segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

‘Faz o que quer’, afirma procurador sobre Gilmar

Josias de Souza

''Infelizmente, há muito tempo, Gilmar Mendes, aquele que se acha supremo, simplesmente faz o que quer.'' A frase foi veiculada nesta segunda-feira no Facebook pelo procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. A crítica foi provocada pela decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal de soltar o empresário Jacob Barata Filho, conhecido no Rio de Janeiro comno “Rei do Ônibus”.
O habeas corpus foi concedida na última sexta-feira. Foi a terceira vez que Gilmar Mendes livrou Barata do xadrez. A manifestação de Carlos Fernando ecoa uma opinião que se generaliza no Ministério Público Federal. O procurador adicionou à postagem da frase um link que conduz para notícia do Globo sobre a reação da força tarefa da Lava Jato no Rio.
Os procuradores fluminenses contestam a competência de Gilmar para julgar em decisão individual fatos relacionados à Operação Cadeia Velha, que resultou na nova ordem de prisão contra Barata Filho. Pediram à procuradora-geral da República Raquel Dodge que questione a concessão do habeas corpus.
Carlos Fernando dos Santos Lima
Infelizmente há muito tempo Gilmar Mendes, aquele que se acha supremo, simplesmente faz o que quer.
https://oglobo.globo.com/…/lava-jato-diz-que-gilmar-extrapo…
Segundo procuradores, atribuição da Operação Cadeia Velha é do ministro Dias Toffoli
oglobo.globo.com

Relator conclui voto sobre recurso de Lula contra condenação na Lava Jato

Lula foi condenado pelo juiz Sérgio Moro, em 1ª instância, e recorreu ao Tribunal Regional Federal em Porto Alegre. Processo passa agora por revisor e não tem data para ir a julgamento.

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado em primeira instância pelo caso do triplex em Guarujá (Foto: Leonardo Benassatto/Estadão Conteúdo/Arquivo)
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado em primeira instância pelo caso do triplex em Guarujá (Foto: Leonardo Benassatto/Estadão Conteúdo/Arquivo)
O desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, concluiu seu voto de relator no recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra condenação em primeira instância no processo da Lava Jato que envolve um triplex em Guarujá (SP).
No entanto, ainda não há uma data para o julgamento. Até lá, o conteúdo do voto do relator é sigiloso e fica disponível somente para os desembargadores da 8ª turma, que analisarão o caso.
A defesa de Lula recorreu na segunda instância contra a condenação a 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro imposta pelo juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná.
Após a conclusão do voto do relator, o processo vai para o desembargador Leandro Paulsen, revisor do caso na 8ª turma do TRF-4. Como não há um prazo para ele devolver o processo, não existe uma previsão para o julgamento – quando os desembargadores decidirão se rejeitam ou aceitam o recurso, ou ainda se modificam a condenação de Lula.
Compõem a 8ª Turma do TRF-4 três desembargadores: o relator João Pedro Gebran Neto, o revisor Leandro Paulsen, e o decano da Corte, Victor Laus.

Processo

O processo chegou ao TRF-4 em 23 de agosto. A última movimentação foi às 14h16 de sexta-feira (1), quando Gebran enviou o processo ao gabinete de Paulsen.
Agora, o revisor fará o mesmo trabalho: analisará todo o processo para elaborar seu voto. Depois, o terceiro magistrado recebe o documento. Os votos só serão conhecidos no dia do julgamento. Um julgamento no TRF-4 demora, em média, de 10 meses a um ano.
O Supremo Tribunal Federal (STF) já determinou que, a partir do resultado do julgamento da segunda instância, o condenado passa a cumprir a pena de prisão e se torna ficha-suja, ou seja, não poderá disputar eleições.
A sentença de Moro foi publicada no dia 12 de julho e permitiu que o petista recorresse em liberdade. Lula é acusado de ocultar a propriedade de uma cobertura triplex em Guarujá, no litoral paulista, que seria propina da empreiteira OAS em troca de favores na Petrobras.
No mesmo processo, Lula foi absolvido por "falta de prova suficiente da materialidade" das acusações de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o armazenamento do acervo presidencial numa transportadora, que teria sido pago pela empresa OAS.
Em entrevista após a sentença publicada por Moro, o presidente do TRF-4 disse que o julgamento de processo contra Lula deve acontecer antes das eleições de 2018.
"Imagino que até agosto do ano que vem esse processo vai estar julgado. Ou o tribunal confirma essa decisão e ele [Lula] fica inelegível ou reforma a decisão e ele está liberado para concorrer", afirmou Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz na ocasião.
A defesa de Lula já havia se manifestado sobre a condenação. "A absolvição de Lula é o único resultado possível em um julgamento imparcial e independente, pois o ex-presidente não praticou qualquer crime e por isso o MPF não conseguiu apresentar prova de suas acusações", afirmou, em nota.
Outros dois réus no mesmo processo também foram condenados, e quatro, absolvidos (veja a lista completa abaixo).
Réus no processo
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente: condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 9 anos e 6 meses de prisão no caso do triplex. Absolvido dos mesmos crimes no caso do armazenamento de bens.
Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS: condenado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro a 10 anos de 8 meses de prisão no caso do triplex. Absolvido dos mesmo crimes no caso do armazenamento de bens.
Agenor Franklin Magalhães Medeiros, ex-executivo da OAS: condenado por corrupção ativa a 6 anos de prisão.
Por G1 RS

domingo, 3 de dezembro de 2017

PT faz a campanha de Lula escondendo Dilma

Josias de Souza

A forma como a presidente do PT celebra o resultado do Datafolha levanta a suspeita de que a companheira esteja com a febre dos políticos picados pelo mosquito que faz sumir a memória. A senadora Gleisi Hoffmann atribuiu a liderança de Lula na pesquisa “aos resultados do seu governo.” Ela emendou: “As pessoas analisam o que elas já viveram e comparam. Elas tinham renda e emprego. Hoje, voltou a pobreza e a miséria.” A amnésia apagou da análise de Gleisi a companheira Dilma Rousseff.
A gestão de Michel Temer revela-se perversa. Mas a ruína econômica não deriva da malignidade intrínseca do governo do PMDB. A recessão que espalhou desemprego e desesperança é uma consequência direta do desastre gerencial que foi o governo de Dilma, ao qual Gleisi serviu como uma cultuada chefe da Casa Civil. A febre do esquecimento afetou também a memória da senadora sobre os “resultados” da passagem de Lula pelo poder.
Na formulação da presidente do PT, o governo Lula é um borrão cor-de-rosa. Foram para o armário do esquecimento todas as mazelas que tingiram a estrela vermelha de cinza. As máculas trazem impressas as digitais de Lula. Por exemplo: a criação do mito da gerentona; a cumplicidade cega com o mensalão e as petrorroubalheiras que vieram à luz na sua gestão; a transformação do presidencialismo de coalização num eufemismo para organização criminosa.
O PT e Lula só lembram de Dilma quando querem fazer pose de vítimas de um ''golpe''. O diabo é que madame foi deposta por seus aliados, sob regras constitucionais, numa sessão presidida pelo amigo Ricardo Lewandowski, que representava a Suprema Corte. No limite, Lula é responsável também pela perversão do governo Temer, pois foi nos seus mandatos que o PMDB tornou-se sócio do PT na fábrica de fazer propinas.
Hoje, os acionistas da massa falida que tem PT e PMDB como sócios majoritários dividem-se em dois grupos. Os que dispõem de mandato desfrutam das imunidades do cargo e do privilégio do foro do Supremo Tribunal Federal. Essa ala inclui Temer e os ministros palacianos Eliseu Padilha e Moreira Franco. Mas também inclui gente como a ré Gleisi Hoffmann.
Os que não têm mandato se encontram na cadeia ou na fila de espera. Integram esse contingente barões do PMDB como Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves. Mas também estão em cana marqueses petistas do porte de Antonio Palocci e João Vaccari Neto. José Dirceu, arrasta uma tornozeleira em Brasília à espera da ordem de retorno para o xadrez. E Lula, já condenado a 9 anos e meio de cana, costeia as grades à espera da confirmação da sentença no TRF-4.
Gleisi celebra o favoritismo de Lula sem levar em conta dois detalhes: 1) para quem desceu a rampa do Planalto cavalgando uma popularidade de 84%, os 37% de intenção de votos detectados pelo Datafolha revelam que a divindade do PT também está sujeita à condição humana; 2) Para que as urnas confirmem o favoritismo de Lula, o Poder Judiciário terá de contrair a mesma febre que transforma parte da memória de Gleisi em vapor.
Na hipótese de a candidatura de Lula ficar em pé, Gleisi e o petismo talvez descubram que esconder pedaços do passado pode custar caro. Os presidenciáveis do PSDB especializaram-se em esconder Fernando Henrique Cardoso. Ocultaram até o que deveriam exibir. Isso transformou os tucanos em candidatos favoritos a fazer de seus adversários os novos presidentes da República. Esconder a gestão de Dilma, com todas as digitais de Lula, é algo tão difícil como acomodar uma baleia numa banheira jacuzi.

Apoiadores da Lava Jato fazem manifestação em frente ao prédio da Justiça Federal em Curitiba

Manifestação começou por volta das 15h deste domingo (2); com faixas e cartazes, eles gritaram palavras de ordem em apoio ao juiz Sérgio Moro e à Polícia Federal.

Manifestação em apoio à Lava Jato reúne centenas de pessoas em Curitiba  (Foto: Wilson Kirsche/RPC)
Manifestação em apoio à Lava Jato reúne centenas de pessoas em Curitiba  (Foto: Wilson Kirsche/RPC)
Centenas de apoiadores à Operação Lava Jato fizeram uma manifestação, entre as 15h e as 17h deste domingo (3), em frente ao prédio da Justiça Federal, no bairro Ahú, em Curitiba.
Com faixas, cartazes e um carro de som, eles gritaram palavras de ordem em apoio ao juiz Sérgio Moro e à Polícia Federal (PF). A expectativa dos organizadores é a de que pelo menos 500 pessoas tenham participado do ato.
Até a última atualização desta reportagem, a Polícia Militar (PM) não havia divulgado uma estimativa do número de participantes.
Manifestantes demonstram apoio à Operação Lava Jato  (Foto: Wilson Kirsche/RPC)
Manifestantes demonstram apoio à Operação Lava Jato  (Foto: Wilson Kirsche/RPC)
Por G1 PR, Curitiba

DODGE ALEGA INEFICIÊNCIA EM INQUÉRITOS E DOBRA PEDIDOS DE ARQUIVAMENTO

 
Pedro Ladeira/Folhapress
 
03/12/2017 02h00Em pouco mais de dois meses no cargo, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para arquivar 24 inquéritos sobre políticos com foro, a maioria por falta de provas e prescrição. Nas manifestações, Dodge apontou lentidão ou ineficiência nas investigações tocadas por seu antecessor, Rodrigo Janot.
A nova gestão na PGR tem sinalizado que quer passar um pente-fino nas investigações logo de início para descartar as que não levarão ao oferecimento de denúncia ao STF, em nome da eficiência no sistema de administração da Justiça.
De 18 de setembro a 23 de novembro, período do levantamento feito pela PGR a pedido da Folha, nenhum dos pedidos de arquivamento teve relação com a Lava Jato.
Em 10 dos 24 casos, Dodge entendeu não haver razão para prosseguir as apurações –por falta de provas ou porque a conduta do investigado não configurou o suposto crime.
Quatro prescreveram. Em um desses casos, a prescrição se deu porque o alvo, o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral), tem mais de 70 anos, "o que reduz o prazo de prescrição [do suposto crime] a oito anos". Tratava-se de uma apuração sobre uso indevido de passagens aéreas da Câmara entre 2007 e 2009, quando ele era deputado.
Há seis inquéritos em sigilo e não é possível saber os motivos dos arquivamentos. Em um deles, nem mesmo o nome do político suspeito está disponível. Por fim, em outros quatro casos as manifestações pelo arquivamento ainda não foram divulgadas, impossibilitando a consulta.
Como comparação, um levantamento da Folha publicado em novembro de 2014 mostrou que Janot, em seus primeiros 13 meses na PGR (de setembro de 2013 a outubro do ano seguinte), pediu para arquivar 82 inquéritos e ações penais –proporcionalmente a metade de Dodge em seus dois meses iniciais.
PEDIDOS CRÍTICOS
"Lamentavelmente, a instrução da investigação foi muito lenta e redundou na perda de interesse estatal na promoção da denúncia", escreveu a procuradora-geral ao pedir para encerrar um inquérito sobre o deputado Marco Tebaldi (PSDB-SC).
Ele era suspeito de desacatar "com palavras de baixo calão" uma funcionária dos Correios em novembro de 2013. Desde fevereiro de 2015, a Polícia Federal tentava ouvi-lo, sem sucesso. Em novembro, o crime prescreveu.
"Por economia processual, promove-se o arquivamento desta investigação [...] com fundamento em prescrição da pretensão punitiva estatal", escreveu Dodge em outro inquérito, sobre o deputado Zeca Cavalcanti (PTB-PE), suspeito de dar outro destino a R$ 16.454 que deveriam ir para merenda escolar, quando prefeito de Arcoverde (PE).
"É que o inquérito policial foi instaurado em 2012 e não foram produzidos elementos de prova suficientes", sustentou Dodge.
Teve o mesmo fim um inquérito sobre Lindomar Garçon (PRB-GO) aberto em 2015 para apurar suposto crime eleitoral na campanha do deputado.
Já em um caso que apurava suposto uso da máquina administrativa para beneficiar eleitoralmente o deputado Bacelar (PODE-BA), iniciado a partir de denúncia anônima, Dodge considerou que as informações eram "demasiadamente genéricas" para levar a investigação adiante.
Também o senador Ivo Cassol (PP-RO) livrou-se de um inquérito por falta de indícios mínimos de sua participação nos supostos crimes –falsidade documental e peculato, na época em que era governador de Rondônia.
Suspeitava-se da confecção de cadernos suplementares do "Diário Oficial" do Estado não correspondentes à listagem oficial e de subtração de papéis do estoque da imprensa oficial de Rondônia.
Todos esses inquéritos foram abertos no STF a pedido de Janot, que comandou a PGR de 2013 até setembro.
Segundo ministros do STF, o tribunal tem hoje cerca de 500 inquéritos e ações penais contra políticos, incluindo os da Lava Jato. Ao todo, os arquivamentos pedidos por Dodge livram de investigação dois ministros, três senadores e 18 deputados federais. Nenhum pedido de arquivamento foi negado pelo Supremo.
*
ARQUIVADOS
Raquel Dodge pede ao STF para encerrar 24 investigações sobre políticos com foro
  • POR FALTA DE PROVAS
  • 10 inquéritos
  • Políticos alvos: senador Ivo Cassol (PP-RO) e deputados Walney Rocha (PEN-RJ), Lindomar Garçon (PRB-RO), Fernando Torres (PSD-BA), Fernando Francischini (SD-PR), Alex Manente (PPS-SP, em dois inquéritos), Dâmina Pereira (PSL-MG), Chico D'Ângelo (PT-RJ) e Bacelar (PODE-BA)
  • PRESCRIÇÃO POR DEMORA
  • 3 inquéritos
  • Políticos alvos: deputados Marco Tebaldi (PSDB-SC), Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB) e Zeca Cavalcanti (PTB-PE)
  • PRESCRIÇÃO POR IDADE DO INVESTIGADO
  • 1 inquérito
  • Político alvo: ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco (PMDB-RJ)
  • SIGILOSOS
  • 6 inquéritos
  • Políticos alvos: senadores Vicentinho Alves (PR-TO) e Eduardo Amorim (PSDB-SE) e deputados Maia Filho (PP-PI), Rocha (PSDB-AC) e Átila Lins (PSD-AM)
Em casos sigilosos, não é possível saber quem era o investigado
  • INDISPONÍVEL
  • 4 inquéritos
  • Políticos alvo: ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD-SP), e deputados Paulinho da Força (SD-SP), Nilson Leitão (PSDB-MT) e Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB)
Os pedidos de arquivamento não haviam sido disponibilizados no site do STF até sexta (1º)
*
EXEMPLOS
Zeca Cavalcanti (PTB-PE)
Era alvo de inquérito em Pernambuco desde 2012. Devido ao foro, Janot abriu investigação no STF em maio deste ano para apurar supostos crimes em licitação quando o parlamentar era prefeito de Arcoverde (PE). Em outubro, Dodge pediu arquivamento por prescrição e também falta de provas.
Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB)
investigado no STF desde março de 2015 por supostos crimes em licitação quando foi prefeito de Campina Grande (PB), teve inquérito arquivado porque, segundo Dodge, "em relação ao suposto conluio na contratação [...] cumpre reconhecer a ocorrência da prescrição da pretensão punitiva estatal"

MEGA PESQUISA REALIZADA NA INTERNET COM MAIS DE 100 MIL PARTICIPANTES COLOCA JAIR BOLSONARO COM 66% DAS INTENÇÕES DE VOTOS GANHANDO AS ELEIÇÕES NO 1º TURNO

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Uma pesquisa iniciada pela internet através do Formulário do Google está ganhando certa notoriedade nas redes sociais.
A metodologia da pesquisa é bastante simples: um formulário do Google com algumas perguntas onde o usuário deve respondê-las. Sem segredo. Lembramos que o Google usa tecnologia própria para impedir que bots, spammers e outros respondam automaticamente a pesquisa gerando resultados falsos.
Não está sendo incomum que os próprios usuários da internet criem e desenvolvam os seus próprios métodos de pesquisa das intenções de votos para eleições, já que cada dia mais que passa, os tradicionais institutos tem sua credibilidade questionada em conjunto com os parceiros da grande mídia mainstream.
Essas informações não devem ser desconsideradas e subestimadas, já que podem representar muito bem a intenção de votos de um grupo da amostragem. Tais pesquisas entregam uma nova realidade que os veículos tradicionais de comunicação não estão conseguindo lidar direito. É óbvio que não podemos considerar como uma pesquisa com 100% de confiança, mas traz uma bela noção da realidade.
Você já se perguntou se realmente confia nas pesquisas tradicionais de intenções de voto? Pois é. Por que não também considerar esta como uma forma válida de avaliar a opinião geral?
Há um pequeno porém na pesquisa: aparentemente o criador dela não definiu a possibilidade de impedir quem já tenha votado de votar novamente. Qualquer um poderia votar diversas vezes em seu candidato e ainda, considerando o fato de que a esquerda ganhou notoriedade por usar desses robôs para aumentar sua influência na internet, é possível que o resultado sofra sérias alterações, comprometendo a sua veracidade. O mesmo vale para candidatos como Bolsonaro ou qualquer outro.
Até o momento do fechamento da edição deste post podemos levantar as seguintes informações:

Vamos aos resultados parciais:
Quantidade de participantes: 114.827.
Em quem você votaria hoje?
Jair Bolsonaro aparece disparado em primeiro lugar com 66,2% (75.995 mil votos) das intenções de voto;
Em segundo lugar, Geraldo Alckmin ou João Dória aparecem com 7% das intenções (8.034 mil votos);
Em terceiro, o comunista e condenado Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 6,6% (7.563 mil votos);
Joaquim Barbosa aparece com 3,7% (4.239 mil votos);
Ciro Gomes está com 2,6% (3.025 mil votos);
O apresentador de TV Luciano Huck com meros 1,3% (1.440 mil votos);
Marina Silva com míseros 0,9% (1.058 mil votos), só não passando mais vergonha que Manuela d’Ávila com 0,2% das intenções (278 votos).
No cenário de segundo turno de Lula vs. Jair Bolsonaro:
Bolsonaro novamente aparece com estrondosos 87,8% das intenções de voto contra apenas 12,2% do criminoso condenado Lula da Silva.
No cenário de segundo turna de Lula vs. Geraldo Alckmin ou João Doria:
A dupla tucana aparece com 85,6% das intenções contra meros 14,4% de Lula.
No cenário de segundo turno de Alckmin e Doria Contra Bolsonaro:
Bolsonaro, mais uma vez com 75,1% das intenções de voto contra 24,9% da dupla de tucanos.
No cenário de segundo turno de Marina Silva vs. Lula:
Lula aparece com vergonhosos 14,7% e Marina Silva, com orgulhosos 85,3%.
No cenário de segundo turno com Marina vs. Bolsonaro:
Bolsonaro aparece massacrando a comunista Marina Silva com 84,6% dos votos enquanto a concorrente possuí 15,4%.
Outros candidatos irrelevantes também aparecem na pesquisa, mas vocês precisam acessar ela para verificar o resultado, nem perderemos o nosso tempo. Há diversos outros dados dos participantes também disponíveis, como idade, região, escolaridade, etc.

Podemos destacar que em qualquer cenário que Jair Bolsonaro aparece ele massacra a concorrência por mais de 80%. Apenas no primeiro turno, o militar conseguiria 66% dos votos, ganhando a eleição em primeiro turno.
Analisando o resultado da esquerda fabiana (Dória e Alckmin), eles não conseguem passar dos 15% de intenções de votos em segundo turno.
Já a esquerda tradicional, os resultados pífios variam de Para vocês responderem e participar da pesquisa, clique aqui.
Para vocês conferirem os resultados da pesquisa em tempo real, basta clicar neste link.
Obviamente, oferecemos um print-screen da pesquisa no momento em que acessamos ela:
 
A tendência da vitória de Bolsonaro e sua quantidade gigantesca de intenções de votos continua em diversas outras pesquisas.
Nesta por exemplo, feita no Twitter, por um perfil notoriamente de esquerda, Bolsonaro aparece com pelo menos 57% das intenções. Já são mais de 26 mil participantes e o tempo de duração dela é de mais um dia (do fechamento deste post). Marina aparece com 3% enquanto Alckmin tem 6%. Já o candidato Lula (ou outro indicado por ele), aparece com 34%.
Destacamos que o fato de Lula (ou seu indicado) aparecer com 34% confirma outros resultados bastante semelhantes com outras enquetes feitas no mesmo formato. Lula não passa muito dos 30 e poucos porcento em nenhuma pesquisa alternativa de primeiro turno.
O Twitter, por ser permissivo em relação ao uso de bots e spammers que criam falsos perfis para modificar um determinado engajamento, costumam oferecer pesquisas de baixa qualidade, dependendo do alcance e a veracidade dos usuários que seguem o perfil criador da pesquisa.

Aqui trazemos o tradicional print-screen caso o perfil apague a pesquisa:
DO POLITZ

sábado, 2 de dezembro de 2017

Datafolha: Lula segue líder; Bolsonaro consolida 2ª colocação

Datafolha acaba de soltar nova pesquisa presidencial.
Lula continua líder e Jair Bolsonaro consolida vice-liderança.

No cenário mais factível com Lula, o ex-presidente aparece com o dobro de intenções do deputado federal; Marina (REDE) aparece com 9%, Alckmin (PSDB) e Ciro (PDT) empatados com 6%.
No cenário mais factível sem Lula, Bolsonaro assume a liderança (22%); seguido de Ciro, 13%, Alckmin, 12%, Alvaro Dias, 6%. Com Marina Silva no jogo, ela vai a 16%. Com o prefeito João Doria, ele fica com 6%.


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Por que os tucanos não têm chance em 2018?

sábado, 2 de dezembro de 2017

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, deu ontem várias entrevistas amestradas, nas quais repetiu que quer ser candidato à Presidência da República ano que vem, por se considerar “preparado para o cargo”. Evidentemente, nenhum pretendente a sentar no trono do Palácio do Planalto dirá o contrário. O problema é que os tucanos nunca estiveram com o filme tão queimado, como agora, perante o eleitorado, por suspeitas de corrupção em seus governos. Um grande responsável pela destruição de imagem foi Aécio Neves – um tucano que está mais para avestruz: não sabe onde enfia a cara...
Geraldo Alckmin tem outros problemas a enfrentar na corrida maluca à Presidência em 2018. Primeiro, e antes de tudo, terá de encarar o desgaste de assumir a presidência do PSDB, em meio ao dilema: jura que apóia o desgastado governo Michel Temer, mas finge que não quer fazer parte dele. Segundo, terá de enfrentar uma desgastante disputa interna no “politiburro” para ser indicado candidato. Terceiro, seus 20 anos de poder no Palácio dos Bandeirantes serão alvos de ataques nunca antes ocorridos, questionando falhas impecáveis de gestão e suspeitas de corrupção nas áreas de infraestrutura e transportes. Quarto: seu estilo “picolé de chuchu” não convence em uma disputa com Lula, Ciro Gomes e Jair Bolsonaro (a cada instante um nome mais favorito).
O jogo de cena prejudica Geraldo. Ele tem encontro marcado com o Presidente Michel Temer, no interior paulista, 0para inaugurações do Minha Casa Minha Vida (programa federal) e Casa Paulista (programa estadual). Só falta jurar que nada falará com Temer sobre o tema mais espinhoso do momento: Reforma da Previdência. Até assumir o trono tucano, Geraldo encena que não quer conversa com ninguém: "Se assumirmos será só no dia 9. Antes disso não tem conversa, como presidente do partido, com o Presidente Temer”. A pergunta é: para que tanto fingimento e perda de tempo?
Ontem, ainda no estilo tucano-em-cima-do-muro, Geraldo repetiu e trepetiu que a reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer terá o apoio de seu partido. Alckmin até defendeu o projeto com um argumento técnico, em entrevista à Rádio Capital, de São Paulo:  "A Previdência precisa ser reformada porque há dois sistemas e os dois têm déficit. Só que o do INSS (Instituto Nacional do Serviço Social), que tem déficit de R$ 160 bilhões a R$ 170 bilhões para 32 milhões de aposentados, tem distribuição de renda. Ninguém ganha mais de R$ 5 mil e a média é 1 salário mínimo e meio. Mas o déficit do setor público é preocupante. Tem déficit de mais de R$ 80 milhões para menos de 1 milhão de aposentados e pensionistas, com salários muito elevados. É o Robin Hood às avessas e, por isso, tem que ser corrigido".
Geraldo Alckmin citou os valores médios pagos ano passado em aposentadorias: R$ 1.191 para o aposentado do INSS, R$ 8 mil para o servidor do Poder Executivo público, R$ 16 mil para representantes do Judiciário e R$ 24 mil para o Legislativo. "Não pode ter um sistema desses. Sempre defendi um regime geral de Previdência e vou lutar por isso, como já foi feito em São Paulo. Aqui, tanto o Legislativo, o Judiciário, o Executivo recebe teto do INSS e tem a opção de aderir à previdência complementar".
Geraldo só ressalvou o óbvio ululante: que a PEC da Previdência não será facilmente aprovada pelo Congresso, já que, por ser emenda constitucional, precisa de 308 votos. Geraldo também não revelou quantos dos 46 deputados tucanos vão votar a favor da reforma temerária da previdência. O apoio de Geraldo não convence. Ainda mais porque até o Michelzinho sabe que o Geraldo terá de meter o pau no governo do pai dele durante o fla-flu da campanha... O ataque no sabor de picolé de chuchu tem grande risco de não convencer, já que o PSDB fez parte – e agora finge que está saindo do governo que jura apoiar...
A tucanagem e a falta de estilo ofensivo torna Geraldo Alckmin um candidato inviável para a vitória em outubro/novembro de 2018. Geraldo só promete “reformas estruturantes”. Até o Michelzinho e a maioria do eleitorado já sabem que reforminhas não resolvem. O Brasil precisa ser passado a limpo e reinventado pela via da Intervenção Institucional para neutralizar a ação do crime nos três poderes. A única saída é uma mudança estrutural. Tucanos não querem mudar nada. Por isso, tomarão o maior pau nunca antes visto na História, em 2018...
O Alerta Total insiste: novamente, corremos o risco de não termos um debate sério e necessário para a formulação de um Projeto Estratégico para o Brasil. O fla-flu ideológico é, tragicamente, a tendência do pleito de 2018. Teremos bate-bocas apaixonados e histéricos contra e a favor dos candidatos. As discussões sobre mudanças estruturais não sairão da boca dos políticos profissionais. Esta é a nossa maior desgraça...
Enquanto isso, a economia mundial tem previsão de crescer, em média, 3,5%. Outros países ditos “em desenvolvimento” podem crescer em percentuais até maiores. Nós, os otários tupiniquins, seguiremos patinando e prometendo novos vôos da galinha, assim que elegermos o nosso suposto salvador da pátria”... Até quando ficaremos nesta sacanagem?

Barata deixa cana de novo e pedido de impedimento de Gilmar continua preso

Josias de Souza

Quantas vezes Jacob Barata Filho terá que deixar a cadeia para que Cármen Lúcia liberte de sua gaveta o pedido de impedimento formulado pela Procuradoria contra seu colega Gilmar Mendes? Chamado no Rio de Janeiro de ‘Rei do Ônibus’, Barata parece viver sob outro regime —uma espécie de monarquia negocial, onde reina a esculhambação nas relações entre empresários do setor de transportes e políticos.
Barata Já deixou o xadrez uma, duas, três vezes. Antes de entregar à sucessora Raquel Dodge a chefia da Procuradoria-Geral da República, em setembro, Rodrigo Janot já havia protocolado no Supremo Tribunal Federal uma petição contra Gilmar. Entre outros argumentos, sustentou que, como padrinho de casamento de Beatriz Barata, filha do preso, o ministro deveria declarar-se suspeito para julgar os habeas corpus requeridos pela defesa do empresário. Gilmar deu de ombros.
O caso divide os ministros do Supremo. Um pedaço do tribunal avalia que o pedido de impedimento é procedente. Outro naco da Corte, aparentemente majoritário, enxerga exagero na iniciativa da Procuradoria. Um julgamento em plenário teria o efeito de um tira-teima. Mas a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo, se recusa a libertar de sua gaveta a peça da Procuradoria contra Gilmar. Até quando?
Membro da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, o procurador regional da República José Augusto Vagos lamenta: “Chega a ser constrangedor o acesso que esse acusado tem para obter decisão em último grau de jurisdição sem passar pelas demais instâncias, como se desfrutasse de um foro privilegiado exclusivo para liminares em habeas corpus, mesmo sendo acusado de destinar dezenas de milhões de reais aos maiores líderes políticos do Rio, como se isso constituísse crime de menor potencial ofensivo, crime de bagatela.”

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

O AEROPORTO FANTASMA DE MOÇAMBIQUE. E AINDA HÁ QUEM APOIE ESSES TRASTES DO PT, PMDB E PSDB, OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS PELA DESTRUIÇÃO DO BRASIL.

quinta-feira, novembro 30, 2017

 

Enquanto o Brasil está completamente sucateado, praticamente paralisado, semi-destruído pela canalha comunista do PT associada ao PMDB e PSDB, é bom que se frise, é doloroso, odioso, constatar que a pesada carga tributária suportada por todos os brasileiros financiou - entre dezenas de outras obras no exterior - um moderno aeroporto em Moçambique que está praticamente abandonado.
Faz parte de dezenas de obras gigantescas finananciadas pelo BNDES durante o desgoverno de Lula e seus sequazes em diversas republiquetas comunistas como Moçambique, Cuba, Venezuela e por aí vai, enquanto o Brasil inteiro está completamente sucateado. Sem falar nos aeroportos que são uma lástima, como são as estradas, os serviços de saúde e a segurança pública. Aliás, "insegurança pública".
Importante salientar que todos esses trastes políticos sabiam o que estava acontecendo mas continuavam alegres e faceiros com a conivência da grande mídia e seus jornalistas que cumpriam "missão" na redações teleguiados por Lula e FHC. 
E o mais incrível de toda essa história macabra que veio à luz pela Operação Lava Jato parece não ter fim, graças a um cipoal de manobras por parte de todos dos manipuladores dos Poderes da República, algo inaudito na história do Brasil. E o pior é que ainda existam pessoas que continuam defendendo a camorra liderada por Lula, FHC e sua gente, incluindo o PMDB e o PSDB inteiros. Não sobra ninguém, nem unzinho da politicalha que continua tungando os cofres da Nação e faz de tudo para perpetuar toda essa sacanagem contra o povo brasileiro.
Enfim. A situação econômica do Brasil é dramática, para dizer o mínimo. E isto é tremendamente perigoso porque se trata do velho esquema comunista que é criar uma situação de caos total. Criado o caos o passo seguinte é a cubanização do país, como aconteceu recentemente na Venezuela.
Só os néscios não enxergam essa desgraça que se avizinha, a ponto de ter sobrado apenas um político brasileiro que não está enterrado nesse lodaçal de sacanagens e roubalheiras que destruiram nosso país. Chama-se Jair Messias Bolsonaro. Queiram ou não Bolsonaro acabou se transformando na derradeira opção para a eleição presidencial de 2018 para por um paradeiro definitivo nesse banquete de abutres. DO A.AMORIM

José Neumane diz: Temer, Aécio e o STF são uns VEXAMES universais


Previdência dá a Temer a aparência de estorvo


Nos últimos seis meses, Michel Temer demonstrou que a honestidade é uma virtude facilmente contornável. Fez isso ao obter da Câmara o congelamento de duas denúncias criminais. Depois de desperdiçar quase meio ano do seu mandato-tampão para se salvar, Temer retoma o objetivo de salvar o país. Ele assegura que aprovará a reforma da Previdência.
O problema é que Temer conseguiu manter a cabeça sobre o pescoço com métodos que levaram os aliados à sua volta a perder as suas cabeças. Hoje, embora reconheçam que a mexida previdenciária é essencial, os deputados governistas alegam que já se desgastaram demais socorrendo o presidente. E não se dispõem a aprovar mais uma reforma impopular na antessala das eleições.
Sem os 308 votos de que necessita para prevalecer na Câmara, Temer torra milhões numa campanha publicitária para esclarecer ao povo o quão necessária é a reforma que seu governo não consegue aprovar. Simultaneamente, Temer se vangloria de ter recolocado a economia nos trilhos. É lorota. Em verdade, Temer comanda um governo aético e disfuncional, que torna precária uma retomada do crescimento econômico que deveria ser exuberante. No momento, o Brasil é presidido por um estorvo.DO J.DESOUZA