quinta-feira, 3 de agosto de 2017

LISTA DOS DEPUTADOS QUE VOTARAM A FAVOR DO POVO E DO BRASIL E DOS TRAIDORES DA PÁTRIA

Câmara rejeitou denúncia contra o presidente. Processo por corrupção passiva ficará parado no Supremo enquanto ele exercer o mandato.

O PMDB foi o partido com o maior número de deputados que votaram pelo arquivamento da denúncia contra o presidente Michel Temer nesta quarta-feira (2). Enquanto isso, o PT foi a legenda com mais votos favoráveis à continuidade das investigações, com 58 no total.
Já o PSDB teve o maior número de ausências, com 4 deputados que não compareceram. O PMDB teve 3 faltas. Dos 26 partidos, apenas 2 tiveram abstenções: DEM e PMDB.
Denúncia contra Temer: votação na Câmara por partido (Foto: Arte/G1)
Denúncia contra Temer: votação na Câmara por partido (Foto: Arte/G1)

Veja abaixo como votou cada partido:

DEMSIM - 23
NÃO - 6
ABSTENÇÃO - 1
Abel Mesquita Jr.(DEM-RR) - SIM
Alan Rick (DEM-AC) - NÃO
Alberto Fraga(DEM-DF) - SIM
Alexandre Leite(DEM-SP) - ABSTENÇÃO
Carlos Melles(DEM-MG) - SIM
Claudio Cajado(DEM-BA) - SIM
Efraim Filho(DEM-PB)- SIM
Eli Corrêa Filho (DEM-SP) - SIM
Elmar Nascimento (DEM-BA) - SIM
Felipe Maia(DEM-RN) - SIM
Francisco Floriano (DEM-RJ) - SIM
Hélio Leite(DEM-PA) - SIM
Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) - SIM
José Carlos Aleluia (DEM-BA) - SIM
Juscelino Filho(DEM-MA) - SIM
Mandetta(DEM-MS) - NÃO
Marcelo Aguiar(DEM-SP) - SIM
Marcos Rogério(DEM-RO) - NÃO
Marcos Soares(DEM-RJ) - SIM
Mendonça Filho(DEM-PE) - SIM
Misael Varella(DEM-MG) - SIM
Missionário José Olimpio (DEM-SP) - SIM
Norma Ayub(DEM-ES) - NÃO
Onyx Lorenzoni(DEM-RS) - NÃO
Osmar Bertoldi(DEM-PR) - SIM
Pauderney Avelino (DEM-AM) - SIM
Paulo Azi(DEM-BA) - SIM
Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) - SIM
Rodrigo Maia(DEM-RJ) - NÃO VOTA
Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) - NÃO
Vaidon Oliveira(DEM-CE) - SIM
PCdoBSIM - 0
NÃO - 10
Alice Portugal(PCdoB-BA) - NÃO
Chico Lopes(PCdoB-CE) - NÃO
Daniel Almeida(PCdoB-BA) - NÃO
Jandira Feghali(PCdoB-RJ) - NÃO
Jô Moraes(PCdoB-MG) - NÃO
Luciana Santos(PCdoB-PE) - NÃO
Moisés Diniz(PCdoB-AC) - NÃO
Orlando Silva(PCdoB-SP) - NÃO
Professora Marcivania(PCdoB-AP) - NÃO
Rubens Pereira Júnior(PCdoB-MA) - NÃO
PDTSIM - 1
NÃO - 17
ABSTENÇÃO - 1
Afonso Motta(PDT-RS) - NÃO
André Figueiredo (PDT-CE) - NÃO
Ariosto Holanda(PDT-CE) - NÃO
Assis do Couto(PDT-PR) - NÃO
Dagoberto Nogueira (PDT-MS) - NÃO
Damião Feliciano (PDT-PB) - NÃO
Deoclides Macedo (PDT-MA) - NÃO
Félix Mendonça Júnior(PDT-BA) - NÃO
Flávia Morais(PDT-GO) - NÃO
Giovani Cherini(PDT-RS) - AUSENTE
Hissa Abrahão(PDT-AM) - NÃO
Leônidas Cristino(PDT-CE) - NÃO
Pompeo de Mattos(PDT-RS) - NÃO
Roberto Góes(PDT-AP) - SIM
Ronaldo Lessa(PDT-AL) - NÃO
Sergio Vidigal(PDT-ES) - NÃO
Subtenente Gonzaga(PDT-MG) - NÃO
Weverton Rocha(PDT-MA) - NÃO
Wolney Queiroz(PDT-PE) - NÃO
PENSIM - 3
NÃO - 0
Erivelton Santana(PEN-BA) - SIM
Junior Marreca (PEN-MA) - SIM
Walney Rocha (PEN-RJ) - SIM
PHS
SIM - 1
NÃO - 6
Carlos Andrade(PHS-RR) - NÃO
Diego Garcia(PHS-PR) - NÃO
Dr. Jorge Silva(PHS-ES) - NÃO
Givaldo Carimbão(PHS-AL) - NÃO
Marcelo Aro(PHS-MG) - SIM
Marcelo Matos(PHS-RJ) -NÃO
Pastor Eurico(PHS-PE) - NÃO
PMB
SIM - 0
NÃO - 1
Weliton Prado(PMB-MG) - NÃO
PMDB
SIM - 53
NÃO - 6
ABSTENÇÃO - 1
AUSENTE - 3
Alceu Moreira(PMDB-RS) - SIM
Alexandre Serfiotis(PMDB-RJ) - AUSENTE
Altineu Côrtes(PMDB-RJ) - SIM
André Amaral(PMDB-PB) - SIM
Aníbal Gomes(PMDB-CE) - SIM
Baleia Rossi(PMDB-SP) - SIM
Cabuçu Borges(PMDB-AP) - SIM
Carlos Bezerra(PMDB-MT) - SIM
Carlos Marun(PMDB-MS) - SIM
Celso Jacob(PMDB-RJ) - SIM
Celso Maldaner(PMDB-SC) - SIM
Celso Pansera(PMDB-RJ) - NÃO
Cícero Almeida(PMDB-AL) - SIM
Daniel Vilela(PMDB-GO) - SIM
Darcísio Perondi(PMDB-RS) - SIM
Dulce Miranda(PMDB-TO) - SIM
Elcione Barbalho(PMDB-PA) - SIM
Fábio Ramalho(PMDB-MG) - SIM
Fabio Reis(PMDB-SE) - SIM
Flaviano Melo(PMDB-AC) - SIM
Hermes Parcianello (PMDB-PR) - SIM
Hildo Rocha(PMDB-MA) - SIM
Hugo Motta(PMDB-PB) - SIM
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) - NÃO
Jéssica Sales(PMDB-AC) - SIM
João Arruda(PMDB-PR) - SIM
João Marcelo Souza(PMDB-MA) - SIM
José Fogaça(PMDB-RS) - SIM
José Priante(PMDB-PA) - SIM
Josi Nunes(PMDB-TO) - SIM
Laura Carneiro(PMDB-RJ) - NÃO
Lelo Coimbra(PMDB-ES) - SIM
Leonardo Picciani(PMDB-RJ) - SIM
Leonardo Quintão(PMDB-MG) - SIM
Lucio Mosquini(PMDB-RO) - SIM
Lucio Vieira Lima(PMDB-BA) - SIM
Marcelo Castro(PMDB-PI) - AUSENTE
Marco Antônio Cabral(PMDB-RJ) - SIM
Marinha Raupp(PMDB-RO) - SIM
Marx Beltrão(PMDB-AL) - SIM
Mauro Lopes(PMDB-MG) - SIM
Mauro Mariani(PMDB-SC) - SIM
Mauro Pereira(PMDB-RS) - SIM
Moses Rodrigues(PMDB-CE) - SIM
Newton Cardoso Jr(PMDB-MG) - SIM
Osmar Serraglio(PMDB-PR) - AUSENTE
Osmar Terra(PMDB-RS) - SIM
Pedro Chaves(PMDB-GO) - SIM
Pedro Paulo(PMDB-RJ) - SIM
Rodrigo Pacheco(PMDB-MG) - ABSTENÇÃO
Rogério Peninha Mendonça(PMDB-SC) - SIM
Rogério Silva(PMDB-MT) - SIM
Ronaldo Benedet(PMDB-SC) - SIM
Saraiva Felipe(PMDB-MG) - SIM
Sergio Souza(PMDB-PR) - SIM
Sergio Zveiter(PMDB-RJ) - NÃO
Simone Morgado (PMDB-PA) - SIM
Soraya Santos(PMDB-RJ) - SIM
Valdir Colatto(PMDB-SC) - SIM
Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB) - NÃO
Vitor Valim(PMDB-CE) - NÃO
Walter Alves(PMDB-RN) - SIM
Zé Augusto Nalin(PMDB-RJ) - SIM
PODE
SIM - 9
NÃO - 5
Ademir Camilo(PODE-MG) - SIM
Alexandre Baldy(PODE-GO) - SIM
Aluisio Mendes(PODE-MA) - SIM
Antônio Jácome(PODE-RN) - NÃO
Bacelar(PODE-BA) - NÃO
Carlos Henrique Gaguim(PODE-TO) - SIM
Dr. Sinval Malheiros(PODE-SP) - SIM
Ezequiel Teixeira(PODE-RJ) - SIM
Francisco Chapadinha(PODE-PA) - SIM
Jozi Araújo(PODE-AP) - SIM
Luiz Carlos Ramos(PODE-RJ) - NÃO
Renata Abreu(PODE-SP) - NÃO
Ricardo Teobaldo(PODE-PE)- SIM
Silas Freire(PODE-PI) - NÃO
PP
SIM - 37
NÃO - 7
AUSÊNCIA - 1
Adail Carneiro(PP-CE) - NÃO VOTOU
Afonso Hamm(PP-RS) - NÃO
Aguinaldo Ribeiro(PP-PB) - SIM
André Abdon(PP-AP) - SIM
André Fufuca(PP-MA) -SIM
Arthur Lira(PP-AL) - SIM
Beto Rosado(PP-RN) - SIM
Beto Salame(PP-PA) - SIM
Cacá Leão(PP-BA) - SIM
Conceição Sampaio(PP-AM) -NÃO
Covatti Filho(PP-RS) - SIM
Dilceu Sperafico (PP-PR) - SIM
Dimas Fabiano (PP-MG) - SIM
Eduardo da Fonte(PP-PE) - SIM
Esperidião Amin(PP-SC) - NÃO
Ezequiel Fonseca(PP-MT) - SIM
Fausto Pinato(PP-SP) - SIM
Fernando Monteiro(PP-PE) - SIM
Franklin(PP-MG) - SIM
Guilherme Mussi(PP-SP) - SIM
Hiran Gonçalves(PP-RR) - SIM
Iracema Portella(PP-PI) - SIM
Jerônimo Goergen(PP-RS) - NÃO
Jorge Boeira(PP-SC) - NÃO
José Otávio Germano(PP-RS) - SIM
Julio Lopes(PP-RJ) - SIM
Lázaro Botelho(PP-TO) - SIM
Luis Carlos Heinze(PP-RS) - NÃO
Luiz Fernando Faria(PP-MG) - SIM
Macedo(PP-CE) - SIM
Maia Filho(PP-PI) - SIM
Marcus Vicente(PP-ES) - SIM
Mário Negromonte Jr.(PP-BA) -SIM
Nelson Meurer(PP-PR) - SIM
Paulo Henrique Lustosa (PP-CE) -SIM
Paulo Maluf(PP-SP) - SIM
Renato Andrade(PP-MG) - SIM
Renato Molling(PP-RS) - SIM
Renzo Braz(PP-MG) - SIM
Ricardo Izar(PP-SP) - SIM
Roberto Balestra(PP-GO) -SIM
Roberto Britto(PP-BA) - SIM
Ronaldo Carletto(PP-BA) - AUSENTE
Rôney Nemer(PP-DF) -AUSENTE
Simão Sessim(PP-RJ) - SIM
Toninho Pinheiro(PP-MG) - SIM
Waldir Maranhão(PP-MA) -NÃO
PPS
SIM - 1
NÃO - 9
Alex Manente(PPS-SP) - NÃO
Arnaldo Jordy(PPS-PA) - NÃO
Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) - SIM
Carmen Zanotto(PPS-SC) - NÃO
Eliziane Gama(PPS-MA) - NÃO
Luzia Ferreira(PPS-MG) - NÃO
Marcos Abrão(PPS-GO) - NÃO
Pollyana Gama (PPS-SP) - NÃO
Roberto Freire(PPS-SP) - NÃO
Rubens Bueno(PPS-PR) - NÃO
PR
SIM - 28
NÃO - 9
AUSÊNCIA - 3
Adelson Barreto(PR-SE) - NÃO
Aelton Freitas(PR-MG) - SIM
Alexandre Valle(PR-RJ) - SIM
Alfredo Nascimento(PR-AM) -SIM
Bilac Pinto(PR-MG) - SIM
Brunny(PR-MG) - SIM
Cabo Sabino(PR-CE) - NÃO
Cajar Nardes(PR-RS) - SIM
Capitão Augusto(PR-SP) - NÃO
Christiane de Souza Yared(PR-PR) -NÃO
Delegado Edson Moreira(PR-MG) - SIM
Delegado Waldir(PR-GO) -AUSENTE
Edio Lopes(PR-RR) - SIM
Giacobo(PR-PR) - SIM
Giovani Cherini (PR-RS) - AUSENTE
Gorete Pereira(PR-CE) - SIM
João Carlos Bacelar(PR-BA) - SIM
Jorginho Mello(PR-SC) - NÃO
José Carlos Araújo(PR-BA) - SIM
José Rocha(PR-BA) - SIM
Laerte Bessa(PR-DF) - SIM
Lúcio Vale(PR-PA) - SIM
Luiz Cláudio(PR-RO) - SIM
Luiz Nishimori(PR-PR) - SIM
Magda Mofatto(PR-GO) -SIM
Marcelo Álvaro Antônio(PR-MG) - NÃO
Marcelo Delaroli(PR-RJ) - SIM
Marcio Alvino(PR-SP) - SIM
Maurício Quintella Lessa(PR-AL) - SIM
Miguel Lombardi(PR-SP) - SIM
Milton Monti(PR-SP) - SIM
Paulo Feijó(PR-RJ) - SIM
Paulo Freire(PR-SP) - SIM
Remídio Monai(PR-RR) - SIM
Sebastião Oliveira(PR-PE) - SIM
Tiririca(PR-SP) - NÃO
Vicentinho Júnior(PR-TO) -AUSENTE
Vinicius Gurgel(PR-AP) - SIM
Wellington Roberto(PR-PB) - NÃO
Zenaide Maia(PR-RN) -NÃO
PRB
SIM - 15
NÃO - 6
AUSÊNCIA - 1
Antonio Bulhões(PRB - SP) - SIM
Beto Mansur(PRB-SP) - SIM
Carlos Gomes(PRB-RS) - NÃO
Celso Russomanno(PRB-SP) - SIM
César Halum(PRB-TO) - NÃO
Cleber Verde(PRB-MA) - SIM
Dejorge Patrício(PRB-RJ) -AUSENTE
Jhonatan de Jesus(PRB-RR) - SIM
João Campos(PRB-GO) - SIM
Jony Marcos(PRB-SE) - NÃO
Lincoln Portela(PRB-MG) - NÃO
Lindomar Garçon(PRB-RO) - SIM
Marcelo Squassoni(PRB-SP) - SIM
Márcio Marinho(PRB-BA) - SIM
Pastor Luciano Braga(PRB-BA) - SIM
Roberto Alves(PRB-SP)SIM
Roberto Sales(PRB-RJ) -SIM
Ronaldo Martins(PRB-CE) - NÃO
Rosangela Gomes(PRB-RJ) - SIM
Sérgio Reis(PRB-SP) - NÃO
Silas Câmara(PRB-AM) - SIM
Vinicius Carvalho(PRB-SP) - SIM
PROS
SIM - 2
NÃO - 2
Eros Biondini(PROS-MG) - NÃO
Felipe Bornier(PROS-RJ) - NÃO
Ronaldo Fonseca(PROS-DF) - SIM
Toninho Wandscheer(PROS-PR) - SIM
PSB
SIM - 11
NÃO - 22
AUSÊNCIA - 2
Adilton Sachetti(PSB-MT) - SIM
Átila Lira(PSB-PI) -SIM
Bebeto(PSB-BA) - NÃO
César Messias (PSB-AC) - NÃO
Danilo Cabral(PSB-PE) - NÃO
Danilo Forte(PSB-CE) - SIM
Fabio Garcia(PSB-MT) - SIM
Fernando Coelho Filho(PSB-PE) - SIM
Flavinho(PSB-SP) - NÃO
George Hilton (PSB-MG) - NÃO
Gonzaga Patriota(PSB-PE) - NÃO
Heitor Schuch(PSB-RS) - NÃO
Heráclito Fortes(PSB-PI) -SIM
Hugo Leal(PSB-RJ) -NÃO
Janete Capiberibe(PSB-AP) - NÃO
JHC(PSB-AL) - NÃO
João Fernando Coutinho(PSB-PE) - AUSENTE
José Reinaldo(PSB-MA) - SIM
Jose Stédile(PSB-RS) - NÃO
Júlio Delgado(PSB-MG) - NÃO
Keiko Ota(PSB-SP) - NÃO
Leopoldo Meyer(PSB-PR) - NÃO
Luana Costa(PSB-MA) - NÃO
Luciano Ducci(PSB-PR) - AUSENTE
Luiz Lauro Filho(PSB-SP) - NÃO
Maria Helena(PSB-RR) - SIM
Marinaldo Rosendo (PSB-PE) - SIM
Odorico Monteiro (PSB-CE) - NÃO
Paulo Foletto(PSB-ES) - NÃO
Rafael Motta(PSB-RN)NÃO
Rodrigo Martins(PSB-PI) -NÃO
Tadeu Alencar(PSB-PE) - NÃO
Tenente Lúcio(PSB-MG) - SIM
Tereza Cristina(PSB-MS) - SIM
Valadares Filho(PSB-SE) - NÃO
PSC
SIM - 5
NÃO - 4
AUSÊNCIA - 1
Andre Moura(PSC-SE) - SIM
Arolde de Oliveira(PSC-RJ) -NÃO
Eduardo Bolsonaro(PSC-SP) - NÃO
Gilberto Nascimento(PSC-SP) - AUSENTE
Irmão Lazaro(PSC-BA) - NÃO
Jair BolsonaroPSCRJNÃO
Júlia Marinho(PSC-PA) - SIM
Pr. Marco Feliciano (PSC-SP) - SIM
Professor Victório Galli(PSC-MT) - SIM
Takayama(PSC-PR) - SIM
PSD
SIM - 22
NÃO - 14
AUSÊNCIA - 2
André de Paula(PSD-PE) - NÃO
Antonio Brito(PSD-BA) - NÃO
Átila Lins(PSD-AM) - SIM
Cesar Souza(PSD-SC) - SIM
Danrlei de Deus Hinterholz(PSD-RS) - NÃO
Delegado Éder Mauro(PSD-PA) - SIM
Diego Andrade(PSD-MG) - SIM
Domingos Neto(PSD-CE) - SIM
Edmar Arruda(PSD-PR) - SIM
Evandro Roman(PSD-PR) - SIM
Expedito Netto(PSD-RO) - NÃO
Fábio Faria(PSD-RN) - SIM
Fábio Mitidieri(PSD-SE) - NÃO
Fernando Torres(PSD-BA) - NÃO
Goulart(PSD-SP) - SIM
Herculano Passos(PSD-SP) - SIM
Heuler Cruvinel(PSD-GO) - SIM
Irajá Abreu(PSD-TO) - NÃO
Jaime Martins(PSD-MG) - SIM
Jefferson Campos(PSD-SP) - NÃO
João Paulo Kleinübing(PSD-SC) - SIM
João Rodrigues(PSD-SC) - SIM
Joaquim Passarinho(PSD-PA) - NÃO
José Nunes(PSD-BA) - NÃO
Júlio Cesar(PSD-PI) -SIM
Marcos Montes(PSD-MG) - SIM
Marcos Reategui(PSD-AP) - AUSENTE
Paulo Magalhães(PSD-BA) - NÃO
Raquel Muniz(PSD-MG) - SIM
Reinhold Stephanes(PSD-PR) - AUSENTE
Rogério Rosso(PSD-DF) - SIM
Rômulo Gouveia(PSD-PB) - SIM
Sandro Alex(PSD-PR) - NÃO
Sérgio Brito(PSD-BA) - NÃO
Stefano Aguiar(PSD-MG) - NÃO
Thiago Peixoto(PSD-GO) - SIM
Victor Mendes(PSD-MA) - SIM
Walter Ihoshi(PSD-SP) - SIM
PSDB
SIM - 22
NÃO - 21
AUSÊNCIA - 4
Antonio Imbassahy(PSDB-BA) - SIM
Arthur Virgílio Bisneto(PSDB-AM) - SIM
Betinho Gomes(PSDB-PE) - NÃO
Bonifácio de Andrada(PSDB-MG) - SIM
Bruna Furlan(PSDB-SP) - SIM
Bruno Araújo(PSDB-PE) - SIM
Caio Narcio(PSDB-MG) - SIM
Carlos Sampaio(PSDB-SP) - NÃO
Célio Silveira(PSDB-GO) - SIM
Daniel Coelho(PSDB-PE) - NÃO
Domingos Sávio (PSDB-MG) - SIM
Eduardo Barbosa(PSDB-MG) - AUSENTE
Eduardo Cury(PSDB-SP) - NÃO
Elizeu Dionizio(PSDB-MS) - SIM
Fábio Sousa(PSDB-GO) - NÃO
Geovania de Sá(PSDB-SC) - NÃO
Geraldo Resende(PSDB-MS) - SIM
Giuseppe Vecci(PSDB-GO) - SIM
Izalci Lucas(PSDB-DF) - SIM
Izaque Silva(PSDB-SP) - NÃO
João Gualberto(PSDB-BA) - NÃO
João Paulo Papa(PSDB-SP) - NÃO
Jutahy Junior(PSDB-BA) - NÃO
Lobbe Neto(PSDB-SP) - NÃO
Luiz Carlos Hauly(PSDB-PR) - SIM
Mara Gabrilli(PSDB-SP) - NÃO
Marco TebaldiPSDBSCSIM
Marcus Pestana(PSDB-MG) - SIM
Mariana Carvalho(PSDB-RO) - NÃO
Miguel Haddad(PSDB-SP) - NÃO
Nelson Padovani(PSDB-PR) - SIM
Nilson Leitão(PSDB-MT) - SIM
Nilson Pinto(PSDB-PA) - SIM
Otavio Leite(PSDB-RJ) - NÃO
Paulo Abi-Ackel(PSDB-MG) - SIM
Pedro Cunha Lima(PSDB-PB) - NÃO
Pedro Vilela(PSDB-AL) - AUSENTE
Raimundo Gomes de Matos(PSDB-CE) - AUSENTE
Ricardo Tripoli(PSDB-SP) - NÃO
Rocha(PSDB-AC) - NÃO
Rodrigo de Castro(PSDB-MG) - SIM
Rogério Marinho(PSDB-RN) - SIM
Shéridan(PSDB-RR) -AUSENTE
Silvio Torres(PSDB-SP) -NÃO
Vanderlei Macris(PSDB-SP) -NÃO
Vitor Lippi(PSDB-SP) -NÃO
Yeda Crusius(PSDB-RS) -SIM
PSL
SIM - 3
NÃO - 0
Alfredo Kaefer(PSL-PR) -SIM
Dâmina Pereira(PSL-MG) -SIM
Luciano Bivar(PSL-PE) -SIM
PSOL
SIM - 0
NÃO - 6
Chico Alencar(PSOL-RJ) -NÃO
Edmilson Rodrigues(PSOL-PA) -NÃO
Glauber Braga(PSOL-RJ) -NÃO
Ivan Valente(PSOL-SP) -NÃO
Jean Wyllys(PSOL-RJ) - NÃO
Luiza Erundina(PSOL-SP) -NÃO
PT
SIM - 0
NÃO - 58
Adelmo Carneiro Leão(PT-MG) -NÃO
Afonso Florence(PT-BA) -NÃO
Ana Perugini(PT-SP) -NÃO
Andres Sanchez(PT-SP) -NÃO
Angelim(PT-AC) -NÃO
Arlindo Chinaglia(PT-SP) -NÃO
Assis Carvalho(PT-PI) -NÃO
Benedita da Silva(PT-RJ) - NÃO
Beto Faro(PT-PA) -NÃO
Bohn Gass(PT-RS) -NÃO
Caetano(PT-BA) -NÃO
Carlos Zarattini(PT-SP) -NÃO
Chico D'angelo(PT-RJ) -NÃO
Décio Lima(PT-SC) -NÃO
Enio Verri(PT-PR) -NÃO
Erika Kokay(PT-DF) -NÃO
Gabriel Guimarães(PT-MG) -NÃO
Givaldo Vieira(PT-ES) -NÃO
Helder Salomão(PT-ES) - NÃO
Henrique Fontana(PT-RS) -NÃO
João Daniel(PT-SE) -NÃO
Jorge Solla(PT-BA) -NÃO
José Airton Cirilo(PT-CE) -NÃO
José Guimarães(PT-CE) -NÃO
José Mentor(PT-SP) -NÃO
Josias Gomes(PT-BA) -NÃO
Leo de Brito(PT-AC) - NÃO
Leonardo Monteiro(PT-MG) - NÃO
Luiz Couto(PT-PB) -NÃO
Luiz Sérgio(PT-RJ) -NÃO
Luizianne Lins(PT-CE) -NÃO
Marco Maia(PT-RS)NÃO
Marcon(PT-RS) -NÃO
Margarida Salomão(PT-MG)NÃO
Maria do Rosário(PT-RS)NÃO
Nelson Pellegrino(PT-BA) - NÃO
Nilto Tatto(PT-SP) - NÃO
Padre João(PT-MG) -NÃO
Patrus Ananias(PT-MG) -NÃO
Paulão(PT-AL) -NÃO
Paulo Pimenta(PT-RS) - NÃO
Paulo Teixeira(PT-SP) - NÃO
Pedro Uczai(PT-SC) -NÃO
Pepe Vargas(PT-RS) -NÃO
Reginaldo Lopes(PT-MG) -NÃO
Rubens Otoni(PT-GO) -NÃO
Ságuas Moraes(PT-MT)NÃO
Valmir Assunção(PT-BA)NÃO
Valmir Prascidelli(PT-SP)NÃO
Vander Loubet(PT-MS)NÃO
Vicente Candido(PT-SP)NÃO
Vicentinho(PT-SP) NÃO
Wadih Damous(PT-RJ)NÃO
Waldenor Pereira(PT-BA) -NÃO
Zé Carlos(PT-MA) -NÃO
Zé Geraldo(PT-PA) -NÃO
Zeca Dirceu(PT-PR) - NÃO
Zeca do PT(PT-MS)-NÃO
PTB
SIM - 15
NÃO - 2
AUSÊNCIA - 1
Adalberto Cavalcanti(PTB-PE) - SIM
Alex Canziani(PTB-PR) - SIM
Arnaldo Faria de Sá(PTB-SP) - NÃO
Benito Gama(PTB-BA) - SIM
Cristiane Brasil(PTB-RJ) - SIM
Deley(PTB-RJ) -NÃO
Jorge Côrte Real(PTB-PE) - SIM
Josué Bengtson(PTB-PA) -SIM
Jovair Arantes(PTB-GO) - SIM
Nelson Marquezelli(PTB-SP) -SIM
Nilton Capixaba(PTB-RO) -SIM
Paes Landim(PTB-PI) -SIM
Pedro Fernandes(PTB-MA) -SIM
Ronaldo Nogueira(PTB-RS) - SIM
Sabino Castelo Branco(PTB-AM) - SIM
Sérgio Moraes(PTB-RS) - SIM
Wilson Filho(PTB-PB) - AUSENTE
Zeca Cavalcanti(PTB-PE) - SIM
PTdoB
SIM - 1
NÃO - 2
Cabo Daciolo(PTdoB-RJ) NÃO
Luis Tibé(PTdoB-MG)SIM
Silvio Costa(PTdoB-PE)NÃO
PV
SIM - 3
NÃO - 4
Antonio Carlos Mendes Thame(PV-SP)NÃO
Evair Vieira de Melo(PV-ES)NÃO
Evandro Gussi(PV-SP)SIM
Leandre(PV-PR)NÃO
Roberto de Lucena(PV-SP)SIM
Sarney Filho(PV-MA) SIM
Uldurico Junior(PV-BA)NÃO
REDE
SIM - 0
NÃO - 4
Alessandro Molon(REDE-RJ)NÃO
Aliel Machado(REDE-PR)NÃO
João Derly(REDE-RS)NÃO
Miro Teixeira(REDE-RJ)NÃO
SD
SIM - 8
NÃO - 6
Augusto Carvalho(SD-DF)NÃO
Augusto Coutinho(SD-PE)SIM
Aureo(SD-RJ)SIM
Benjamin Maranhão(SD-PB)SIM
Carlos Manato(SD-ES)NÃO
Delegado Francischini(SD-PR)NÃO
Genecias Noronha(SD-CE)SIM
Laercio Oliveira(SD-SE)NÃO
Laudivio Carvalho(SD-MG)NÃO
Lucas Vergilio(SD-GO)SIM
Major Olimpio(SD-SP)NÃO
Paulo Pereira da Silva(SD-SP)SIM
Wladimir Costa(SD-PA)SIM
Zé Silva(SD-MG)SIM 
DO G1

Vitória de Temer prorroga a crise

A não abertura do processo não é garantia de estabilidade para as reformas; porém, a Constituição e as instituições permitem a transição por este momento difícil

A atuação do governo, dando encaminhamento favorável a reivindicações de deputados e bancadas, mostrou-se eficaz para garantir a vitória ao presidente Michel Temer na sessão de ontem da Câmara, impedindo o Supremo Tribunal de analisar a denúncia de corrupção passiva que pesa contra ele, elaborada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Por fim, 263 deputados ficaram a favor de Temer e 227, contra. Seriam necessários 342 deputados para levar a denúncia ao Supremo.
Foi um erro, como defendido ontem pelo GLOBO. Isso porque a ética deve prevalecer sobre quaisquer outros aspectos, e a lei precisa ser aplicada independentemente de pessoas, partidos e ideologias. A votação de ontem foi de fundo político, pode-se argumentar, mas a vitória de Temer transmite para a sociedade a ideia de que pesos e medidas mudam a depender de quem estiver em questão.
O argumento de que a manutenção de Temer no Planalto é necessária para garantir a estabilidade vem sendo repetido à exaustão, e foi o que aconteceu em vários pronunciamentos de deputados da base do governo na sessão de ontem, presidida por Rodrigo Maia.
No pronunciamento feito pelo advogado de Temer, Antonio Cláudio Mariz, na abertura da sessão, foi dito que a “armação” contra o presidente ocorreu no momento em que o país avançava. Subentende-se que a permanência de Temer garantirá a retomada daquela tendência positiva.
É uma ilusão. Porque é certa pelo menos mais uma denúncia contra o presidente pela PGR, que deve acusá-lo de obstrução da Justiça, no caso do pagamento de propinas ao ex-presidente da Câmara, o ex-deputado Eduardo Cunha, e ao operador financeiro Lúcio Funaro, para que ambos permaneçam em silêncio e não façam acordos de delação premiada.
O assunto é mencionado na conversa entre Temer e o empresário Joesley Batista, gravado por este, em uma noite de março, nos porões do Palácio do Jaburu. Um dos donos do grupo JBS, Joesley relata a Temer que ajuda Cunha e Funaro, e é logo encorajado pelo presidente: “Tem que manter isso, viu?”
Depois, na delação propriamente dita ao Ministério Público, o empresário revelou que já entregara R$ 5 milhões ao ex-deputado fluminense e repassava R$ 400 mil por mês a Funaro, conhecido por ser operador financeiro do PMDB, provavelmente do próprio Temer.
A apresentação de mais uma denúncia — com a possibilidade de haver uma terceira, sobre organização criminosa — reativará a crise política, e o governo mais uma vez será obrigado a concentrar esforços para que aconteça o que houve ontem: que a Câmara rejeite a autorização a fim de que o Supremo analise a acusação da PGR.
O ambiente de crise manterá a hostilidade à aprovação de emendas essenciais ao país. Caso da reforma da Previdência, a mais importante causa do descontrole dos gastos públicos. Em vez de votar no Congresso o que é necessário, o governo terá as energias drenadas, mais uma vez, pela crise. Um mal para o país, contra a retomada do crescimento, para amenizar o desemprego e fazer o Brasil retornar aos trilhos.
Depois de dois anos de grande recessão (8%, índice histórico, e queda de 10% na renda per-capita), a economia parou de cair, mas não ganha tração para se recuperar na velocidade necessária a fim de reduzir um desemprego de ainda 13 milhões de pessoas. Estabilizar o quadro político é crucial para se avançar na agenda das reformas e ajudar a economia.
A própria fragilização de Temer, ao negociar apoio na Câmara contra o pedido da PGR de abertura do processo, já colocou sob ameaça avanços na reforma trabalhista. O imposto sindical, por exemplo, eliminado de forma acertada, pode ressuscitar por medida provisória, batizado com outro nome.
A decisão soberana da Câmara prorroga a crise, em vez de saná-la. O Brasil, porém, até aqui mostrou que é maduro para enfrentar a situação. Como este jornal vem reiteradamente afirmando, não há outro remédio a não ser seguir a Constituição.
É ela que dá o mapa para transitarmos por tempos tão complicados. DO O GLOBO

Imprensa estrangeira noticia rejeição de denúncia contra Temer pela Câmara Jornal inglês diz que credibilidade do Congresso está em 'frangalhos'

Jornais estrangeiros destacaram que mesmo Congresso aprovou afastamento de Dilma. Deputados aprovaram relatório que recomendou ao plenário a rejeição da denúncia de corrupção passiva da Procuradoria Geral da República contra o presidente.

Repercutiu na imprensa internacional a decisão da Câmara de aprovar o relatório da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que recomendava a rejeição da denúncia da Procuradoria Geral da República por crime de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer.
Segundo a secretaria da Câmara, votaram 492 deputados dos 513 deputados: 263 a favor do relatório, 227 contra e duas abstenções.
Veja a seguir como alguns jornais estrangeiros noticiaram o assunto.
Nos EUA, o “Washington Post” publicou matéria com o título “Presidente Temer sobrevive à votação para suspendê-lo sob acusações de corrupção”, destacando que o processo aconteceu 15 meses após o impeachment de sua antecessora.

Votação foi noticiada pelo 'Washington Post' (Foto: Reprodução/Washington Post)
Votação foi noticiada pelo 'Washington Post' (Foto: Reprodução/Washington Post)
 Também nos Estados Unidos o “The Wall Street Journal” publicou que “O presidente do Brasil Michel Temer derrota acusações de corrupção”. A matéria foi publicada antes do fim da votação, mas quando já havia votos suficientes para garantir a vitória de Temer.
Voração também foi publicada no 'The Wall Street Journal' (Foto: Reprodução/The Wall Street Journal)
Voração também foi publicada no 'The Wall Street Journal' (Foto: Reprodução/The Wall Street Journal)
 Em seu site em inglês, a rede britânica BBC disse que “Presidente do Brasil, Temer sobrevive à votação sobre corrupção” e destacou que a oposição não conseguiu os votos necessários para enviar o caso à Suprema Corte.
Votação a favor de Temer foi divulgada pela BBC (Foto: Reprodução/BBC)
Votação a favor de Temer foi divulgada pela BBC (Foto: Reprodução/BBC)
 O jornal britânico “The Guardian” disse em seu título: “Presidente do Brasil mantém cargo com congresso votando contra acusações de corrupção" e ressaltou que “a credibilidade do congresso brasileiro foi deixada em frangalhos” após a votação desta quarta.
Jornal britânico 'The Guardian' também noticiou votação (Foto: Reprodução/The Guardian)

 O jornal espanhol “El País” destacou que “O Congresso do Brasil salva Temer e impede que seja investigado por corrupção”, afirmando que os mesmos deputados que deram sinal verde para a saída de Dilma Rousseff do poder mantiveram seu sucessor “durante ao menos seis meses”.

Votação foi tema de matéria do 'El País' (Foto: Reprodução/El País)
O também espanhol “El Mundo” diz que “Deputados salvam Temer de sentar-se no banco” e explica que o presidente brasileiro foi denunciado perante o Supremo por corrupção passiva, mas que a Câmara arquivou a denúncia, acrescentando que ele consegue se manter no cargo, mas que “a crise política continua”.
Rejeição de denúncia pela Câmara foi noticiada pelo 'El Mundo' (Foto: Reprodução/El Mundo)
Rejeição de denúncia pela Câmara foi noticiada pelo 'El Mundo' (Foto: Reprodução/El Mundo)
O jornal argentino “Clarin” noticia que “Congresso do Brasil salva Temer e rejeita seu julgamento por corrupção”. A matéria foi publicada quando a votação atingiu os 172 votos favoráveis ao arquivamento, o mínimo necessário para que isso acontecesse.
Argentino 'Clarín' também noticiou votação do Congresso brasileiro (Foto: Reprodução/Clarín)
Argentino 'Clarín' também noticiou votação do Congresso brasileiro (Foto: Reprodução/Clarín)DO G1

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Resignado com arquivamento, MPF prepara nova denúncia contra Temer


Enquanto a Câmara encaminha a votação da denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer, o sentimento no Ministério Público Federal é de resignação devido ao provável arquivamento da investigação.
Investigadores ouvidos pelo blog afirmaram que até eles, não ligados à política no dia a dia, sabem o resultado final da votação nesta quarta (2), quando deve ser arquivado o pedido do próprio MPF para que Temer seja investigado por fatos apresentados na delação da JBS.
Além do pedido por corrupção passiva, o MPF deverá apresentar ao menos mais uma denúncia contra Temer, no Supremo Tribunal Federal (STF), esta por obstrução de Justiça. A peça acusatória ainda está em produção, segundo apurou o blog.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, manteve a agenda normal nesta quarta, indo para o STF à tarde após almoçar em uma churrascaria da capital acompanhado de dois assessores.
Mesmo com o não prosseguimento da denúncia por corrupção passiva e a não autorização do processo no STF, a avaliação do staff de Janot é a de que o pedido de investigação é um dos mais robustos feitos nos últimos quatro anos, durante os mandatos do atual procurador-geral. Quarta-feira, 02/08/2017, às 17:04,

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Investigação conjunta com a Argentina não é a primeira a não ir para frente, diz Janot

MPs brasileiro e argentino aguardam há 1 mês e meio providências do Ministério da Justiça para viabilizar grupo de investigadores. PGR citou casos semelhantes com Suíça e Espanha.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta terça-feira (1º), que a proposta de investigação conjunta entre os ministérios públicos do Brasil e da Argentina não é a primeira a ficar travada por falta de aval dos governos dos dois países.
Como mostrou o G1 no último sábado (29), os MPs aguardam, há um mês e meio, um “trâmite” no Ministério da Justiça brasileiro – órgão vinculado ao Poder Executivo – para colocar em funcionamento uma investigação conjunta, formada por procuradores brasileiros e argentinos, sobre a propina paga pela empreiteira a agentes públicos no país vizinho.
Nesta segunda, por meio de nota conjunta, os órgãos apontaram "ingerências indevidas" por parte dos governos dos dois países e criticaram exigências feitas pelo Executivo para que a força-tarefa seja criada.
Ao ser questionado sobre o assunto, Janot afirmou que esse instrumento de cooperação é essencial para o combate regional à corrupção e que isso depende das autoridades centrais dos países.
"Sem esse instrumento, não há como a gente fazer um combate regional no âmbito da região. [...] É um complicador. Essa questão com a Argentina não é a primeira força-tarefa que a gente não consegue levar pra frente. A força-tarefa proposta pelo MP Suíço, há um ano e meio, até hoje não saiu. A força-tarefa proposta há cinco ou seis meses, pelo MP da Espanha [também não saiu do papel] e agora esse da Argentina", enumerou o procurador-geral.

Acordo

Na nota conjunta dos MPs divulgada nesta segunda, os órgãos denunciam uma suposta exigência do Ministério da Justiça brasileiro em intervir diretamente na redação do acordo – já realizada pelos MPs.
Segundo a nota, o governo brasileiro quer que as provas a serem compartilhadas na investigação conjunta sejam “transmitidas pelas autoridade centrais” – no caso, o próprio MJ e o Ministério das Relações Exteriores argentino, também ligado ao Executivo.
A nota também diz que a chancelaria argentina quer converter o acordo entre os MPs num tratado a ser negociado pelos poderes Executivos dos dois países.
“Ambas as solicitações desvirtuam a ferramenta de cooperação entre os órgãos judiciais responsáveis pela investigação”, diz a nota dos Ministérios Públicos argentino e brasileiro.
Em reposta à nota dos MPs, o Ministério da Justiça afirmou que o acordo entre os órgãos não obriga o Estado brasileiro a cumpri-lo, já que as normas internacionais preveem que acordos do tipo só podem ser celebrados pelo Estado parte.DO G1-BRASILIA

onselho do MP prorroga por mais um ano força-tarefa da Lava Jato em Curitiba


Decisão foi tomada pelo colegiado na sessão desta terça (1º), a penúltima comandada por Rodrigo Janot. Ele será sucedido na chefia do MP em 18 de setembro pela subprocuradora Raquel Dodge

Por Sara Resende, TV Globo, Brasília
Força-tarefa da Lava Jato em Curitiba é comandada pelo procurador da República Deltan Dallagnol (ao centro) (Foto: Erick Gimenes)
Força-tarefa da Lava Jato em Curitiba é comandada pelo procurador da República Deltan Dallagnol (ao centro) (Foto: Erick Gimenes)
O Conselho Superior do Ministério Público aprovou nesta terça-feira (1º) a prorrogação da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, por mais um ano. O prazo começará a contar a partir de 10 de setembro.
A força-tarefa da Lava Jato foi deflagrada em março de 2014, com a revelação do esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
A sessão desta terça do conselho do MP é a penúltima comandada pelo atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Ele deixará o comando do Ministério Público em 18 de setembro e será substituído pela subprocuradora Raquel Dodge, que foi a escolhida do presidente Michel Temer na lista tríplice apresentada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR).

Retribuição!..FIQUE A VONTADE PARA SORRIR...KKKKKKKKKKKKK

Josias de Souza


– Charge via Aroeira. Detalhes sobre a tatuagem que o deputado Wladimir Costa (SD-PA) fez em homenagem a Temer aqui.

Leopoldo López e Antonio Ledezma voltam a ser detidos na Venezuela, diz oposição

Opositores cumpriam prisões domiciliar e foram levados na madrugada desta terça-feira (1º). União Europeia condenou as detenções.

O Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin) da Venezuela voltou a deter na madrugada desta terça-feira (1º) os políticos opositores Leopoldo López e Antonio Ledezma, que estavam em regime de prisão domiciliar, informaram fontes próximas aos dois dirigentes. (Veja no vídeo acima)
Os dois líderes opositores fizeram apelos na última semana para que as pessoas não votassem no domingo na eleição da polêmica Assembleia Constituinte, convocada por Maduro e rejeitada pela oposição e por vários países.
"Acabam de levar Leopoldo de casa. Não sabemos onde ele está, nem para onde o levaram. (Nicolás) Maduro é responsável se algo lhe acontecer", escreveu Lilian Tintori, a esposa de López, no Twitter. A oposição vem convocando manifestações pelo país contra a instalação da Assembleia Constituinte após a eleição realizada no último domingo (30).
A União Europeia condenou as detenções, de acordo com a France Presse.
O deputado Richard Blanco, coordenador do partido Alianza Bravo Pueblo (ABP), indicou por sua vez através desta mesma rede social que o Sebin também levou "o prefeito Ledezma" nesta madrugada, segundo a Efe.
Vários representantes da coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) divulgaram no Twitter um vídeo que mostra Ledezma sendo retirado de sua residência por funcionários do Sebin.
Alguns dirigentes do Vontade Popular (VP), o partido de López, bem como do ABP, a legenda de Ledezma, reiteraram essas informações, responsabilizaram o presidente Nicolás Maduro pela integridade física de ambos e asseguraram desconhecer o local para onde eles foram levados.

Prisões anteriores

Ledezma, de 62 anos, foi detido em fevereiro de 2015 acusado de conspiração e formação de quadrilha e, após dois meses na prisão militar de Ramo Verde, nas proximidades de Caracas. Ele recebeu uma "medida cautelar" e, por motivos de saúde, passou a cumprir a pena em sua residência desde 2015. Quase dois anos e meio após sua detenção, Ledezma ainda não foi condenado.
López, de 46 anos, por sua vez, passou mais de três anos na mesma prisão e seus advogados denunciaram que ele foi torturado em várias ocasiões. Ele cumpria prisão domiciliar desde 8 de julho, depois de passar três anos e cinco meses na mesma prisão militar. López cumpria uma pena de quase 14 anos, condenado pela acusação de instigar a violência nos protestos de 2014 contra Maduro, que deixaram 43 mortos, de acordo com a a France Presse.
A ONG Foro Penal afirma que a Venezuela tem 490 "presos políticos", após a onda de detenções nos protestos iniciados em abril para exigir a saída de Maduro.
Leopoldo López em sua casa em Caracas, no dia 8 (Foto: JUAN BARRETO / AFP)
Leopoldo López em sua casa em Caracas, no dia 8 (Foto: JUAN BARRETO / AFP)

Escalada na tensão

No domingo (30), 545 deputados foram eleitos para compor a Assembleia Constituinte que redigirá a nova constituição para substituir a que foi aprovada em 1999, durante o governo do antecessor de Maduro, o presidente Hugo Chaves.
A proposta de promover a constituinte é, segundo Maduro, uma maneira de consolidar as conquistas do chavismo e trazer paz à Venezuela. Para a oposição, o objetivo é manter Maduro no poder. Na prática, a constituinte deve atrasar a próxima eleição, que está prevista para 2018.
A Constituinte será instalada na quarta-feira (2), dia em que a coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) convocou um grande protesto em Caracas para denunciar sua "ilegitimidade".
A Venezuela enfrenta uma grave crise econômica e um aprofundamento da crise política nos últimos meses. As manifestações são diárias desde de abril, após o Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) assumir as funções do Parlamento, que é de maioria opositora. Com a forte oposição interna e da comunidade internacional, a medida foi revista, mas o clima seguiu tenso.
A procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, divulgou afirmou que 121 pessoas morreram, incluindo as 10 deste domingo (quando aconteceu a votação da constituinte) e quase 2 mil ficaram feridas.
Segundo ela, há evidências de que 25% das 121 mortes ocorridas desde 1º de abril nos protestos contra o governo resultaram da “ação das forças de segurança". Já 40% dessas mortes foram provocadas por civis armados que atuam contra os manifestantes.

Sanções americanas

Na segunda-feira (31), o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou sanções contra o presidente Nicolás Maduro. Segundo comunicado, todos os ativos de Maduro que estejam sujeitos à jurisdição dos EUA estão congelados, e todos os americanos estão proibidos de fazer negócios com ele. Ao anunciar as sanções, as autoridades americanas chamaram Maduro de ditador. O presidente venezuelano rejeitou as sanções, dizendo que não recebe "ordens imperialistas".DO G1

A VERDADE SOBRE A REVOLUÇÃO DE 1964 É OBSCURECIDA PELOS AGENTES DO MARXISMO CULTURAL QUE DOMINAM A GRANDE MÍDIA


terça-feira, agosto 01, 2017
Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
A imagem acima é o facsímile de um recorte do editorial do jornal O Globo de 1º de abril de 1964, ou seja, um dia depois dos militares banirem os comunistas do poder no Brasil. Faço esta postagem para comprovar a degenerescência do jornalismo da grande mídia incluindo aí a própria Rede Globo hoje em dia turbinada por suas emissoras de televisão aberta e por assinatura e que continua sendo a mídia de maior capilaridade e influência nacional.
O texto do editorial, principalmente para os mais jovens que não viveram o episódio de 1964, deve soar completamente estranho haja vista para a lavagem cerebral a que tão expostos desde o dia em que descobriram quanto é um mais um.
Para começar a palavra comunismo, que é uma categoria da filosofia política, foi banida dos textos jornalísticos como coisa que o movimento comunista não exista mais. Basta ler, ver e ouvir as análises e notícias procedentes da Venezuela. Tudo que tem acontecido naquele país que já foi outrora uma das nações mais desenvolvidas da América Latina tendo chegado a ostentar a quarta maior renda per capita do planeta, é decorrente apenas de uma coisa: a aplicação de um regime comunista de modelo cubano. No máximo a grande mídia nomeia o assassino regime comunista da Venezuela de 'bolivariano', eufemismo malandro para esconder a sua real natureza.
O que aconteceu no Brasil em 1964 foi uma reação da Nação contra a implantação de uma tirania comunista. Graças aos militares, como reconhece o editorial de O Globo de 1º de abril de 1964. E foi o mais importante acontecimento já ocorrido no Brasil. Não fosse o regime militar o Brasil seria hoje em dia uma nação de zumbis esfaimados como é Cuba e mais recentemente a Venezuela.
É incrível a desnaturação da história do Brasil fruto do que na atualidade se denomina de "marxismo cultural", conceito ao qual me refiro sempre e tento explicar em sucessivas postagens. Pois é o 'marxismo cultural' turbinado pelo pensamento politicamente correto o responsável por ter desnaturado os veículos de comunicação. E quem coloca em funcionamento essa usina gigantesca de "fake news" - notícias falsas -, são os jornalistas, principalmente da nova safra que já chegam às redações de cabeça feita pelos professores dos deletérios cursos de jornalismo ou de outros cursos da ditas "ciências humanas". Destaque para os Cursos de Direito onde o alunado é seviciado pelo denominado "direito alternativo", uma excrescência criminosa. O resultado se vê amiúde nas decisões dos tribunais. E essa gente formada nos madraçais universitários já chegou até mesmo ao STF.
Capa do jornal Ultima Hora do Rio de Janeiro, edição de 14 de dezembro de 1968, quando a revolução deu mais uma cassetada na canalha comunista e fez uma limpeza geral. Não fosse isso o Brasil seria atualmente uma grande Cuba e sujeito aos caprichos dos assassinos de Havana, como ocorre atualmente na Venezuela.
É graças ao "marxismo cultural", que na verdade é um criminoso sistema de lavagem cerebral levado a efeito pelo show business, a grande mídia, as escolas e as universidades, que Lula e seus sequazes chegaram ao poder. Por isso estivemos e ainda estamos expostos ao perigo de sofrer um processo de venezuelização do Brasil. E isso ocorre porque nesta altura dos acontecimentos todas as instâncias de difusão cultural foram aparelhadas pelos comunistas e seus esbirros. Esse aparelhamento é tão grande e profundo que já alcançou os ditos grandes empresários e banqueiros que, na Venezuela, são cognominados de "boliburgueses". Aliás, a Operação Lava Jato demonstrou isso de forma inequívoca.
Além disso todas as instâncias do aparelho estatal foram ocupadas pelos comunistas com destaque para alguns órgãos, como o Ministério da Educação, que produz cartilhas pornográficas para as criancinhas, como tem denunciado o pré-candidato presidencial deputado Jair Bolsonaro. Deve-se assinalar que a ocupação do aparelho estatal por esses marxistas não ocorre apenas no Brasil. Exemplo disso é os Estados Unidos onde denominam essa infiltração comunista nas estranhas da máquina pública de "deep state", ou seja, "Estado profundo", que se move nas sombras e se dedica, por exemplo, para vazar para a grande mídia informações que reforcem a narrativa esquerdista de determinados fatos.
Repito mais uma vez e repetirei sempre enquanto for necessário: todo o mal que se abate sobre os brasileiros neste momento deriva da ação dos comunistas edulcorada pelo pensamento politicamente correto que orienta a grande mídia.
Alguns jornalistas, muito poucos, que não rezam pela cartilha vermelha se submetem covardemente à patrulha dentro das redações dos veículos de mídia. Desta forma, a totalidade do noticiário político, econômico e cultural é produzido dentro dos cânones do 'marxismo cultural'.
E o que é trágico é que as próprias Forças Armadas já foram contaminadas de cima a baixo por essa lavagem cerebral. Até porque, foi Fernando Henrique Cardoso, um marxista, que no seu governo criou o Ministério da Defesa. De lá para cá todos os ministros da Defesa foram comunistas. O atual, Raul Jungmann, é do PPS - Partido Popular Socialista, que procede do velho PCB, o Partidão de Prestes e seus asseclas. Não é à toa que recentemente os militares foram convocados para matar mosquitos, uma forma odiosa de ridicularizar as Forças Armadas.
E quando agora foram convocados pela Presidência da República para garantir a segurança dos cidadãos do Rio de Janeiro, a convocação foi feita cheia de não me toques e justificativas o que por si só confirma todas as minhas assertivas nesta postagem.
Além do mais fica claro - ou precisa desenhar? - por que há quase meio século não se lê, nao se ouve ou não se vê por meio da grande mídia escritos com teor similar ao editorial de O Globo de 1º de abril de 1964 que ilustra esta postagem? DO A.AMORIM

segunda-feira, 31 de julho de 2017

MPF pede aumento de pena de Lula e condenação também pelos gastos com acervo


Moro condenou ex-presidente pelo tríplex e havia o absolvido da segunda parte da acusação
Por Cleide Carvalho
O Globo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Nelson Almeida / AFP / 20-7-17
SÃO PAULO - O Ministério Público Federal (MPF) pediu aumento da pena do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na ação do tríplex do Guarujá, de nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, e recorreu da absolvição no pagamento da armazenagem, pela OAS, do acervo presidencial. No documento, apresentado nesta segunda-feira ao juiz Sergio Moro, os procuradores argumentam que o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, pediu ao empresário Léo Pinheiro que assumisse os gastos com o acervo do ex-presidente em 2010, quando Lula ainda ocupava o cargo de presidente.
"(...) a assunção das despesas do ex-presidente Lula pelo Grupo OAS, representado pelo executivo Léo Pinheiro, estava maculada, desde o início, por interesses espúrios e foi praticada com clara intenção criminosa, notadamente a corrupção passiva do ex-presidente Lula e a sua atuação, em diversas frentes, em favor do grupo empresarial", argumentaram os procuradores, acrescentando que houve tentativa de ocultar a natureza da vantagem indevida ao constar no contrato feito com a empresa Granero materiais de escritório e mobiliário corporativo.
Os procuradores voltaram a afirmar que o acervo é privado, e não público, e que a destinação dos documentos e objetos é de responsabilidade do ex-presidente quando ele opta por levar consigo o que ganhou durante o mandato ou deixá-los aos cuidados da Secretaria de Documentação Histórica do Presidente da República.
"(...) o grande volume do acervo documental privado de Lula era de conhecimento tanto do ex-presidente, quanto de Paulo Okamotto, conforme ressaltaram os próprios denunciados durante seus interrogatórios, e, não obstante, Lula optou por levar consigo todo o seu conteúdo, tornando-se responsável por sua armazenagem", afirmaram.31/07/2017 - DO R.DEMOCRATICA

Oito em cada dez eleitores querem a abertura de processo contra Temer

SEGUNDA, 31/07/2017, 06:59

Ibope fez a pesquisa às vésperas da decisão da Câmara sobre o futuro da acusação contra Michel Temer, sob encomenda da Avaaz, uma rede mundial de ativistas pela internet. O levantamento aponta que, para 73% dos eleitores,o deputado que votar contra o prosseguimento não deve ser reeleito.

Congresso Nacional, em Brasília (Crédito: Agência Brasil)
Congresso Nacional, em Brasília
Crédito: Agência Brasil
Por Basília Rodrigues
O Ibope ligou para a casa de mil eleitores a partir dos 16 anos para saber o que eles esperam dos deputados na sessão marcada para esta quarta-feira. E 81% disseram o que o governo não quer nem ouvir: que o processo seja aberto. A pesquisa foi encomendada pela Avaaz, uma rede de ativistas que faz mobilização social pela internet em todo o mundo.
E a CBN teve acesso em primeira mão aos dados. Entre os mais jovens, que tem de 16 a 24 anos, a vontade de tocar a investigação para frente é de quase 90% dos entrevistados e 70% dos que tem 55 anos ou mais também pensam assim. A pesquisa reflete a forte expectativa da população sobre o que a Câmara vai decidir. Para 73% dos eleitores consultados, o deputado que votar contra a abertura do processo não merece ser reeleito em 2018.
Ou seja, assumir que é contra ou a favor de Temer vai ter impacto direto no resultado das eleições no ano que vem. O representante da Avaaz, Diego Cassais, observa que a pressão do eleitorado é para que a decisão seja tomada logo enquanto Temer ainda é presidente.
"O que deu para perceber nessa pesquisa é que a população quer saber a verdade sobre Michel Temer. A estratégia dos deputados de dizer que, no dia 1º de janeiro de 2019, o presidente Temer vai poder responder como um cidadão comum na verdade coloca o Brasil em um suspense. Já imaginou chegar em 2019 e perceber que todas aquelas acusações de corrupção foram verdades?", quetiona Diego.
O levantamento consiste em várias afirmações e as pessoas responderam se concordam, discordam, não sabem ou não querem responder. A maioria disse que vai respeitar a decisão da Câmara, mas sem esconder que vai ficar indignada se os deputados derrubarem a denúncia.
E mais, 79% das pessoas consultadas concordaram com a avaliação de que a denúncia é correta e o deputado que votar contra a abertura do processo é cúmplice, isso mesmo, "cúmplice, da corrupção". O deputado a favor da denúncia, Júlio Delgado, do PSB, afirmou que a pressão popular pode ditar os rumos desse processo:
 "O anúncio do aumento pegou muito mal para quem tinha discurso de blindar o Temer. A brincadeira que surgiu de 'encha seu tanque e ajude Temer a comprar um deputado'... Em Brasília, hoje, qualquer 24 horas é um eternidade", explica o parlamentar.
Já Beto Mansur, do PRB, avalia que o parlamentar tem que ouvir a população mas também votar por convicção própria, como ele: "Não é a rede social que vai me mover. Eu já li o processo, a acusação, a defesa e já formei minha opinião. Então, respeito a opinião dos outros, mas a minha opinião já está formada".
A pesquisa do Ibope, encomendada pelo Avaaz, foi realizada entre segunda e quarta-feira da semana passada. Os entrevistados foram selecionados dentro dos municípios de maneira aleatória. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. DO G1