sábado, 24 de outubro de 2015

Cerco ao Congresso

Cerco ao Congresso (Foto: Arquivo Google) Veja aqui

Os brasileiros que estão autorizados por Lula a chamar o PT de ladrão estão chegando a Brasília, acampando em frente ao Congresso Nacional
24/10/2015 - 08h01
Quem roubou não pode chamar o PT de ladrão, disse Luiz Inácio da Silva. Ou seja: ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão, mas ladrão que xinga ladrão vai se ver com Lula. Até que enfim, uma medida moralizadora. O PT quer ser respeitado ao menos pelos bandidos — o que dentro da cadeia é uma coisa importante.
E por falar em bandido, roubo e cadeia, o delator Fernando Baiano disse que deu R$ 2 milhões do petrolão à nora de Lula. Enquanto isso, retorna à pátria (e à Papuda) Henrique Pizzolato, um dos heróis petistas do mensalão. As obras completas dos companheiros nestes 13 anos são realmente impressionantes. Se o governo do PT fosse um filme, seria o “Sindicato dos ladrões” — com todo o respeito. O mais curioso é como o Brasil se harmonizou bem com esse projeto criminoso de poder, na definição do ministro Celso de Mello (que não roubou, então pode dizer que o PT é ladrão).
Pizzolato esfaqueou o Banco do Brasil, Baiano esfolou a Petrobras — e esses são apenas dois agentes do maior sistema de corrupção da história, regido pelo PT de dentro do Palácio do Planalto. Agora tirem as crianças da sala para a notícia estarrecedora: o PT continua dentro do palácio.
Como escreveu Fernando Gabeira, o Brasil desmoralizou a instituição do batom na cueca. A mancha veio da lavanderia, o batom era progressista e a cueca era do bem. O ministro Gilmar Mendes disse que Dilma não precisa de um Fiat Elba como o de Collor para cair. Claro que não. Ela pode cair pedalando — o que seria inclusive menos poluente. As pedaladas fiscais que o TCU já condenou são crime de responsabilidade, e constituem uma fração do tal projeto criminoso — que não é feito só de mensalões e pixulecos, mas também de fraudes contábeis para maquiar o rombo.
Não deixem as crianças ouvirem: essa orgia companheira acaba de render ao Brasil o selo de país caloteiro. Agora sejam fortes: as pedaladas continuaram este ano, depois de flagradas e desmascaradas, e pelo menos uma das centrais de tramoias do petrolão continuou ativa depois da revelação do escândalo. Deu para entender? O PT é o cupim do Estado brasileiro, e não dá para pedir a ele: senhor cupim, por favor, poderia parar de devorar a mobília até 2018? O Brasil está esperando que os cupins passem a se alimentar de vento estocado e façam o ajuste fiscal. Leia mais em site do O Globo

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

REVISTA 'ISTOÉ' REVELA OS CAMINHOS DO IMPEACHMENT E CONSTATA A MISÉRIA NO HORIZONTE DO BRASIL SOB O JUGO DO PT

Embora a revista IstoÉ não faça da reportagem que publica em sua edição que chega às bancas neste sábado a chamada de capa, a verdade é que o assunto é explosivo e está na cabeça de todos os brasileiros. É uma exigência da Nação o impeachment da Dilma, sem falar que o acampamento dos movimentos de oposição levantado em frente ao Congresso Nacional além de oferecer um foto de alta plasticidade expressa o desejo de no mínimo de 90% dos brasileiros.
Todavia, esse inusitado movimento dos barraqueiros de oposição ao regime bolivariano e ladravaz do PT tem sido diligentemente escamoteado pela grande imprensa brasileira, mais preocupada em destruir o atual presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha. Editorialmente esta é uma saída confortável para o jornalismo do mainstream. Sim, porque ao tocar o pau em Cunha posa de combatente da corrupção e, ao mesmo tempo, atente ao que interessa a Lula e seus sequazes, fazendo rodar a máquina de moer reputações sempre usada pelo PT para escapar das malhas da lei. Petistas usam e abusam de acusar os outros daquilo que eles próprios estão fazendo.
Seja como for, ainda assim, a reportagem da revista IstoÉ, mostra os caminhos do impeachment, as fases que a lei determina que sejam cumpridas para a derrubada da "presidenta" e que são mostradas em diagrama mais abaixo.
Em contrapartida, a reportagem de capa da IstoÉ desta semana tem por manchete "A Volta da Miséria", afirmando que a crise econômica, recessão, desemprego e desaceleração das políticas sociais fazem crescer no país o número de pessoas que vivem em condições de extrema pobreza. Além disso, como não poderia deixar de ser, a publicação também faz chamada de capa sobre os bastidores do jogo para salvar Eduardo Cunha
Fazendo as contas bem certinhas estas são matérias de relativa importância porque escamoteiam o principal, a exigência da maioria da população brasileira que o Congresso Nacional, ou seja, seus deputados e senadores, honrem seus mandatos refletindo por inteiro o desejo nacional majoritário consubstanciado em duas hashtags que circulam à farta pelas redes sociais: #ForaDilma #ForaPT. O resto é tempero de pizza. Cumpre lembrar que as revistas semanais outrora avidamente consumidas nas bancas estão boiando pra valer sob a ação corrosiva das redes sociais e dos blogs independentes que sem o aparato dos grandes veículos de comunicação oferecem de graça um trabalho jornalístico alternativo abordando aquilo que é de real interesse das pessoas.
O ROTEIRO DO IMPEACHMENT
O que interessa, como disse é o impeachment da Dilma. Neste caso a edição de IstoÉ traz no miolo uma matéria que aborda os caminhos do impeachment e os bastidores da luta de alguns oposicionistas para que esse anseio da esmagadora maioria do povo brasileiro se torne realidade. Leiam:
Na quarta-feira 25, a oposição apresentou ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a mais completa peça jurídica já oferecida até agora para pôr em marcha o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O documento contemplou o argumento legal que faltava para enquadrar a presidente por crime de responsabilidade no exercício do atual mandato: as pedaladas fiscais de 2015, identificadas em parecer do Ministério Público junto ao TCU divulgado com exclusividade por ISTOÉ há duas semanas. O texto inclui os créditos suplementares autorizados de próprio punho pela presidente da República aumentando os gastos do governo em R$ 800 milhões sem autorização do Congresso Nacional, prática vedada por lei. Inicialmente, a oposição estudou fazer apenas um aditamento para incluir as novas manobras fiscais deste ano. Mas preferiu apresentar um novo pedido, após a decisão do Supremo Tribunal Federal de suspender o rito previamente definido pelo presidente da Câmara para o processo. “Na verdade, fizemos uma reordenação. Não muda nada, os fatos estão aí, e os fatos são graves”, explicou Reale Júnior, um dos signatários do documento ao lado de Hélio Bicudo e Janaína Paschoal.
Na quarta-feira 25, oposição protocolou novo pedido de impeachment, preparado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal.
Mas se, para a oposição, o documento é definitivo e incontestável, o mesmo raciocínio não vale – até agora – para quem detém a prerrogativa de dar o aval para o andamento da análise do impeachment: o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Até a última semana, Cunha dizia que “somente” as pedaladas não eram suficientes para iniciar um processo de afastamento da presidente. Tempo é a variável mais importante nos próximos dias. Segundo a Constituição, Cunha pode receber ou não o pedido. Ocorre que, abalroado por denúncias de envolvimento no Petrolão, o peemedebista pretende usar a poderosa carta política do início ou não do impeachment para administrar seu drama pessoal. Se ele deferir o impeachment, uma Comissão será constituída com representação de todos os partidos para produzir um relatório sobre o impedimento ou não da presidente. Se Cunha decidir não acatar o novo pedido, restarão duas alternativas à oposição: formular uma nova peça ou aguardar que um novo presidente a reconsidere. “Até novembro acredito que a gente vá ter notícias concretas com relação ao pedido protocolado”, afirmou o líder do DEM, Mendonça Filho (PE). Nos corredores na Câmara, porém, a avaliação é a de que Cunha vai primeiro medir o comportamento de governo e oposição no Conselho de Ética, durante análise do processo que pede a cassação de seu mandato, para, aí sim, decidir como agir. A estratégia do governo é empurrar a discussão do tema para depois do Carnaval. Até lá, espera conseguir arrefecer a crise política. A oposição não joga a toalha. Avalia que a transferência da análise do impeachment para 2016 pode até vir a favorecê-la. Para os oposicionistas, a crise econômica ainda não atingiu o seu ápice, o que poderá ocorrer nos primeiros meses do próximo ano levando multidões às ruas novamente. A pressão popular num ano eleitoral – as eleições municipais estão marcadas para outubro – poderia sensibilizar o Congresso pelo impeachment da presidente, entendem os líderes da oposição.
Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Palco do novo pedido de impeachment, a Câmara não é o único foco de preocupação do Palácio do Planalto. Na terça-feira 20, o Senado começou a analisar formalmente o processo do TCU que recomendou a reprovação das contas do governo federal de 2014. Se a conclusão do tribunal for chancelada pelo Parlamento, um eventual processo de afastamento de Dilma também poderá ganhar musculatura. O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), concedeu ao Executivo prazo extra de 45 dias para se defender. Com isso, transferiu para março as discussões sobre as pedaladas fiscais. A decisão foi tomada debaixo alguns protestos, entre eles, o da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), presidente da Comissão Mista de Orçamento.
Em uma reunião, em que estiveram presentes Rose, o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e outros membros da cúpula do Senado, Renan ainda estava hesitante em relação a concessão do prazo extra. A presidente da Comissão colocou-se contra. Muito exaltado, Jader atravessou a conversa. “Isso aqui não é uma discussão de jardim de infância”, gritava o parlamentar dando tapas na mesa. A exemplo de Cunha, a Lava Jato também é problema para Renan e Jader. Os dois foram citados pelo lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, como beneficiários de dinheiro desviados da Petrobras. Para eles, ter o Palácio do Planalto sob controle neste momento é uma necessidade estratégica. Leiam tudo no site da revista ISTOÉ
DO ALUIZIOAMORIM

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Lula pede que todo mundo que não roubou chame petistas de ladrões


Em discurso, volta a comprar petistas a judeus e confunde Getúlio com Juscelino e a verdade com a mentira

Quem disse que Luiz Inácio Lula da Silva não pode afirmar coisas certas de vez em quando? Pode, sim. Atenção, leitor! Você já sentiu vontade de chamar petistas de ladrões e se conteve, sentiu-se intimidado, temendo estar cometendo uma injustiça? Pois agora isso acabou. Devemos seguir a orientação do líder máximo da turma. O ex-presidente esteve no Piauí para participar de um evento do PT local. Na noite de quarta, em discurso à militância, ele disse uma frase que define a sua moral, o seu caráter e que, a rigor, pode ser entendida como uma confissão.
Prestem atenção: “Queria pedir para vocês é que os petistas voltem a ter orgulho do PT. Se alguém nosso errou, vai pagar, como qualquer cidadão. Mas o que não se pode admitir é que gente que a gente sabe que roubou a vida inteira venha a chamar o PT de ladrão. A gente não pode permitir”.
Entendi. Então fica combinado. Ladrão não chama ladrão de ladrão. Mas quem não roubou, então, pode, certo? Você, meu bom brasileiro, que não mete a mão na carteira de ninguém, que vive com o suor do seu rosto, que oferece a seus filhos apenas o que o seu trabalho honesto pode obter, que tem senso de moral, que tem decência, que não vive pendurado nas tetas públicas, que tem nojo dessa corja que se apoderou do país… Bem, você pode chamar os petistas de ladrões.
Lula precisa tomar cuidado com o que fala, não é mesmo? Imaginem um estádio de futebol lotado, com milhares de pessoas. Uns, deixem-me ver, 98% não são ladrões. Pensem nessa gente toda gritando para os petistas, inclusive para Lula, agora que ele próprio autorizou: “Ladrão! Ladrão! Ladrão!”.
Eu estou liberado. Você, leitor, está liberado. A esmagadora maioria do Brasil está.
No discurso, o Apedeuta veio com a cascata de que chamou atenção do partido para o suposto processo de criminalização do PT. E voltou a fazer uma comparação moralmente criminosa, associando os petistas aos judeus e seus críticos aos nazistas. Pela ordem: judeus não eram criminosos e foram vítimas de uma campanha de ódio contra uma condição que lhes era imanente. O petismo que se combate é aquele que assalta o estado, e se é petista por escolha. Os judeus eram as vítimas. Os petistas são os algozes da decência. Mais: comparar simples divergência política, que se dá num ambiente democrático, com o Holocausto é de uma delinquência intelectual sem-par. Lula deveria se envergonhar. Mas isso só acontece com gente capaz de sentir vergonha.
Lula, que falava de Dilma, passou, como sempre, a falar de si mesmo, não é? E lembrou que não é Getúlio Vargas, querendo dizer que vai dar um tiro no peito. Bem, ninguém cobra isso dele, não é? Como diria Camus, o suicídio é a questão filosófica verdadeiramente relevante. A decisão é pessoal e intransferível. Só na Argentina de Cristina Kirchner, o verbo “suicidar-se” tem agente da passiva, e um inimigo do governo é suicidado por outra pessoa…
Ciente de ser o ignorante mais famoso do Brasil, Lula resolveu espalhar a sua ignorância. E afirmou o seguinte sobre uma tal elite brasileira:
“Ela dizia que ‘o Juscelino não pode disputar, se disputar não pode ganhar, se ganhar não toma posse e se tomar posse a gente derruba’. E eu disse para eles: eu não sou Getúlio, não vou me matar, não sou Jango, não vou sair do Brasil e não sou Juscelino, eu sou o Lula. A minha arma é o povo brasileiro e essa é a arma da Dilma”.
Pra começo de conversa, quem escreveu algo parecido no jornal Tribuna da Imprensa, em 1º de junho de 1950, foi Carlos Lacerda. E não estava se referindo a Juscelino, mas a Getúlio Vargas. A frase completa é esta: “O senhor Getúlio Vargas, senador, não deve ser candidato à Presidência. Candidato, não deve ser eleito. Eleito, não deve tomar posse. Empossado, devemos recorrer à revolução para impedi-lo de governar”.
A vigarice intelectual de Lula insiste em associar um movimento democrático, ancorado na Constituição e nas leis, a um golpe. É má-fé, sempre piorada, no seu caso, pela ignorância.
A troca de Getúlio por Juscelino em seu discurso não deixa de ser emblemática. O mineiro só assumiu a Presidência porque o marechal Lott, ministro da Guerra, deu o que pode ser considerado um… golpe! Pesquisem a respeito.
Lula acha que pode fazer com a história o que ele e seus companheiros fizeram com o Brasil.
São, além de tudo, ladrões da verdade.
DO R.AZEVEDO

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

O povo reagindo: Lula, Pixuleco e confusão em Teresina

Hoje, Lula foi a Teresina, para receber o título de cidadão teresinense (pois é). O Pixuleco o acompanhou:
Como de praxe, petistas atacaram o boneco e criaram uma confusão com os manifestantes do Movimento Brasil e do Vem Pra Rua, como mostra o vídeo abaixo:
 

Reinaldo Azevedo ‘manda recado’ a Renan Calheiros após ele tentar proibir manifestantes contra..


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Manifestação por impeachment de Dilma 'trambique' fecha avenida Faria Lima

UOL
Márcio Neves/UOL
  • 19.out.2015 - Protesto do Vem pra Rua bloqueou uma das vias da avenida Faria Lima
    19.out.2015 - Protesto do Vem pra Rua bloqueou uma das vias da avenida Faria Lima
Um protesto pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff fecha a avenida Brigadeiro Faria Lima na tarde desta segunda-feira (19). A manifestação organizada pelo Vem Pra Rua saiu do Largo da Batata, na zona oeste de São Paulo, e deve seguir pela avenida Nove de Julho. 
Em uma série de manifestações organizadas nesta semana em várias capitais do país, o grupo pede que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), encaminhe o pedido pelo afastamento de Dilma.
Márcio Neves/UOL
Por volta das 19h30, protesto anti-Dilma bloqueava avenida Brigadeiro Faria Lima no sentido Itaim Bibi
Às 19h30, o protesto fechava todas as pistas da Faria Lima no sentido Itaim Bibi nas proximidades da avenida Rebouças.
Além de gritarem versos como "Natal sem Dilma", os manifestantes colhem assinaturas para o projeto de Lei deiniciativa popular intitulado "10 medidas contra a corrupção", criado pelo Ministério Público Federal. Entre as medidas, há um anteprojeto de lei para transformar em hediondos os crimes de corrupção que envolvam altos valores elevando a pena máxima de 12 para 25 anos.
A Polícia Militar informou que só liberará a estimativa dos presentes após o final do protesto. A manifestação segue pelas avenidas Brigadeiro Faria Lima e 9 de Julho, encerrando-se na praça Nossa Senhora do Brasil, na avenida Brasil.
O Vem pra Rua também realiza protestos nesta segunda-feira em Maceió (AL), Porto Alegre (RS), Recife (PE), São Carlos (SP) e Vitória (ES). Até 26 de outubro, estão agendadas manifestações em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Natal (RN), São José do Rio Preto (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Recife, Rio de Janeiro (RJ) e Sorocaba (SP).DO JTOMAZ

VÍDEO: MANIFESTAÇÃO PRÓ-IMPEACHMENT DA DILMA AGITA O LARGO DO BATATA EM SÃO PAULO NESTA SEGUNDA-FEIRA.


Os movimentos de oposição ao PT e pró-impeachment da Dilma deram a largada neste domingo em São Paulo conforme noticiei aqui no blog de uma série de manifestações todos os dias às 19 horas. Ontem foi no espaço do MASP. Na av. Paulista.
Hoje, segunda-feira, segundo informa O Antagonista, a manifestação realizou-se no Largo do Batata, conforme mostra o vídeo acima.
Neste segundo dia já se constata uma manifestação maior. Enquanto isso Brasília ferve pois nesta-terça-feia, amanhá, 20 de outubro, o pedido de impeachment da lavra dos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. será desovado na Câmara dos Deputados.
E, como noticiei aqui no blog, a palavra de ordem que se espalha pelo Brasil inteiro é "Natal Sem Dilma" DO ALUIZIOAMORIM

Começou agora: Sinal vermelho para Dilma

O Antagonista
Imagem do movimento pelo impeachment na Avenida Paulista. A partir de agora, os protestos ocorrerão todos os dias até Dilma Rousseff cair.

Manifestantes pressionam para que PMDB rompa com o governo do PT e apoie o impeachment de Dilma Rousseff.
Veja a imagem no site O Antagonista

sábado, 17 de outubro de 2015

A cota de Renan no petrolão


ASSOCIADOS O presidente do Senado, Renan Calheiros (acima),  e trecho do depoimento do lobista Fernando Baiano (abaixo). Mais de US$ 50 milhões escoaram pelo duto da corrupção (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
Trecho do depoimento do lobista Fernando Baiano. Mais de US$ 50 milhões escoaram pelo duto da corrupção (Foto: Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo)
Desde seu início, a Operação Lava Jato gera conversas tensas no gabinete do presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB. Com seus aliados, Renan já temeu o que poderia surgir da Transpetro, subsidiária da Petrobras comandada durante 11 anos por seu afilhado Sérgio Machado. Recentemente, o foco de suas preocupações se transferiu para os depoimentos prestados pelo lobista Fernando Soares, o Baiano, no acordo de delação premiada. Há quase nove meses preso em Curitiba, Fernando Baiano revelou nas últimas semanas a extensão da influência de líderes do PMDB na Petrobras. Mais especificamente, Baiano contou que parte da propina obtida em contratos da estatal com empresas privadas era direcionada a Renan Calheiros.
A área de atuação de Baiano era a diretoria Internacional da Petrobras, em que Nestor Cerveró e, em seguida, Jorge Zelada reinaram graças ao apoio do PMDB. Baiano contou aos investigadores que, no segundo mandato de Lula, foi avisado por Silas Rondeau, então ministro das Minas e Energia, que Cerveró passaria a ser copatrocinado pelo PMDB do Senado, do qual Silas era soldado e Renan general. A partilha da propina pelos contratos na área Internacional deveria, portanto, contemplar também o PMDB do Senado, como determina o fisiologismo brasileiro. Um dos negócios desse novo acordo, que beneficiou Renan, foi a partilha na contratação da empresa Samsung Heavy Industries, em 2006, para a construção de um navio-sonda para a Petrobras: o Petrobras 10000, adquirido pela estatal por US$ 586 milhões, para ser utilizado na exploração de petróleo em águas profundas, em campos adquiridos pela empresa em Angola, na África. A Petrobras se deu mal. Os poços explorados se mostraram secos. A propina, no entanto, não tinha nada a ver com esses percalços. Foi paga.
Quando Zelada assumiu a Diretoria Internacional, em 2008, por indicação da bancada do PMDB na Câmara, Baiano passou a manter contato com o deputado Eduardo Cunha, conforme narrou em sua delação. E diz ter pagado propina a Cunha. O Ministério Público Federal já rastreou mais de US$ 50 milhões em pagamentos de comissão por esses contratos. É tanto dinheiro, durante tantos anos, que até o insaciável PMDB ficou satisfeito. No acordo de delação, Fernando Baiano detalha que foi avisado que o PMDB do Senado tinha direito a seu quinhão. Os senadores Renan Calheiros e Jader Barbalho deveriam receber US$ 6 milhões pelo negócio da sonda. Fernando Baiano detalhou os pagamentos. Contou que não pagou diretamente a Renan. De suas mãos, o dinheiro desviado da Petrobras trilhou dois caminhos. Parte foi direcionada a outro lobista, Jorge Luz. Paraense, Luz é um veterano da arte de unir Petrobras, empresas privadas e políticos bem posicionados. Consolidou sua carreira, no governo Lula, pela influência de outro chefe do PMDB, o senador Jader Barbalho, atual aliado de Renan em batalhas no Congresso. Jorge e seu filho, Bruno Luz, cuidaram de pagar Renan em contas no exterior. A parte operacional ficava por conta de um gerente de contas na Suíça, em especial dos bancos PKB e Pictet.
A outra parte da comissão foi paga por meio do deputado federal Aníbal Gomes, do PMDB cearense. Parlamentar de pequena expressão, Gomes é um notório auxiliar de Renan. No caso dos negócios com a Petrobras, era seu emissário à sede da Petrobras, onde esteve 45 vezes desde 2007, e ao gabinete de Silas Rondeau no ministério, onde ia pelo menos duas vezes por semana. Aníbal Gomes e Renan são investigados em inquérito no Supremo Tribunal Federal desde março, quando o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa mencionou a dupla como beneficiária de negócios na estatal. O Ministério Público Federal notou uma curiosa prática de Gomes, típica de quem “esquenta” dinheiro de origem ilícita. Nas declarações de Imposto de Renda, Gomes dizia ter R$ 1,3 milhão em espécie no ano de 2010 e R$ 1,8 milhão em 2014.
Como ÉPOCA revelou em março de 2014, Baiano era um dos lobistas mais poderosos em atuação na estatal, com bom trânsito entre as multinacionais do setor, tanto no Brasil quanto no exterior. No mundo dos interesses que gravita ao redor da Petrobras, Fernando Baiano nunca foi um mero operador de partidos políticos, muito menos exclusivo do PMDB, como confirmaram a ÉPOCA quatro fontes diferentes. Em dado momento da atuação do petrolão, no entanto, os interesses partidários bateram a sua porta. Baiano já conhecia políticos, é óbvio, de trabalhos anteriores na esfera carioca. Na partilha da propina do petrolão, esquadrinhada pela Operação Lava Jato, ele passou a cuidar da distribuição do suborno para a bancada do PMDB e, em um segundo momento, atendeu também a parlamentares do PT. Chegou a representar o estaleiro OSX, do empresário Eike Batista. Baiano disse ter pagado R$ 2 milhões ao empresário José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pela obtenção de contratos do pré-sal para o OSX. O negócio deu errado, mas Baiano pagou porque Bumlai disse que precisava honrar compromissos de Fábio Luiz da Silva, um dos filhos de Lula.
Baiano resistiu por muito tempo a contar o que sabe. Ficou mais propenso a delatar políticos depois de ser condenado a 16 anos de prisão e pagamento de R$ 2 milhões de multa, em agosto. Pelo acordo de delação premiada, Baiano se comprometeu a devolver R$ 13 milhões, um valor que surpreendeu pelos milhões que movimentou no esquema. O advogado de Fernando Baiano disse que não pode comentar os termos da delação. Por meio de sua assessoria, Renan afirmou que não conhece Fernando Baiano e que não autorizou o deputado Anibal Gomes a falar “em meu nome em qualquer circunstância. Quanto a Jorge Luz, conheço, mas não o vejo há mais de dez anos”.  O deputado Anibal Gomes (PMDB) afirma que conheceu Baiano “há uns quatro anos, em um restaurante”, mas nunca o encontrou. “Eu conheço melhor o doutor Jorge Luz. Mas jamais tratei de valores, de negócios ou de nenhuma relação comercial com nenhum dos dois. Nem direta nem indiretamente”, disse. “Minha relação com o senador Renan Calheiros é a mesma que tenho com outros senadores do partido. Nunca recebi valores em nome do senador.” Advogados de Jorge Luz não conseguiram “respostas” do cliente sobre o assunto. DA REVISTAÉPOCA

Perdeu, Dudu.

Dudu Cunha perdeu a guerra contra a quadrilha. É burro, apesar de muitos glorificarem a sua, digamos, esperteza política.
Um sujeito esperto não colocaria carros de luxo em nome de uma empresa chamada jesus.com. Um sujeito esperto não daria o mole que deu em relação às tais contas na Suíça. Um sujeito esperto receberia toda a propina ao vivo. Em cores. De preferência em dólares carregados em mochilas.
Aposto: Vai ser muito difícil que a Lava-jato prove o destino de mais de 50% de toda a grana recebida pela quadrilha de LuLLa, graças à santa mochila do MOCH.
Dudu perdeu o timing. Perdeu a vez. Perdeu o momento exato que só os espertos conseguem enxergar.
O partido-quadrilha de LuLLa é uma quadrilha. Azeitada. Organizada. Milionária. Especializada em diversas atividades. Roubar grana pública é sua excelência. Enlamear reputações, com ou sem motivos, uma outra.
Enfrentar esta quadrilha sem ter a noção exata do que eLLes são capazes, é o mesmo que enfiar a cabeça em um muro de concreto armado. É a certeza de que se vai arrebentar com os devidos e charmosos chifres.
Aqui e ali se diz que Dudu Cunha está se acertando com a quadrilha. Se Dudu fosse esperto não estaria fazendo isso. Tudo o que ele exige em troca para se manter no poder, vaza no dia seguinte para os jornais. Todo mundo sabe de tudo o que ele trata nos escombros. Enquanto eLLe se esconde em conchavos em hangares, Janot vai recebendo ordens expressas de tocar o barco cada vez mais veloz e incisivamente, agora sem sigilo, o que é garantido, no caso de Dudu, pela constituição. E Teori, aceitou. Por que Dudu? Por que?
O partido-quadrilha tem, em relação à ele, um único e claro objetivo. Derrubá-lo. Sem dó. Sem piedade. E, se possível, sem qualquer chance de defesa. ELLes agem assim até mesmo com falsos dossiês. Imagina tendo motivos e provas, como se apresenta nesta situação.
É inegável a colaboração de Cunha para a perda de poder da quadrilha de LuLLa na Câmara. É inegável a sua colaboração em muitos assuntos que dizem respeito à todos nós. É inegável que a Câmara, sob sua direção, passou a ser, digamos, mais representativa daquilo que dela se deseja.
Mas é inegável também, o mal que eLLe fez ao Brasil dando, para a quadrilha, a chance de uma recomposição de forças, além claro, de se mostrar um dos integrantes, NÃO O PIOR, da quadrilha que assaltou a Petrobrás. Esses caras não aprendem.
Em 2005 um LuLLa semi-morto, quase impinchado, teve a prestimosa ajuda de tucanos para se salvar do impeachment. Recuperado, partiu para destruição dos cretinos.
Se os tucanos não fossem tão burros, teriam impinchado o canalha em 2005. Teria acabado ali o criminoso projeto de poder do petismo bandido que se ensaiava através do MENSALÃO DO LULLA. Não teríamos hoje, uma incompetente dirigindo os destinos da nação. Provavelmente não estaríamos vivendo o desgraçado momento que vivemos.
Recentemente dona Dilma andava chorando pelos cantos do Castelo dos Horrores, tal a complicada situação em que vivia. Pensou em renunciar. LuLLa sentava o cacete neLLa todo santo dia. Temeu seriamente pelo impeachment. Bastou que recuperasse um pouquinho só de força e vejam o que ela está fazendo.
E não tenha dúvidas, Dudu: Se eLLa se recuperar, um pentelhésimo mais que seja por conseguir se afastar mais um pouco de um processo de impeachment, através da sua recusa em aceitar o pedido formulado por Bicudo, estejas certo:
Não demorará um mês para que você e sua família passem a desfrutar das mordomias do SPA Lava-jato.
E, passados os anos, estou certo de que você se arrependerá amargamente por ter feito com a dona Dilma, o mesmo que os tucanos fizeram com LuLLa.
Acorda, falso malandro!
Só lhe restam duas saídas.
Uma pela porta dos fundos, de preferência disfarçado para não ser reconhecido.
Outra pela porta da frente com o devido reconhecimento de grande parcela dos brasileiros, sem disfarces e de cabeça ainda erguida, atendendo aos desejos de mais de 70% da população brasileira que, de sacocheio@, quer se ver livre desta quadrilha.
Basta, para isso, que você faça valer o slogan de seu chato programinha de rádio onde você dizia com aquele "ar de indignação":
"NOSSO POVO MERÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉCE RESPEITOOOOOOO!".
Eduardo Cunha Respeito
Então, Dudu, respeite esse povo brasileiro que não tem outra alternativa democrática de fazer valer seus desejos que não seja a representação parlamentar da qual você faz parte e que preside.
IMPINCHA A ANTA, MALANDRO. DO GENTEDECENTE

As fraudes para Dilma foram concentradas em Minas. Estouraram na campanha de Pimentel. Não tem como esconder. MPF pede cassação do governador-laranja.


(Hoje em Dia) O procurador regional eleitoral Patrick Salgado, do Ministério Público Federal (MPF) em Minas, entrou nesta quinta-feira (18) com uma ação de investigação judicial eleitoral contra o governador e vice-governador eleitos de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) e Antônio Andrade (PMDB). Na ação, o procurador pede a cassação do diploma do governador eleito. 
Conforme o Hoje em Dia informou no dia 25 de novembro, técnicos do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) verificaram falhas graves na prestação de contas do petista, entre elas uma extrapolação de gastos de R$ 10 milhões. De acordo com a ação do procurador, “a campanha de Pimentel e Andrade foi ilicitamente impulsionada por inaceitável abuso de poder econômico”, evidenciado “pela superação do limite de gastos e por adoção de um método dúbio de realização de despesas” 
Por maioria dos votos, a prestação de contas da campanha do governador foi desaprovada pelo TRE. É a primeira que um governador eleito enfrenta essa situação. A ação relata que teriam sido utilizadas duas estruturas de arrecadação e gastos, com a mesma pessoa no comando, que seriam a conta do candidato a governador e a conta do Comitê Financeiro Único do Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais. “Este último realizou uma série de doações estimadas em favor do primeiro, o qual, por sua vez, doou ao Comitê Financeiro, ao longo de sua campanha, um total de R$ 13.754.500,00 por meio de transferências eletrônicas. 
Estabeleceu-se, nesse sentido, um incompreensível método de realização de despesas pelo Comitê Financeiro e adimplemento destas, ainda que de maneira indireta, pelo candidato que, assim, deixava de ser diretamente responsável por elas”, afirma o procurador eleitoral. Além disso, o parecer do órgão técnico do TRE-MG ainda apontou a existência de grande número de recibos emitidos fora do prazo, que, segundo a ação, apenas buscaram “legitimar de maneira extemporânea operações realizadas nos meses de outubro e setembro”, aliado ao fato de que “grande parte das doações realizadas pela conta do candidato ao Comitê Financeiro se deu após as eleições, ainda que uma quantia significativa tenha sido doada antes dela”. 
O inverso também ocorreu: “as doações do Comitê Financeiro ao candidato se concentraram predominantemente no período pós-eleitoral, estando registradas quase em sua totalidade nos dias 05 e 07 de outubro”. Para a PRE, “não se trata de apenas um erro formal, mas de falha grave, visto que o limite estabelecido para realização de gastos é uma forma de garantir a transparência da campanha eleitoral e propiciar a fiscalização plena. Ultrapassar um limite estabelecido pelo próprio Partido representa deslealdade do candidato perante a Justiça Eleitoral e os eleitores. Provoca desequilíbrio na disputa eleitoral, tendo em vista que os demais candidatos, em tese, submeteram-se às regras legais na obtenção de seus recursos”. DO  CELEAKS

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' ARRASADORA REVELA QUE OPERAÇÃO LAVA JATO VAI EMERGIR. O ALVO É DILMA, LULA E EDUARDO CUNHA.

A reportagem-bomba de Veja, que chega às bancas neste sábado é devastadora e traz com exclusividade um fato que que fará deste final de semana o mais longínquo torturante para que tem culpa no cartório, isto é, para aqueles figuraços do Palácio do Planalto e adjacências que se julgam intocáveis.
Segundo a reportagem-bomba, a Lava Jato vai emergir. Tanto é que ilustra a capa de Veja um tubarão com dentes afiados rumo à superfície onde bóiam sorridentes e faceiros Dilma, Eduardo Cunha e Lula.
A reportagem assegura que os tenebrosos acordos pela impunidade feitos em Brasília não vão matar a esperança dos brasileiros de terem um país em que a justiça é para todos.
Portanto, essa novela tétrica e diabólica ainda terá o seu epílogo e isto pode ocorrer, quem sabe, já na próxima semana.
Além desta reportagem-bomba, Veja ainda traz com exclusividade que a delação do operador do PMDB arrastou Renan Calheiros e Delcídio Amaral para o escândalo do petrolão.
Por tudo isso, a reportagem-bomba de Veja desta semana é imperdível. Corram às bancas cedo porque a turma do PT por certo vai querer dar um jeito de fazer sumir a edição impressa das bancas.
Todavia, os assinantes digitais daqui a pouco já podem ler online essas agradáveis notícias. Os cidadão de bem deste Brasil que não perdem a esperança de ver a Justiça triunfar sobre a malta petista e seus sequazes que colocaram o Brasil no buraco e agora enviam a conta para o povo pagar.
Não passarão! Acertem os relógios.DO ALUIZIOAMORIM