quarta-feira, 6 de março de 2019

O bloco dos sujos

terça-feira, 5 de março de 2019

Que desfilem todas as alas deste bloco sujo Perdidos do Brasil. Vêm aí a Lava Toga e a Lava Beca. Aleluia, amém, nós todos! Artigo de José Nêumanne, publicado no Estadão:

A confissão do ex-governador do Estado do Rio Sérgio Cabral Filho está fazendo o Poder Judiciário, até agora intocado nas célebres operações de combate à corrupção (Lava Jato, Greenfield, Cadeia Velha e tantas outras, que ganharam fama e prestígio após muitos anos de impunidade garantida) perder o sono.

Nos últimos dois anos os meios de comunicação têm publicado que Cabral dispõe de uma lista de 97 nomes de juízes, desembargadores, ministros de tribunais superiores e membros do Ministério Público. O emedebista, que foi aliado in pectore dos petistas Lula da Silva e Dilma Rousseff, mas apoiou Aécio Neves, do PSDB, na eleição de 2014, foi levado a concluir que terá de delatar, depois de ter adotado várias estratégias que não tiveram o condão de aliviar sua barra, como se diz na gíria carioca. Um empecilho previsível, contudo, impediu que ele sequer começasse a negociar com o Ministério Público Federal (MPF) ou, em última instância, como fez o ex-maioral petista Antônio Palocci, com a Polícia Federal (PF). Sem alternativa, numa evidente movimentação para obter redução de pena a partir de um acordo de delação premiada, ele promoveu uma ciranda, cirandinha de advogados pulando de banca em banca, malogrando sempre pela ineficácia dos métodos empregados: enfrentamento do juiz da causa, Marcelo Bretas, hoje quase tão famoso e respeitado no Brasil quanto o de Curitiba, atualmente ministro da Justiça, Sergio Moro, e negativa peremptória de afirmações de cúmplices que fazem delação premiada. Ao contrário do que ocorreu com alguns desses companheiros de condenação, caso do ex-chefe de sua Casa Civil Régis Fichtner, seu então secretário da Saúde Sérgio Côrtes e empresários como Jacob Barata, vulgo “o rei dos ônibus”, beneficiados pelo espírito benemérito do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes ou pela proteção familiar do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Aurélio Bellize, promovido por mercê de sua interferência, Cabral foi somando anos de pena em suas condenações sem que ninguém nas altas Cortes do Judiciário se apiedasse de suas agruras. Não conseguiu, porém, tirar do bolso do colete o curinga que lhe restava do baralho, ou seja, delatar a turma do Batman, que se ausentou das listas da Odebrecht, da OAS e de outros fornecedores de seu bilionário propinoduto. O problema é que o que lhe convinha prejudicava os interesses profissionais e pecuniários dos causídicos que contratou. Estes, sensatamente, temiam que suas bancas viessem a ser perseguidas, renegadas e esvaziadas pelos alvos que ameaçava atingir: os magnatas das mais elevadas Cortes. Foi aí que jogou o orgulho na latrina da cela e partiu para a opção viável: a “humildade” de contar toda a verdade, delatar sem prêmio. E, aí, surgiu sua terceira face: o chefão arrogante e impiedoso virou o réu confesso “viciado em dinheiro”, em busca de piedade e compreensão dos procuradores que antes desprezava e do juiz que já tentara enfrentar. como se ainda ocupasse o gabinete mais poderoso do Palácio Guanabara. O autor destas linhas, com seu testemunho de leitor fiel e atento, vem acompanhando e comentando a estratégia de Cabral, que é diminuir seu tempo na prisão, condenado a quase 200 anos, e também proteger a sua “riqueza”, a ex-primeira dama Adriana Ancelmo, condenada a 18 anos.
A recente prisão de seu braço direito, negociador de todos os achaques, o chefe da Casa Civil de seus governos, Regis Fitchner, acelerou esse movimento. Seu ex-primeiro-ministro, como agora ele definiu, tinha sido preso em 2017 e, naquela ocasião, ameaçou contar coisas do Judiciário que nem o diabo sabia. Não teve tempo de fazê-lo, pois rapidamente foi solto, graças ao desembargador Espírito Santo. Amém.

Agora, Regis Fichtner foi preso novamente e Cabral está abrindo a boca, “sentindo-se aliviado”. O “aliviado” Cabral acusou Regis Fichtner de ser o coordenador dos esquemas de pagamento de propinas, operacionalizando o disfarce de caixa 2. O agora “arrependido” e loquaz ex-governador confirmou entregas de propinas no Palácio Guanabara e por meio do escritório de advocacia de Fichtner, com o emprego de honorários superfaturados. Quem pode garantir que esse caso tenha sido o único? Ora, pelo visto, a Lava Jato ainda tem salas que precisam ser abertas.

Vamos a elas:

1) As omissões premiadas

A confissão de Sérgio Cabral de superfaturamento em obras da Odebrecht no Rio não constou da delação dos 78 executivos da companhia. Nenhum dos solícitos súditos dos empreiteiros “teutobaianos” contou que a empreiteira pagou propinas para transformar o velho Estádio Mário Filho, o maior do mundo, o templo do maracanazo de 1950, em Arena Maracanã, palco das finais da Copa do Mundo da Fifa em 2014 e da primeira medalha de ouro olímpica da seleção nacional na final do futebol da Olimpíada do Rio, de cuja escolha Cabral participou como governador, na companhia de alguns “sócios”, como o famoso “rei Arthur”. Lembra-se? E agora?

Esse caso não é único no capítulo a que me tenho referido frequentemente, seja neste espaço semanal no Blog do Nêumanne, seja no Estadão Notícias, no comentário matutino da Rádio Eldorado (FM 107.3) e no canal com meus vídeos no YouTube. O assunto também tem sido tratado fora do território fluminense e da roubalheira do MDB, aliado do PT de Lula e Dilma. Recente reportagem da Folha de S.Paulo revelou as estranhezas que acontecem em delações/omissões premiadas. Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, do ninho tucano, estava pronto para delatar. Aí, Aloysio Nunes Ferreira arrumou para ele um novo advogado, Roberto Santoro, que “funcionou como salvador da pátria” ao conseguir um habeas corpus de Gilmar Mendes, soltar Paulo Preto e abortar sua delação premiada. Dia destes, a Polícia Federal (PF) pôs os olhos em e-mails de uma filha do dito cujo lamentando o favor que terminou desfavorecendo o favorecido. Em idêntica busca e apreensão recente foi revelado o diário do engenheiro referindo-se a um “anjo protetor Gi” na mesma linha em que o ministro Gilmar era citado.

A desconfiança da filha de que Paulo Preto deveria ter seguido a trilha da delação confirmou-se com a prisão do pai, agora condenado a 27 anos por fraude em licitações e formação de cartel de empreiteiras para a construção do trecho sul do Rodoanel, a primeira condenação da Lava Jato de São Paulo. Qual será agora a estratégia de Roberto Santoro, o “salvador da pátria”? Santoro é figurinha conhecida no meio jurídico, pois faz dupla com o advogado Frederick Wassef, que, segundo o colunista do Globo Lauro Jardim, “opera nas sombras”. A dupla está trabalhando também para o clã Bolsonaro. Não deixaremos de acompanhar suas façanhas.

O primeiro caso de omissões premiadas, que não diz respeito nem a Cabral nem ao tucanato emplumado, mas “desempoderado”, está indo a julgamento. O relator da Operação Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin, vai pôr no plenário a votação sobre a validade ou não da delação dos quatro executivos do Grupo J&F, tendo em vista que houve “omissão de fatos criminosos” pelos delatores. Se o plenário do STF julgar que houve omissões, as benesses recebidas pelos irmãos Joesley e Wesley irão por água abaixo por um bom motivo. Quando o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, protagonista da excelente reportagem de José Fuchs, no Estado (Economia, B4) de domingo, Os privilegiados da Previdência, por receber R$ 37,3 mil de aposentadoria, usou Joesley para gravar a confissão do ex-presidente emedebista Michel Temer (que lhe disse “tem que manter isso aí, viu?”), o marchante de Anápolis ganhou o prêmio de anistia para penas que somariam 200 anos de cadeia, conforme revelou o repórter do Estado Marcelo Godoy. Tudo por ter contado que administrava contas de Lula e Dilma no exterior, das quais nunca apresentou uma provinha sequer.

2) O câmbio negro das omissões premiadas por meio de pagamento a advogados

Há que apurar quem paga os advogados dos envolvidos na Lava Jato, no caso de Palocci: os novos-ricos Adriano Bretas e Tracy Reinaldet. Palocci não pode ser, pois o ex-ministro da Fazenda de Lula e ex-chefe da Casa Civil de Dilma tem seus recursos bloqueados, assim como outros envolvidos na mesma e célebre operação. O site O Antagonistainformou também que executivos da empreiteira OAS foram acusados de combinar delações favoráveis à empresa e, em contrapartida, receberam polpudas remunerações. Grave! Não pode cair na vala comum do esquecimento.

3) O uso de bancas de advocacia como instrumento de lavagem de dinheiro, que é caso do escritório de Regis Fichtner, de acordo com o que já se sabe, também pelo depoimento de seu ex-chefe e sócio Cabral.

4) O mercado persa de nomeações, as incestuosas relações entre advogados e juízes, que foi confirmado pelo mesmo Sérgio Cabral, que confessou que ele e Regis Fichtner indicaram vários ministros para as Cortes superiores. Aqui não pode valer aquela velha saída petelulista da “falta de provas” nem dispensar a investigação pelo mesmo motivo pelo qual a chapa Dilma-Temer foi absolvida no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob presidência do onipresente Gilmar Mendes e o olhar curioso, arguto e probo do ministro relator, Herman Benjamin, ou seja, o “excesso de provas”.

Ainda sobre esse mercado persa de nomeações, em sua proposta de delação premiada Palocci narrou que Márcio Thomaz Bastos prometeu ao ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Asfor Rocha uma vaga no STF em contrapartida à anulação da Operação Castelo de Areia. A vaga não saiu, mas a referida operação foi anulada no STJ, onde Asfor se aposentou, passando a fazer parte da casta de privilegiados da Previdência, tal qual Janot. Isso sem falar que todos nós sabemos, pois ficou público, que o próprio Lula colocou Márcio Thomaz Bastos para advogar para a Camargo Corrêa, livrando a empresa, os empreiteiros e os políticos e arquivando a Castelo de Areia, o trailer da Lava Jato. Não têm faltado evidências de que este escriba não está vendo pelo em ovo.

Casos escabrosos acontecem mesmo. Para ilustrar, Eurico Teles, o atual presidente da Oi, que os novos acionistas querem substituir, foi denunciado pelo Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul, em 2014, e réu em 2017, por formação de quadrilha, estelionato, patrocínio infiel e lavagem de dinheiro. O esquema, segundo a PF, consistia em subornar um escritório de advocacia que defendia 13 mil clientes em ações contra a Oi, em troca de encerramento dos processos judiciais. Ou seja, Eurico e a Oi compravam o defensor de seus clientes insatisfeitos. O fim dessa história é público e notório. A Oi faliu devendo R$ 65 bilhões aos credores, principalmente o contribuinte brasileiro.

Para encerrar, vamos aproveitar o que resta do tríduo do Rei Momo e festejar, pois o Brasil tem tudo para ser, de fato, passado a limpo. Que desfilem todas as alas deste bloco sujo Perdidos do Brasil. Vêm aí a Lava Toga e a Lava Beca. Aleluia, amém, nós todos!

Prioridades do Bolsonaro após o Carnaval

quarta-feira, 6 de março de 2019

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil
Quarta-feira de Cinzas. Reza a lenda que o ano tupiniquim começa, agora, de verdade, depois do Carnaval. O Presidente Jair Bolsonaro mandou bala na última twittada carnavalesca: “Palavras minhas: é urgente que o Congresso aprecie matérias para que os agentes de segurança pública ou não usem da letalidade para defender a população, caso precisem e estejam amparados por lei para que possamos resgatar a paz diante do terror que vivemos em todo Brasil”.
O descanso momesco no Palácio da Alvorada fez bem ao Presidente. Bolsonaro retomou uma parte fundamental da agenda original que o elegeu. Ele saiu do silêncio para reiterar seu compromisso de liderar e promover uma mobilização política, democrática, focada no respeito á Lei para conquistar a ordem, com segurança ao povo brasileiro. A tolerância zero com assassinos ou terroristas das ruas é idêntica a que precisa ser investida contra bandidos de zelite - mais organizados e sofisticados.
Bolsonaro tem muito a avançar. Não pode ficar refém de pautas impostas pela imprensa (claramente inimiga dele) e, muito menos, por eventuais falhas parciais de uma equipe que terá algumas peças mexidas nos 100 dias de governo. Bolsonaro tem de partir para a ofensiva. Negociar a reforma da Previdência com o Congresso. Costurar um acordo minimamente soberano para o Brasil com os Estados Unidos da América. Manter o compromisso de lutar a favor das mudanças, por mais difíceis que elas sejam ou apenas pareçam...
Bolsonaro precisa focar na retomada da economia. Cobras os projetos que o governo tem parados aos montes já vai ajudar muito. Porém, é fundamental dar uma cobrada mais forte na equipe do Paulo Guedes. O emprego não foi retomado. Os juros ainda estão altos. Os bancos continuam lucrando cada vez mais, enquanto o crédito segue caríssimo, insuportável. Bolsonaro deveria dar uma olhada e uma priorizada nas cooperativas de crédito – aliás, sustentáculos do bem sucedido agronegócio. Guedes parece que não dá bola para isto...
Bolsonaro deve tomar cuidado... Até agora, a economia parada e o desemprego são jogados na conta do Michel Temer... Daqui a alguns meses, talvez logo depois dos 100 dias, a persistência do problema será atribuída ao governo Jair Bolsonaro... O tempo “ruge”... Não pode dar mole... Nem ficar a reboque dos tecnocratas econômicos. Se a economia não destravar, seu governo fracassa...
Agora, a missão presente de Bolsonaro é cuidar para que seu projeto de futuro priorize a destruição, imediata, de um passado fracassado de Brasil. Se não romper com os erros conceituais e estruturais, Bolsonaro “dança”... O Capitão pode tudo, exceto cometer erros primários ou ser conivente com eventuais mancadas de sua equipe... O Presidente deve fortalecer a relação com o vice, deixando Mourão partir para os embates críticos.
Bolsonaro tem de liderar a pauta positiva. É o que o eleitorado espera dele... É fundamental que esteja aberto para interpretar as críticas positivas, mas, principalmente, saber tirar proveito das destrutivas, sem perder o equilíbrio emocional.
Presidente da República não pode bater boca com otário – sobretudo da imprensa. É hora de aprender a deixar canalha falando sozinho... Quer bater? Delega ao filho Carlos ou repassa a bronca para o Mourão resolver. O sonho imediato do Vice é jogar como o “Gabigol” no Flamengo...
O Alerta Total insiste: Bolsonaro precisa demonstrar sua competência como bom gestor da coisa pública. A fase de parlamentar brigão é passada... Esquece o Capitão Reformado... O fardo é outro... O terno é agora é farda... O papel agora é de governante – não mais de fanfarrão, nem falastrão – que reage, emocionalmente, a toda provocação. Evite as inúteis polêmicas ideológicas – que só beneficiam os extremistas, semm qualquer compromisso com a governabilidade.
Deixa o Moro e a Polícia Federal trabalharem... Aperta o saco do Paulo Guedes... Bota o Onyx para articular... Mantenha a comunicação direta nas redes sociais com fatos objetivos, e não com perigosos factóides ou faketóides (por mais bem intencionados que eles possam parecer...).
Governe cobrando resultados mais incisivos de sua equipe... Seu eleitorado não é otário... A oposição, ainda bestificada e aparentemente fragilizada, sempre está pronta para lhe ferrar e retomar o protagonismo de oposição sem tréguas.
Acelere, com os militares, a formulação do Projeto Estratégico de Nação. Sem isso, Bolsonaro, você não fará a diferença... Lembre-se sempre: você não foi eleito para fazer mais do mesmo... Foco nas coisas certas que os resultados positivos aparecem naturalmente...

Antes do sucesso de Bolsonaro, vamos assistir ao agravamento da guerra de todos contra todos, graças aos delatores traíras da Lava Jato... A diversão promete...

Por tudo isso, senta o dedo na caneta de plástico, 01...

O GENERAL HAMILTON MOURÃO E OS "DIVERGENTES". SERIA A "DIVERGÊNCIA" UMA NOVA CATEGORIA DA FILOSOFIA POLÍTICA?



quarta-feira, março 06, 2019

Acima, na primeira foto, o governador comunista do Maranhão, Flavio Dino e o vice-Presidente da República, General Hamilton Mourão, num abraço cordial. Logo abaixo Flavio Dino no carnaval segura o martelo e a moça a foice, compondo o símbolo do comunismo. Dino é, segundo o manual de política de Mourão um "divergente". 
Quando sê constata nos veículos da grande mídia um volume muito grande daquilo que se pode considerar como "fofoca política" na verdade trata-se, como se costuma dizer, de um "balão de ensaio". Podem ser os primeiros passos de uma tomada de posição por determinado agente político e seus áulicos a médio ou longo prazo.

É o caso, por exemplo, do vice-Presidente da República, o General Mourão. Desde que foi entronizado no cargo o General Mourão tem falado mais do que o "homem da cobra", aquele sujeito dos velhos camelôs que atraia clientes mantendo uma serpente dentro de uma maleta e a todo momento ameaçando soltar o réptil.

Na verdade, Mourão fala como se fosse o próprio Presidente da República, quando o cargo de Vice-Presidente exige, além de total discrição e comedimento, uma inquestionável lealdade ao Presidente da República. Esses requisitos são imprescindíveis para que as mensagens e decisões do Presidente da República não sofram qualquer ruído, afinal ele, o Presidente, é o responsável pelas tomadas de decisão do Governo como um todo. A menos que o titular esteja ausente por qualquer motivo.

O caso da recente exoneração da ongueira esquerdista Illona Zsabó do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária é um dos casos emblemáticos. Zsabó dirige a ONG comunista Igarapé mantida financeiramente por organizações esquerdistas, como a Open Society Foundations, de propriedade do mega investidor milionário George Soros. Aliás Soros é na atualidade o maior apoiador financeiro do movimento comunista no mundo, inclusive nos Estados Unidos.

Acresce a tudo isso o fato de que até agora ninguém sabe a razão pela qual o Ministro Sergio Moro nomeou Ilona Zsabó. Mas se sabe que essa mulher fez uma ardorosa campanha contra o Presidente Jair Bolsonaro. E isso já é o bastante para jamais se colocar no Governo esse tipo de gente.
Este print é do site do PCdoB, o partido do governador do Maranhão, Flavio Dino. A matéria é de 9 de outubro de 2018 descendo o cacete no então candidato a Vice-Presidente, General Hamilton Mourão. E bota "divergência" nisso. Confira clicando aqui
MOSCAS VAREJEIRAS EXCITADAS
A exemplo dos demais militares de alta patente Hamilton Mourão era um ilustre desconhecido até que começou a dar pitacos sobre política quando era Comandante do Exército na Região Sul, sediado em Porto Alegre. Os comunistas, que Mourão atualmente reputa como pessoas que têm "ideias divergentes", sentiu no próprio pelo como agem, quando a Dilma o destituiu do cargo. Mourão, se não me engano assumiu o setor de Economia do Exército até que foi para a reserva e daí pulou para candidato a Vice-Presidente. Seu partido é o nanico PRTB - Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, uma dessas agremiações nanicas que enriquece a cúpula com a generosa verba destinada a partidos políticos. De repente virou candidato a Vice na chapa de Jair Bolsonaro.

Investido no cargo de Vice-Presidente da República passou a ser imediatamente paparicado pelas moscas varejeiras da grande mídia. Qualquer conversa de jornalistas com Mourão, como se diz no jargão de redação, rende matéria. E pelo ineditismo e contrariedade ao próprio discurso do Presidente Bolsonaro, muitas vezes essas matérias são replicadas ad nauseam por todos os veículos da grande mídia. Abram o Google e digitem Mourão para terem uma ideia.

E nem o longo feriado carnavalesco impediu o General Hamilton Mourão de continuar falando aos jornalistas. Tanto é que o jornal Valor Econômico mandou ver e o site O Antagonista repercutiu, anotando:

"Hamilton Mourão lamentou, em entrevista ao Valor, a dispensa de Ilona Szabó do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.

“Eu acho que perde o Brasil. Perde o Brasil todas as vezes que você não pode sentar numa mesa com gente que diverge de você. O Brasil perde. Não é a figura A, B ou C. Perde o conjunto do nosso país e nós temos que mudar isso aí”.

O vice disse não ver influência dos filhos de Bolsonaro na saída, mas à “ala radical” de apoiadores do presidente e também dos que apoiam Ilona “que também diziam ‘você não tem que estar junto ai, você não tem que estar com esse pessoal'”.

Como se nota, Hamilton Mourão ou está equivocado, ou não entende de política ou entende e está cumprindo uma missão no mínimo estranha, já que o Presidente Jair Bolsonaro foi generosamente eleito por milhares de eleitores justamente por suas propostas de viés eminentemente conservador que colidem frontalmente com propostas comunistas. E causa mais estranheza ainda o fato de Mourão considerar os comunistas como pessoas que apenas "divergem".

A julgar pelas análises de Mourão esquerdistas como Nicolas Maduro são apenas pessoas que "divergem" ou ainda o defunto Fidel Castro, que com as suas "divergências", estabeleceu uma ditadura comunista que já dura 60 anos!

Completando: recentemente Mourão recebeu em seu gabinete e se despediu com um abraço o governador comunista do Maranhão Flavio Dino, do PCdoB. Se o governador Dino foi bater às portas do Governo Federal no interesse de seu Estado teria, obviamente de ser recebido pelo Presidente da República. Flavio Dino, nas contas de Mourão, certamente é uma dessas pessoas "divergentes". Tão divergente que fez uma foto neste carnaval usando como adereço a foice e o martelo que compõem a bandeira comunista do seu partido, o PCdoB.

Se "divergência" é uma nova categoria da Filosofia Política, o General Hamilton Mourão está inovando. A ver. DO A.AMORIM

terça-feira, 5 de março de 2019

QUANDO MISTURAM-SE CARNAVALESCOS DE ESCOLA DE SAMBA COM JORNALISTAS DA GRANDE MÍDIA TEM-SE O TRIUNFO DE TODAS AS INIQUIDADES.

Terça-feira, março 05, 2019



“Mas que raios foi aquilo da escola de samba Gaviões da Fiel encenando o diabo batendo e vencendo Jesus Cristo na comissão de frente?”

Esta é a pergunta que o jornalista e youtuber Bernardo Kuster faz neste vídeo ao comentar e analisar aquela cena grotesca e imbecil protagonizada por um bando de retardados provavelmente manipulados por algum “intelectual" esquerdista.

Sim, os comunistas sempre tecem loas ao satanás. Seus líderes desde Stalin e companhia, sempre foram a encarnação do diabo.

E aí surgem - bingo! - os jornalistas da grande mídia para dar sua interpretação da cena estúpida que, vejam só, foi aplaudida pelo público! Cáspite! Pediram para ser burros e exageraram na dose.

Quando se misturam jornalistas com carnavalescos de escolas de samba tem-se como resultado aquilo que é mais aviltante, ou seja, a exaltação de todas as iniquidades.

Só não imaginava que o diabo iria seviciar Jesus numa ala de escola de samba sob os aplausos - pasmem - da platéia que, por obrigação moral teria que vaiar esses idiotas sacrílegos e estúpidos. Vade retro!

O carnaval sempre foi a expressão mais podre, vagabunda e abjeta da lamentável ignorância misturada como mau caráter, o caldo cultural que faz do Brasil e dos brasileiros serem sempre motivos de gozação e pilhérias variadas. DO A.AMORIM

segunda-feira, 4 de março de 2019

Maioria concorda com hino nacional nas escolas

O Instituto Paraná fez uma pesquisa sobre a polêmica envolvendo a carta do ministro da Educação, Ricardo Velez Rodriguez, com pedido para que alunos fossem filmados cantando o hino nacional.
Dos entrevistados, 62,4% concordaram com a iniciativa. Outros 26,6% discordaram e 8,5% não se manifestaram.

Quase 83% acha que falta ‘orientação cívica’ nas escolas

O Instituto Paraná também questionou os entrevistados sobre a ausência de “orientação cívica” no currículo escolar.
Quase 83% dos entrevistados concordam que a temática anda ausente nas escolas.

Com ou sem política?


Em sua pesquisa, o Instituto Paraná também perguntou quem concordava com a inclusão do slogan de campanha de Jair Bolsonaro na carta com a orientação sobre o hino nacional.
Os entrevistados se dividiram: 43,8% não veem problema, enquanto 38,6% preferem que a iniciativa se restrinja ao hino.DO O ANTAGONISTA


sábado, 2 de março de 2019

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO DETONA COMUNISTAS DO JUDICIÁRIO. AGORA TRABALHADOR SÓ CONTRIBUI COM SINDICATO SE QUISER.

sábado, março 02, 2019

Agora é pra valer. Nenhum trabalhador será obrigado a contribuir com um dia de seu salário para cevar sindicaleiros dos sindicatos manipulados pela bandalha comunista. O Presidente Jair Bolsonaro editou Medida Provisória que impede a manobra dos comunistas que controlam os sindicatos auxiliados pelo ativismo de parte do Judiciário que vinha permitindo a cobrança do desconto diretamente em folha de pagamento dos trabalhadores.

Agora fica a cargo do trabalhador que, se quiser contribuir, deverá fazer o pagamento, ele mesmo, mediante boleto bancário. Transcrevo como segue matéria  veiculada neste sábado no site do jornal O Estado de S. Paulo. Leiam:

O governo do presidente Jair Bolsonaro editou a Medida Provisória 873 para reforçar o caráter facultativo da contribuição sindical. O texto ainda extingue a possibilidade de o valor ser descontado diretamente dos salários dos trabalhadores. O pagamento agora deverá ser feito por boleto, enviado àqueles que tenham previamente autorizado a cobrança.
A MP foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) de 1º de março. O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, explicou em sua conta no Twitter que a medida é necessária devido ao "ativismo judiciário, que tem contraditado o Legislativo e permitido a cobrança".
Marinho é ex-deputado federal e, em 2017, foi relator da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados. Foi ele quem incluiu no texto a medida que pôs fim ao imposto sindical, cobrança até então obrigatória a todos os trabalhadores. A contribuição sindical equivale ao valor recebido por um dia de trabalho.
"A MP deixa ainda mais claro que contribuição sindical é fruto de prévia, expressa e individual autorização do trabalhador", explicou o secretário na rede social.
O texto também deixa claro que nenhuma negociação coletiva (que ganhou força sobre a legislação após a reforma trabalhista) ou assembleia geral das entidades terá poder de devolver ao imposto sindical o status obrigatório.
Pelas novas regras, o boleto bancário (ou equivalente eletrônico) precisará ser previamente solicitado e obrigatoriamente enviado à residência do empregado ou, na impossibilidade de recebimento, à sede da empresa. Quem descumprir essa medida poderá ser multado.
A MP ainda deixa claro que é vedado o envio da cobrança sem que haja autorização "prévia e expressa" do empregado.
O governo prevê que a autorização prévia do empregado deve ser "individual, expressa e por escrito". Não serão admitidas autorização tácita ou substituição dos requisitos por requerimento de oposição (quando o trabalhador indica ser contrário ao desconto).
O desconto da contribuição assistencial — recolhida quando há celebração de acordo ou convenção coletiva — também deverá ser previamente autorizado. Do site do Estadão  DO A.AMORIM

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL: BOLSONARO ACABA COM A SABOTAGEM DOS SINDICALISTAS DE TOGA

Em edição extra do Diário Oficial da União, publicada ontem, Jair Bolsonaro editou uma Medida Provisória que acaba com as sucessivas tentativas da Justiça do Trabalho de sabotar aquele que é um pilar da Reforma Trabalhista: o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical.
Apesar do que havia sido estabelecido pela reforma, o Tribunal Superior do Trabalho e as as instâncias regionais da Justiça do Trabalho vinham autorizando a obrigatoriedade das contribuições decididas por meio de assembleias coletivas — que de coletivas não tinham nada. Participavam delas apenas os suspeitos de sempre, ligados a partidos políticos.
A partir de agora, fica proibido qualquer desconto de contribuição sindical. Ela não poderá mais ser descontada na folha e só deverá ser paga por meio de boleto bancário desde que o trabalhador integrante de um sindicato queira fazê-lo.
Bolsonaro quebrou as pernas de pau dos sindicalistas de toga e sem toga..DO O ANTAGONISTA

sexta-feira, 1 de março de 2019

Bolsonaro avisa que não disputa reeleição

sexta-feira, 1 de março de 2019

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil
Justamente no dia em que o Presidente Jair Bolsonaro reuniu representantes da mídia jornalística tradicional para tomar um cafezinho no Palácio do Planalto, com a promessa de que também vai prestigiar os canais de comunicação convencionais, a legítima pressão cidadã nas redes sociais produziu mais um “milagre”.
O ministro Sérgio Moro (da Justiça) voltou atrás e “desnomeou”, do Conselho de Política Criminal e Penitenciário, a bela “desarmamentista” Ilona Szabó. A “direita” barrou mais um lance (estratégico?) da esquerda? Talvez os deuses da ideologia possam responder... Inegavelmente, Moro foi sensível (e solidário) aos protestos nos grupos de discussão nos “ringues” da Internet.
Véspera esquisita de Carnaval, com clima fechado. Aqui, com muita chuva. Na Venezuela, sem novidades. Em Brasília, Juan Guaidó – um corajoso autoproclamado substituto temporário do ditador Nicolas Maduro – se encontrou com Bolsonaro e com diplomatas do mundo inteiro que lhe dão apoio. A turma do Maduro só entregará a rapadura se e quando tiver certeza de que não sofrerá retaliações.
O maçom Guaidó recebeu homenagem do Grande Oriente do Brasil. Excetuando a esquerda irresponsável, a maioria das pessoas sensatas torce para uma saída civilizada e pacífica para a crise venezuelana. Na ONU, Rússia e China usaram seu poder de veto para barrar a proposta dos EUA para a queda de Maduro, com eleições livres e honestas, já.
Lá na casa do pequeno ditador da Coréia do Norte, Donald Trump sofreu mais uma derrota. Não fechou o acordo de desarmamento nuclear do regime do inteligente, implacável e (para uns malvado) Kim Jong-Un. O encontro de cúpula terminou sem almoço. A turma do Kim exigiu que todas as sanções comerciais norte-americanas fossem abolidas, em troca da interrupção no programa atômico de defesa (ou ataque?)...
A luta continua... E deve ir longe... No Congresso Nacional, não pegaram bem os sinais do Presidente Bolsonaro de que aceita, antecipadamente, mexer em alguns pontos do recém-enviado pacote da Reforma da Previdência. A equipe econômica não chegou a murmurar por descontentamento nas redes sociais. No entanto, o mercado reagiu com uma bolsa de valores em leve queda...
Mas será que a culpa não foi do anúncio de mais um pibinho (1,1%) – e não do remendo previdenciário repleto de incertezas? O noticiário só foi canalha, como de hábito, porque não relacionou a estagnação econômica com a incompetência gerencial, a roubalheira sistêmica e a falsidade ideológica dos governos da Nova República, sobretudo o megaestelionato do PT e outras quadrilhas bem votadas.
Seguimos na esperança de decolagem e crescimento. Porém, a lentidão do processo ainda deixa “na pista” muitos empreendedores e trabalhadores. O regramento continua excessivo e canalha. Os impostos continuam altíssimos. Os juros, nem se fala... O risco de investir e empregar segue altíssimo. A máquina judiciária e fiscal permanece cruel. Os calotes e o desemprego, também. Potencial esquisito de consumo e Vendas sofríveis desestimulam a produção, impactam o comércio e deprimem o consumidor.
Será que o ano começa mesmo depois do Carnaval, na quarta-feira de cinzas da semana que vem?
Vamos para a folia de Momo – ou para um descanso forçado – com essa ilusão?
Depois do Carnaval, retornam as pressões, por tudo e por todos, com toda força e vigor.
O desafio do Governo Bolsonaro, até os 100 dias de cobranças internas, populares e mercadológicas, é ainda provar que pode dar certo...
Segurança, combate à corrupção e crescimento econômico... Este foi o ultimato dado pelo eleitorado volúvel...
Bolsonaro está aberto ao diálogo. No entanto, as cobranças mais fortes não devem demorar a se intensificar. Só não podem ficar insuportáveis...
Em tempo: no cafezinho com a mídia, Bolsonaro avisou que não pretende disputar a reeleição... Será que o Rei Momo gostou da novidade?
Fala sério...
Alguém acredita que o Judiciário e o Ministéerio Público conseguirão impedir o desfile das escolas de samba no sambódromo sem licença do Rio de Janeiro?
O Corpo de Bombeiros fará um milagre burocrático, flexibilizará suas rígidas normas e não vai apagar o fogo de uma folia com gigantescos interesses econômicos, políticos e culturais...
É mais fácil – e conveniente - o desfile ocorrer do jeito como sempre ocorreu...
Será que a coisa ficará Preta para os tucanos que negam relação de negócios escusos com Paulo Vieira de Souza – o primeiro condenado pela Lava Jato em terras Bandeirantes?

OS BRASILEIROS QUE ELEGERAM O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO NÃO PERMITIRÃO A VOLTA DOS ALGOZES COMUNISTAS



sexta-feira, março 01, 2019

Limpando a área: Renato Sergio de Lima, o ongueiro que tem apoio de George Soros e atuava em órgão da Pasta do Ministro Sergio Moro pediu para sair. 
As ocorrências inexplicáveis continuam assombrando os cerca de 50 milhões de eleitores que levaram o agora Presidente da República Jair Messias Bolsonaro ao Palácio do Planalto. Aliás em postagem de ontem, quinta-feira 28 de fevereiro, que escrevi aqui no blog trato desse tema. O foco foi a presença de esquerdistas dentro do Conselho de Política Criminal do Ministério da Justiça, cujo titular é Sergio Moro.

E já nessa quinta-feira o Ministro Sergio Moro decidiu exonerar a ongueira esquerdista Illona Szabó do tal Conselho dada à pressão dos apoiadores do Presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais e nas mídias independentes na internet.

Em solidariedade à Zsabó, também pediu o boné nesta quinta-feira o Diretor-Presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sergio de Lima, que integrava o Conselho Nacional e Política Criminal e Penitenciária.

Renato Sergio de Lima também é dono do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (parece até um órgão estatal pelo nome e empáfia), organização que também desfruta do apoio da Open Society Foundation, organização de propriedade do bilionário globalista George Soros que dispensa maiores apresentações. Só para lembrar, a representação do grupo de George Soros foi expulsa recentemente da Hungria, aliás, seu país de nascimento.

Esse bilionário húngaro-americano financia atividades de uma miríade de ONGs esquerdistas no mundo inteiro, inclusive aqui no Brasil. Os húngaros velhos de guerra que foram açoitados pelos verdugos comunistas da ex-URSS, sentiram imediatamente o cheiro de carne queimada que exalava do luxuoso prédio em que Soros mantinha suas operações naquele país e trataram de expulsar das empresas de Soros da Hungria.

A seguir reproduzo um vídeo com comentários do jornalista Claudio Dantas, do site O Antagonista, que faz uma análise geral do que está acontecendo nas hostes governistas, em especial no âmbito de atuação da Pasta do Ministro Sergio Moro.

Dantas também comenta a partir de 7 minutos no vídeo abaixo a saída do ongueiro esquerdista Renato Sergio de Lima do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Vejam:

Mas não é só isso que atiça milhares de apoiadores do Presidente Jair Bolsonaro em ação nas redes sociais. Há outros temas semelhantes que devem vir à tona justamente porque colidem com as promessas de campanha de Bolsonaro que uniram os eleitores em torno de sua candidatura. É o caso, por exemplo, da nomeação da nora da jornalista Míriam Leitão, da Rede Globo, como chefe da Assessoria de Comunicação do Ministério da Justiça. Trata-se da jornalista Giselly Siqueira.

O site da revista esquerdista Forum que noticiou essa nomeação, afirma que a nora de Miriam Leitão já foi assessora-chefe do Supremo Tribunal Federal (STF) na gestão do ministro Gilmar Mendes e trabalhou como assessora da Procuradoria-Geral da República (PGR) quando se casou com Vladimir.
"Um conceituado jornalista de Brasília"-  afirmou à Fórum que, "quando Giselly trabalhava no órgão, a TV Globo, emissora de seu marido e de sua nora, enviava um motoqueiro para buscar informações vazadas do órgão em primeira mão."

Seja como for, o fato é que todas essas contradições suscitam fundadas preocupações por parte do eleitorado do Presidente Jair Bolsonaro, toda aquela massa humana que o carregava nos ombros e que entrou em desespero quando Bolsonaro sofreu o atentado em Juiz de Fora.

E mesmo quando permaneceu hospitalizado e depois recuperando-se em sua residência no Rio de Janeiro sem poder fazer campanha até a eleição, o Presidente Jair Bolsonaro contou com o apoio e as orações de milhares de brasileiros. A rua em frente à sua residência passou a ter uma vigília diária de seus eleitores, algo nunca visto na história do Brasil em relação a um político.

De sorte que a preocupação que toma conta dos eleitores do Presidente Jair Bolsonaro tem sim fundadas razões, afinal é ele o esteio da muralha que impede a transformação do Brasil numa nova Venezuela. Aliás, seu mote de campanha com base no seu diálogo direto com os eleitores. Um fenômeno sim, que não tem paralelo na história política do Brasil.
EXPECTATIVA DOS BRASILEIROS
O Presidente Jair Bolsonaro dispõe, portanto, de um capital político jamais alcançado por por outros políticos. E esse capital não foi auferido por artimanhas de compra de apoio. Não havia comboio de ônibus para conduzir eleitores aos seus comícios. Bolsonaro viajava em avião de carreira e tinha contra si todo o establishment, todos os veículos de mídia e formadores de opinião pública.

Portanto, esta é a realidade e esta é a percepção de seus eleitores que manifestam muita preocupação com o comportamento de vários de seus colaboradores, incluindo-se Ministros de Estado e mesmo de militares de alta patente que compõem o seu staff.

Esta oportunidade de salvar o Brasil das garras assassinas dos comunistas é única, é histórica e faz um corte radical na história da República erigida sob golpe de Estado que derrubou a Monarquia iniciando um processo de rapinagem dos cofres públicos que vem sendo passado por tradição hereditária há 129 anos!

A eleição do Presidente Jair Bolsonaro é, portanto, uma marco histórico, um corte radical nesse processo de apropriação do Estado pelas hostes do estamento burocrático em conluio com os comunistas.

Os eleitores não irão dar de barato essa conquista e tampouco se calar perante quaisquer tentativas de reverter esse processo histórico que demanda um novo Brasil. O Presidente Jair Bolsonaro foi escolhido pela esmagadora maioria do eleitorado para levar adiante essa travessia.

Finalmente, é de intuir-se que se o Ministro Sergio Moro é um jurista competente e se deve muito a ele o importante trabalho levado a cabo pela Operação Lava Jato, no que tange à política é marinheiro de primeira viagem. Dedicou a sua vida até aqui estritamente ao Direito e a Magistratura. Isso não o impede de se assessorar bem com consultores na área da política no seu sentido amplo.

Não me refiro apenas à política partidária, mas à filosofia política e o domínio de seus conceitos e de suas metamorfoses conceituais, como a guerra cultural esquerdista, a geopolítica de viés 'globalista' suas metas e modus operandi. Sem uma noção, ainda que ligeira, de todas essas variáveis que interferem no processo político as ações os agentes públicos correm sérios riscos de equívocos que podem ser fatais! A liberdade sempre existiu como uma plantinha delicada. DO A.AMORIM

Calote, corrupção e fracasso: a obra que é símbolo da relação entre o PT e o chavismo.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Acordo para construção da refinaria de petróleo Abreu e Lima, em Pernambuco, firmado entre Lula e Hugo Chávez, gerou obra cara, com denúncias de corrupção, atraso na execução e funcionamento ineficiente. Reportagem da Gazeta do Povo:
Obras atrasadas, calote, denúncias de corrupção, projeto entregue pela metade, parceria fracassada, demissões e acidentes de trabalho. A Refinaria de Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, resume o quadro de projetos mal-sucedidos que marcaram o Brasil nos últimos anos. Mas o empreendimento carrega outro traço negativo, ainda mais significativo: simboliza a obscura relação que os governos do PT mantiveram com o regime chavista da Venezuela.

A Rnest foi lançada em 2005 como um projeto conjunto entre a Petrobras e sua equivalente venezuelana, a PDVSA. Os venezuelanos tinham uma extração intensa de petróleo e capacidade menor de refino da commodity. A ação integrada, então, parecia boa para os dois lados: as estatais comercializavam petróleo com uma empresa do mesmo continente e se beneficiariam com o resultado do refino.

A Petrobras seria responsável por 60% do investimento para construir a Rnest, com os 40% restantes ficando a cargo da PDVSA. O orçamento inicial do projeto era de US$ 2,5 bilhões, e a expectativa de conclusão era para 2011.
Praticamente nada, porém, seguiu o roteiro inicialmente planejado. Os gastos com a construção da refinaria dispararam, superando a casa dos US$ 20 bilhões. A obra até hoje não foi integralmente concluída e entrega, atualmente, menos da metade da produção de petróleo esperada. E o projeto acabou figurando como uma das “estrelas” dos superfaturamentos descobertos pela operação Lava Jato, a ponto de ter relação com a condenação que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão.

Estrela do PAC se apagou

A Rnest foi parte do ciclo de obras que figurou no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), conjunto de iniciativas no campo da infraestrutura que foi uma das principais bandeiras do governo Lula. O ex-presidente disse, em depoimento ao então juiz Sergio Moro em 2017, que a Rnest foi concebida em uma época em que havia uma concorrência forte entre os estados brasileiros para sediar a nova refinaria da Petrobras. Pernambuco foi selecionado até por relações diretas do comandante da Venezuela à época, Hugo Chávez, com membros do governo do estado.
Mais do que uma obra de engenharia e infraestrutura, a Rnest acabou por se transformar em mais uma peça na linha da “internacionalização do Brasil”, que vigorou principalmente no segundo mandato de Lula e que tinha nas chamadas “relações Sul-Sul” – isto é, vínculos diretos entre países do chamado Terceiro Mundo, sem a presença dos EUA ou potências europeias – uma de suas maiores apostas.

“O que aconteceu como fato histórico, ontem, é que a PDVSA olha para o Sul, para a América do Sul e olha para o Brasil, e a Petrobras olha também para a América do Sul e para a América Latina. São duas empresas gigantescas, duas empresas que, trabalhando juntas, podem contribuir para mudar a história energética na área de combustível e gás do mundo”, disse Lula em abril de 2008, em uma visita dele e de Chávez às obras da refinaria.
Discursos vazios. Faltou combinar com a PDVSA

A sintonia entre os dois governos, entretanto, não durou muito tempo. Ao longo de todo o processo de construção da Rnest, a PDVSA e o governo venezuelano não chegaram a desembolsar nenhum recurso. O Brasil mostrou preocupação com a dívida e buscou, por anos, cobrar a Venezuela, sem sucesso. Até que formalizou que não buscaria mais a contrapartida venezuelana e que iria tocar o projeto sem o país vizinho, então já comandado por Nicolás Maduro.

O motivo da desistência brasileira foi, principalmente, a falta de formalização na negociação entre Brasil e Venezuela. A PDVSA não chegou, em nenhum momento, a entrar oficialmente no negócio da Rnest – os discursos e promessas de Chávez em relação à refinaria jamais foram efetivados. Sem ter como evocar o contrato, ao Brasil restou aceitar o calote. Já em 2013, a Petrobras divulgava que “como as partes não chegaram a um consenso acerca da sociedade, a Rnest foi incorporada pela Petrobras, que, com tal medida, otimizou a gestão de seu portfólio”.

No mesmo depoimento de 2017 a Moro, o ex-presidente Lula falou que “o que aconteceu é que não aconteceu a tão sonhada parceria [entre Brasil e Venezuela]. A Petrobras fez sozinha a refinaria”.
Hoje, a Rnest, que foi parcialmente inaugurada em 2014, processa 100 mil barris de petróleo por dia. O número é menos da metade da capacidade total do empreendimento, que é de 230 mil. A produtividade inferior se deve à falta de conclusão do Trem II, que é o segundo conjunto de unidades que formam o local de refino, e também à não entrega de um aparelho para redução de emissões, o SNOX, que evitaria a limitação no processamento.
Para o próximo quadriênio (2019-2023), a Petrobras almeja a finalização do Trem II e do SNOX. A expectativa é de ampliar o processamento em 160 mil barris diários. Os investimentos, segundo a estatal, serão de US$ 1,3 bilhão.
Histórico de problemas

A Rnest se apresentou como uma “pedra no sapato” da Petrobras já poucos anos após o lançamento do projeto. Ainda em 2010, o Tribunal de Contas da União (TCU) emitiu um alerta sobre os trabalhos em Abreu e Lima – segundo a corte de contas, a Rnest registrava “irregularidades graves”. A refinaria passou aos holofotes nos anos seguintes, com a comprovação do aumento dos gastos para a obra e a descoberta da possibilidade de que a Venezuela não fosse honrar seu compromisso.
Em 2012, a então presidente da Petrobras, Graça Foster, disse à Câmara dos Deputados que a alta dos custos com a Rnest era o resultado de “erros de avaliação” cometidos pela empresa e também se explicaria pela alteração no cenário econômico. A executiva prometeu, na mesma ocasião, que a refinaria estaria em pleno funcionamento em 2015.
Mecanismo exposto

Foi a operação Lava Jato, entretanto, que acabou por tumultuar em definitivo a trajetória da Rnest. A obra foi envolvida no escândalo de superfaturamentos e pagamento de propinas descoberto pela Polícia Federal e o Ministério Público. Era um dos alvos do “clube de empreiteiras”, acordo ilícito entre as maiores empresas brasileiras no setor para a distribuição de projetos junto ao poder público.
Figurou em delações e nas denúncias que mencionavam empreiteiras como OAS, Odebrecht, Engevix e Camargo Corrêa. Foi também apontada como uma das fontes de financiamento que abasteciam o caixa de diferentes partidos.

Neste aspecto, se caracterizou como “suprapartidária”: os desvios de seus recursos serviram para as verbas de PT, PMDB e PP, que compunham o consórcio governista nas gestões de Lula e Dilma Rousseff, e também foram mencionados em acusações a políticos de outro campo ideológico, como o deputado Paulinho da Força (SD-SP), o ex-senador Gim Argello (PTB-DF) e o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra (PE), morto em 2014.

A série de denúncias chegou a motivar a Petrobras a determinar a suspensão das obras para a finalização da Rnest. Mas a ligação mais “ilustre” da refinaria com a corrupção se deu por meio do pagamento de propinas que a OAS fez ao ex-presidente Lula. A empresa, segundo as acusações do Ministério Público, direcionou R$ 3,7 milhões ao petista, sendo R$ 2,4 milhões na reforma do triplex do Guarujá (SP) e o restante na gestão do acervo do ex-presidente.

Lula teria recebido a propina como meio para facilitar as negociações entre a OAS e a Petrobras. A denúncia foi a que a levou à primeira condenação de Lula, pela qual ele cumpre pena em regime fechado desde abril do ano passado. DO O.TAMBOSI

Desconvidada por Moro, Ilona Szabó cita pressão do MBL e de Bolsonaro

Postado em 01/mar/2019
“Ficou muito claro que o presidente Bolsonaro ainda não se elevou à altura do cargo que ocupa”, afirmou Ilona Szabó, que foi convidada por Moro para integrar, como suplente, o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, mas foi desconvidada um dia depois à sua nomeação, após pressão de bolsonaristas e grupos como o MBL; “São grupos que precisam de inimigos, e por isso não estão comprometidos com o debate democrático”, enfatizou.

“O ministro Sérgio Moro me ligou de volta. Dado o clima, eu sabia que o risco existia. O ministro me pediu desculpas. Disse que ele lamentava, mas estava sendo pressionado, porque o presidente Bolsonaro não sustentava a escolha na base dele”, contou Ilona Szabó, ao relatar como ficou sabendo da sua exoneração.

Ilona foi convidada por Moro para integrar, como suplente, o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Mas por conta de suas críticas a política de armas do governo, ela foi desconvidada um dia depois a sua nomeação, após pressão de bolsonaristas e grupos como o MBL.

“Hoje começaram os comentários nas redes sociais. Foi a polêmica do dia. Colocaram a história na rede, e o Movimento Brasil Livre ajudou a reverberar. São grupos que precisam de inimigos, e por isso não estão comprometidos com o debate democrático”, afirmou Ilona em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Na entrevista, a cientista disse que, assim como ela, vários integrantes do Igarapé – instituto que ela fundou – participam de conselhos na área de segurança em vários Estados e municípios. “Em geral, ministros e secretários têm toda a liberdade para escolher conselheiros. Tais conselheiros costumam vir de todos os setores, com visões diferentes, diversas maneiras de ver o mundo. Dá trabalho, mas é assim que a gente constrói boas políticas públicas”, disse ela, apontando a ingerência anormal do governo Bolsonaro.

Questionada se a sua exoneração poderia ser comparada com o caso de Mozart Araújo, outro nome técnico, que acabou sendo desconvidado do Ministério da Educação por pressão da base de Bolsonaro, Ilona disse que sim.

“Vejo total paralelo. Nos dois casos, ganha a polarização e perde o Brasil”, disse. “Ficou muito claro nos dois episódios que o presidente Bolsonaro ainda não se elevou à altura do cargo que ocupa. Um presidente tem que construir diálogos e consensos. Quando ele diz que quem pensa diferente é inimigo, mostra que não está à altura do País. Acho que os brasileiros estão cansados disso. Uma prova é todas as mensagens de apoio que recebi quando decidi ir para o governo, muitas delas de gente que votou contra o Bolsonaro. Os brasileiros querem gente que pense no País, não gente que fica procurando inimigos”, completou.DO P.MAIS

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Executivos da OAS delatam pagamentos de R$ 125 milhões a 21 políticos de 8 partidos

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019


Revelações foram feitas em depoimentos de delação premiada homologada no ano passado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).  Por Camila Bomfim,

Por Camila Bomfim

Executivos da OAS delatam pagamento de R$ 125 milhões de propina a 21 políticos

Executivos da construtora OAS contaram em depoimentos prestados em razão de acordo de delação premiada que pagaram R$ 125 milhões em propina e caixa dois para 21 políticos de 8 partidos.

A delação os executivos foi homologada em julho do ano passado pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). O conteúdo da delação permanece em sigilo no STF.

A informação foi publicada em reportagem no jornal "O Globo". Segundo a reportagem, a revelação foi feita por oito ex-funcionários que atuavam na "controladoria de projetos estruturados", que funcionava como um departamento específico de contabilidade para gerir o pagamento de propina.

Segundo o jornal, há um relatório de 73 páginas da Procuradoria-Geral da República (PGR) em que a procuradora-geral, Raquel Dodge, resume as revelações dos ex-executivos, contidas em 217 depoimentos, e pede providências ao ministro Edson Fachin, relator da operação lava-jato no supremo tribunal federal.

É a primeira vez que ex-funcionários da OAS revelam em delação as propinas pagas pela empreiteira e como a empresa operava para conseguir obras.

Segundo o jornal "O Globo", o esquema ilegal da construtora envolvia o superfaturamento de grandes obras como estádios da Copa de 2014 e a transposição do Rio São Francisco, com possível repasse de parte desses recursos a políticos citados na colaboração.

Os delatados

Saiba quais políticos foram delatados pelos executivos da OAS, segundo o jornal "O Globo":


  • Aécio Neves (PSDB-MG), deputado e ex-senador: acusado de receber caixa dois de R$ 1,2 milhão na campanha de 2014 por meio de contrato fictício e pagamento em vantagem indevida de R$ 3 milhões via doações oficiais em 2014. Aécio Neves negou irregularidades e declarou que as doações feitas à campanha do PSDB em 2014 estão devidamente registradas na Justiça Eleitoral.
  • Edison Lobão (MDB-MA), ex-senador: acusado de receber propina de R$ 2 milhões por obras na usina em Belo Monte. A defesa de Edison Lobão disse que as delações fazem citação desprovida de provas e de qualquer outro tipo de indício. Afirmou, ainda, que acredita que o STF vai determinar o arquivamento deste processo como fez com outro que também citava Lobão e foi arquivado esta semana.
  • Eduardo Cunha (MDB-RJ), ex-deputado, preso na Lava Jato: acusado de receber propina de mais de R$ 29 milhões referente a percentual de obras da OAS. "Essa acusação se trata de fatos requentados e já apurados na operação Sepsis, onde Eduardo Cunha se defende e provará sua inocência", informou a assessoria do ex-deputado.
  • Eduardo Paes (DEM-RJ), ex-prefeito do Rio de Janeiro: acusado de receber caixa dois de R$ 25 milhões para sua campanha à prefeitura em 2012. A assessoria de Eduardo Paes divulgou a seguinte nota: "Eduardo Paes desconhece o teor da delação premiada da OAS. Paes reafirma, no entanto, que as doações da empresa OAS em sua campanha de 2012 constam da sua prestação de contas aprovadas pela Justiça Eleitoral e que jamais favoreceu ou exigiu contrapartida de qualquer natureza, de quem quer que seja, no curso de seu mandato como Prefeito, conforme evidenciam os diversos depoimentos já prestados por colaboradores ao Ministério Público Federal, nas mais diversas delações premiadas feitas por executivos das maiores empreiteiras brasileiras, inclusive da própria OAS".
  • Eunício Oliveira (MDB-CE), ex-senador: acusado de receber caixa dois de R$ 2 milhões para sua campanha ao governo do Ceará em 2014. A assessoria de Eunício Oliveira disse que a OAS doou R$ 2 milhões para a campanha de 2014, de forma legal e oficial, e que o valor foi declarado e aprovado pela Justiça Eleitoral.
  • Fernando Pimentel (PT-MG), ex-governador de Minas Gerais: acusado de receber propina de R$ 2,5 milhões ao seu operador Bené quando era ministro do governo Dilma Roussef. A assessoria do PT de Minas Gerais informou que o ex-governador Fernando Pimentel está sem assessoria desde que deixou o governo. A reportagem não conseguiu contato com a defesa dele.
  • Flexa Ribeiro (PSDB-PA), ex-senador: acusado de receber caixa dois de R$ 150 mil para sua campanha eleitoral ao Senado em 2010. A assessoria do senador divulgou a seguinte nota: "O ex-senador Flexa Ribeiro não recebeu qualquer valor da empresa OAS na campanha eleitoral de 2010. Todas as doações recebidas ocorreram de forma legal, conforme previa a legislação naquele período e constam na declaração da prestação de contas, devidamente avaliada e aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Flexa Ribeiro desconhece e repudia as informações prestadas por representantes da OAS envolvendo seu nome e espera que as declarações sejam profundamente apuradas e esclarecidas, se colocando à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento."
  • Geddel Vieira Lima, ex-ministro, atualmente preso: acusado de fechar contrato fictício de R$ 30 mil com empresa de publicidade para manutenção do site do político. Até a última atualização desta reportagem, ainda não havia resposta da assessoria.
  • Índio da Costa (PSD-RJ), deputado: acusado de receber repasse de valores espúrios de R$ 1 milhão para a campanha de 2010. A assessoria divulgou a seguinte declaração, atribuída ao deputado: "Todas as minhas contas de campanha foram devidamente declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral".
  • Jacques Wagner (PT-BA), o ex-governador e atual senador: recebimento de propina de R$ 1 milhão via contrato fictício e repasses de caixa dois. A assessoria de Jaques Wagner divulgou a seguinte nota: "A defesa do Senador Jaques Wagner informa que não comentará uma informação que desconhece, sobre uma suposta delação premiada a qual sequer teve acesso".
  • Sérgio Gabrielli, o ex-presidente da Petrobras: acusado de receber mesada de R$ 10 mil durante o ano de 2013. A reportagem não conseguiu contato com Sérgio Gabrielli.
  • José Serra (PSDB-SP), o ex-governador e senador: acusado de receber caixa dois de R$ 1 milhão via ex-tesoureiro. José Serra afirmou que jamais recebeu nenhum tipo de vantagem indevida e que suas contas, sempre aprovadas pela Justiça Eleitoral, ficaram a cargo do partido.
  • Lindbergh Farias (PT-RJ), ex-senador: acusado de pagamento de R$ 400 mil para serviços do publicitário João Santana. “Lindbergh esclarece que não teve acesso ao conteúdo da delação mas refuta veementemente as supostas acusações de caixa 2. Trata-se de mais uma acusação de natureza política que será arquivada assim como os demais”, informou a assessoria do ex-senador.
  • Marco Maia (PT-RS), ex-presidente da Câmara: acusado de receber caixa dois de R$ 1 milhão na campanha eleitoral de 2014. Marco Maia disse que desconhece doações a sua campanha que não tenham sido realizadas dentro da legislação vigente à época. Ele também afirmou que não é réu em nenhum processo.
  • Marcelo Nilo (PSB-BA), deputado: acusado de receber propina de R$ 400 mil em 2012 e repasses em 2013. Marcelo Nilo negou o recebimento dos recursos.
  • Nelson Pellegrino (PT-BA), deputado: acusado de receber caixa dois de R$ 1 milhão em campanha da Prefeitura de Salvador em 2012. Em nota, o advogado do deputado, Maurício Vasconcelos, afirmou: "A suposta delação está sob o manto do sigilo. O Deputado Federal Nelson Pellegrino e seu advogado não conhecem o seu teor, logo, não tem momentaneamente nenhum comentário a fazer sobre o tema."
  • Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara: acusado de receber caixa dois de R$ 50 mil em campanha à Prefeitura do Rio de Janeiro em 2012. Rodrigo Maia declarou que jamais associou seu mandato a quaisquer empresas e que a denúncia é uma ilação caluniosa. Também afirmou que todas as doações recebidas quando a lei permitia doações empresariais foram registradas e declaradas à justiça eleitoral.
  • Rosalba Ciarlini (PP-RN), ex-governadora do RN: acusada de receber caixa dois de R$ 16 milhões da obra da Arena das Dunas, em Natal (RN). De acordo com a assessoria, a prefeita Rosalba Ciarlini "desconhece completamente qualquer transação nesse sentido com a OAS".
  • Sérgio Cabral (MDB-RJ), ex-governador do Rio de Janeiro: acusado de receber caixa dois de R$ 10 milhões, em sua campanha ao governo do Rio de Janeiro em 2010. A defesa de Sérgio Cabral disse que todos os assuntos mencionados nas diversas ações penais serão revisadas e se for o caso será esclarecido em juízo.
  • Valdemar Costa Neto (PR-SP), ex-deputado: acusado de receber propina de R$ 700 mil nas obras da ferrovia Oeste-Leste. O ex-deputado Valdemar Costa Neto disse que não comenta conteúdos que ainda vão ser objeto de exame no poder judiciário.
  • Vital do Rêgo, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU): propina de R$ 3 milhões, à campanha eleitoral de 2014 em troca da blindagem da OAS na CPI mista da Petrobras. A defesa de Vital do Rêgo disse que não teve acesso à delação mencionada, mas que o ministro reitera sua manifestação feita há três anos no sentido de que não recebeu qualquer doação irregular de campanha.DO R.DEMOCRATICA

27/02/2019