raízes do Brasil”, vivo fosse, estaria diante de uma excelente oportunidade para refletir sobre as relações de compadrio, familismo e patrimonialismo que remanescem na política brasileira, só que agora sob o comando e o controle do partido que ele ajudou a criar.
Talvez se deprimisse: se um dos filhos, Chico Jabuti, compôs, por assim dizer, a trilha sonora da mistificação partidária, uma das filhas, Ana de Hollanda (com dois “eles”) será a operadora de um assalto aos cofres públicos.
Bernardo Mello Franco informa na Folha de hoje que a ministra da Cultura decidiu que o Instituto Lula poderá captar recursos da Lei Rouanet para criar o tal “Memorial da Democracia”.
É aquela iniciativa para a qual o prefeito Gilberto Kassab, atendendo a um pedido expresso do Babalorixá de Banânia, doou um terreno no centro de São Paulo, com aprovação da maioria da Câmara dos Vereadores.
O tal memorial vai reunir elementos que estejam ligados, ora vejam!, diretamente à trajetória de… Lula!
Isto mesmo: a história do Apedeuta é agora a história universal. Privatiza, assim, um terreno que pertence ao povo de São Paulo, o dinheiro público e a própria democracia! Ana de Hollanda estava entusiasmada.
Acusada de ser imprecisa e hesitante, ontem ela se mostrou direta e firme ao garantir que será o dinheiro público a irrigar o “Memorial Eu Me Amo”, orçado, inicialmente, em R$ 100 milhões.
“Claro que vai poder ter captação pela Lei Rouanet. Pode sim, claro! Nada impede. Abri todas as possibilidades institucionais possíveis”, disse a improvável filha de Sérgio, mas certamente irmã de Chico.
É uma vergonha!
Lula já havia anunciado que seu instituto seria construído sem dinheiro público. Não é o caso, e nunca foi, de confiar nas suas palavras.
O que haverá no acervo?
Já escrevi sobre esse memorial algumas vezes. Acrescento a perguntas antigas algumas novas. Lula vai reunir no acervo as evidências de que tentou chantagear um ministro do Supremo Tribunal Federal para livrar a cara dos mensaleiros?
Lembrará que decidiu criar uma CPI com o propósito único de intimidar o Supremo Tribunal Federal, a Procuradoria Geral da República e a imprensa? A foto ao lado de Paulo Maluf fará parte da “história da democracia”? Num post do dia 15 de fevereiro, já havia feito algumas perguntas.
Constituição — A negativa dos petistas em participar da sessão homologatória da Constituição de 1988, uma das atitudes mais indignas tomadas até hoje por esse partido, fará parte do “Memorial da Democracia”, ou esse trecho será aspirado da história?
Expulsões — A expulsão dos três deputados petistas que participaram do Colégio Eleitoral que elegeu Tancredo Neves, pondo fim à ditadura — Airton Soares, José Eudes e Bete Mendes — fará parte do “Memorial da Democracia”, ou isso também será aspirado da história?
Em tempo: vi dia desses Soares negar na TV Cultura que tivesse sido expulso. Diga o que quiser, agora que fez as pazes com a legenda. Foi expulso, sim!
Governo Itamar — A expulsão de Luiza Erundina do partido porque aceitou ser ministra da Administração do governo Itamar, cuja estabilidade era fundamental para a democracia brasileira, entra no “Memorial da Democracia”, ou esse fato será eliminado da história?
Voto contra o Real — A mobilização do partido contra a aprovação do Plano Real integrará o acervo do “Memorial da Democracia”, ou os petistas farão de conta que sempre apostaram na estabilidade do país?
Guerra contra as privatizações — As guerras bucéfalas contra as privatizações — o tema anda mais atual do que nunca — e todas as indignidades ditas contra a correta e necessária entrada do capital estrangeiro em setores ditos “estratégicos” merecerá uma leitura isenta, ou o “Memorial da Democracia” se atreverá a reunir como virtudes todas as imposturas do partido?
Luta contra a reestruturação dos bancos — A guerra insana do petismo contra a reestruturação dos bancos públicos e privados ganhará uma área especial no “Memorial da Democracia”, ou os petistas farão de conta que aquilo nunca aconteceu? Terão a coragem, já que são quem são, de insistir na mentira e de tratar, de novo, um dos pilares da salvação do país como um malefício, a exemplo do que fizeram no passado?
Ataque à Lei de Responsabilidade Fiscal — Os petistas exporão os documentos que evidenciam que o partido recorreu à Justiça contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, tornada depois cláusula pétrea da gestão de Antônio Palocci no Ministério da Fazenda?
Mensalão — O “Memorial da Democracia” vai expor, enfim, a conspiração dos vigaristas, que tiveram o desplante de usar dinheiro sujo para tentar criar uma espécie de Congresso paralelo, alimentado por escroques de dentro e de fora do governo? O prédio vai reunir os documentos da movimentação ilegal de dinheiro?
Duda Mendonça na CPI — Haverá no “Memorial da Democracia” o filme do depoimento de Duda Mendonça na CPI do Mensalão, quando confessou ter recebido numa empresa no exterior o pagamento da campanha eleitoral de Lula em 2002? O museu de Lula terá a coragem de evidenciar que ali estava motivo o bastante para o impeachment do presidente?
Dossiê dos aloprados —
O “Memorial da Democracia” trará a foto da montanha de dinheiro flagrada com os ditos aloprados, que tentavam fraudar as eleições — para não variar —, buscando imputar a José Serra um crime que não cometera? Exibirá a foto do assessor de Aloizio Mercadante, que disputava com Serra, carregando a mala preta?
Dossiê da Casa Civil — Esse magnífico “Memorial da Democracia” trará os documentos sobre o dossiê de indignidades elaborado na Casa Civil contra FHC e contra, pasmem!, Ruth Cardoso, quando a titular da pasta era ninguém menos do que Dilma Rousseff, e sua lugar-tenente, ninguém menos do que Erenice Guerra?
Censura à imprensa —
o “Memorial da Democracia” reunirá as evidências das muitas vezes em que o PT tentou censurar a imprensa, seja tentando criar o Conselho Federal de Jornalismo, seja introduzindo no Plano Nacional de Direitos Humanos mecanismos de censura prévia?
Imprensa comprada e vendida 
— Teremos a chance de ver os contratos de publicidade do governo e das estatais com pistoleiros disfarçados de jornalistas, que usam o dinheiro público para atacar a imprensa séria e aqueles que o governo considera adversários nos governos dos estados, no Legislativo e no Judiciário?
Novo dossiê contra adversário —
O “Museu da Democracia” do Instituto Lula reunirá as evidências todas das novas conspiratas do petismo contra o candidato da oposição em 2010, com a criação de bunker para fazer dossiês com acusações falsas e a quebra do sigilo fiscal de familiares do candidato e de dirigentes tucanos?
Uso da máquina contra governos de adversários 
— A mobilização da máquina federal contra o governo de São Paulo em episódios como o da retomada da Cracolândia e da desocupação do Pinheirinho entrará ou não no “Memorial da Democracia” como ato indigno do governo federal?
Apoio a ditaduras —
O sistemático apoio que os petistas empenham a ditaduras mundo afora estará devidamente retratado no “Memorial da Democracia”? Veremos Lula a comparar presos de consciência em Cuba a presos comuns no Brasil? Veremos Dilma Rousseff a comparar os dissidentes da ilha a terroristas de Guantánamo?
Poderia passar aqui a noite listando as vigarices, imposturas, falcatruas e tentativas de fraudar a democracia protagonizadas por petistas e por governos do PT. As que se leem são apenas as mais notórias e conhecidas.
NÃO! ERRAM AQUELES QUE ACHAM QUE QUERO IMPEDIR LULA — E O PT — DE CONTAR A HISTÓRIA COMO LHE DER NA TELHA. QUEM GOSTA DE CENSURA SÃO OS PETISTAS, NÃO EU!
O Apedeuta que conte o mundo desde o fim e rivalize, se quiser, com Adão, Noé, Moisés ou o próprio Deus, para citar alguém que ele deve julgar quase à sua altura. MAS NÃO HÁ DE SER COM O NOSSO DINHEIRO.
A conversa de que o memorial será uma instituição suprapartidária é mentirosa desde a origem. Supor que Paulo Vannuchi — JUSTAMENTE O RESPONSÁVEL POR AQUELE PLANO SINISTRO QUE DIZIA SER DE DIREITOS HUMANOS E QUE PREVIA CENSURA PRÉVIA — e Paulo Okamotto possam ter qualquer iniciativa que não traga um viés petistas é tolice ou má-fé.
Herói é você, leitor!
Espalhe de novo este texto. Herói é você, que sobrevive no Brasil mesmo com a classe política que aí está, não Lula. Ele é só um contumaz sabotador de governos alheios, que agora pretende, com a privatização de terreno e dinheiro públicos, erguer o Museu das Imposturas. De resto, basta que ele estale os dedos, e haverá empresários em penca dispostos a lhe encher as burras de grana.
Por que essa verdadeira compulsão pelo nosso dinheiro, Lula?
27/06/2012
DO R.DEMOCRATICA

Google ganha ação, e as fotos de Xuxa nua vão permanecer no site

Xuxa moveu contra o site em 2010 Xuxa moveu contra o site em 2010
O Superior Tribunal de Justiça deu ganho de causa ao Google na ação que Xuxa moveu contra o site em 2010. Com isso, as fotos e vídeos em que a apresentadora aparece nua ou em cenas de sexo não vão deixar os resultados de busca do site.
Na batalha judicial, Xuxa exigia que as pesquisas que continham os termos "Xuxa" e "pedófilo" fossem ignoradas. Além disso, caso a empresa descumprisse a ordem, teria que pagar uma multa de R$ 20 mil.
Atualmente, ao digitar os termos no site de buscas, o internauta tem acesso mais de 150 mil resultados, entre fotos da apresentadora nua ou em cenas do filme Amor Eterno Amor, em que aparece em uma cena de sexo com uma criança.
O STJ decidiu que os sites de busca não podem ser obrigados a limitar resultados, já que são apenas o meio de acesso ao conteúdo e não os responsáveis pela publicação. A decisão se estende às demais companhias do setor.
ENTENDA ESSE FENÔMENO
O Efeito Streisand é um fenômeno da Internet onde uma tentativa de censurar ou remover algum tipo de informação se volta contra o censor, resultando na vasta replicação da informação. Exemplos de tais tentativas incluem censurar uma fotografia, um número,um vídeo,um arquivo ou um site. Ao invés de serem suprimidas, as informações rapidamente recebem uma extensiva publicidade, sendo largamente publicadas em diversos outras fontes e sites de relacionamentos, intensamente procurada em buscadores (como o Google) ou distribuídas em sites de compartilhamento de arquivos.
Mike Masnick originalmente criou o termo Efeito Streisand em referência a um incidente em 2003 onde Barbra Streisand processou o fotógrafo Kenneth Adelman e o website Pictopia.com em U$50 milhões em uma tentativa de ter uma foto aérea de sua mansão removida da coleção de 12000 fotos da costa da California disponíveis no site alegando preocupações com sua privacidade. Como resultado do caso a foto se tornou popular na Internet, com mais de 420000 pessoas tendo visitado o site durante o mês seguinte.


DO 180GRAUS-PI

terça-feira, 26 de junho de 2012

Bandidos queimam cinco ônibus em 24 horas na capital

Gio Mendes, Pedro Rocha e William Cardoso
SÃO PAULO - Cinco ônibus foram queimados na capital nas últimas 24 horas. Três atentados a coletivo ocorreram na noite desta terça na região do Tremembé, zona norte, na Avenida Antonelo da Messina e na Rua Alfazema. Outro foi registrado na rua Brigadeiro Amilcar Veloso, no Sacomã, por volta da meia noite. Nenhum dos ataques deixou vítimas. Os incêndios de ônibus aumentam a suspeita de uma ação comandada por criminosos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Já são ao menos oito casos desde o fim de semana.
Nos últimos 14 dias, seis policiais militares morreram durante a folga e bases da PM foram atacadas. Já são 40 PMs mortos neste ano. Em 2011, foram assassinados 47, sete em serviço. O governo estadual ainda não sabe se são fatos isolados ou ataques relacionados ao crime organizado.
Por volta das 22h35 de segunda-feira, 25, um ônibus intermunicipal que iria para São Caetano do Sul, no ABC, foi atacado em Sapopemba, zona leste. Um menor com uma garrafa cheia de combustível deu sinal de parada. Quando a porta se abriu, outros três menores se aproximaram. Um deles, supostamente armado, mandou o motorista descer, antes de o bando atear fogo ao veículo.
O outro caso ocorreu nesta terça de madrugada no Parque Bristol, zona sul. O motorista e o cobrador aguardavam no ponto quando foram surpreendidos por quatro criminosos. Um deles usou um maçarico para atear fogo no ônibus. Ninguém foi preso.
Bloqueios. Quatro homens, um ocupando uma moto e três um Chevrolet Prisma, ambos roubados, foram detidos, no final da noite de terça-feira, 26, na Vila Zatt, região de Pirituba, na zona norte da capital paulista, por policiais militares da 3ª Companhia do 49º Batalhão, auxiliados por policiais das Rondas Ostensivas com Auxílio de Motocicleta (Rocam).
Segundo a Polícia Militar, o Prisma "dublê", assim chamado pois estava com placas iguais a outro veículo de mesma marca, modelo e cor, foi perseguido pelas motos da PM após furar um bloqueio que ocorria próximo à Rua Miguel de Castro.
Em razão dos últimos ataques a ônibus - dois deles na região do Tremembé, na zona norte -, incendiados por criminosos possivelmente ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC), a Polícia Militar iniciou, na noite de terça-feira, 26, bloqueios de no máximo 20 minutos pela região.
Pelo menos uma arma foi apreendida com os quatro suspeitos detidos. Todos foram encaminhados para o 33º Distrito Policial, de Pirituba. (colaborou Ricardo Valota, do estadão.com.br)
Texto atualizado à 1h05 para acréscimo de informação

Escuta indica aval de Agnelo a grupo de Cachoeira

Fábio Fabrini - O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - Novas escutas da Polícia Federal indicam que o governador Agnelo Queiroz (PT) deu aval para que o esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, explorasse linhas de ônibus no Distrito Federal antes de a licitação para o serviço ser lançada.
Conforme as interceptações telefônicas, obtidas com autorização judicial, os diretores da Delta Construções, empreiteira suspeita de envolvimento no esquema do contraventor, chegaram a marcar uma reunião com o petista para 29 de fevereiro, dia em que foi deflagrada a Operação Monte Carlo, com a prisão de Cachoeira e vários integrantes do grupo.
Numa das conversas, de 27 de fevereiro deste ano, o araponga Idalberto Matias, o Dadá, relata ao ex-diretor da empreiteira no Centro-Oeste, Cláudio Abreu, que interlocutores de Agnelo, entre eles o ex-servidor da Casa Militar Marcello Lopes, o Marcelão, lhe deram sinal verde para que a empresa entrasse no negócio. "Tivemos uma reunião com o camarada lá ontem, o ‘xará’, eu e o Marcelão. Ele falou para avisar para você que quarta-feira está marcada a reunião. Se o assunto for ônibus, o governador quer fechar com a empresa. Se for outro assunto, ele está à disposição", informou Dadá.
Os dois também citam uma suposta interferência de assessores do vice-governador do DF, Tadeu Filippelli (PMDB), em favor da Delta. Em outro telefonema, interceptado horas depois, Abreu diz ter recebido de pessoas ligadas ao peemedebista o mesmo aval: "Fechou o circuito, porque o pessoal do Filippelli já tinha ontem (26/2) falado para nós que já estava fechado. E agora vem o governador falar isso também. Então, ficou bom demais, né?".
A licitação para o serviço de ônibus foi lançada em 10 de março, mas o Tribunal de Contas do DF (TC-DF) a suspendeu em maio, alegando falhas no edital. A decisão foi tomada antes da abertura de propostas, o que, segundo a Secretaria de Transportes do DF, impossibilita saber quais empresas estavam no páreo.
Às vésperas da suposta reunião com Agnelo, Abreu foi ao Rio de Janeiro e acertou a participação do principal acionista da Delta, Fernando Cavendish, e do diretor executivo da empreiteira, Cláudio Abreu, no encontro. "Eu e o Fernando vamos estar amanhã com o governador. O negócio está marcado lá, amanhã à tarde, e parece que o governador mandou o homem pagar a gente", diz ele a um funcionário, em conversa de 28 de fevereiro.
No dia seguinte, a PF deflagrou a Operação Monte Carlo, a partir da qual os áudios obtidos pela PF escasseiam. Não fica claro, pelos grampos, se o encontro, de fato, ocorreu.
Questionado pelo Estado nesta terça-feira, 26, Agnelo negou ter negociado com a empresa ou se reunido com seus dirigentes. Sua assessoria, no entanto, não informou a agenda do governador naqueles dias. A Delta explicou que seus diretores "jamais, em tempo algum" estiveram reunidos com o petista.

Câmara dos Deputados aprova Plano Nacional de Educação com destinação de 10% do PIB para a área

Após 18 meses de tramitação, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o Plano Nacional de Educação (PNE). A proposta, aprovada por unanimidade, inclui uma meta de investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, a ser alcançada no prazo de 10 anos.
Esse era o ponto mais polêmico do projeto. Após muitas negociações, o relator apresentou um índice de 8% do PIB, acordado com o governo. Mas parlamentares ligados à educação e movimentos sociais pressionavam pelo patamar de 10%.
O relator da matéria, Ângelo Vanhoni (PT-PR), acatou um destaque do deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) que aumentava o patamar de 8% do PIB proposto pelo governo para 10%. Conforme o texto aprovado, a determinação é que se amplie os recursos para a educação dos atuais 5,1% do PIB para 7%, no prazo de cinco anos, até atingir os 10% ao fim de vigência do plano. A proposta agora segue para o Senado.
O PNE estabelece 20 metas educacionais. Além do aumento no investimento em educação pública, o plano prevê a ampliação das vagas em creches, a equiparação da remuneração dos professores com a de outros profissionais com formação superior, a erradicação do analfabetismo e a oferta do ensino em tempo integral em pelo menos 50% das escolas públicas. Todos esses objetivos deverão ser alcançados no prazo de 10 anos a partir da sanção presidencial.
A conclusão da votação do PNE, adiada diversas vezes, se deu em parte pela pressão dos estudantes que lotaram o plenário da comissão. Uma caravana da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), com cerca de 200 alunos dos ensinos médio e superior, permaneceu na comissão durante toda a reunião pedindo a aprovação do projeto.
— Nós soubemos que havia uma tentativa de adiar essa votação para depois das eleições, então entendemos que era fundamental ocupar o plenário para constranger e impedir que isso fosse feito — explicou o presidente da UNE, Daniel Iliescu.
Vanhoni afirmou que foi uma negociação difícil com o governo ao longo de toda a tramitação do plano, principalmente com a área econômica. A primeira versão apresentada pelo Ministério da Educação (MEC) previa um índice de investimento de 7% do PIB que posteriormente foi revisto para 7,5% até ser elevado para 8% na semana passada.
DO ZERO HORA

A MONTANHA POLONESA, enfim, PARIU SEU RATO.

Lewandowiski, FINALMENTE, liberou sua REVISÃO. Não se trata de voto.
É uma daquelas burocracias desnecessárias que parecem funcionar como castiguinho de jardim de infância.
Significa uma correção de algo que já passou pelas mãos de não sei quantos dotados de notório saber jurídico e que chega às mãos de um iluminado qualquer para ser, digamos, possivelmente corrigido.
Um BEABÁ de jardim, como a professorinha que corrige os trabalhinhos dos aluninhos que, quem sabe, não fizeram o dever de casa como deveriam.
Um amigo advogado, competentíssimo, em vias de se tornar um juiz, que será chato como grude colado embaixo da mesa por algum pentelho de plantão, leu todas as 347 páginas do libelo de acusação feito pelo procurador geral Antônio Fernando de Souza.
Esse amigo usou uma paavra para classificar a obra prima de Antônio Fernando: ARRASADOR para os réus.
Apontou, no entanto, uma única falha. A NÃO INCLUSÃO DO PODEROSO CHEFÃO DO MENSALÃO no processo, imputando-lhe o crime de RESPONSABILIDADE.
Esse sujeito, como juiz, promete ser um pentelho inflamado.
Tanto isso é verdade que quem leu, como eu, os dois relatórios, de Antônio Fernando e Gurgel, nota o CONTROLC+CONTROLV, feito por este último, em 99% do documento emitido pelo primeiro.
Mudou algumas frases que não modificaram em nada o sentido geral do parágrafo.
E o que faz o polaco?
Cria um caso desnecessário e joga na lama a reputação da mais alta corte do país e faz isso através de birrinhas bobas, infantis, descabidas e INJUSTIFICÁVEIS.
Lewandowski recusou ajuda, Lewandowski está com o processo desde de Dezembro, se teve, como alega, de trabalhar mais de 20 horas por dia, deve-se em grande parte à sua teimosia e prepotência.
Lewandowski tenta, também equiparar o processo do MENSALÃO DO LULLA a outros processos do próprio STF.
NÃO É.
Como já disse aqui várias vezes, o MENSALÃO DO LULLA é o mais grave atentado à nossa democracia por não se tratar apenas do roubo de dinheiro público, mas por usar o dinheiro público roubado para a compra de parlamentares.
E isso ESTÁ MAIS QUE PROVADO NO INQUÉRITO DO MENSALÃO DO LULLA.
Houve caixa dois de campanha?
IRREFUTÁVEL e o próprio meliante assumiu o crime direto da Paris de Cavendish e Cabral.
Mas houve roubo de dinheiro da VISA NET e do BANCO DO BRASIL que irrigaram as contas do RURAL e do BMG, palco dos saques nojentos do safados que se venderam e venderam o Brasil.
E é justamente este fato, o roubo do dinheiro publico, que está sendo julgado pelo STF.
Para alguém que ocupa a posição de magistrado da mais alta corte de uma nação e não de um juizadozinho lá de Catucavaca, que quase ninguém onde fica, soa como irresponsabilidade ou, quem sabe, conluio com alguns dos reus.
É isto o que fica da atuação de alguém que deveria ter como predicado primeiro, a digna postura de um magistrado.
As declarações de Lewandowski soam como golpe contra o STF e ensejam por parte dos réus, direito a fazer reclamações como se a alta corte o tivesse pressionado, e aí estivesse o casuísmo, para liberar uma titica de relatório que, como já disse, não é voto e pode ser ignorado pelos seus pares.
Principalmente, e aí mora o rato da montanha polaca, se o tal relatório optar por recomendar a absolvição dos reus com pedigree vermelho-progressista.
A justiça brasileira aproxima-se da lata de lixo criada pelo PODEROSO CHEFÃO DO MENSALÃO e o prórpio STF, com decisões cretinas e inconstitucionais, tem colaborado de forma importante para o estado em que ela se encontra.
E esta é a obra mais perversa deixada pelo PODEROSO CHEFÃO DO MENSALÃO que o STF, enfim, vai julgar.
O ébrio ex-presidente sabe que é muito difícil fazer do Brasil uma Venezuela ou uma Cuba.
Sabendo disso, arquitetou para desacreditar todas as instituições que tem a responsabilidade de zelar pela DEMOCRACIA que o vagabundo nem mesmo passou perto de defender.
Não é de hoje que gente importante, que põe os neurônios para trabalhar, vem avisando e desnudando as trapaças do meliante.
Não é de hoje que se denuncia uma parcela da imprensa que se presta ao papel de prostituta para reverberar  e endeusar as trapaças do salfrário, transformando bandidos em heróis e estes em reles criminosos.
Não é de hoje que se denuncia que parlamentares, sem o mínimo compromisso com seus eleitores, vem fazendo do mandato um balcão de negócios escusos a troco de merrecas e de engordar as contas bancárias próprias e de parceiros laranjas.
Mas o mais grave deste quadro de horror é a degradação da justiça deste país.
É bom que o polaco ministro da egrégia corte volte para sua casa e reflita sobre suas obrigações e sua atuação como guardião da CONSTITUIÇÃO DE UMA NAÇÃO e não como defensor do estatuto de um partido.
A LEI NÃO PERMITE.
O DECORO NÃO PERMITE.
A CONSTITUIÇÃO NÃO PERMITE.
MAS É A DEMOCRACIA QUE EXIGE QUE LEWANDOWSKI SEJA UM MAGISTRADO E QUE ATUE, RIGOROSAMENTE, DENTRE OS PARÂMETROS DITADOS PELA CONSTITUIÇÃO.
Deixar de atuar dentro destes parâmetros é um golpe sujo, antidemocrático e criminoso.
PS.: Vamos esperar que seja divulgado o rato que foi parido pela montanha polaca. Não sei se são as minhas prejudicadas fossas nasais, mas estou sentindo um cheiro insuportável de esgoto. 

DO GENTE DECENTE

Presidente do STF afirma que julgamento do mensalão começa no dia 2 de agosto

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carlos Ayres Britto, afirmou nesta terça-feira (26) que início do julgamento do mensalão foi transferido para o dia 2 de agosto, ao decidir que não haverá uma publicação extra do diário da Justiça, o que possibilitaria a manutenção do cronograma original --início do julgamento no dia 1º de agosto.
Ayres Britto disse, em comunicado divulgado por sua Secretaria de Comunicação, que ouviu colegas sobre a possibilidade de publicar ainda hoje a liberação do processo anunciada hoje pelo revisor do caso, ministro Ricardo Lewandowski, mas ouviu dos colegas que isso "não seria conveniente".
"Com essa liberação, finalmente está definido o cronograma de julgamento do processo, embora com um dia de atraso", afirmou o presidente do Supremo. "Consultados, vários ministros, a partir do relator [Joaquim Barbosa], avaliaram que a edição extra de um "Diário da Justiça" não seria conveniente para não ensejar alegações de casuísmo e, por consequência, de nulidade processual em matéria penal."
A publicação de tal liberação é fundamental para que o processo possa ser levado a julgamento. O regimento interno do STF afirma que deve-se contar 24 horas após essa publicação para considerar que a acusação e as defesas dos réus estão avisados sobre o fato. Depois disso, o processo pode ser pautado após 48 horas.
Como a informação só será publicada amanhã, o prazo de 48 horas passa a contar apenas na quinta-feira, terminando no primeiro dia útil do próximo semestre, dia 1º de agosto. Ou seja, o julgamento poderá começar no dia 2.
REVISOR
Lewandowski disse na tarde desta terça-feira à Folha que entregou o processo em "tempo hábil" para que houvesse uma edição extra do jornal oficial, algo, segundo ele, "corriqueiro" na corte.
De acordo com ele, as edições extras podem circular até as 23h, o que permitiria a publicação.
"Pela minha vontade e pelas providências que tomei em tempo hábil, poderia haver a publicação", disse o ministro.

Veja imagens que marcaram o mensalão

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Sérgio Lima - 30.jun.05/Folhapress
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Roberto Jefferson (PTB-RJ) aparece com o rosto inchado para depor na CPI dos Correios no dia 30 de junho de 2005. Jefferson contou que o olho roxo foi resultado de um acidente doméstico, quando parte de um armário o atingiu ao tentar alcançar um CD do Lupicínio Rodrigues
DO PAINEL DA FOLHA

Charges...


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pitbull banguela

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DO R.DEMOCRATICA

A HIPÓCRITA “GUERRA DO PARAGUAI”

O Rio+20, é sabido, redundou num monumental fiasco de dimensões globais

Por Maria Lucia Victor Barbosa
A montanha pariu uma carta de intenções rasa como um pires e, para piorar, a presidente Rousseff não ficou bem na foto, especialmente quando foi criticada na “Cúpula de Mulheres”.
Na imensa Torre de Babel teve de tudo: mulheres nuas, índios de cocar e saiote de palha filmando e fotografando com filmadoras e celulares de avançada tecnologia, indefectíveis sem-terra sempre presentes em manifestações e não no cultivo do solo, adeptos da maconha livre, enfim, povos variados que, de algum modo, foram financiados para no Rio de Janeiro fazer turismo em favelas e festejar em casas noturnas e em restaurantes.
Não foi, porém, um carnaval sem alguns contratempos, pois numa espécie de antecipação do que vai ser a Copa de 2014, as delegações estrangeiras tiveram que enfrentar falta de estrutura no aeroporto Tom Jobim, ausência de recepcionistas que falassem inglês, lentidão no trânsito e uma série de confusões e desconfortos que, naturalmente, não foram experimentados pelos chefes de Estado, excluídos os mais importantes que tinham mais o que fazer e não vieram prestigiar o governo brasileiro.
Os que compareceram gostaram da carta chinfrim, enquanto as ONGs se recusaram a assinar o insosso documento.

No entanto, a festa global teve um toque interessante. Cientistas se dividiram entre os que dizem que o mundo vai esquentar por conta da intervenção do homem que não cessa de jogar gás carbônico na atmosfera e os que falam numa nova era glacial e excluem a interferência humana nas catástrofes planetárias. Um instigante debate entre ideologia e ciência. Afinal, o cientista que previu as tremendas consequências do aquecimento global voltou atrás em suas teorias que lembravam o fim do mundo para o agrado de milenaristas e, também, de esquerdistas que com a queda do Muro de Berlim resolveram a empunhar a bandeira verde.
Não se pode deixar de mencionar a figura macabra presente ao evento: Mahmoud Ahmadinejad. O que teria o tenebroso personagem vindo fazer no Rio de Janeiro? Aproveitar para abraçar seu grande amigo Lula da Silva? Disseminar a ideia de uma ecologia atômica? Pregar seu terrorismo que iguala os infiéis na morte?
O abjeto presidente do Irã que nega o Holocausto tem em mente, em primeiro lugar, o extermínio de Israel.
Em seu país,
“democraticamente”, manda apedrejar mulheres, persegue minorias religiosas e homossexuais. Como é “democrático” não tolera a imprensa livre.
Dá “lições de democracia” quando prende, tortura e mata os que contestam suas barbaridades.
Entretanto, esse ente abominável, que se mostra avesso aos direitos humanos, é idolatrado por Lula da Silva e seus companheiros que dizem que os problemas do Irã são questão de soberania.

Muito melhor aprender com os judeus sobre desenvolvimento sustentável.
Isto porque, Israel é líder mundial em eficiência do uso da água, líder mundial inovador na área de alimentos, líder em tecnologia de energia solar e térmica.
Assim, se houve alguma coisa séria e que fizesse a diferença nesse Rio+20, essa coisa foi a presença de representantes de Israel.

Quanto a hipócrita “guerra do Paraguai”, movida em estilo latino-americano, parece que o governo petista não aprendeu com a vexaminosa lição de Honduras.
Quem não se lembra da embaixada brasileira transformada em picadeiro de Manuel Zelaya, o adepto de Chávez que tramava, a exemplo deste, conspurcar a Constituição de seu país a fim de se perpetuar no poder?

Acometida por amnésia histórica a presidente Rousseff se apressou em enviar o chanceler Patriota ao Paraguai com recomendação de que falasse grosso com o Congresso daquele país, o que fez cair por terra a teoria da soberania que é sempre apresentada quando o déspota é companheiro.
Cuba, com seu sanguinário e longevo regime castrista é tida pelo governo petista como intocável nação soberana.
Chávez, o golpista por excelência, o brutal inimigo da liberdade de pensamento, recebe marqueteiros enviados por Lula para disputar mais uma eleição.
Evo Morales, que expropriou a Petrobrás e tem tido problemas com revoltas populares é muito apreciado no Brasil. Cristina Kirchner, que está enterrando a economia argentina, reinventou a guerra das Malvinas para atrair as simpatias do seu povo e fez mais: suspendeu o Paraguai da reunião do Mercosul em Mendoza.
Aliás, os nove integrantes do bloco aceitaram a decisão em nome da “ruptura democrática em Assunção”, apesar do impeachment de Lugo ter sido conduzido de acordo com normas constitucionais.

As sanções que o Brasil pretende impingir ao Paraguai em nome de um golpe que não existiu, demonstra a imitação do estratagema de Cristina Kirchner com sua fictícia guerra das Malvinas.
Teríamos uma espécie de guerra do Paraguai para tentar distrair as atenções, uma vez que nossa economia segue velozmente ladeira abaixo.

Contudo, para que não nos envergonhemos novamente é preciso que o Brasil respeite a decisão soberana do Paraguai e deixe que Lugo, em vez da pantomima do governo paralelo, siga sua verdadeira vocação aumentando a prole como um autêntico pai da pátria.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
DO R.DEMOCRATICA

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Acabou a novela
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O ministro Ricardo Lewandowski concluiu o seu trabalho e acaba de anunciar isso ao presidente do Supremo Tribunal Federal.
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Por Reinaldo Azevedo

DO R.DEMOCRATICA