sexta-feira, 15 de abril de 2011

Dor de cotovelo

MENTIRA

“Eu sinceramente não sei o que ele quis dizer. Nós já tivemos políticos que preferiam cheiro de cavalo que o povo. Agora tem um presidente que diz que precisa não ficar atrás do povão, esquecer o povão. Eu sinceramente não sei como é que alguém estuda tanto e depois quer esquecer do povão.” (Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Londres, 14/04/2011.)
A VERDADE
Lula não entender o que Fernando Henrique Cardoso disse – ou escreveu – não é novidade. O que mais esperar de um ex que passou oito anos repetindo, com orgulho, que não lê um livro ou notícia de jornal sequer?
Mas falta de leitura não é desculpa para falta de honestidade. Fernando Henrique Cardoso não falou em esquecer nada nem ninguém. Por que ele quereria esquecer o povão que o elegeu duas vezes presidente no primeiro turno, derrotando Lula?
Esquecer no governo das bravata que disse na oposição foi uma especialidade de Lula.
Outra especialidade de Lula é dizer que não viu nem ouviu nada das tenebrosas transações que ocorreram em seu governo, ao lado do seu gabinete no Palácio do Planalto.
O que Lula diz não se escreve. Diga ele o que disser, o PSDB não esquece do povão. Nem o Brasil do mensalão.
DO BLOG GENTE QUE MENTE

Mercadante inventa um boato de US$ 12 bilhões

BRASIL - CHINA
O improvisado Ministro da Ciencia e Tecnologia, Aloizio Mercadante, esta prestes a se tornar verbete do Guinness por excesso de fanfarronice: espalhou que os chineses da Foxconn iriam investir no Brasil US$ 12 bilhões e gerar 100 mil novos empregos, mas esqueceu de combinar com eles. Depois do impacto inicial os analistas, comentaristas econômicos e a própria empresa estão perplexos.A verdade é que Mercadante se superou.
Ilustração Toinho de Passira
GLOBALIZAÇÃO DA GABOLICE - Mercadante deixa de ser um idiota local, para ser uma piada de alcance mundial.
Postado por Toinho de Passira
Fontes: The Wall Street Journal - Ingles, The Wall Street Journal - Portugues, Forbes, ZDnet, G1, Gazeta do Povo

O anúncio de que a chinesa Foxconn, montadora do iPad para a Apple, investiria US$ 12 bilhões no Brasil, pela boca do Ministro da Ciência e Tecnologia, Aluizio Mercadante, trouxe euforia e um ar de triunfalismo à visita de Dilma a China.

É bem verdade que Dilma teve um encontro com Terry Gou, o fundador da Hon Hai, controladora da Foxconn, onde se reuniu com o presidente da multinacional fundada em Taiwan e que concentra suas operações na China, mas o resultado da conversa em nada concretiza o alardeado pelo eufórico e precipitado Mercadante.

Segundo o comentarista do "The Wall Street Journal", Jason Dean, a holding Hon Hai, controladora da Foxconn, claramente, “foi pega desprevenida”, com o anuncio sensacionalista divulgado no Brasil e espalhado pelos quatro cantos do planeta.

Na verdade ao que parece, o Ministro confundiu e alardeou, na melhor das hipóteses, uma vaga intenção como um fato consumado.

Diz o Wall Street Journal: “A empresa (Hon Hai) levou a maior parte da quarta-feira para produzir um comunicado de 160 palavras que elogiava o potencial e a localização estratégica do Brasil e falava vagamente em explorar novas oportunidades de investimentos no país.”

Nada nem de longe parecido com as declarações do falastrão Mercadante . Aqui no nordeste chamamos esse tipo de "bucho de piaba".

Não existe nada de concreto de que a Apple e a Foxconn vão produzir o computador tablet iPad no Brasil, por enquanto. O ministro improvisado afirmou aos jornalistas num sonho delirante, de que até o final de novembro já estaria no mercado os primeiros tabletes produzidos no Brasil, pela Foxconn. A produção de iPads deveria começar a ser feita com a estrutura que a Foxconn já mantém no país, a partir de componentes importados.

No delírio de Mercadante os investimentos da Foxconn poderiam gerar 100 mil novos empregos no Brasil. Fosse verdade, estariamos com um problemão: teriamos de no períod de cinco anos, especializar essa multidão de técnicos e pelo menos 20 mil engenheiros da área de eletronicos, apta a assumir esses fictícios postos de trabalho.

O jornalista Alexandre Costa Nascimento, da Gazeta do Povo, do Paraná, destaca que a chamada “cidade tecnológica”, que seria criada para abrigar os 100 mil trabalhadores da Foxconn, teria população equivalente ao do município de Umuarama, na região Noroeste do estado. Se o investimento fosse feito no Paraná, a cidade seria a 18ª no ranking de população”.

Kenneth Rapoza, no seu Blog especializado em questões dos países emergentes, no portal da revista Forbes, vai direto ao ponto dizendo que “Mercadante, um ex-senador e um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, é conhecida por exagerar.”

Vejam como saiu a nota da Foxconn sobre o assunto:
“O Brasil é um país rico em recursos naturais, com um enorme mercado consumidor e tremendo potencial de desenvolvimento econômico. Está também estrategicamente posicionado para atender às necessidades de mercados crescentes na América Latina.

“ Guiados pela estratégia de "estar onde o mercado está", temos há muito estudado oportunidades de investimento no Brasil. Estamos no momento no processo de explorar oportunidades nesse importante mercado e realizar uma análise substantiva do ambiente geral de investimentos do país”.

Em relação à confirmação de quaisquer projetos de investimentos específicos, a política da Foxconn é de apenas fazer um anúncio depois de receber as devidas aprovações do conselho de administração de nossa empresa e de quaisquer autoridades cabíveis”.
Repórteres da Reuters, depois de lerem o comunicado oficial da Foxconn, concluiram que o texto, como se viu, “ não forneceu quaisquer detalhes ou a confirmação de investimentos estrangeiros diretos de qualquer magnitude para o Brasil no futuro próximo.” – comenta ainda Kenneth Rapoza, no Blog da Forbes.

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
US$ 2,4 BILHÕES BILHÕES POR MINUTO....Dilma passou 5 minutos conversando com Terry Gou. Depois surgiu a notícia bombástica pela boca de Mercadante
Pode-se perceber, que mesmo fosse verdade, o anuncio do Ministro Mercante, teria sido divulgado, antes mesmo que o “conselho de administração da empresa”, tivesse decidido o que fazer e se vai fazer.” Na verdade esse tipo de precipitação poderia atrapalhar definitivamente qualquer pretensão real de expansão da empresa no país, que tem Ministros tão ... falastrões.

Segundo o comentarista, Jason Dean, do WSJ, o ambiente operário do Brasil e a capacidade produtiva do nosso país, não é vista com bons olhos por Terry Gou, o fundador e chefão da empresa.

Em setembro, durante uma entrevista de quase três horas concedida ao Wall Street Journal, no enorme complexo industrial da Hon Hai na cidade de Shenzhen, no sul da China, Gou ridicularizou a idéia de que o Brasil poderia de alguma forma rivalizar com a força da China em produção industrial.

"Os salários dos trabalhadores brasileiros são muito altos. Mas os brasileiros, assim que ouvem a palavra 'futebol', param de trabalhar. E há toda aquela dança. É louco (...).

Assim, o Brasil é bom [como base de produção industrial] para o mercado local. O Brasil tem ótimos minerais. E tem o grande rio Amazonas, por isso tem boa capacidade hidrelétrica. Mas, se você quiser mandar coisas para os EUA, leva mais tempo e mais dinheiro para mandar do Brasil [do que da China]", disse o bem informado Gou.

O executivo deve acrescentar nas suas próximas entrevistas que o Governo brasileiro e seus ministros não são sérios nem confiáveis.

Os governos petistas tem como característica contar como certo, o ovo ainda situado no interior da galinha. Mas até então era o público interno o alvo dessas invencionices mirabolantes.

O governo Dilma, porém, quer superar essa barreira utilizando a tática do boato otimista, e põe otimismo nisso, para o plano mundial. O tiro saiu pela culatra.

Com o desmentido educado da Foxconn e uma analise mais acurado dos fatos, o mercado, as empresas e os governos estrangeiros, vão facilmente constatar que esse investimento de US$ 12 bilhões dos exigentes investidores chineses não passa de um sonho longínquo brotado da cabeça desocupada e luzidia do nosso Ministro Aluisio Mercadante. Os tabletes de Mercadante, “made in Brasil”, tais quais os ovos das galinhas petistas, não eclodirão, nem nesse novembro, nem num futuro próximo, infelizmente.
Foto: Bobby Yip /Reuters
NEM TUDO SÃO FLORES - Funcionário da Foxconn na fábrica em Longhua na província de Guangdong, na China, A Foxcoon é protagonista de uma das grandes batalhas trabalhistas da China. Nos últimos quatro anos, ao menos 17 funcionários da empresa se suicidaram. 
DO THE PASSIRA NEWS

Seria bom para chuchu.

Já pensaram se o governador Geraldo Alckmin(PSDB-SP), em vez de apoiar efusivamente a construção do trem-bala, indo contra a bancada tucana do Senado e destruindo o discurso da campanha presidencial do seu partido,  reunisse a imprensa e informasse à população que São Paulo não quer a obra, porque existem outras prioridades para o seu estado e para o país? Que vai usar toda a sua legislação para impedir a concretização do projeto, não fornecendo licenças, bloqueando ruas, impedindo desapropriações? E, além disso, ainda apresentasse um conjunto de obras que seriam possíveis de realizar em São Paulo com os bilhões que serão gastos nesta obra faraônica e deficitária? Lembram daquele Alckmin que venderia o Aerolula para construir hospitais?

DO COTURNO NOTURNO

Crack? Nem pensar, não é Dilma?


O crack foi um dos temas da campanha presidencial. Dilma Rousseff prometeu mundos e fundos para conter esta tragédia. Falou até em declarar uma guerra. Diziam, também, que o Ministério da Saúde estava acabando um levantamento completo sobre o  problema do atendimento ao viciado no Brasil. Crack? Nem pensar! O slogan cai como uma luva para Dilma e  é mais uma marca da mediocridade destes primeiros 100 dias.
DO B. DO CEL

Amor, revolução e burrice.

A novela "Amor e Revolução" tortura a verdade e a estética, é uma caricatura da história, apenas um reconhecimento de Sílvio Santos à Dilma, pelos R$ 4 bilhões sequestrados dos cofres públicos para  salvar o Panamericano da falência. Aí vêm militares da reserva pedir censura ao seu conteúdo, o que apenas serve para dar o que a novela não tem: audiência. A nota é da Folha.


Uma associação de militares reformados lançou abaixo-assinado na internet em que pede a censura à novela do SBT "Amor e Revolução", que retrata a repressão a militantes de esquerda durante a ditadura (1964-1985).O texto da Abmigaer (Associação Beneficente dos Militares Inativos e Graduados da Aeronáutica) evoca a Lei da Anistia, que não instituiu nenhum tipo de cerceamento a informações sobre o período. O autor da novela, Tiago Santiago, disse que a tentativa de censura é inconstitucional e interessa apenas a "torturadores e assassinos" do regime.
DO COTURNO NOTURNO

‘Vitrine’ na eleição, PAC emperra e Dilma só libera 0,25% dos recursos

Construção de unidades de pronto atendimento, implantação de postos de polícia comunitária, entre outras promessas de campanha previstas na 2ª etapa do programa, não saem do papel


Marta Salomon, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Lançado em março de 2010 com discurso da então pré-candidata à presidência Dilma Rousseff, a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC2, desapareceu na burocracia do governo da petista.
Propalada durante a campanha eleitoral, a implantação de centenas de unidades de pronto atendimento (UPAs) não saiu do papel. Na mesma situação, encontram-se também a construção de unidades básicas de saúde e a implantação de postos de polícia comunitária e de espaços integrados de esporte, cultura, lazer e serviços públicos, as chamadas "praças" do PAC.
Entre os gastos autorizados pela lei orçamentária para 2011, há quase R$ 1,3 bilhão destinados a esses projetos, voltados às populações das regiões metropolitanas. Mas, passados os primeiros cem dias de governo Dilma Rousseff, nenhum deles passou pela primeira etapa do processo de gasto público, o chamado empenho.
Levantamento feito pela ONG Contas Abertas a pedido do Estado mostra que, dos R$ 40,1 bilhões de gastos autorizados do PAC para 2011 - o Tesouro não faz distinção entre PAC1 e PAC2 -, valor que inclui as obras da primeira e da segunda versão do programa, apenas 0,25% (R$ 102 milhões) foram pagos até a última terça-feira, de acordo com registros do Siafi (sistema de acompanhamento de gastos da União).
FONTE ESTADÃO

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Camaleões vermelhos!

Andei dando uma lida nos sites de notícias para medir as reações ao texto de FHC.
Impressionante a quantidade de asneiras ditas por mal intencionados e por muitos que não leram ( como diria meu falecido pai: "Na excepção da palavra", isto é, ler e entender o que vai escrito ) a mensagem que FHC sublimou em seu belo texto.
Quanta ignorância.

Mas, e é óbvio, faltava a eminência parda da quadrilha. O Capo di Tuti Capi
Desculpem-me se pareço repetitivo:
Erram os que pensam que o Cachaça é burro.
Não é. É inteligentíssimo.

Li, no Estadão, que o picolé de Cachaça respondeu ao texto de FHC.
Segue abaixo destacado em pequenos e valiosos grifos.

'Não sei como alguém estuda tanto para esquecer o povão', diz Lula sobre FHC
Em Londres, ex-presidente critica posição de Fernando Henrique Cardoso em artigo no qual sugere que a oposição reveja seu foco de atuação

LONDRES - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quinta-feira, 14, em Londres, o artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso intitulado "O papel da oposição", publicado na internet, na segunda-feira, pela Revista Interesse Nacional. "Não sei como é que alguém estuda tanto e depois quer esquecer do povão", afirmou Lula, após participar de uma palestra a investidores da Telefónica. Para ele, fazem parte do povo as classes média e rica e os mais pobres. "O povão é a razão de ser do Brasil."
Lula disse que o Brasil já teve político que disse preferir o "cheiro de cavalo ao do povo", referindo-se a uma célebre frase do general João Batista de Oliveira Figueiredo, presidente durante o regime militar. Agora, afirmou Lula, tem ex-presidente "que fala que é preciso não ficar atrás, esquecer o povão". "Eu não entendo, não sei o que ele (Fernando Henrique Cardoso) quis dizer."
Lula discorda da avaliação de que o governo "engoliu" a oposição no País. De acordo com ele, o Poder Executivo saiu fortalecido da eleição. "É assim mesmo, já fui oposição com 16 deputados", disse. O ex-presidente avalia que a oposição não "capta" o desejo do povo. "O povo não aceita mais oposição vingativa, com ódio, negativista. O povo brasileiro quer gente que pensa no Brasil", declarou. "A oposição quer que tenha desgraça para poder ter razão."

Prestaram bastante atenção?

Anotem: SE LULLA CHIOU E CORREU PARA SALVAR O PETISMO, É POR QUE FHC ACERTOU EM CHEIO.
LuLLa foi o único que entendeu perfeitamente o que disse FHC.
E aí, nas entrelinhas, o cidadão que discrimina quem estuda, como se, mais uma vez, tentasse provar, tendo a si mesmo como exemplo, que um asno iletrado pode chegar à presidência da república concorrendo com sumidades universitárias.
E aí, em sua fina inteligência, ele complementa dizendo que todas as classes são também o "povão" a que FHC se referiu.
Erraram feio os oposicionistas ao menosprezar a inteligência do Cachaça.
Mais uma vez vou ser repetitivo.
Existem pessoas com inteligência inquestionável que usam esta capacidade para o mau.
A história está cheia de bons exemplos.

• Hitler, como LuLLa, não tinha estudo. Era um asno, como uLLa no quesito educação. Qual a obra de Hitler?
• Osmany Ramos, o médico assassino, é outro exemplo.
• Marcola é também nosso exemplo tupiniquim.
• Fernandinho Beira Mar outro
• E LuLLa, entre os criminosos, não poderia estar de fora.

LuLLa entendeu perfeitamente o recado de FHC. E FHC, por seu turno, falou exatamenbte o que tinha que ser dito.
Vamos pela lógica?

LuLLa passou a vida inteira, comno candidato e depois como presidente, dizendo defensor ferrenho dos oprimidos e pobres deste país.
Pois bem, no governo quem mais se beneficiou do governo da quadrilha por LuLLa chefiada?
Naordem:

Os banqueiros, a classe média, chamada discriminatóriamente por LuLLa de dona Zelite e por último, atrás do último da fila, o tal de povão.
Cascata?
Enquanto os bancos, demonizados pelo discurso vingativo e rancoroso de LuLLa mesmo como presidente, lucravam cifras astronômicas, a população pobre aumentava em seu grau de pobreza absoluta segundo o IPEA.
Enquanto LuLLa demonizava a "classe média exploradora dos mais pobres" vangloriava-se de tê-la aumentado com os tais de mais pobres.
Até neste ponto, FHC foi visionário e realista ao chamar de camaleões petistas, essa quadrilha chefiada por LuLLa.
Ao conclamar a oposição a esquecer do povão e mirar na classe média nascida sob o governo do alcoólatra, FHC mais uma vez acertou em cheio.
Segundo o IBGE cerca de 70 milhões de brasileiros fazem parte da classe média no Brasil.
O "povão" encabrestado pelo desemprego crescente e tendo como tábua de salvação a miserável Bolsa Esmola de LuLLa, está sim, preso ao LuLLismo.
Mas a nova classe média, com acesso aos meios de comunicação e, possívelmente acordada por ter sido enganada por LuLLa pensando que poderia comprar tudo o que via nos Shoppings, como aqui tentou demonstrar um comentarista, hoje vê crescer o risco de entrar para a lista de inadimplentes do SERASA e dos SPCs da vida.
Será que estes 70 milhões de brasileiros estão contentes com tudo o que o miserável Cachaça lhes deu?
Será que o sujeito que se enfiou no crédito fácil da compra de carros ao se deparar com a posibilidade de perdê-lo por falta de pagamento está satisfeito por ter sido enganado?
Essa é a busca da tal mensagem proposta por FHC e do caminho a ser encontrado pela oposição, para que ela possa, finalmente, vender seu peixe.

Mas precisa mostrar também que o ódio, a que o Cachaça se referiu, sempre anda na boca dos camaleões vermelhos.
Foi Serra quem, durante a campanha eleitoral, disse que era preciso extirpar o DEM da vida pública?
Não, foi LuLLa.
Foi Serra quem incentivou as agressões vistas na campanha?
Não, foi LuLLa e sua quadrilha.
Foi Serra quem disse que Mário Covas deveria levar uma surra em praça pública?
Não, foi o petismo rancoroso.
LuLLa não consegue ter argumentos educados para responder FHC. É por isso que ele perdeu duas vezes para ele.
Então o que faz o ensaboado?
Faz o que sempre fez na vida: usa de jogo rasteiro e compara o texto de FHC com a estupidez de Figueiredo.
É nessa conversa mole do ensaboado que a oposição se deixou enrolar e perdeu o que disputou.
E é isso, que FHC chama atenção.
LuLLa entendeu e sentiu a cacetada.
FHC sabe fazer com LuLLa o que LuLLa faz como ninguém com a oposição:
Tirá-los do sério.

Mais uma vez:

BRAVO! BRAVO! BRAVÍSSIMO! PARA FHC.
DO BLOG COMUNIDADE GENTE DECENTE

PT TUDO PODE

por Janer Cristaldo

E segue o baile no galpão. Isto é, no Congresso. Manifestantes ligados à União Nacional dos Estudantes (UNE), a movimentos indígenas, negros e religiosos fizeram hoje um protesto na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados comparando o deputado Jair Bolsonaro a Hitler. No protesto, acompanhado pela ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Maria do Rosário, os manifestantes traziam cartazes em que Bolsonaro aparece travestido de Hitler, além de palavras de ordem contra a homofobia e o racismo.
Que falta de memória, a desta gente. Que me conste, o deputado jamais manifestou qualquer simpatia por Hitler. Quem ousou manifestar admiração por Hitler neste Brasil foi um outro senhor, em uma entrevista à Playboy, em 1979: "O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer". Este senhor chamava-se – e ainda se chama – Luís Inácio Lula da Silva. Jamais ouvi alguém chamá-lo de nazista.
Não bastasse sua admiração pelo ditador alemão, manifestou seu apreço pelo celerado iraniano, o aiatolá Khomeini: "Eu não conheço muita coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do xá foi um negócio sério".
Se foi. O aiatolá levou seu país a uma guerra que gerou um milhão de cadáveres. Quem mata um é criminoso, quem mata muitos é conquistador, quem mata todos é Deus — dizia Jean Rostand. Líderes cujas matanças vão de três a cinco dígitos são abomináveis. Toda glória aos genocidas de sete ou mais dígitos.
Não bastasse isto, Lula é fanzoca de Fidel Castro, o mais antigo tirano da América Latina. E considera Kadafi “amigo, irmão e líder”. O homem manifesta seu apreço pela escória da humanidade e o Bolsonaro é acusado de nazista. A senadora petista Marta Suplicy pode acusar seu adversário político de homossexual – como se ser homossexual fosse crime. A ministra petista Matilde Ribeiro pode afirmar que não é racismo quando um negro se insurge contra um branco.  O ex-presidente petista pode manifestar seu apreço por Hitler, Khomeini, Kadafi. Mas quem não for do PT – esta santa sigla que absolve de todo pecado – não pode sequer manifestar a opinião de que não quer ver seu filho casado com uma negra.
"A sociedade brasileira não aceita que um representante eleito por vias democráticas pratique crimes e incite o preconceito e reforce a opressão. Pressionaremos os congressistas pelo aprofundamento do processo de investigação por quebra de decoro parlamentar que já está em andamento na Câmara", afirma nota dos manifestantes da UNE.
Ora uma coisa é proferir uma besteira. Bolsonaro foi estúpido em sua afirmação. Está condenando uma boa metade da nação, que não viu mal algum em miscigenar-se. Mas proferir uma besteira é uma coisa. Outra – a meu ver bem mais grave – é meter a mão em dinheiro público. Não vi nenhuma manifestação da UNE contra os representantes petistas eleitos por vias democráticas que se locupletaram com o mensalão. A petistas, tudo é permissível. Chamar adversário de bicha, defender o racismo e até mesmo roubar.
Na crônica de ontem (5/4), comparei a affaire Bolsonaro ao escândalo em torno a Berlusconi, condenado por gostar de prostitutas, enquanto Martin Luther King, que pagava profissionais com dinheiro de suas campanhas em prol dos direitos dos negros, mereceu o prêmio Nobel da Paz. O pecado de Berlusconi, pelo que se lê, parece ter sido pagar a Ruby, porque é crime pagar uma prostituta menor de idade. Se a Ruby nada recebesse não seria crime. Mas ser prostituta menor de idade não é crime. Não poucos países contemporâneos estão participando desta legislação hipócrita. Prostituir-se é legal. Mas pagar por uma prostituta é crime.
Leitor atento me observa um outro fato:
“Outra categoria de gente livre para fazer e dizer qualquer coisa é a dos gays: lembra do Tiger Woods, quando foi execrado e perdeu contratos milionários por ter arrumado amantes e transado com prostitutas? Na época pensei que se ele tivesse sido descoberto com homens e declarado aos gritos ser gay ninguém trataria do caso como escândalo e ele, por certo, não perderia nem um centavo de publicidade, afinal quem "descontrata" um gay? Lembro de um artigo, creio que do Ancelmo Góis, relatando, com a maior naturalidade, a visita de um costureiro estrangeiro a uma sauna gay do Rio e o preço que o mesmo pagou a um michê, dizendo que tal valor, 300 dólares, inflacionou o mercado, já que o referido teria ficado extasiado com os dotes amorosos de seu contratado”.
Tem razão o leitor. Homossexual algum será acusado por deitar-se com dezenas de homens. Mas ai do coitado que gosta de mulheres em profusão. Quanto a Bolsonaro, milita no partido errado, o PP. 
Militasse no PT, teria o sagrado direito de chamar adversário de bicha, de defender racismo e admirar Castro e Kadafi, Hitler e Khomeini.
DO B. MUJAHDIN CUCARACHA

Quanto vai custar para o Brasil botar o "porquinho" Dutra no Senado?

Até agora, o preço foi apenas de R$ 52 mensais , que é o que custa a caixa de Diovan para regular a hipertensão do suplente e presidente petista, José Eduardo Dutra. O cara ficou doente por não ter sido aquinhoado com a vaga no Senado. O tal do Valadares, que é o senador titular,  tem razão, aquele ministério da Micro-Empresa que estão oferecendo para ele é uma merreca de R$ 6 milhões por ano, menos que a verba do Sebrae em Garanhuns. Agora já acenam com o Turismo e o tal do Valadares avisou que aceita falar com a Dilma. Tudo para botar o "porquinho" Dutra no Senado. Se não botar, o cara vai ter um AVC. Portanto, custe o que custar para o Brasil, o "porquinho" Dutra vai virar senador. Leia a matéria do Estadão. Aqui.DO B. DO CEL

Vejam como os terroristas da VAR-Palmares só queriam o bem, o belo e o justo!

Quando se discute ainda hoje o real papel que teve Dilma Rousseff na organização terrorista VAR-Palmares, costumo ironizar: “Ah, ela se encarregava de organizar saraus e tardes lítero-musicais e de dar aula de piano”.  Pensem bem: qual é a tarefa de uma organização voltada para o terrorismo? Cuidar das belas artes! E só uma nota à margem: ela nunca se arrependeu de nada, não! O máximo a que chegou foi afirmar que mudou junto com o Brasil, o que daria pano pra manga. Para mim, isso significa que, se o Brasil não tivesse mudado, ela continuaria com a prática de antes. E, antes, a VAR-Palamares fazia o quê?

Está em curso a instalação da tal Comissão da Verdade. Quisesse ela a verdade, vá lá! Mas isso é mentira! Trata-se apenas de mais um passo para dourar um lado da batalha com novos brocados de heroísmo e satanizar o outro. Leiam o que publica o Estadão de hoje. Volto em seguida.
VAR-Palmares planejou execução de militares
Por Felipe Recondo e Leonencio Nossa:
Documento da Aeronáutica tornado público ontem pelo Arquivo Nacional, após ter sido mantido em segredo durante três décadas, revela que a organização guerrilheira VAR-Palmares, que contou em suas fileiras com a hoje presidente Dilma Rousseff, determinou o “justiçamento” - ou seja, o assassinato - de oficiais do Exército e de agentes de outras forças considerados reacionários nos anos da ditadura militar.
Com cinco páginas, o relatório A Campanha de Propaganda Militar, redigido por líderes do grupo, avalia que a eliminação de agentes da repressão seria uma forma de sair do isolamento. O texto foi apreendido em um esconderijo da organização, o chamado aparelho, e encaminhado em caráter confidencial ao então Ministério da Aeronáutica.
O arquivo, revelado pelo Estado no ano passado e aberto a consulta pública anteontem, faz parte do acervo do Centro de Segurança e Informação da Aeronáutica (CISA). No Arquivo Nacional, em Brasília, novo endereço do acervo que estava em poder do serviço de inteligência da Aeronáutica, há um conjunto de documentos que tratam da VAR-Palmares. Mostram, entre outras coisas, a participação de militares da ativa e a queda de líderes do grupo em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo.
Os nomes dos integrantes do grupo receberam uma tarja preta, o que impede estabelecer relações diretas entre eles e as ações relatadas. É possível saber, por exemplo, que militantes de Belo Horizonte receberam em certa ocasião dez revólveres calibre 38 e munição, mas não os nomes desses militantes.
Na primeira página, o relatório de cinco páginas destaca que o grupo não tem “nenhuma possibilidade” de enfrentar os soldados nas cidades. Sobre o justiçamento de militares observa: “Deve ser feito em função de escolha cuidadosa (trecho incompreensível) elementos mais reacionários do Exército.”
Extermínio
Na época da redação do texto, entre 1969 e 1970, a ditadura tinha recrudescido o combate aos adversários do regime. Falava-se em setores das forças de completo extermínio dos subversivos. Em dezembro de 1968, o regime havia instituído o AI-5, que suprimia direitos civis e coincidia com o início de uma política de Estado para eliminar grupos de esquerda.
A VAR-Palmares surgiu em 1969 com a fusão do grupo Colina (Comando de Libertação Nacional), em que Dilma militava, com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), do capitão Carlos Lamarca. Dilma, à época com 22 anos, foi presa em janeiro de 1970 em São Paulo. Ela só foi libertada em 1972, após passar por uma série de sessões de tortura.
(…)
O documento tornado público classifica as ordens como contraofensiva. Seria uma resposta aos “crimes” do regime militar contra a esquerda: “O justiçamento punitivo visa especialmente paralisar o inimigo, eliminando sistematicamente os cdf da repressão, os fascistas ideologicamente motivados que pressionam os outros.”
O texto também dá orientações sobre como definir e vigiar possíveis alvos. A ideia era uma fazer uma lista dos oficiais “reacionários” e de pessoas ligadas à CIA, a agência central de inteligência dos Estados Unidos.
A VAR-Palmares tinha definido como alvos prioritários o delegado Sérgio Paranhos Fleury, do Dops, e seu subordinado Raul Careca, acusados de comandar a máquina da tortura nos porões de São Paulo: “Careca, Fleury são assassinos diretos de companheiros também. Trata-se de represália clara. Já outros investigados serão eliminados sob condição, conforme vimos acima.”
Voltei
Ali onde há parênteses, suprimi este trecho:
“Sempre que fala sobre seu envolvimento com a resistência ao regime militar, Dilma costuma ressaltar que sua visão atual da vida não tem ’similaridade’ com o que pensava durante o tempo de guerrilha.”
Destaquei na abertura e reitero: essa não-similaridade, segundo ela mesma, se deve ao fato de o Brasil “ter mudado”; logo, se não tivesse… Isso quer dizer que não reconhece que os grupos terroristas foram, em si, um erro. É importante ressaltar que o Brasil não mudou sozinho, num passe de mágica. Alguém o mudou! E posso assegurar que não foram os terroristas. Mais de uma vez, de resto, Dilma demonstrou gratidão e reconhecimento por seus “companheiros” de luta, verdadeiros “heróis”. Acima, vê-se como eram mesmo humanistas notáveis.
Por Reinaldo Azevedo
Rev.Veja

Os reacionários - O Demiurgo Apedeuta falou. E parte da imprensa está feliz como pinto no lixo!

Voltei! E como!

Certa imprensa está feliz como pinto no lixo! Aliás, cabe a metáfora mesmo, não a comparação: É pinto no lixo. Ela estava com saudade do demiurgo; não via a hora de aquela doce e acolhedora boçalidade lhe confortar o espírito. Promoveu uma distorção canalha, absurda, do artigo escrito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para levantar a bola na rede para o Apedeuta — que, obviamente, foi lá e cortou.
Em seu artigo, FHC escreveu o que deveria ser óbvio a qualquer humano que ande com os membros superiores longe do chão: o PSDB — a oposição de modo geral — não tem de disputar o mercado de idéias com o PT, o que não quer dizer abandoná-lo, menosprezá-lo ou coisa assim. Partidos escolhem a “parte” da sociedade com a qual pretendem propor questões gerais para a sociedade. Só o fascismo e o comunismo são totalizantes — o que quer dizer, no caso, que são totalitários. Mais: resta evidente do conjunto que o ex-presidente se refere a mecanismos de cooptação.
Mas quê! A canalha intelectual, moral e ideológica saiu urrando: “FHC não quer saber do povão!” Os mais vigaristas mesmo ainda disseram: “Não é que eu ache isso, mas vão dizer isso…” Ah, bom!
Na Inglaterra, depois de faturar uns R$ 200 paus da Telefônica, o Demiurgo Apedeuta não teve dúvida: deu seqüência ao trabalho iniciado pelas franjas do seu partido nas redações:
“Eu. Sinceramente. não sei o que ele quis dizer. Nós já tivemos políticos que preferiam cheiro de cavalo que o povo. Agora tem um presidente que diz que precisa não ficar atrás do povão, esquecer o povão. Eu sinceramente não sei como é que alguém estuda tanto e depois quer esquecer do povão”.
Eis aí. Tem o padrão Lula na gramática, na fineza de raciocínio e na honestidade intelectual. Um documento que deveria servir ao debate, que não faria mal nenhum ao país, serviu para reforçar posições do establishment. Os reacionários não aceitam debater coisa nenhuma. Hoje, no Estadão, o ex-presidente esclarece, como se precisasse, o que quis dizer em seu artigo.
A boçalidade brasileira é tal, especialmente em áreas da imprensa, REITERO ISSO,  que um artigo precisa agora conter nota de rodapé para explicitar não uma referência teórica, não uma citação histórica, não uma baliza do pensamento. É preciso explicar o óbvio!
Depois de faturar a sua grana em nome do “povão”, Lula foi se encontrar com Hobsbawm, o penúltimo marxista, segundo quem a América Latina, o Brasil em particular, é o único lugar em que ainda se discute política segundo critérios do século 19. É verdade!
Mas Lula ganha um dinheirão segundo a lógica do século 21! Aliás, não fosse a privatização da telefonia promovida pelo governo FHC, ele não estaria lá engordando o caixa com a Telefonica, em Londres. Ele era contra, não é mesmo?
Mas por que teria amor à coerência quem não tem o menor amor à verdade?
Por Reinaldo Azevedo

Nenhuma luz no fim do túnel.

Ontem, o Senado aprovou o trem-bala ligando São Paulo-Rio, um buraco de R$ 50 bilhões para os cofres públicos. Hoje, no Rio, boa parte dos trens parou porque roubaram os fios da rede elétrica. O poder público não é capaz  de garantir um mínimo de organização e qualidade para o transporte de massa, mas desvia dezenas de bilhões para fazer uma obra fadada à corrupção e ao prejuízo. O povão que o Lula adula e que o FHC descarta não sabe ligar uma coisa com a outra. A oposição não tem didática para explicar  (basta ver a propaganda do PSDB que vai ao ar a partir de hoje) e o povão vai acabar achando que o tal trem-bala da Dilma vai passar na frente da sua casa, custando dois mirréis a passagem. Infelizmente, não há luz no fim do túnel.


B.DO CEL