sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ainda dá tempo do PSDB mudar tudo no seu programa de TV.

Ainda dá tempo do PSDB mudar totalmente o seu programa de TV que vai ao ar daqui alguns dias. Nada de homenagens ao FHC. Já era. Tchau, FHC. Foi bonita a festa pá. Fiquei contente. Até parece que fumei um baseado legalizado de tão feliz que fiquei com tantas honrarias ao Pai do Real. Agora é hora de falar com o povo, tucanada. A inflação está de volta, está o dobro do crescimento do PIB. O governo não aplica o que deveria em Saúde e Geraldo Alckmin está dizendo que São Paulo aplica 12% e, por isso, não é necessário mais impostos. Não é uma bela pauta? A votação secreta que absolveu a ladra safada que ainda não era deputada revoltou o país. Não é difícil chegar na TV e informar ao país que, por resolução partidária, nunca mais o PSDB vai votar secretamente no Congresso, que todos os votos dos seus deputados e senadores serão dados no microfone ou na presença de uma testemunha que informe à imprensa e à população. E não tentem se apropriar dos movimentos espontâneos contra a corrupção. Apenas reconheçam que eles têm razão e informem decisões de impacto a respeito de transparência nas gestões tucanas, que comandam quase 50% do país. Chega de ser morno, PSDB. Se for, o povo te vomita de vez.
DO BLOG DO CEL

Duas acusações de corrupção no mesmo dia e ninguém chama o Lula nas travas.

Em documento oficial, enviado para o governo americano em 2009, Thomas Shannon, o embaixador no Brasil, identificava uma "corrupção generalizada e persistente" no governo Lula, que vinha desde 2005 e que teve o seu ápice no mensalão. Os documentos foram revelados pelo WikiLeaks. Ontem, Marcos Valério, o testa-de-ferro do PT, estranhou a ausência de Lula no processo do mensalão, já que ele foi o maior beneficiado por todas as tramóias e falcatruas. Condená-lo,argumentou o advogado, seria dar “importância desmedida” ao “simples operador intermediário”. Trata-se, diz ele, de “raríssimo caso de versão acusatória de crime em que o operador do intermediário aparece como a pessoa mais importante da narrativa, ficando mandantes e beneficiários em segundo plano, alguns, inclusive,de fora da imputação, embora mencionados na narrativa, como o próprio ex-presidente Lula”. Não há dúvida alguma que o grande responsável pela escalada da corrupção no Brasil se chama Luiz Inácio Lula da Silva, o agora palestrante que cobra U$ 200 mil de empresas favorecidas em seu governo com empréstimos do BNDES, contratos públicos e até mudanças de leis. O único problema é que oito ministros do STF foram indicados por ele, inclusive aquele que arrasta o processo do mensalão por causa de uma dor nas costas.
DO COTURNO NOTURNO

Cabral, o impostor.

O Rio de Janeiro volta a exibir as piores cenas de violência, jogando por terra a marqietagem construída em torno da pacificação de favelas. E mostra a cara de um impostor chamado Sérgio Cabral (PMDB), governador do estado. A palavra impostor vem a calhar, pois além denominar uma farsa e um embuste, permite uma associação com aquele que quer impor impostos. Cabral, no curto espaço de uma semana, defendeu aumentar a taxação sobre o petróleo, que obviamente fariam a conta estourar no tanque 1.0 do povão, além de liderar a volta da famigerada CPMF. Como estas duas formas de extorsão não tem chance de passar, o governador impostor quer legalizar os jogos no Brasil para financiar os gastos com saúde. Na verdade, quer favorecer Eike Batista, dono do Hotel Glória, além do Cavendish da Delta e dos resorts baianos, interessadíssimos na aprovação da medida. É ou não é um impostor?
DO COTURNO NOTURNO

Mobilização por ética faz conta para novos atos

Gabriel Manzano / SÃO PAULO - O Estado de S.Paulo
As manifestações do 7 de Setembro contra a corrupção foram "um primeiro passo" e têm razões de sobra para crescer, mas não será fácil fazê-las superar os desafios e ganhar peso na sociedade. É assim que ongueiros, entusiastas e estudiosos veem os protestos da terça-feira em Brasília, São Paulo e outras capitais, cujos organizadores já marcaram para 12 de outubro uma segunda etapa da cruzada.
"É um movimento positivo, só esperamos que não se torne um simples modismo", diz o presidente do Ministério Público Democrático (MPD), Claudionor Mendonça dos Santos. Além disso, atacar a corrupção é complicado, adverte. "No caso, seria preciso as pessoas pararem de ver a sociedade como vítima dos políticos, porque ela é, em grande parte, coautora das irregularidades."
Animada com o que viu, Silva Kosac, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), diz que as passeatas são " só um pedacinho" da luta. "No meu dia a dia, percebo que cada vez mais brasileiros estão dispostos a fazer algo prático contra a corrupção", afirma. Aos que ironizam a pequenez dos protestos, ela avisa: "Essa cruzada começou em 1999 e cresce aos poucos. Só o MCCE, que ajudou em parte a organizar as passeatas, reúne 52 ONGs e associações, como OAB, Movimento Nossa São Paulo, promotores, magistrados, grupos católicos e evangélicos, áreas de educação, agricultura, peritos criminais."
Tanto Kosac como Claudionor entusiasmam-se com a experiência de seus contatos na periferia. "Visito e faço palestras, vejo gente indignada, plateias jovens que têm consciência do que é preciso fazer", diz o promotor do MPD. "E muita gente por lá já sabe que a corrupção não é exclusiva dos políticos."
Desafios. O filósofo e professor de Ética Roberto Romano, da Unicamp, acha que tais protestos "têm tudo para vingar", mas não aposta em sua transformação num grande movimento nacional. "Esses grupos são novos, não têm a organização de uma UNE ou dos partidos. Terão ainda de enfrentar o ridículo fabricado por associações pelegas". Aos olhos do professor, falta aos grupos uma certa vivência e mais conteúdo. "Não vi ninguém falando contra o foro privilegiado, contra os superpoderes dos donos dos partidos políticos". Romano lembra que há uma enorme distância entre gritar contra a corrupção e acabar com ela.
Entusiasta da causa, Sonia Barboza, da ONG Voto Consciente, não aceita as comparações feitas com o movimento "Cansei", promovido em 2007 e que ficou caracterizado como de direita. "Esses ataques acontecem quando as pessoas se sentem cobradas. Os vereadores da Câmara, que fiscalizo há muito tempo, nos dizem coisas assim a toda hora."

Organizadores da Marcha da Corrupção pedem o fim do voto secreto no Congresso

Organizadores da Marcha da Corrupção pedem o fim do voto secreto no Congresso

Carta de embaixador dos EUA mostra preocupação com corrupção no governo Lula

Jamil Chade / CORRESPONDENTE / GENEBRA - O Estado de S.Paulo
A diplomacia americana considera que a corrupção durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva era "generalizada e persistente" e atingia todos os Três Poderes. A avaliação foi revelada em uma carta enviada há um ano e meio pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, ao procurador-geral americano, Eric Holder.
Na carta, que servia como uma preparação para a visita de Holder ao Brasil, Shannon fez ainda um raio X da Justiça brasileira, acusando-a de "despreparada" e "disfuncional". O documento foi revelado esta semana pelo WikiLeaks.
Essa não é a primeira revelação sobre os comentários da diplomacia americana sobre a corrupção no Brasil. Documentos de 2004 e 2005 revelaram a mesma preocupação e mesmo o risco de os escândalos do mensalão acabarem imobilizando o governo.
Mas o que fica claro é que, mesmo no último ano do governo Lula, a percepção americana não havia mudado sobre a presença da corrupção na administração. E o fenômeno não se limitaria aos Três Poderes. Segundo Shannon, as forças de ordem também seriam prejudicadas por "falta de treinamento, rivalidades burocráticas, corrupção em algumas agências e uma força policial muito pequena para cobrir um país com 200 milhões de habitantes".
Outra constatação da diplomacia americana foi sobre os problemas enfrentados pela Justiça no Brasil. "Apesar de muitos juristas serem de alto nível, o sistema judiciário brasileiro é frequentemente descrito como sendo disfuncional, permeado por jurisdições que se acumulam, falta de treinamento, burocracia e atrasos", escreveu o embaixador.
Para Shannon, "polícia, procuradores e juízes precisam de treinamento adicional" no Brasil. "Procuradores e juízes, em especial, precisam de treinamento básico para ajudá-los a caminhar em direção a um sistema acusatório mais eficiente", escreveu.

Expostos à claridade do dia 7, porta-vozes de vampiros de cofres públicos se desfazem em cinzas como um drácula de cinema

Nascido da colisão frontal entre a desfaçatez dos assaltantes de cofres públicos e a indignação de  milhares de jovens em ação no Facebook, o movimento que transbordou da internet para as ruas neste 7 de Setembro ainda engatinha. Por enquanto, o traço comum entre os grupos fundadores é o inconformismo com a corrupção endêmica. Não houve tempo para a montagem de algum programa que estabeça prioridades consensuais e identifique com nitidez as metas a atingir, os alvos imediatos e o inimigo principal. Faltam slogans e palavras de ordem que façam o resumo da ópera eficácia e objetividade. Ainda não existem líderes reconhecidos por todas as alas, o verde-amarelo se alterna com o preto e o nome oficial não foi definido. Embora relevantes, são questões que podem esperar. Os jovens comandantes saberão fazer a melhor opção na hora certa.
Se ainda engatinha, o movimento esbanja saúde, comprovam os resultados da primeira aparição pública. Quem acompanhou o ato de protesto na Avenida Paulista pôde contemplar uma reveladora amostra da novíssima geração de brasileiros ─ um fascinante universo que a imprensa não enxerga e os políticos de todos os partidos desconhecem. Ninguém previu que os jovens insatisfeitos com o Brasil sangrado pela bandidagem de estimação precisariam de apenas um dia para escancarar as rugas, a flacidez, a velhice de entidades, instituições, indivíduos, teorias ou conceitos que, até a véspera, não pareciam tão desoladoramente decrépitos.
A anunciação da primavera brasileira transferiu para o museu das antiguidades do século passado os que subestimam o poder de fogo da internet, os que duvidam do interesse dos moços por questões políticas e os que não acreditam na existência de militantes fora dos partidos. Mal passa dos 20 anos a idade média dos organizadores dos protestos que, ignorados pela imprensa, reuniram milhares de manifestantes mobilizados por redes sociais, sites e blogs. Confrontados com o frescor e a independência dos jovens em guerra contra a corrupção, os matusaléns arrendados da União Nacional dos Estudantes Amestrados, a antiga UNE, foram remetidos ao mausoléu dos pelegos.
A paisagem reinventada da Avenida Paulista exibiu o tamanho do fosso que separa manifestantes e partidos deformados pela senilidade precoce, pela covardia congênita, pelo cinismo vocacional e pela revogação dos valores éticos. Alguns integrantes da Juventude do PSDB apareceram com uma faixa. Tiveram de enrolar a má ideia. Três ou quatro devotos do PSTU apareceram com um estandarte. Foram aconselhados a guardá-lo. Cinco ou seis militantes do PT apareceram com uma bandeira vermelha. Como se recusaram a arriá-la, o pedaço de pano foi queimado ao som de duas palavras de ordem que justificaram o bota-fora de tucanos e socialistas xiitas: Primeira: “Saí daí, otário: o movimento é apartidário”. A segunda começava com o palavrão que rima com o fecho: “Nossa única bandeira é a bandeira do Brasil”.
As inscrições nas faixas e as mensagens gritadas em coro reafirmaram que os manifestantes não estão a serviço de ninguém. Exigem a punição dos corruptos, pedem cadeia para os gatunos, fustigam a turma da ficha suja, recomendam que o dinheiro tungado seja investido em saúde e educação, recordam o escândalo do mensalão e informam que as vítimas do roubo em escala industrial são os pagadores de impostos. Nesta quarta-feira, para não serem associados à oposição oficial, hostilizaram apenas três unanimidades: José Sarney, Jaqueline Roriz e José Dirceu. Três prontuários mais encorpados que os programas dos partidos a que pertencem.
Um movimento gerado pela ladroagem institucionalizada não conseguiria poupar por muito tempo os mentores da decomposição moral do Brasil. Cedo ou tarde, ficaria evidente que não há como marchar contra a corrupção sem tropeçar nos arquitetos do aparelhamento da máquina estatal e no loteamento das verbas dos ministérios. Lula não inventou a corrupção, mas foi ele quem transformou contratos de aluguel em instrumentos de poder. Se há corruptos em todos os partidos, em nenhum lugar do mundo há tantos delinquentes por metro quadrado como num encontro do PT com a base alugada. Em dois ou três meses, os jovens que lutam pela decência teriam de lancetar o tumor em sua fonte.
Foram poupados da opção inevitável pelo açodamento dos blogueiros estatizados e dos jornalistas federais, que vestiram imediatamente a carapuça e simplificaram as coisas. “Nossos corruptos são bons companheiros”, berram nas entrelinhas os palavrórios raivosos que, enquanto tentam reduzir as dimensões dos atos de protesto, investem contra os fantasmas de sempre. Um sacristão da seita maniqueísta já enxergou por trás da manifestação outra sórdida tentativa de derrubar o governo, tramada pela elite golpista, por granfinos quatrocentões e pelos loiros de olhos azuis. Definitivamente, faltam neurônios e sobram neuroses a adoradores de divindades de araque que viraram cúmplices de corruptos juramentados.
Expostos ao Sete de Setembro ensolarado por manifestações que podem moldar um Brasil muito mais luminoso, os porta-vozes do país que parece um grande clube dos cafajestes foram reduzidos a cinzas como dráculas de cinema. Vampiros de cofres públicos e suas velharias domesticadas não suportam a claridade.
AUGUSTO NUNES
REVISTA VEJA

Governador do Brasil

“O Brasil vive algumas hipocrisias muito fortes. Aí você vê casa de bingo ilegal sendo fechada, cassino ilegal sendo fechado. Se há demanda, vai existir oferta. Então vamos organizar essa oferta, no Congresso, com uma lei direita”.

Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, agora empenhado em defender a legalização da jogatina para pagar as contas do sistema de saúde, sempre se metendo em assuntos federais para não ter de falar sobre os flagelados da Região Serrana, a juíza assassinada em Niterói, a volta da bandidagem ao Morro do Alemão e os bondinhos de Santa Tereza, fora o resto.
Sanatorio geral
AUGUSTO NUNES
REV. VEJA

Marcos Valério quer Lula no mensalão


  O empresário Marcos Valério, um dos principais artífices do mensalão, alegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não pode ser condenado por supostamente intermediar o financiamento do esquema se o ex-presidente Lula, um dos principais beneficiários, de acordo com ele, não foi sequer denunciado.  
Nas alegações finais encaminhadas ontem ao STF, o advogado de Valério argumentou que interessaria no processo julgar as condutas daqueles que seriam os interessados na compra de votos e de apoio da base aliada, incluindo o presidente Lula, seus ministros, o PT e os partidos que integravam a base e que receberam recursos do esquema. 
Condená-lo, argumentou Valério, seria dar “importância desmedida” ao “simples operador intermediário”.

“Analisada a versão dada aos fatos na própria denúncia oferecida pelo Procurador Geral da República (…) o empresário Marcos Valério seria, apenas, o operador do intermediário dos repasses de recursos financeiros, sempre sob orientação do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, a Partidos Políticos e parlamentares da base aliada do governo federal”, argumentou o advogado de Valério, Marcelo Leonardo. Relevante para o processo, conforme Valério, “seriam as condutas dos interessados no suporte político “comprado” (presidente Lula, seus ministros e seu partido) e dos beneficiários financeiros (partidos políticos da base aliada), sendo o PT o verdadeiro intermediário do suposto “mensalão”-AE_
DO B. RESIST.DEMOCRATICA

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Um 7 de Setembro histórico

A indignação popular é um incentivo para toda a sociedade e às instituições

Brasília (08) – A Marcha Contra a Corrupção, que levou milhares de brasileiros às ruas em diversos Estados e à Esplanada dos Ministérios durante as comemorações do 7 de Setembro, Dia Independência, mostrou a indignação popular e é um incentivo à sociedade e às instituições, avaliam parlamentares do PSDB.
Para o líder no Senado foi um dia histórico. “A nossa esperança é de que o Brasil mude. A manifestação de ontem reabilita esperanças daqueles que perdiam a crença. É possível ainda acreditar. O Brasil tem um povo civilizado, ordeiro, mas que preserva ainda a sua capacidade de indignação”, ressalta Alvaro Dias.
O líder do PSDB da Câmara, Duarte Nogueira (SP), considerou positivas as manifestações. De acordo com ele, são sinais de que a sociedade está atenta e que a pressão popular pode provocar mudanças.
“O governo não age, apenas reage. Na Câmara, a base aliada representa cerca de 400 dos 513 deputados. No Senado, 60 dos 81 integrantes. Sem a pressão da sociedade, o rolo compressor do governo neutraliza qualquer movimentação contrária aos interesses do Planalto. A CPI da Corrupção, por exemplo, tem 126 das 171 assinaturas necessárias na Câmara. E esse número vai aumentar à medida que a pressão das ruas crescer”, afirmou.
Para o deputado Otavio Leite (RJ), 1º vice-líder, o movimento incentiva o país a avançar na seriedade e no tratamento correto dos recursos públicos. Ele também acredita que a pressão social deve se refletir no Congresso, com influência inclusive na criação da CPI da Corrupção.
“A população não aguenta mais conviver com notícias que trazem sempre péssimas informações sobre ética e correção na atividade pública. Esse governo prossegue em um emaranhado que só se agrava”, aponta.
As manifestações contaram com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI). A presença da União Nacional dos Estudantes (UNE), da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) não foi registrada.
“Imaginar entidades caladas diante de tanta corrupção é inaceitável. Esses movimentos também deveriam estar nas ruas reivindicando o combate à corrupção e pedindo aos parlamentares para que assinem a comissão de inquérito. Essa realidade mostra uma página muito negativa do momento político brasileiro”, lamenta Otavio Leite.
Com informações do Diário Tucano e da Assessoria de Comunicação da Liderança do PSDB no Senado

“Dilma terá de explicar o fracasso dela”

Entrevista do deputado Sérgio Guerra (PE) ao blog do Josias

Para o presidente do PSDB, o governo Dilma Rousseff  “não vai terminar bem.” Aposta que, em 2014, o candidato do PT será Lula. Provoca: “Terá de explicar o fracasso dela, que tem origem nele. A Dilma está suja, mas quem sujou ela? Não fomos nós.” Abaixo, entrevista de Guerra ao blog:
- FHC fala em busca de “convergencias”. Aécio Neves, em pacto pela governabilidade. Roberto Freire vê adesismo. Falta rumo à oposição? Não. A oposição define seus rumos. Falta rumo ao governo. Pode faltar à oposição, numa ou noutra circunstância, senso de oportunidade. O PSDB é recorrente nisso.
- Como assim? Às vezes o partido tem dificuldade de se apropriar das oportunidades.
- Isso ocorre em relação a Dilma?Num primeiro momento, a presidente fez uma intervenção no Ministério dos Transportes. Reagiu à imprensa. Vacilou, mas interveio para melhorar a pasta. Temos tranqulidade para elogiar. Mas o gesto não foi desenvolvido. Não chegou aos outros ministérios. O do Planejamento, por exemplo, tem participação na desordem dos Transportes.
- Refere-se a Paulo Bernardo? O Planejamento, na época em que era gerido por ele, autorizou recursos para aditivos contratuais inexplicáveis ou viciados. Dilma silenciou, protegeu. Ficou claro que não agiria contra o PT. Como não agiu no PMDB. Na Agricultura, o ministro [Wagner Rossi] se deu conta de que não poderia continuar. No Turismo, os desmandos são anteriores ao ministro atual [Pedro Novais]. Dilma não agiu também na pasta das Cidades [gerida por Mário Negromonte, do PP].
- Como explicar, então, as manifestações de FHC e Aécio?Fernando Henrique é movido por inspirações republicanas, não partidárias.
- Retribui as gentilezas de Dilma? A Dilma o reconheceu de forma civilizada. E ele também a reconheceu civilizadamente. Imaginou que Dilma continuaria o que estava fazendo. Fernando Henrique não é Lula, torce por um Brasil decente.
- E quanto a Aécio? O que afirmou não é diferente do que disse a vida toda: se o governo desejar fazer reformas, aprofundar investigações seriamente, estaremos do lado. Ele é construtivo. Mas não vacilou na condenação dos fatos.
- Roberto Freire, então, erra quando fala em adesismo? Totalmente.
- Para onde vai o PSDB? Vamos renovar os nossos atores, abrir o partido, renovar o discurso e ter uma conversa única. Teremos uma nova proposta. Está sendo trabalhada no Instituto Teotônio Vilela, pelo Tasso [Jereissati] e no partido todo.
- Afinal, qual é o rumo da oposição? A gente está numa ação reativa. Esses episódios recentes nos surpreenderam –o avanço e o recuo da Dilma. Mas a questão central é que ela não está governando. Semanas atrás houve uma greve dos aliados dela que paralisou o Congresso. Não há possibilidade de fazer um governo decente com essa base de sustentação. Cabe à oposição ter coerência e tranquilidade. Tucanos pensam e falam. Mas normalmente não falam as mesmas palavras.
- Isso não denota falta de rumo? Rumo, nós todos no Brasil estamos procurando. O PSDB desenvolve um novo caminho. Não sei se outros terão condições de fazer.
- Refere-se ao PT? A desordem no PT é brutal. Toda crise do governo nasce no PT e na base partidária que o rodeia. Impossível governar com essa base pervertida.
- Sob FHC ocorreu coisa semelhante, não? Jader Barbalho deixou digitais na Sudam. Renan Calheiros foi ministro da Justiça… Muitos podem achar que foi mais ou menos. Mas, seguramente, no nosso período foi menos. Bem menos.
- Como evitar o modelo que submete governabilidade à perversão? Se a Dilma tivesse disposição, liderança e coragem, tomava outro rumo.
- Insisto: qual a diferença entre o modelo que vigorou na Era FHC e o atual? O nosso governo era muito mais saudável. O PSDB tinha saúde. O DEM trabalhava de forma adequada. E havia muita gente que contribuía com o governo movido pelo interesse público. De lá pra cá, a política só piorou, graças sobretudo ao Lula, que passou por cima de instituições e confraternizou com malfeitores. Distribuem dinheiro na véspera, para ganhar a votação do dia seguinte. A corrupção explode e dizem que agora tem mais investigação. Balela.
- É mais difícil fazer oposição a Dilma do que a Lula? Não. A Dilma não vai terminar bem o governo dela. Centraliza tudo e decide pouco. Quando decide, age emocionalmente e erra. Não tem liderança. A ideia de que é boa gerente é falsa. Vai naufragar do ponto de vista administrativo e político.
- Acha, então, que Dilma não se reelege? Minha impressão é de que o Lula vai se candidatar. É a principal hipótese. E o Lula terá de explicar o fracasso dela, que tem origem nele. A Dilma está suja, mas quem sujou ela? Não fomos nós.
- Em que se baseia para dizer que a Dilma está suja? Os desmandos que estão aí vem da gestão anterior. Ela era gerente e não gerenciou. Veja o caso dos Transportes. No geral, verbas do PAC. Os aditivos de que Dilma reclama eram autorizados pelo comitê gestor comandado por ela. O próprio [ex-ministro] Alfredo Nascimento, que veio do Lula, disse: tudo passava por esse comitê, operado na Casa Civil da Dilma.
- Se Lula for mesmo candidato, quem irá enfrentá-lo, Serra ou Aécio? Hoje, não há cultura no partido para que impasses prevaleçam.
- Haverá prévia? Se for necessário, sim. É saudável. Esse assunto, se vier a se apresentar, será resolvido da forma mais aberta possível

A QUADRILHA DIZ NÃO AO SEU PODEROSO CHEFE.

O Cachaça deve estar em baixa no seio da quadrilha.
Só pode ser.

A perua do Botox, não obedeceu a ordem de se escafeder da disputa pela prefeitura de Sampa para dar lugar ao boiola do KIT GAY.
Afirma que vai até o fim.

Na 4ª Convenção da SOC ( SOFISTICADA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA ) o Cachaça tentou emplacar a Censura da Mídia. Virou Moçãozinha.

Foi também do Pinguça, a idéia de jogar as "democráticas prévias" ( segundo o passado da SOC ) na lata do lixo.]
Também não conseguiu.

No finalzinho da Convenção da SOC, querendo se mostrar rebelde em relação à mída conservadora, destruidora e PIG, disse que assinaria o documento em favor do moço do PlayStation II. Virou moçãozinha de novo.

Essa vida de ex é uma droga, principalmente quando a BIC deixa de poder "fazer o estrago que eLLe disse que poderia fazer" durante as eleições.
Até os cumpanhêros de quadrilha falam e andam para o meliante Cachaceiro.

Se aposenta eterno vagabundo.

Chiiiii Delúbio!!!!!!
 A peça de defesa do anestesiado do mensalão, o homem das verbas não contabilizadas, é uma verdadeira confissão de culpa que acusa indiretamente também?

LuLLa.
Sob a orientação de Arnaldo Malheiros, o advogado de Maluf e de criminosos famosos, Delúbio argumenta:

"...nunca se conseguiu provar nada contra Delúbio Soares, muito menos que tivesse participado de esquema de compra de votos, corrompido parlamentares ou de que participasse de alguma organização criminosa. O que aconteceu foi uma pré-condenação que "produziu o escárnio e repulsa em camadas esclarecidas da sociedade". 

Bom, fica claro que acusados de alguma coisa tem o sagrado direito de se defender. É o que reza nossa Carta Magna.
Mas VEJAM bem, Malheiros afirma que Delúbio, ELLE, não participou dos esquemas citados na peça e não desmente que ele existiu, entenderam?
Ou eu entendi errado?
Pré-condenação?
Como assim Malheiros?
Ainda bem que a camada da sociedade que reagiu é a esclarecida, por que a que recebe graninha fácil e os pelegos sindicalizados trataram de enfiar a linguinha no Furico retofuricular.

A peça acusatória emitida por Antônio Fernando de Souza, é irrefutável. Tanto isso é verdade que não restou outra saída para o engavetador Geral à disposição da quadrilha, não TEVE COMO MUDAR UMA MISERÁVEL VÍRGULA.

E aqui, a máxima de todas as máximas:

"Soares é um homem simples, pobre que, apesar dos milhões que passaram por suas mãos, nunca ficou com nada. Se tivesse cometido algum crime reclamaria, se defenderia e pagaria pelo que fez, e "não pelo que arbitra-se que fez". 


Ora, ora, ora.
Então o vagabundo confessa que por suas mãos passaram milhões e que mesmo assim o "nosso Delúbio continua pobrinho".
Não é uma candura.
Tadinho do Delubão. Não é de dar dó?

O inquérito do MENSALÃO DO LULLA não afirma, em nenhum dos seus milhares de parágrafos, que Delúbio levou algo em benefício próprio, mas para COMPRAR PARLAMENTARES que levaram, ELLES SIM, vantagem própria.

O interessante é o "passaram milhões". Tudinho verba não contabilizada, como disse LuLLa de Paris com a maior cara de cínico cachaceiro.

O problema é de onde vieram estes milhões.
Tudinho da pele de brasileiros honestos que trabalham PRAKCT para que esta turminha de vagabundos possa roubar à vontade.

CHEGA.
Como diz Tio Rei:

VOCÊS NÃO PODEM.

Entenderam ou quer em desenho? 

DO COM GENTE DECENTE