sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Em Goiás Aécio Neves Cresce 20 Pontos e Já Tem 61,9% Contra 38,1% de Dilma

O senador Aécio Neves (PSDB) lidera a disputa presidencial na preferência do eleitorado goiano com 61,9% dos votos válidos, mostra a primeira rodada da pesquisa Fortiori sobre a disputa de segundo turno, realizada entre os dias 8 e 11 de outubro. O tucano está 23,8 pontos percentuais à frente da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, que aparece com 38,1% dos votos válidos.
Na comparação com o primeiro turno, os índices da pesquisa mostram que Aécio incorporou 20,35 pontos percentuais ao seu resultado eleitoral. O tucano encerrou a disputa na liderança, com 41,55% dos votos válidos.
Dilma, por sua vez, avançou 6 pontos percentuais ao seu resultado.
Em votos totais, Aécio aparece com 57% das intenções, diante de 35% de Dilma. Os eleitores indecisos somam 4% dos entrevistados e os outros 4% disseram que votarão em branco ou anularão o voto para presidente no pleito do dia 26 de outubro.
A margem de erro da pesquisa é de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o Fortiori entrevistou 1.000 eleitores em todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança é de 95%, ou seja, de cada 100 pesquisas realizadas com a mesma metologia, em 95 delas o resultado seria o mesmo.

Votos válidos – presidente

Aécio Neves 61,9%
Dilma Rousseff 38,1%

 GO-00188/2014 

 Fortiori Pesquisa Diagnóstico e Marketing Ltda
DO CLEBER

Aécio está 13 pontos à frente de Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra o candidato tucano com 56,4% das intenções de voto e a petista com 43,6%


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Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.
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São Paulo (SP)
No maior colégio eleitoral, o PSDB
prepara uma vitória sem precedentes
Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.
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Contagem (MG)
Petistas tentam evitar crescimento tucano na terra de Aécio
Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.
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No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato.
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UNIDADE
Em nome das mudanças que o País exige, Marina e Aécio
se encontram em São Paulo na sexta-feira 17

Dilma não tem moral para falar em nepotismo: vários de seus cargos públicos ela conseguiu graças ao ex-marido

(Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
A presidente-candidata, que tanto repete acusações de nepotismo a outros governantes, deve ao ex-marido grande parte de sua carreira pública (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
DILMA DEVE PELO MENOS 5 CARGOS PÚBLICOS DE SEU CURRÍCULO A PRESSÕES POLÍTICAS DO EX-MARIDO
Livro assinado por dupla de jornalistas relata as pressões exercidas pelo ex-deputado Carlos Araújo para que Dilma fosse aceita em cargos públicos no Rio Grande do Sul.
Post publicado no site Implicante
Dilma Rousseff foi casada com Carlos Franklin Paixão de Araújo de 1969 a 2000. Durante este período, o ex-marido da atual presidente do Brasil chegou a ser um dos políticos mais votados pelo PDT gaúcho, partido o qual participaram ambos da fundação. Graças à influência e ao status do deputado, Dilma conseguiu ser nomeada para ao menos 5 cargos públicos:
- Secretária municipal de Fazenda, em Porto Alegre (1985 a 1988)
- Diretora-geral da Câmara de Vereadores da capital gaúcha (1989)
- Presidente da Fundação de Economia e Estatística, do Rio Grande do Sul (1991 a 1993)
- Secretária estadual de Minas e Energia, no Rio Grande do Sul, no governo Alceu Collares (1993 e 1994)
- Secretária estadual de Minas e Energia, no Rio Grande do Sul, no governo Olívio Dutra (1999 a 2002)
(CLIQUEM NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)
(CLIQUEM NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)
Detalhes desses movimentos de bastidores podem ser conhecidos no livro O Lado B dos Candidatos, dos jornalistas Chico de Góis e Simone Iglesias, lançado neste ano. No capítulo Matriz ou Filial, por exemplo, é mostrado como a escolha para a Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre foi definida numa reunião com o ex-marido da atual presidente do Brasil:
Os eleitores esperavam do trabalhista Alceu Collares grandes medidas. Nos dias que antecederam a posse, o prefeito eleito e Araújo passaram um fim de semana em um hotel no interior do Estado montando o secretariado. No mapa inicial, Dilma seria secretária de Indústria e Comércio, mas acabou assumindo a Secretaria da Fazenda. Viveu, em dois anos e nove meses no cargo um inferno político e administrativo. (grifos nossos)
Ainda no mesmo capítulo, é relatada a entrada de Dilma na Secretaria Estadual de Minas e Energias no governo do mesmo Collares como sendo fruto de forte pressão do então marido, o deputado estadual e líder do governo na assembleia, Carlos Araújo:
Num determinado ponto, Collares se acalmou e propôs um armistício. Percebendo que o problema era Araújo, o governador usou Dilma para tentar conter a fúria do amigo. Sugeriu que ela fosse nomeada para a Secretaria de Minas e Energia, já que quem estava no cargo, Airton Dipp, acabara de se eleger prefeito de Passo Fundo e o partido precisava de alguém para substituí-lo.
“Dilma virou secretária numa guerra campal. De forma natural, não seria indicada, porque já tinha brigado com Neuza na prefeitura, e Neuza só consentiu porque se sentiu ameaçada“, relata Mattos. (grifos nossos)
(CLIQUEM NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)
(CLIQUEM NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)
Algumas situações chegariam a ser cômicas se não fossem lamentáveis, como quando Dilma, também sob pressão de Araújo, ocupou o cargo de Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Foram poucos meses na função pois findou demitida pelo presidente da casa, Valdir Fraga, por constantemente chegar atrasada. “Eu a exonerei porque houve um problema com o relógio de ponto”, disse o vereador.
(PARA CONTINUAR LENDO, CLIQUEM AQUI)
DO RICARDO SETTI


Danila Lima
Folha.com

A campanha de Aécio Neves (PSDB) começará a rebater no horário eleitoral os ataques que o candidato tucano tem sofrido na propaganda da presidente Dilma Rousseff (PT).
Comerciais previstos para irem nesta sexta-feira (17) ao ar já evidenciam a mudança de tom. Um ator que vem aparecendo no horário eleitoral do tucano diz que "já que o PT vem apresentando manchetes de jornal para atacar o Aécio, nós também vamos apresentar algumas manchetes sobre o PT".
A propaganda reproduz a lógica usada pelo presidenciável no debate desta quinta-feira, no SBT, uma espécie de "toma lá dá cá" de ofensas.
O ator, então, passa a mostrar diversas manchetes de jornais sobre escândalos do PT. "Tesoureiro recebia propina para o PT, dizem delatores". "Dirceu é condenado a 10 anos e 10 meses e irá para a prisão", diz outro texto. "PT recebia 3% dos contratos da Petrobras, diz ex-diretor".
Quando mostra a última reportagem, o ator pergunta: "Chega, ou quer mais?" e aparece sentado sobre uma imensa pilha de jornais, passando a sensação de que é imenso o volume de denúncias contra o partido de Dilma.

Infraero autoriza Lula a pousar em aeroporto fechado no Acre


Órgão do governo abriu brecha para que aeronave do petista pousasse fora do horário em que demais voos podem fazê-lo, diz jornal.
Ex-presidente fez comício no Estado
Veja.com
O ex-presidente Lula vota na Escola João Firmino, em São Bernardo do Campo, São Paulo (Adriano Lima/VEJA.com)
O governo federal deu permissão para que o ex-presidente Lula pousasse nesta quinta-feira em um aeroporto fechado em Rio Branco, no Acre, para um evento de campanha, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo.
Desde a semana passada voos estavam proibidos de pousar ou decolar do aeroporto entre 8 horas e meia-noite, em razão de obras para manutenção da pista. Na véspera da visita do ex-presidente à capital do Acre, contudo, um aviso no sistema interno da Infraero liberou as pistas nesse horário - apenas a aeronave de Lula, contudo, utilizou-se do espaço entre 9h40 e 11h15 do horário local, de acordo com o jornal.
Questionada, a Infraero informou que foi aberta uma “janela” de três dias para suprir a demanda do tráfego aéreo regional. Afirma que a medida não foi tomada em razão da chegada do ex-presidente e que há outras janelas previstas até dezembro - mas não informou em quais datas.
Leia também: Com eleição apertada no Acre, senador petista vai às ruas panfletar
Terra natal e reduto político de Marina Silva (PSB), o Acre foi um dos únicos Estados em que a candidata ganhou a votação para Presidência no 1º turno com 41,99% dos votos. Em discurso em Rio Branco, Lula disse que não se governa olhando o resultado da eleição. "Eu duvido que em algum momento da história da existência do Acre ele recebeu metade do dinheiro que recebeu nestes doze anos com Dilma e Lula e nunca perguntei em quem as pessoas votaram", afirmou. Em seguida, pediu ao povo para que transformem em "questão de honra" a reeleição de Dilma Rousseff a partir da votação do Estado.

Ovos, galinhas e ladrões


Quem chegou antes: empresários achacados por agentes públicos sob ameaças de grandes prejuízos ou os que subornaram para assaltar o Estado?
NELSON MOTTA
O GLOBO
Com a explosão do escândalo da Petrobras e os depoimentos dos delatores premiados, tudo indica que, como nunca na História deste país, não veremos só políticos e banqueiros, mas os mais poderosos empreiteiros do Brasil, no banco dos réus, e talvez na cadeia. E o desmoronamento de uma organização criminosa formada por um cartel de empreiteiras numa ponta e partidos políticos na outra, com montanhas de dinheiro público no meio. Uma tsunami que provocará uma inevitável reforma política e eleitoral.
A extorsão e o suborno são o ovo e a galinha da corrupção brasileira. Quem chegou primeiro: os empresários achacados por agentes públicos sob ameaças de grandes prejuízos ou os que subornaram políticos e funcionários para assaltar o Estado? Além de eventuais prisões ou multas, se essas dez empreiteiras do cartel forem excluídas de concorrências públicas, que é o minimo que se pode esperar, o país vai parar. A coisa está feia para eles, mas principalmente para nós, que vamos pagar a conta que já estávamos pagando sem saber. O governo não sabia de nada.
Parece tema de um seriado. As diretorias da Petrobras eram ocupadas por partidos políticos como as quadrilhas de mafiosos ocupam territórios, para arrecadar dinheiro e se manterem no poder. Um cartel de empreiteiras dividia obras, fraudava concorrências, inflava orçamentos e pagava comissões aos partidos e a seus operadores. O doleiro Youssef era o banco central da engrenagem, fazendo o meio de campo entre a quadrilha e o cartel, distribuindo e lavando o dinheiro das comissões sujas. É tudo claro como lama. Mas quem eram os chefões ?
E pior: se fizeram isso na Petrobras, na maior empresa, a mais fiscalizada, o que não terão feito, estão fazendo, nos Correios, na Eletrobras e em estatais menores?
Como na explosão de uma bomba atômica, não se sabe ainda quantos morrerão no primeiro choque, quantos serão vítimas das radiações e quantos sofrerão terríveis mutações. A Lava-Jato será como um jato de lava vulcânica radioativa para lavar a alma de oposicionistas e governistas de bem, que querem um país mais limpo e produtivo.

Quem diria, hein, Dilma?



Depois de acusar de forma mentirosa Aécio Neves, dizendo que ele empregou sua irmã, Andrea Neves, no seu governo, hoje o Brasil ficou sabendo que Dilma mandou Fernando Pimentel empregar seu irmão como funcionário fantasma na prefeitura de Belo Horizonte. Nunca trabalhou. Ganhou sem fazer nada. Ao contrário de Andrea Neves que trabalhou como voluntária, sem perceber um único centavo dos cofres públicos. Dilma foi desmentida diante de milhões de telespectadores. Obrigado, Aécio Neves. BLOG DO CORONEL - COTURNO NOTURNO

TSE veta propaganda do PT e proíbe ataques em horário eleitoral


Corte suspendeu propaganda de Dilma no rádio que atacava Aécio.
Para Toffoli, horário eleitoral gratuito deve ser 'propositivo e programático'.
Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília
O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (16) que as propagandas eleitorais gratuitas em cadeia nacional de rádio e TV não podem servir para "atacar" candidato adversário, mas sim para debater propostas. A proibição não abarca outros meios pelos quais a propaganda pode ser realizada nem atinge debates, entrevistas e outras manifestações dos candidatos em campanha.
A decisão ocorreu no julgamento de um pedido da coligação do candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, para que fosse suspensa propaganda de rádio da candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff.
 
Por 4 votos a 3, o TSE acolheu a solicitação do tucano e suspendeu a publicidade da petista. A propaganda, veiculada no rádio em 15 de outubro, traz o depoimento de uma ex-presidente do sindicato dos jornalistas de Minas Gerais em que ela acusa Aécio Neves de "ameaçar" o emprego de profissionais que publicavam reportagens críticas ao governo de MG.
A coligação do tucano alegou que a peça era ofensiva e atingia a honra do candidato. A maioria dos ministros do TSE entendeu que o horário eleitoral gratuito tem a finalidade de apresentar propostas ao eleitor e não pode ser utilizada para ataques, menos ainda com a veiculação de depoimentos de terceiros.

A decisão atinge o caso concreto, mas abre precedente para que o TSE proíba todos os eventuais ataques que sejam feitos a candidatos no horário gratuito. "Essa decisão altera jurisprudência da Corte e caminha no bom sentido de estabelecer que, nos programas eleitorais gratuitos, as campanhas têm que ser programáticas e propositivas. Tem que se reformatar isso e acabar com essa pirotecnia", afirmou o presidente do tribunal, José Dias Toffoli.
O ministro Gilmar Mendes, que também defendeu suspender a propaganda, criticou a atuação de "marqueteiros" nas campanhas eleitorais. "É preciso garantir o horário gratuito sem o artifício desse marketing, que acaba por manipular, inclusive atribuindo ideias que o próprio candidato não tem."

Novos pedidos contra coligação de Dilma
Nesta quinta-feira, a coligação do candidato tucano protocolou na Procuradoria-Geral Eleitoral duas representações com pedido para que a candidata petista seja investigada por supostos crimes de calúnia, difamação e injúria. Uma das queixas da campanha de Aécio é o fato de Dilma ter afirmado, em debate de TV na terça-feira (14), que durante o mandato do tucano como governador de Minas Gerais foram desviados R$ 7,6 bilhões da área de saúde.
“A afirmação da candidata petista, além de sabidamente inverídica, foi feita de forma irresponsável e maliciosa”, afirmou por meio de nota o coordenador jurídico da campanha do PSDB, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP).
Na segunda representação na Procuradoria, a coligação pede que se faça investigação e abertura de ação penal devido à acusação que Dilma fez, também durante o debate de TV, de que Aécio teria praticado nepotismo. A coligação caracteriza a declaração de difamação, quando se declara algo contra a reputação de alguém. DO R.DEMOCRATICA

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Aécio recebe apoio de prefeitos e lideranças políticas em São Paulo

Aecio Neves Agora é Aécio SP - Marcos Fernandes (9)Cerca de 500 prefeitos de municípios paulistas e uma multidão de outras três mil pessoas fizeram, nesta quarta-feira (15/10), em São Paulo (SP), um grande ato político em favor do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves. Com o slogan “Juntos pelo Brasil. Agora é Aécio”, o encontro teve a participação de lideranças de 16 partidos, entre os que compõem a aliança da candidatura e as legendas que apoiavam outros nomes na corrida presidencial, como o PSB de Marina Silva.
Dois prefeitos do PT também estiveram no evento. Emídio Bernardo do Nascimento Júnior, o Juninho, prefeito de Dobrada, confirmou o apoio à candidatura Aécio, em razão de seu descontentamento com o PT. O prefeito de Boa Esperança do Sul, Edinho Raminelli, também compareceu ao ato.
Aécio foi recebido aos gritos de “presidente” pela multidão que lotou o salão do clube. Ele estava acompanhado do governador reeleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); do vice-governador eleito do Estado, Márcio França (PSB); do senador eleito, José Serra (PSDB); e do vice da chapa de Aécio, Aloysio Nunes, vice na chapa presidencial. Também estiveram presentes o deputado federal Beto Albuquerque (PSB), vice na chapa da presidenciável Marina Silva, e José Maria Eymael, que concorreu à Presidência da República pelo PSDC.
Exemplo de homem público
Em discurso, Aécio fez questão de destacar o papel de Alckmin na campanha em São Paulo. “Quero dizer que eu já o admirava como homem público, como cidadão, como pai, como marido. Mas agora, no momento em que essa campanha caminha para o seu final, eu quero dizer que a minha admiração por você, Geraldo Alckmin, não tem mais limites”, disse Aécio.
“O Brasil merece tê-lo não apenas como governador de São Paulo, que você já é, mas digo aqui aos paulistas e aos brasileiros que nos ouvem, quero tê-lo como o meu mais próximo companheiro na grande cruzada de transformação deste país”, acrescentou Aécio.
Coragem para mudar
Aécio reiterou a disposição para enfrentar o vale-tudo na campanha promovido pela campanha do PT, recorrente nas últimas campanhas presidenciais. “Os nossos adversários demonstraram na disputa com Serra, com Geraldo, com Eduardo, com Marina e agora comigo, que não têm limites, não têm escrúpulos, não têm respeito à democracia e aos seus adversários”, afirmou Aécio.
“A cada ataque e a cada infâmia, estejam certos disso, só redobra em mim a coragem, a minha disposição para colocar fim a esse governo que não merece mais conduzir os destinos dos brasileiros. Temos que unir o Brasil em torno dos nossos valores, dos valores da família, dos nossos valores cristãos, da decência, da honradez na vida pública”, continuou Aécio.
Durante entrevista coletiva, Aécio recorreu a um provérbio para ilustrar o momento do país. “Dizem que, quando você cai num buraco – é o caso do Brasil –, a primeira coisa que você tem que fazer para sair do buraco é parar de cavar. Então, a primeira coisa que nós temos que fazer para sair do buraco é tirar o PT do governo”, afirmou.
O nome da mudança
Durante o ato, o prefeito de Campinas, Jonas Donizete (PSB), falou em nome dos demais prefeitos e deus as boas vindas à candidatura de Aécio. “A mudança que o Brasil quer e precisa tem nome. Ela se chama Aécio Neves”, disse. O prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), também saudou o candidato da Coligação Muda Brasil. “A maior contribuição que o povo paulista pode dar ao Brasil é eleger um presidente decente e eficiente na condução do governo”, afirmou Barbosa.

É sério que os petistas vão atacar Aécio até pela bebida?

O que não faz o desespero?

Por Rodrigo Constantino

Minha mãe escutou no salão dela hoje duas manicures conversando. Falavam sobre política e eleições. Comentavam sobre um vídeo que circula por aí com Aécio Neves um tanto “alto” por ter tomado umas e outras além da conta. Evangélicas, mostravam-se incomodadas com aquilo. Quando minha mãe me relatou o caso, pensei: é sério isso?
Nunca devemos subestimar a cara de pau dos petistas, sua canalhice. Mas eles sempre são capazes de nos surpreender. Não pensei que gente do PT, logo do PT de Lula, fosse usar a bebida para atacar um opositor. Ó, céus! O tucano já ficou bêbado uma vez na vida! Não pode governar bem o Brasil! É melhor colocar em seu lugar um “poste” do… Lula. Ops! Um momento! Muita calma nessa hora!
Será que essa turma acha que a memória do eleitor é tão ruim assim para não lembrar mais que Lula sempre foi cachaceiro? Um jornalista estrangeiro quase foi expulso do país por seu governo apenas por constatar esse fato, conhecido por todos nós: Lula sempre foi chegado a uma caninha (depois ele se “aburguesou”, ficou rico e tomou gosto por vinhos caros). Eis algumas fotos disponíveis na internet:


Como podemos ver, o ex-presidente Lula tinha certo apreço pelo álcool. Mas não foi isso que fez dele um presidente ruim, e sim o mensalão, o populismo, a demagogia, etc. Só que aturar petistas espalhando por aí imagens de Aécio um pouco “torto” para prejudicá-lo é realmente um espanto.
E para não dizerem que a comparação deve ser apenas entre Dilma e Aécio, podemos ver que a presidente também não parecia em seu melhor estado quando esteve no luxuoso restaurante Eleven em Lisboa, em uma parada estratégia muito suspeita em Portugal sem aviso prévio, justo na terra em que Rose, a amiga íntima de Lula, supostamente levou malas de dinheiro:

Portanto, petistas, vamos deixar o álcool um pouco de lado, subir um pouco o nível e debater ideias, propostas e trajetória?14/10/2014

POR QUE TANTO ÓDIO COM MINAS GERAIS, DILMA?

Por Nilson Borges Filho (*)
O sentimento das ruas nas principais cidades de Minas Gerais é de revolta com os ataques da candidata Dilma Rousseff no debate da Band, na ultima terça-feira. Tentando atingir a candidatura de Aécio Neves e desconstruir o candidato, Dilma apelou para a calúnia e o total desrespeito com os mineiros. Foi um tiro no pé da candidata petista.
Ao mentir sobre os números na área de segurança pública em Minas Gerais, Dilma transformou os mineiros em homicidas, pois os dados que levou a público no debate fogem até da realidade do mais notório mentiroso.
Nos governos de Aécio Neves e Antônio Anastasia nunca se investiu tanto na área de segurança pública, aumentando o efetivo das polícias e na aquisição de viaturas. O próprio Ministério da Justiça do governo Dilma reconheceu os avanços de Minas no combate ao crime.
Quando Dilma mente sobre essas questões, na verdade ela atinge o estado de Minas no geral e os mineiros em particular. Quando Dilma mente sobre a área educacional de Minas Gerais, a candidata calunia os mineiros. Minas é referência no Brasil no ensino em seus diversos níveis, inclusive no campo superior com Universidades estaduais de altíssimo nível.
Os ataques de Dilma, com novas mentiras e velhas ideias do que seja educação nas sociedades contemporâneas, mexe com a dignidade do mineiro como se os mineiros fossem atrasados e sem estudo. Minas ocupa hoje um dos principais polos de ensino, inclusive na área da tecnologia, com fomento estadual.
O rumor das ruas, das cafeterias, dos restaurantes, das esquinas, dos espaços públicos em geral, nas diversas camadas da população mineira o sentimento é de total revolta pelo ódio com  que Dilma se referiu à Minas Gerais e aos mineiros.
Dilma tratava os mineiros no debate como  “eles”; Dilma se referia ao Estado de Minas Gerais como “o seu Estado”. Dilma atacou a família do candidato tucano, acusando-o de nepotismo. Mentira. Desafio a qualquer um que percorra as repartições mineiras e procure saber daqueles que ocupam cargos relevantes no Estado se estão ali por parentesco ou se por mérito?
Dilma novamente ofende os mineiros, forjando informações. Seria impossível se o candidato Aécio Neves com origem de duas grandes e tradicionais famílias não tivesse algum parente servidor do Estado. Dilma chegou a um cargo público em Porto Alegre por indicação de seu então marido, deputado federal pelo PDT. Dilma entrou no serviço público na cota do PDT, indicada pelo marido. Quando o PDT deixou a aliança com o PT em Porto Alegre e seus integrantes deixaram os cargos, Dilma, para manter o seu cargo, traiu Brizola e o PDT. Pulou para o PT.
Dilma chegou ao serviço público no Rio Grande do Sul por nepotismo, como mulher de deputado. A rigor, o que Dilma diz do candidato Aécio Neves prova-se contra ela. Na questão do ataque a Aécio acusando-o de nepotismo Dilma, sem qualquer pudor e  de maneira grosseira, citou suas duas irmãs como beneficiárias  do Estado. Usou para seus ataques com recheios de raiva,  desconsideração e ódio, uma das irmãs do senador Aécio que passou por sérios problemas de saúde e que se encontra, ainda, restabelecendo-se das sequelas da doença.
Dilma não tem limites para se manter no poder, pouco se importando se os seus ataques destemperados e covardes estão atingindo pessoas que não  têm a menor possibilidade de se defender.
Talvez Dilma, que morou em Belo Horizonte e que só vem ao Estado para pedir votos, tenha se esquecido de que o mineiro no seu jeito simples e amigável não saiba o que está se passando, que o mineiro não perceba exatamente onde a mentira pode chegar: ao seu nível mais baixo, exatamente ao nível do esgoto. Os mineiros não são bobos, Dilma. Pelo contrário, em Minas forjaram-se lideres políticos que governaram o Brasil, escritores renomados, compositores reverenciados pelo público, cientistas como Carlos Chagas, e inventores como Santos Dumont. Não mexa com Minas, tampouco com a dignidade dos mineiros. Dia 26 de outubro virá o troco.
(*) Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós-doutor em direito e articulista colaborador deste blog.
DO ALUIZIOAMORIM

PF pode prender tesoureiro petista a qualquer momento. PF acha provas cabais da participação do PT da Dilma no propinoduto da Petrobras.

No computador de Youssef, há uma pasta com 12 arquivos referentes aos negócios do doleiro com a Petros. O negócio foi intermediado pelo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e tratado diretamente com dois diretores da Petros - indicações petistas, entre eles o ex-presidente do fundo Luiz Carlos Fernandes Afonso (2011-2014).
Com isso, a Polícia Federal acredita ter conseguido fechar o ciclo de uma transação que teria envolvido o pagamento de propina de R$ 500 mil a dois diretores do fundo de pensão dos funcionários da Petrobrás, feito com empresas do ex-deputado federal José Janene (PP-PR), morto em 2010, e do doleiro Alberto Youssef - um dos alvos centrais da Operação Lava Jato - e que causou prejuízo de R$ 13 milhões ao órgão.
No computador de Youssef, há uma pasta com 12 arquivos referentes aos negócios do doleiro com a Petros. O negócio teria sido intermediado, segundo suspeita a PF, pelo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e tratado diretamente com dois diretores da Petros - indicações petistas, entre eles o ex-presidente do fundo Luiz Carlos Fernandes Afonso (2011-2014).
A PF registra a possível interferência de um político não identificado "de grande influência na casa" na liberação de um seguro, em órgão do Ministério da Fazenda, que era condicionante para a transação. "Esse recurso foi desviado para pagamento de propina para funcionários da Petros", afirmou Carlos Alberto Pereira da Costa, advogado que, segundo a PF, atuava como testa de ferro de Alberto Youssef.
Costa tinha em seu nome pelo menos duas empresas usadas pelo doleiro, uma delas envolvidas nessa transação com a Petros, a CSA Project Finance. Ele afirmou ao juiz Sérgio Moro que na operação foi retirada uma propina de R$ 500 mil que serviu para pagar os dois diretores da Petros.
Citados. Os diretores são petistas e já citados em outros dois escândalos, segundo registra a PF. "As negociações eram realizadas pelo lado da Petros pelo senhor Humberto Pires Grault Vianna de Lima, gerente de novos projetos da Petros, e pelo senhor Luis Carlos Fernandes Afonso, diretor financeiro e de investimentos."
Afonso foi nomeado diretor em 2003 e depois nomeado presidente da Petros, em 2011, cargo que ocupou até fevereiro de 2014. Lima era diretor de Novos Projetos e foi nomeado diretor de investimento da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp). 
O ex-presidente da Petros foi condenado em primeiro grau por improbidade sob a acusação de ter cobrado 'pedágio' de uma fundação para que ela ganhasse um contrato na Prefeitura de São Paulo, em 2003. Na época, ele era secretário de Finanças do governo Marta Suplicy (PT). A condenação é de 2012 e está em fase de recurso.
Ferro velho. A transação na Petros envolveu a compra de título de crédito emitido por uma empresa falida que havia sido adquirida por Janene e por Youssef. A Indústria de Metais Vale (IMV) foi criada para reciclar ferro velho e vender o material para siderúrgicas, mas estava parada. Ela foi registrada em nome do advogado Carlos Alberto Pereira da Costa, réu da Lava Jato.
Com a empresa falida, o grupo aportou nela R$ 4 milhões em 2007 e firmou contrato com a CSA Project Finance, que é do doleiro e está em nome de Costa também - para que essa fizesse um projeto de recuperação e captasse recursos antecipados. Para isso, fechou um contrato de venda com recebimento antecipado de uma grande siderúrgica nacional. "Com o objeto de antecipar recebíveis oriundos de um contrato de compra e venda de ferro gusa (sucata), celebra entre a IMV e a Barra Mansa, assim adquirindo investimento necessário para a instalação de uma planta industrial, a IMV emitiu Cédula de Crédito Bancário, no montante total de R$ 13.952.055,11", diz a PF. 
Os termos da cédula de crédito estão no HD do computador de Youssef. Com o título de crédito emitido pelo Banco Banif Primus, o grupo, via CSA e coligados, passou a tratar com os diretores da Petros a compra pelo fundo de pensão.Documento apreendido pela Lava Jato com o grupo mostra que eles teriam sido recebidos na Petros pelo então diretor, que depois virou presidente.
Vaccari é suspeito de ser o intermediador dos negócios do grupo com a Petros. No capítulo sobre a compra do título de crédito da empresa IMV há um histórico sobre suas relações com o partido. Seu nome foi citado na confissão dos réus como elo de pagamentos de propinas em outras áreas e especificamente na Petros em um e-mail interceptado entre os alvos da Lava Jato.(Estadão)
DO CELEAKS