segunda-feira, 27 de agosto de 2018

O jabá petista

O jabá petista nas redes sociais foi denunciado por uma tuiteira petista: @pppholanda.
Ela contou que uma empresa paga pelo PT contratou um bando de tuiteiros de esquerda para fazer propaganda clandestina dos candidatos do partido na internet.
Entre os candidatos, a própria presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

Os jabazeiros virtuais do PT

O PT sempre pagou jabá na internet e na imprensa.
Um ministro de Dilma Rousseff, em 2015, reconheceu isso.
Releia aqui:
“Thomas Traumann, ministro da Secom, saiu de férias por seis dias.
As férias foram anunciadas depois que o Estado de S. Paulo divulgou um relatório interno do governo revelando todas as ilegalidades que a Secom de Thomas Traumann estava disposta a cometer para tentar recuperar a popularidade da presidente.
As ilegalidades previam o pagamento de robôs para inundar a internet com propaganda do governo, o pagamento de blogueiros jabazeiros para inundar a internet com propaganda do governo e o pagamento de anúncios para inundar a imprensa com propaganda do governo, em particular em São Paulo, uma vez que, segundo a Secom, Dilma Rousseff só poderia recuperar o terreno perdido se conseguisse tirar do buraco o prefeito petista Fernando Haddad.
O relatório da Secom tratava também a Voz do Brasil e a EBC como instrumentos do governo.
O PT sempre fez tudo isso que o relatório de Thomas Traumann recomenda. Eu, Diogo, fui o primeiro a denunciar o trabalho clandestino de jornalistas e blogueiros mercenários a soldo do Agitprop petista. Mas o partido tomava um certo cuidado para não espalhar essa sujeira em público.”

Fake PT

A imprensa e o TSE esperneiam contra as fake news nas redes sociais, mas o esquema dos jabazeiros petistas no Twitter foi denunciado por usuários do próprio Twitter.
É assim que se limpa a internet.

“Sempre fui Lula Livre e sempre fui petista”

A tuiteira @pppholanda foi contratada para reproduzir em sua página pessoal a propaganda eleitoral clandestina do PT.
Depois de elogiar Gleisi Hoffmann e Luiz Marinho, ela se recusou a fazer o mesmo por Wellington Dias, dizendo:
“O que me passaram é que seria uma ação de esquerda, com pautas feministas, negras e LGBT, quando, na verdade, eu sinto estar fazendo uma campanha sem ter sido avisada.”
Outra tuiteira, @exuliane, confirmou a montagem de uma rede de jabazeiros petistas na internet:
“Uma agência contratou influenciadores para uma ação de esquerda onde havia pautas progressistas como LBGT mulheres. Acontece que virou partidária no meio do caminho. Agora tão caindo matando nos influenciadores.”
A dona da empresa que contratou os tuiteiros, a Lajoy, declarou à Folha de S. Paulo:
“Não é surpresa pra ninguém que me acompanha que eu sempre fui de esquerda e sempre fui Lula Livre e sempre fui petista e apoio o PT.”
A questão é outra, claro: o pagamento de tuiteiros para fazer propaganda clandestina do partido é crime eleitoral.

domingo, 26 de agosto de 2018

A espingarda da jovem Marina

A internet não deixa os candidatos esquecerem o que falaram em verões passados. Com Marina Silva tentando escalar sobre o discurso pró-armamentista de Jair Bolsonaro (criticando especialmente quando o candidato ensina crianças a fazer o gesto de um revólver com a mão), uma antiga entrevista da candidata do Rede para a revista Marie Claire ressurgiu. Nela, Marina diz que nunca sofreu violência sexual quando criança porque “tinha uma espingarda”. Confira o trecho:
“Nunca (sofri violência sexual). Quando éramos crianças, tínhamos uma espingarda. Eu e minhas irmãs a levávamos para cortar a seringa. Só uma delas sabia atirar e a gente se dividia na estrada para fazer o serviço mais rápido. Ou seja… não adiantava muita coisa. Mas havia esse medo porque éramos ali talvez as únicas mulheres que cortavam seringa”.

E-mails de Odebrecht nas mãos de Moro


O juiz Sérgio Moro tem em mãos um laudo de 27 páginas da Polícia Federal com o conteúdo obtido no computador pessoal de Marcelo Odebrecht. Entre os documentos encontrados estão e-mails que falam sobre a compra de terreno para o Instituto Lula. “Agora é só comprar”, disse o executivo após trocar uma série de e-mails sobre a aquisição. Confira no Blog do Fausto.

sábado, 25 de agosto de 2018

Pastores apoiam Bolsonaro! DEUS ACIMA DE TODOS!


PADRES APOIAM JAIR BOLSONARO


Não comemoramos o Dia dos Bandidos!

sábado, 25 de agosto de 2018


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Não tem jeito, nem jeitinho. O Brasil necessita, urgentemente, de um Choque de Ordem Pública – o valor fundamental da sociedade, pois é a garantidora da vida. Precisamos de soluções imediatas para um mega-problema Jurídico, Político, Econômico e, sobretudo, Moral. Uma Intervenção Institucional é inevitável. Se o próximo Presidente eleito (seja quem for) não liderar tal processo de reordenamento, vamos mergulhar em uma guerra civil declarada (a não declarada já extermina 63 mil brasileiros por ano).  
Temos de reinventar e refundar a Nação. Romper com o domínio do Crime é a prioridade máxima. Precisamos debater e outorgar uma nova Constituição que garanta ao cidadão o controle direto sobre a máquina estatal, via transparência total. A conseqüência imediata será uma reforma legal que implante a verdadeira Democracia – definida como a segurança Jurídica, política, econômica, institucional e individual. Basta de regramento excessivo, rigor seletivo e impunidade! Assim teremos um Judiciário ágil, eficiente, efetivo e, sobretudo, justo.
Passou da hora de implantar o Federalismo pleno, a Reforma Política, o Voto Distrital e livre, as candidaturas independentes, um sistema de votação eletrônica combinado com o voto impresso para recontagem física e a possibilidade de “recall” (o direito de desconfiar e afastar o eleito que cometer improbidades e crimes). Assim escolheremos representantes legítimos, com capacidade para bem governar, gerenciar, legislar e fiscalizar, em parceria com cidadãos que atuarão nas controladorias públicas.
As bases para as mudanças fundamentais foram escritas em apenas três parágrafos. O momento de profunda Crise Institucional, na guerra de todos contra todos os poderes, sob influência do crime organizado e violência descontrolada, exige um amplo debate sobre soluções objetivas para cada problema. É imprescindível uma discussão política civilizada, reconhecendo e respeitando (porém neutralizando) as babaquices ideológicas. Devemos usar melhor os vários Conselhos de Políticas Públicas que temos no Brasil.
Infelizmente, o caos institucional reinante, dominado pelo regime do Crime e sua Corrupção sistêmica, dificulta que o momento eleitoral seja aproveitado para a promoção de debates relevantes, em vez dos bate bocas inúteis, promovidos por “torcedores” fanáticos da politicagem. Lamentavelmente, os candidatos ficam mais focados na eleição deles mesmos do que na discussão pública para a solução de problemas gritantes da sociedade. Os 35 partidos operam como meros cartórios e apenas fingem que fazem Política de verdade. O interesse das “empresas” partidárias é eleger deputados federais para garantir a grana fácil do “Fundo Partidário”... Que merda!
Enquanto isso, o eleitorado sobrevive, apavorado, com o tema mais assustador das campanhas: a insegurança pública, a violência sem controle e a barbárie promovida por “bandidos profissionais” e por agentes estatais que cometem abusos na ineficiente e ilegítima repressão. Do jeito que a coisa desanda, daqui a pouco teremos de comemorar o Dia do Bandido, o Dia do Corrupto, o Dia do Canalha da pior espécie. Um País assim não tem presente, nem futuro democrático. A Ditadura do Crime seguirá dominando.
Felizmente, alguns segmentos organizados da sociedade começam a reagir. Esta crescente e legítima pressão pública força uma reação dos poderes constituídos. Os militares são um exemplo. A turma ativa na reserva decidiu fazer a opção pela via da arriscada pressão política-eleitoral. A tropa na ativa, sob comando do General Eduardo Villas-Bôas, é forçada a atuar na Garantia da Lei e da Ordem. As Forças Armadas estão em guerra aberta contra o narcotráfico, claramente na intervenção federal no Rio de Janeiro.
Nos bastidores, os militares também promovem uma espécie de “contrarrevolução” cultural contra os verdadeiros organizadores e mantenedores da bandidagem institucionalizada. Basta uma leitura minimamente atenta da Ordem do Dia do Soldado redigida pelo Comandante Villas-Bôas. O Alerta Total publica na íntegra e o lendário Negão da Chatuba, famoso Cabo da Faxina, assina embaixo:
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Em 1º de Março de 1845, Caxias, então vencedor da Guerra dos Farrapos, celebrou a Paz de Ponche Verde. A conclamação final sintetizava seu espírito pacificador: “Abracemo-nos e unamo-nos, não peito a peito, mas ombro a ombro, em defesa da Pátria, que é a nossa mãe comum”, mostrando que somente a superação dos antigos e injustificáveis antagonismos abriria caminho para a construção de um futuro grandioso.

Ao celebrarmos 215 anos de seu nascimento, nunca foi tão importante ao Brasil enaltecer as qualidades desse brasileiro exemplar.

Os herdeiros de Caxias têm se superado, diariamente, para honrar seu legado, ao atuar, de forma anônima e abnegada, em benefício da população, onde e quando for preciso.

Hoje, passados dois séculos de seu batismo de fogo, o espírito pacificador de Caxias, mais do que nunca, faz-se necessário ao Brasil.

Vivemos uma era de conflitos e incertezas, na qual os individualismos se exacerbaram e o bem comum foi relegado a segundo plano.

Perdemos a disciplina social, a noção de autoridade e o respeito às tradições e aos valores, o que nos tornou uma sociedade ideologizada, intolerante e fragmentada. Estamos nos infelicitando, diminuindo nossa autoestima e alterando nossa identidade.

Somos um grande país, que não consegue vislumbrar um projeto para o seu futuro, nem, tampouco, identificar qual o papel a exercer no concerto das nações.

Para superar tantos desafios, tornou-se frequente o emprego das Forças Armadas em missões variadas, como as de garantia da lei e da ordem, atendendo prontamente ao chamado de diversas Unidades da Federação.

Atuamos no Rio Grande do Norte, no Espírito Santo e, particularmente, no Rio de Janeiro, onde a população alarmada deposita esperanças em uma intervenção que muitos, erroneamente, pensam ser militar.

Passados seis meses, apesar do trabalho intenso de seus responsáveis, da aprovação do povo e de estatísticas que demonstram a diminuição dos níveis de criminalidade, o componente militar é, aparentemente, o único a engajar-se na missão.

Exigem-se soluções de curto prazo, contudo, nenhum outro setor dos governos locais empenhou-se, com base em medidas socioeconômicas, para modificar os baixos índices de desenvolvimento humano, o que mantém o ambiente propício à proliferação da violência.

Apesar de admitirmos que as leis vigentes devam ser modificadas com urgência, continuamos a proceder com naturalidade em face à barbárie de perder mais de 63.000 vidas por ano.

Enquanto isso, há soldados nas fronteiras, ainda que lhes faltem recursos para uma eficaz e rápida atuação.

Há soldados em Pacaraima, porta de entrada da Venezuela para o Brasil, tentando minimizar uma tragédia humanitária, que está sendo acompanhada com preocupação pela comunidade internacional.

Há soldados distribuindo água no semiárido nordestino há mais de 15 anos.

Há soldados trabalhando na nossa infraestrutura, na distribuição de vacinas, e na garantia da votação e apuração.

Soldados foram chamados para vistoriar presídios e superar a grave crise de abastecimento, só contornadas graças ao espírito conciliador que trazem dentro de si.

Vivemos tempos atípicos. Valorizamos a perda das vidas de uns em detrimento das de outros. Há quatro dias, durante operações no Rio de Janeiro, perdemos o cabo Fabiano de Oliveira Santos e o soldado Marcus Vinícius Viana Ribeiro, ambos do 2º Batalhão de Infantaria Motorizado, além do soldado João Viktor da Silva, do 25º Batalhão de Infantaria Paraquedista. Suas mortes tiveram repercussão restrita, que nem de longe atingiram a indignação ou a consternação condizente com os heróis que honraram seus compromissos de defender a Pátria e proteger a sociedade.

Como eles, há soldados das três Forças Armadas que têm sacrificado suas vidas para que o futuro do Brasil seja diferente. É chegada a hora de dizer basta ao diversionismo, à radicalização retrógrada e à fragmentação social.

Urge retomar o espírito pacificador de Caxias, que soube, respeitando as diferenças, encontrar um caminho de sinergia e de coesão para o País.

Meus comandados!

É preciso que busquemos a união, com espírito público, sacrifício e ética.

O Brasil tem pressa para reencontrar sua identidade.

Que as inúmeras virtudes do “Duque de Ferro” nos sirvam de inspiração.

Que nessa hora, coberta de dúvidas, sejamos corajosos para nos despojarmos daquilo que nos desagrega.

Nós, soldados da Pátria, não podemos temer. O Brasil e os brasileiros serão sempre a nossa servidão.

Gen Ex Eduardo Villas Boas
Comandante do Exército Brasileiro
 
SOLDADO DO EXÉRCITO! POR VOCÊ! POR TODOS!
     
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Resumindo: No Brasil, ainda não comemoramos o “Dia do Bandido”. Os segmentos esclarecidos da sociedade têm o dever de exercer seu legítimo Poder Instituinte para reinventar e refundar o Brasil. As Forças Armadas dão integral apoio aos que têm coragem e honra para combater o Crime, dentro da Lei e da Ordem Democrática. Ou seja: nós, o povo, é que temos de vestir a farda do “Cabo da Faxina” para liderar e fazer a limpeza institucional.
Resumindo novamente: Quem não reage... rasteja!

CARVALHOSA X LULA
Mensagem do Professor Modesto Carvalhosa sobre a representação criminal contra Lula e sua candidatura fake:
“Conjuntamente com o escritório do Dr. Eduardo Spínola, entramos com uma representação criminal contra o sr. Luiz Inácio Lula da Silva, atualmente domiciliado no cárcere da Polícia Federal na cidade de Curitiba.
Esse senhor fez o pedido de registro de sua candidatura à Presidência da República apresentando uma certidão da 3ª Região que não dá notícia de sua inelegibilidade, consoante com a “Ficha Limpa”.
Ao omitir este fato notório e incontestável, claramente tenta enganar os julgadores de seu pedido de registro, ferindo o artigo 350 do código eleitoral:
“Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele deveria constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa, da que devia ser escrita, para fins eleitorais.”
Ou seja, o criminoso comete mais um crime. Passível de punição.
Cumprindo o dever legal imposto pelo art. 356 do Código Eleitoral, levamos ao conhecimento do EXMO SR. SUB-PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA JUNTO AO EGRÉGIO SUPERIOR TRIBUNAL ELEITORAL esta representação, para que o ex-presidente seja formalmente denunciado pela prática do crime capitulado no art. 350 do mesmo Código.
Pedimos o apoio de vocês e dos meios de comunicação para que nos ajudem a divulgar esta representação de suma importância para o andamento normal das eleições no Brasil.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

'Rei dos Ônibus' e ex-Fetranspor dizem que 'caixinha' para políticos do RJ arrecadava até R$ 6 milhões por mês

Jacob Barata Filho e Lélis Teixeira disseram que Jorge Picciani recebeu pagamentos por mais de 5 anos; defesa do presidente afastado da Alerj nega. Esquema começou há 20 anos, segundo os réus.

Por Gabriel Barreira, G1 Rio


Em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, o empresário Jacob Barata Filho, conhecido como "Rei dos Ônibus", e Lélis Teixeira, ex-presidente da Federação das Empresas (Fetranspor), admitiram a existência do que os procuradores da Lava Jato chamam de "Caixinha da Fetranspor", que arrecadaria até R$ 6 milhões por mês para pagar vantagens indevidas a políticos.
O esquema começou há 20 anos e, segundo os réus, beneficiou o presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani, que teria recebido da caixinha por cinco anos. Defesa do deputado afirma que depoimento de Barata Filho "levanta apenas conjecturas" (leia íntegra abaixo).
Réus na Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato, Barata Filho e Lélis depõem a Bretas na tarde desta sexta-feira (24). Também é ouvido um dos filhos de Picciani, Felipe.
"Havia um acordo de pagamento para o deputado Jorge Picciani. O objetivo exatamente, a forma de pagamento, eu não sei precisar. Mas realmente o Jorge Picciani, como presidente da Alerj, teria que ter essa contribuição porque os projetos todos passam pela Assembleia", afirmou. "O deputado Jorge Picciani foi presidente da Assembleia por vários mandatos e, como presidente, era uma pessoa-chave para proteção (do setor) do transporte e pudesse evoluir em projetos que fossem para o benefício de todos."Lélis Teixeira (à direita) chega para audiência na Justiça Federal do Rio (Foto: Reprodução/GloboNews)Ele disse que, inicialmente, o que chama de "contribuição" era doação de campanha. "Realmente existia um caixa gerado pela Fetranspor para pagamentos a agentes públicos no sentido de tentar melhorar o sistema de transporte."
"O objetivo da geração desse caixa dois era contribuir com agentes públicos para atingir esse objetivo [de não criar problemas para as empresas de ônibus]", prosseguiu.
Lélis Teixeira também confirmou, pela primeira vez, a existência da caixinha da Fetranspor, mas disse que não participava das negociações. Ex-presidente, ele disse que era técnico, mas soube da existência de vantagens indevidas por Jorge Picciani e Paulo Melo.
Lélis garantiu também que Edson Albertassi recebeu as vantagens através de rádios de sua família no interior, inclusive por ser presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj.
Tanto esta comissão quanto a de Transportes, segundo ele, eram importantes para a Fetranspor ter "boas relações".

Filho de Picciani depõe

Acusado de intermediar o recebimento de propina para seu pai, Felipe Picciani negou qualquer crime. Ele se defendeu, dizendo ser um zootecnista que não trabalhava na área administrativa da Agrobilara, empresa de gado da família Picciani.
A citação foi feita por Jonas Lopes, ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que delatou a lavagem de dinheiro por meio da empresa. Felipe está preso há cerca de 10 meses e relatou a conversa que teve com o pai, antes de Jorge Picciani ser transferido para prisão domiciliar.
"'Pai, como é que o cara fala um negócio dele?' E ele respondeu: 'A gente não sabe o que passa no coração de cada um, o aperto de cada um'". O empresário Jacob Barata, o 'Rei dos Ônibus', foi preso duranta a operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato (Foto: Rodrigo Chadí/Fotoarena/Estadão Conteúdo)

RioCard

O 'Rei dos Ônibus do Rio' afirmou que o fluxo de caixa dois se aprofundou na última década com a bilhetagem eletrônica. Isso porque a empresa que administra o maquinário cobrava 3,5% dos valores das passagens para a manutenção do sistema, mas 1% deles era trocado por dinheiro em espécie e redistribuído para políticos.

O que dizem os citados

Em nota, a defesa de Picciani afirma: "O parlamentar esclarece que o depoimento do empresário levanta apenas conjecturas, uma vez que ele diz que seria outra pessoa que faria os pagamentos e não informou que tipo de ajuda o deputado teria dado a ele e ao setor. É mais uma declaração confusa de alguém que quer fazer delação sem provas. Quando a defesa do deputado perguntou diretamente ao depoente se os recursos que diz ter dado eram referentes a propina ou caixa dois, o juiz Bretas não permitiu que respondesse, para espanto dos advogados."
A defesa de Edson Albertassi enviou a seguinte nota: "Os contratos da Fetranspor com as rádios da família de Albertassi seguiram os padrões e tabelas comerciais para veiculaçâo de publicidade na região. Todas as inserções contratadas foram veiculadas. Toda a documentação relacionada ao assunto já foi apresentada à Justiça".
A defesa de Paulo Melo optou em não se pronunciar.

'Cadeia Velha'

A Cadeia Velha apura o uso da presidência da Alerj para a prática de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Nela, foram presos os dois últimos presidentes da Casa: Jorge Picciani e Paulo Melo, do MDB.
Além deles, Edson Albertassi, outro político da sigla que seria nomeado conselheiro do TCE para a manutenção do esquema criminoso, de acordo com os procuradores. A organização, segundo o Ministério Público Federal, atua desde o início da década de 1990.
Jacob Barata Filho foi preso duas vezes, mas foi solto por determinação do ministro do STF Gilmar Mendes. Na época, o Ministério Público Federal pediu a suspeição de Mendes já que a filha de Barata é casada com um sobrinho do ministro. Gilmar foi o padrinho de casamento.

Empresário diz à PF que pagou R$ 1 milhão ao Coronel Lima como propina em contrato no Aeroporto de Brasília

PF investiga se o valor foi repassado pelo Coronel Lima ao presidente Michel Temer. Defesa do coronel nega qualquer ato ilícito, e a de Temer nega qualquer participação dele na celebração de contrato entre duas empresas privadas.

Por Patricia Falcoski, Jornal Nacional, São Paulo
ma nova testemunha prestou depoimento no inquérito que apura se um decreto presidencial beneficiou empresas do setor de portos, em troca de propina. Essa testemunha contou que o Coronel Lima, amigo de Michel Temer, recebeu propina em um contrato no Aeroporto de Brasília.
O depoimento foi na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, no dia 13 de julho.
O empresário Marcelo Castanho, dono da Alumi, uma empresa de publicidade, foi ouvido pelo delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pelo inquérito que apura se empresas do setor portuário pagaram propina em troca de um decreto do presidente Michel Temer, no ano passado.
Castanho afirmou à PF que na negociação para explorar a área do Aeroporto de Brasília com publicidade, em 2014, pagou R$ 1 milhão a uma empresa do coronel João Batista Lima Filho, ex-assessor e amigo de Temer há mais de 30 anos. 
 Coronel Lima é suspeito de intermediar propina para Temer (Foto: Reprodução/TV Globo)
No depoimento, Castanho explicou que fez uma parceria com o empresário Rodrigo Castro Neves, porque ele era próximo de José Antunes Sobrinho, na época presidente da Inframerica - responsável pelo aeroporto.
Ele contou que "quando tudo já estava acertado, em setembro de 2014", Rodrigo Neves comunicou que havia uma mudança no pagamento. Disse ainda que R$ 1 milhão deveriam ser pagos para a Argeplan, de acordo com orientação do próprio presidente da Inframerica.
O coronel João Lima Batista é um dos sócios da Argeplan.
No depoimento, Castanho disse que não faria nenhum pagamento sem nota fiscal ou um contrato que justificasse esse dinheiro.
E que, dias depois, recebeu um e-mail com a orientação do presidente da Inframerica de que deveria resolver esse problema com o "Doutor Lima".
Castanho contou à PF que, quando recebeu o contrato, ele estava em nome de outra empresa, a PDA - Projeto e Direção Arquitetônica e não em nome da Argeplan. A PDA pertence ao Coronel Lima e à mulher dele, Maria Rita Fratezi.
Castanho disse ainda que nunca encontrou pessoalmente o Coronel Lima, mas que conversaram por telefone sobre o pagamento e o contrato com a PDA.
O Jornal Nacional teve acesso a troca de e-mails que Castanho entregou à Polícia Federal. Em um deles o Coronel Lima cobra o presidente da Inframerica:
"Alguém precisa entrar em contato comigo ou com a arquiteta Rita Fratezi para acertar a formatação do contrato", disse.
Segundo Castanho, a PDA chegou a fazer um projeto - mas que não foi usado, por ter sido entregue depois que os painéis de publicidade já estavam instalados.
O JN também teve acesso aos pagamentos da Alumi para a PDA, um de R$ 469 mil e o outro no valor de R$ 622 mil. Castanho disse que se "não fosse a exigência" da Inframerica, nunca teria contratado a PDA", e que não sabe pra onde foi o dinheiro que pagou a Lima.
A Polícia Federal investiga se o valor de um R$ 1 milhão foi repassado pelo Coronel Lima ao presidente Michel Temer.
O coronel é um dos investigados no inquérito dos portos, e chegou a ser preso em março deste ano. A PF suspeita que ele seja um operador de propina do presidente Temer.
A defesa de Temer nega qualquer participação dele na celebração de contrato entre duas empresas privadas.
João Batista Lima Filho e Maria Rita Fratezi refutaram veementemente todas as acusações e afirmaram que não cometeram qualquer ato ilícito.
A defesa de José Antunes Sobrinho declarou que ele já prestou esclarecimentos sobre o caso às autoridades.
A Inframérica declarou que tem um contrato de cessão de espaço com a empresa Alumi, mas que nunca contratou a PDA e nega as alegações e que pauta sua atuação de forma ética e com estrito cumprimento das leis.
O JN não conseguiu contato com Rodrigo Castro Neves

Índice Band (votos válidos) dão 32% para Bolsonaro e 20% para Marina


Se as eleições fossem hoje, Bolsonaro e Marina iriam para o segundo turno.

Tomando por base a última pesquisa do Ibope, MDA, Ipespe e Datafolha, o cientista político Antonio Lavareda montou uma equação que permitiu apresentar o chamado Índice Band, que revela os números de votos válidos do primeiro turno.

Leia:

Bolsonaro, 32%
Marina, 20%
Ciro Gomes, 13%
Geraldo Alckmin, 12%
Haddad, o poste de Lula, 7%
Álvaro Dias, 6%
Henrique Meirelles e João Amoêdo, 2% cada
Os demais candidatos conseguiram 1% ou zero.

Os votos válidos desconsideram todos os demais números, relacionados com opções por não votar, nenhum dos nomes, brancos e nulos.

De acordo com os dados desta noite, Bolsonaro e Marina iriam para o segundo turno.

Antonio Lavareda acha que a disputa para valer acontecerá nos últimos 15 dias de campanha. DO P.BRAG...

“Colocar mulheres como vices para atrair eleitoras é chamá-las de idiotas”

O UOL perguntou ao psicanalista Contardo Calligaris o que ele acha de cinco candidatos a presidente da República terem colocado mulheres como vices nas suas chapas.
Ele respondeu o seguinte:
“Colocar mulher como vice para atrair eleitoras é chamá-las de idiotas. Os candidatos pensam: ‘elas vão votar em mim porque coloquei uma senhora como vice’. É insultante achar que vão cair nessa. O número de mulheres na política deveria ser maior, mas a competência tem que vir antes.”

O novo tema de Bolsonaro

Estrategistas da campanha de Jair Bolsonaro criaram o que chamam de um novo “tema âncora” para o presidenciável, informa Igor Gadelha em Crusoé.
A ideia é apresentar propostas “valorizando as pessoas que realmente fazem o bem para o país”.
Clique AQUI para ler a íntegra da reportagem em Crusoé.

Paulo Guedes na Globo News - parte 1 e 2 23/08/2018








Banqueiros voltam a apanhar da esquerda

sexta-feira, 24 de agosto de 2018


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
A demagogia na campanha eleitoreira atinge níveis insuportáveis. No entanto, alguns discursos carregados de ódio por alguns candidatos conseguem revelar o que acontece nos bastidores das articulações políticas. Por exemplo, o PT do candidato-fake Lula da Silva perdeu o valioso apoio do mercado financeiro.
O poste Fernando Haddad passou recibo desta perda, no ataque que fez aos banqueiros, na passagem por João Pessoa, na Paraíba: “Nós não temos mais paciência em esses caras. Precisamos dar um choque nos bancos. Quanto mais juros cobrar, mais imposto ele vai pagar”. Nem o eleitor mais ingênuo acredita na ameaça do Haddad, porque os 13 anos do PT só renderam glórias e lucros aos agora inimigos banqueiros.
Haddad defendeu a proposta petista de cobrar mais imposto das instituições financeiras que não reduzirem o spread (a famosa diferença entre a remuneração que o banco paga a um aplicador e o quanto cobra para emprestar o dinheiro que não é dele). Tentando surfar no tsunami das famílias endividadas, a esquerda vai investir pesado na demonização dos bancos (importantes aliados e sustentáculos nos tempos em que Antônio Palocci e Guido Mantega praticavam corrupção no Ministério da Fazenda).
O neobrizolista Ciro Gomes também ensaiou uma pancada na banqueirada, quando formulou a ultra-falsa promessa de que vai positivar o nome de todos os endividados nos Serviços de Proteção ao Crédito. O criativo brasileiro transformou a demagogia do Ciro em uma piada aplicada à realidade. Uma gozação viralizada nas redes sociais criou um problema para os agressivos serviços de cobrança dos bancos, via telemarketing. Quando ligam para renegociar débitos em atraso, os atendentes agora ouvem dos endividados que conseguem rir da própria desgraça: “Fala com o Ciro Gomes que ele prometeu resolver meu problema”...
Mudar a política econômica, para destravar a economia e fazer o Brasil crescer de verdade, é o mais complicado desafio para o próximo titular do trono absolutista do Palácio do Planalto. O governo federal e os estados estão quebrados – por ironia, devendo muito mais que a maioria das famílias brasileiras impactadas pelo gigantesco desemprego combinado com recessão. A revolta dos endividados – tratados como bandidos caloteiros pelos cobradores dos banqueiros – terá reflexos nas dedadas eletrônicas e na abstenção de voto (brancos, nulos e ausências).
A crise já está eleita como a grande vilã. A esquerda, que ajudou a gerar a crise, vai tomar tanto pau quanto os banqueiros que os candidatos de canhota agora demonizam...
Resumindo: nada de normal no Brasil dominado pelo Crime Institucionalizado... É por isso que entendo o motivo pelo qual o Negão da Chatuba está pedindo em casamento a BIA do Bradesco... Seria pior se a escolhida fosse a Narizinho...

José Dirceu chama Barroso de “engodo” e Fux de “charlatão togado”



Em suas memórias, segundo O Globo, José Dirceu ataca os ministros do STF.
Ele chama Joaquim Barbosa de “autoritário”, Luís Roberto Barroso de “fraude” e Edson Fachin de “engodo ”. 
“A maior bronca é com Luiz Fux, que já admitiu ter pedido seu apoio para chegar à Corte . ‘Erramos feio nas indicações, ao ponto de sermos enganados por um charlatão togado’”.
José Dirceu poupa aqueles que o tiraram da cadeia, evidentemente: Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. DO O ANTAGONISTA

O Ibope da Lava Jato


Gilmar Mendes e seu criado atribuem à Lava Jato o crescimento de Lula nas pesquisas eleitorais.
Se não fosse a Lava Jato, Lula já estaria eleito, podendo contar com centenas de milhões de reais em propinas para comprar aliados e bancar a campanha.

Só no ano que vem, Lula


Dias Toffoli disse a representantes da CNBB e do MST que vai pautar o julgamento sobre as prisões dos condenados em segundo grau apenas no ano que vem.
A Folha de S. Paulo acrescentou:
“E, mesmo assim, só se houver consenso na corte para retomar a discussão.