PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
DETONANDO NA 'TVEJA': SAIBA PORQUE O DEPUTADO JAIR BOLSONARO TEM MILHARES DE SEGUIDORES EM TODO O BRASIL.
Esta é a íntegra da entrevista que o deputado Jair Bolsonaro concedeu à jornalista Joice Hasselmann, da TVeja. Incisivo, franco e coerente com as suas propostas, Bolsonaro não tem duas caras. Seja na tribuna da Câmara ou numa entrevista, diz claramente o que pensa.
Além disso é um dos deputados mais bem informados e que tem uma visão muito clara e objetiva sobre o assédio que o Brasil está vivendo desde que o PT chegou ao poder e a Nação brasileira passou ser acossada de forma permanente pelo Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 que objetiva construir a 'pátria grande' um simulacro da ex-URSS.
O deputado Jair Bolsonaro é o único parlamentar no Congresso Nacional que fala do Foro de São Paulo, que se refere à Unasul recém inaugurada, uma espécie de central bolivariana cujo objetivo é interferir nas eleições em todo o continente latino-americano e também na área militar, já que constituiu há pouco, conforme revelei aqui no blog, uma Escola de Defesa destinada a envolver todos os militares.
Não é à toa que Bolsonaro, deputado federal pelo Rio de Janeiro, é um campeão de votos, a mostrar que uma enorme parcela da população brasileira demanda por parlamentares a estirpe de Jair Bolsonaro. E é por isso também que a maioria da grande mídia, senão a sua totalidade, ignora e tenta de todas as formas ridicularizar esse parlamentar reconhecido pelo povo brasileiro como um lutador incansável, competente, pertinaz e destemido.
E a bem da verdade Bolsonaro acabou aparecendo na TVeja justamente pelo affaire em que foi envolvido pela bandalha de psicopatas do PT que opera dentro do Congresso. Se a maioria dos parlamentares tivesse o destemor e a combatividade de Jair Bolsonaro, não teriam ocorrido os lamentáveis epsiódios que marcaram a escandalosa votação da LDO.
Aliás, deve-se assinalar que o desgaste do Congresso Nacional é um dos objetivos principais do Foro de São Paulo. A coisa funciona assim: o PT promove a corrupção e, passado algum tempo surge com um tal projeto de 'reforma política' como solução para a suposta crise do legislativo que o próprio PT criou.
Entre outras coisas, o projeto de reforma política do PT prevê o fechamento do Senado e a instituição de um sistema unicameral como existe na Venezuela. O passo seguinte será a convocação de uma Assembléia Constituinte que irá fazer picadinho da Constituição de 1988 e no seu lugar instituir uma Constituição Bolivariana. Logrado tal objetivo, o Brasil passará a viver sob um regime comunista dito do século XXI em associação com grandes empresários e banqueiros.
Não surpreende, portanto, que o Bradesco, o maior banco particular do nosso país mantenha esse asqueroso contubérnio com a vagabundagem comunista do PT, partido que é o operador e dirigente do Foro de São Paulo. Mas não é só o Bradesco. São todos os grandes banqueiros e mega empresários brasileiros que mantêm o PT no poder vislumbrando a possibilidade de manter permanentemente suas mãos sujas e ladravazes dentro dos cofres estatais, como se tem visto no escândalo do petrolão da Petrobras.
Por tudo isso, a ameça de cassação do mandato do deputado Jair Bolsonaro faz parte do ataque às instituições democráticas que dia após dia avança no Brasil sob a liderança de Lula e seus sequazes em conluio com a casta de ricaços à custa do erário. Na Venezuela esses ricaços que apóiam os comunistas do chavismo são denominados "boiburgueses" pelo fato de participarem desse banquete dos abutres vermelhos.
Como podem ver, o que analisei rapidamente neste post demonstra que os verdadeiros assuntos que deveriam pautar a grande imprensa são escamoteados em benefício do projeto do Foro de São Paulo.
Está na hora da revista Veja realizar uma ampla reportagem sobre o ataque comunista que o Brasil vem sofrendo e responder a algumas indações: o que é a Unasul? Quais são seus objetivos? Quem financiou a construção de sua majestosa sede no Equador? O Brasil contribuiu financeiramente para a construção da sede desse organismo bolivariano? Quanto o Brasil contribui anualmente para a manutenção da Unsasul? O que é 'pátria grande'. O que é e o que quer o Foro de São Paulo? Por que diabos todo esse mistério e por que a grande mídia não vai a fundo nisso?
Como frisei, o deputado Jair Bolsonaro é uma voz solitária no Congresso na abordagem desses temas, mas representa milhões de brasileiros de Norte a Sul do país que já intuíram o que subjaz a todos esses segredos que os jornalistas guardam como zelo inaudito.
E, para concluir, nesta entrevista à TVeja, constata-se que o deputado Jair Bolsonaro, embora rigoroso e franco em suas críticas, sem ceder à patrulha politicamente correta, é um cidadão educado e bem humorado e que, sobretudo, não tergiversa, não usa meias palavras, não foge dos assuntos polêmicos e manifesta de forma clara e objetiva as suas opiniões.
DO ALUIZIOAMORIM
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
O CINISMO E A MENTIRA DA GRANDE IMPRENSA ELEVAM LULA AO STATUS DE LÍDER POLÍTICO IMPOLUTO E TIPIFICAM O DEPUTADO JAIR BOLSONARO COMO UM BANDIDO.
Alexandre Borges,
diretor do Instituto Liberal, é um dos articulistas mais afiados.
Conciso e sem meias palavras vai sempre direto ao ponto. Já transcrevi
alguns artigos de Borges aqui no blog. Está presente sempre no excelente
site Mídia Sem Máscara, que recomendo a todos a leitura. Há link direto para o Mídia Sem Máscara em banner aqui no blog.
Desta feita Borges nos brinda com um artigo intitulado “Sobre cabras e Lulas”,
quando aborda de forma sintética e objetiva como os maiores absurdos
adquirem o viés de normalidade por conta do jornalismo vagabundo
praticado pela grande imprensa brasileira. Sobra apenas a revista Veja
de toda a grande imprensa brasileira, algo inaudito na história do
Brasil.
Sob
o signo do governo petista o que restava de jornalismo passou a ser
assessoria de imprensa do Foro de São Paulo. Em vez de notícias e
opiniões consequentes os leitores e telespectadores são vítimas de uma
verdadeira lavagem cerebral por meio de propaganda subliminar que
escamoteia a verdade dos fatos, edulcorando-os com os artifícios da
deletéria engenharia social até o ponto de fazer de Lula um grande líder
político e do Deputado Jair Bolsonaro um estuprador. É o cinismo e a
mentira elevados à virtude.
O artigo de Alexandre Borges vai diretamente ao ponto. Leiam:
Numa entrevista à revista Playboy em 1979, Lula comentou sobre sua iniciação sexual:
Lula - Com 16 anos."Playboy – Com que idade você teve sua primeira experiência sexual?
Playboy – Foi com mulher ou com homem?
Lula
(surpreso) - Com mulher, claro! Mas, naquele tempo, a sacanagem era
muito maior do que hoje. Um moleque, naquele tempo, com 10, 12 anos, já
tinha experiência sexual com animais… A gente fazia muito mais sacanagem
do que a molecada faz hoje. O mundo era mais livre…" No universo moral
de Lula, um mundo que aceita zoofilia é um mundo "mais livre".
No auge
do Mensalão, o Brasil conheceu a cafetina cearense Jeany Gomes da
Silva, a Jeany Mary Corner. Ela era conhecida por fornecer as garotas de
programa para os festões dos políticos da capital. Num artigo da época na Veja, Diogo Mainardi sugeriu que Lula seria um dos clientes.
Num artigo de 2009 para a Folha,
César Benjamin, fundador do PT, revelou uma conversa num jantar com
Lula em que ele confessava ter tentado estuprar um companheiro de cela,
um rapaz identificado como "menino do MEP", um episódio em que estava
presente o publicitário petista Paulo de Tarso. Estamos falando de um
relato de uma tentativa de estupro de verdade feita publicamente por um
amigo próximo.
O
"menino do MEP" existe e é o ex-metalúrgico João Batista dos Santos.
Pelo que se sabe, João recebeu uma Bolsa-Ditadura e foi viver em
Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo. Na época da revelação de
César Benjamin, João foi procurado pela imprensa mas se negou a comentar
o episódio.
Recentemente,
Lula foi flagrado usando dinheiro público para dar uma vida de rainha
para sua amante Rosemary Noronha, um caso bem coberto pela Veja. Você
pode ler um resumo do caso aqui:http://veja.abril.com.br/…/…/rosemary-novoa-de-noronha.shtml
Usando
apenas informações públicas, estes são episódios que associam Lula, o
maior líder da esquerda do país, a casos de tentativa de estupro,
zoofilia, festas com prostitutas em prédios públicos e uso de recursos
do país para privilegiar uma amante. E contra quem a imprensa está
vociferando? Contra Jair Bolsonaro, um defensor de leis mais rígidas
contra estupradores, como se ele fosse defensor de estupro. Você
sinceramente não vê que há algo de muito estranho em tudo isso? Você
acha mesmo que a imprensa hoje tem algum compromisso com a informação?
É um
jogo sujo. E é preciso entender rápido as regras do jogo. Política, como
ensina David Horowitz, é uma briga de rua. E ou você está disposto a
lutar ou é melhor ficar em casa.
[Update] Lula também chamou a cidade de Pelotas, como vocês devem se lembrar, de "polo exportador de viados". Link aqui:http://youtu.be/BdxHfKH-DVQ
DO ALUIZIOAMORIM
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Mantega é expulso de bar paulistano sob xingamentos de brasileiros cansados da crise e da roubalheira
Por admin ucho.info
Endereço errado – Demitido por antecipação e ainda no exercício do cargo, o que configura situação ridícula e vexatória, o petista Guido Mantega começa a colher os frutos ácidos da lambança que protagonizou como ministro da Fazenda nos quatro anos, período em que tentou emplacar, sem sucesso, pelo menos duas dúzias de medidas de estímulo à economia.
No último sábado (20), como se fosse uma celebridade, Mantega resolveu molhar as cordas vocais em um dos badalados bares da cidade de São Paulo, o Astor, localizado no bairro boêmio de Vila Madalena. Carregando no rosto aquele conhecido sorriso de mordomo de sacristia, o ainda ministro adentrou ao bar e se deparou com inesperado e ruidoso aplauso dos frequentadores do local.
Certo de que a calorosa recepção era verdadeira, Mantega, que estava acompanhado e uma mulher, apertou o passo e esperava pelos cumprimentos, o que não aconteceu. Repentinamente, o petista tornou-se alvo de ofensas, como “explica aquele dinheiro que vocês fizeram sumir”, clara referência ao Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história brasileira. Guido Mantega tentou se justificar, mas o clima esquentou e a situação ficou pior. O ministro foi chamado de “chefe de quadrilha”.
O concorrido bar da Pauliceia Desvairada estava lotado e, coincidentemente, contava com algumas pessoas que tiveram Guido Mantega como professor, mas a pressão foi muito maior do que imaginava o petista. O clima ficou insustentável e Mantega, sem saber o que fazer, deixou o local debaixo de mais ofensas e xingamentos, como “vai embora seu ladrão, filho da p…”.
Responsável, juntamente com a presidente Dilma Rousseff, por ter levado a economia brasileira à beira do despenhadeiro da crise, Mantega experimentou o que pode ocorrer com muitos dos integrantes do governo mais corrupto da história nacional: a hostilidade de uma população cansada de tanta roubalheira. Ao longo dos últimos quatro anos, Guido Mantega, que há muito já era alvo de piadas no mercado financeiro, caiu em descrédito ainda maior por conta das estabanadas previsões sobre o crescimento do Produto Interno Bruto, o agora minúsculo PIB.
A recepção nada simpática que obrigou Mantega a deixar o bar Astor mostra, de forma inequívoca, que os brasileiros começaram a sentir no bolso os efeitos da desenfreada corrupção que tomou conta do País com a explícita anuência de um partido que se assemelha a uma organização criminosa, como acertadamente têm afirmado os partidos de oposição. A exemplo do que tem noticiado o UCHO.INFO, a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, que desbaratou o carrossel de corrupção que funcionava na Petrobras, está em seus primeiros capítulos e a reação da sociedade deve piorar com o avanço das investigações.
Para quem estava acostumado a reunir-se com banqueiros ao redor de mesas fartas de caros e elegantes restaurantes paulistanos, Mantega percebeu na Vila Madalena que seu período de estrelato terminou muito antes do que imaginava. Se o que aconteceu no Astor tomar conta do País, o governo de Dilma Rousseff não dura muito tempo. 22/12/2014- DO R.DEMOCRATICA
Ex-gerente diz que alertou Graça Foster pessoalmente sobre irregularidades
Em entrevista ao Fantástico, Venina diz que não vai parar com denúncias e faz apelo emocionado para que outros funcionários também relatem corrupção na Petrobras
Ex-gerente da Petrobras diz ter alertado Graça Foster pessoalmente
Venina afirma ter denunciado irregularidades em contratos desde 2008.
Em entrevista ao Fantástico, ela fez apelo para funcionários denunciarem.
Do G1, com informações do Fantástico
Ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca falou ao Fantástico
(Foto: Reprodução/ TV Globo)
A ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca diz que informou pessoalmente à presidente da empresa, Graça Foster, sobre irregularidades em contratos de diversos setores da companhia. Em entrevista exclusiva ao Fantástico, exibida na noite desde domingo (21), Venina contou que “percebeu que havia irregularidades” em 2008 e que, desde então, reportou problemas aos superiores, entre eles o gerente-executivo, diretores e a atual presidente. (volte a este texto daqui a pouco para ver o vídeo com a íntegra da entrevista)
A documentação com as denúncias da gerente, que está afastada, foi entregue ao Ministério Público, que investiga o escândalo de corrupção na Petrobras e que resultou na Operação Lava a Jato.
A ex-gerente diz que "vai até o fim" nas denúncias e que outros funcionários da empresa têm conhecimento das irregularidades. Ela fez ainda um apelo para que outros colegas sigam seu exemplo e também denunciem o que sabem sobre o esquema de corrupção na estatal..
Venina relata que as irregularidades na área de comunicação eram de conhecimento da então diretoria e que pagamentos por serviços não-prestados, contratos aparentemente superfaturados e negociações em que eram solicitadas comissões para as pessoas envolvidas eram formas de realizar o desvio. Segundo Venina, havia o "esquartejamento" de projetos para dificultar a fiscalização.
'Estive com Graça Foster'
"Num primeiro momento, em 2008, como gerente-executiva, eu informei ao então diretor Paulo Roberto Costa, informei a outros diretores como a Graça Foster, e em outro momento, como gerente-geral, eu informei aos meus gerentes-executivos, José Raimundo Brandão Pereira e o Abílio [Paulo Pinheiro Ramos], que era meu atual gerente-executivo. Informei ao diretor [José Carlos] Cosenza (...) Informei ao presidente [José Sérgio] Gabrielli. Informei a todas a pessoas que eu achava que podiam fazer alguma coisa para combater aquele processo que estava se instalando dentro da empresa", afirmou.
Na época, Graça Foster, atual presidente da companhia, era diretora de gás e energia. Ela assumiu o atual cargo em fevereiro de 2012.
"Eu estive com a presidente [Graça Foster] pessoalmente quando ela era diretora de Gás e Energia. Naquele momento, nós discutimos o assunto. Foi passado uma documentação pra ela sobre processo de denúncia na area de comunicação. Depois disso, a gente (...) Ela teve acesso a essas irregularidades nas reuniões da diretoria-executiva. ", declarou Venina Velosa.
Paulo Roberto Costa, que chefiou a diretoria de Abastecimento de 2004 a 2012, assinou um acordo de delação premiada para contar o que sabe em troca de uma possível redução de pena. Atualmente, cumpre prisão domiciliar.
Encontro com Paulo Roberto Costa
Venina lembra que, ao relatar o problema ao atuar delator do esquema, Paulo Roberto Costa, foi acusada de “querer derrubar o governo”.
“Esse evento aconteceu quando eu fui apresentar o problema que ocorreu na área de comunicação, que eu cheguei na sala dele e falei, olha aqui tem só amostra do que tá acontecendo na área. Eram vários contratos de pequenos serviços onde nos não tínhamos conhecimento do tipo de serviço. Mas mostrava esquartejamento do contrato. Aí naquele momento, eu falei: eu nunca soube, tô sabendo isso agora e acho que é muito sério e temos que tomar atitude. Aí ele pediu que eu procurasse gerente responsável e pedisse pra que ele parasse”, relembra ela.
“Ai eu falei: ele já fez, não tem como eu chegar agora e falar vamos esquecer o que aconteceu e vamos trabalhar diferente. Existe um fato concreto que tinha que ser apurado e investigado. Ai nesse momento ele ficou muito irritado. A gente tava sentado na mesa da sala dele, ele apontou pro retrato do Lula, apontou pra direção da sala do Gabrielli e perguntou: você quer derrubar todo mundo? Ai eu fiquei assustada e disse: olha eu tenho duas filhas, eu tenho que colocar cabeça na cama e dormir e no outro dia eu tenho que olhar nos olhos dela e não sentir vergonha”
Favorecimento do ex-marido
Venina rebateu uma denúncia de que teria beneficiado o ex-marido com um contrato feito na empresa. Ela relata que os contratos do ex-marido com a estatal eram de 2004 e de 2006 e que a condição que apresentou para assumir o relacionamento, em 2007, foi que o contrato fosse descontinuado.
"Foi anterior ao casamento e, no momento que a gente assumiu a relação, a condição foi: vamos interromper porque tem condições de ética dentro da Petrobras e minha que eu não posso continuar. E isso foi com parecer jurídico", afirma.
Convocação a demais funcionário
Venina lembra que, durante todo o processo da comunicação das irregularidades, foi assediada" e “pressionada” por assistentes da diretoria e da presidência que falavam: "tem muita gente envolvida, você não pode tratar essa questão dessa forma”. Em seguida, recebeu ameaças por telefone. Ela também nega ter participado de “esquemas” na estatal.
“Eu vou até o fim, sim. Eu não posso falar que eu não tenho, porque no momento que você denuncia, ao invés de você ver respostas pras denúncias, você vê simplesmente a empresa tentando o tempo todo falar: você não é competente, você fez um monte de coisa errada, o tempo todo as pessoas tendo que responder, mostrando documentos, que aquilo não é verdade. É uma máquina que passa por cima da gente”, diz.
Venina convoca também os funcionários da Petrobras a terem a mesma atitude. “Eu tenho medo? Eu tenho. Mas eu não vou parar. Eu espero que os empregados da Petrobras, porque eu tenho certeza que não foi só eu que presenciei, eu espero que os empregados da Petrobras criem coragem e comecem a reagir. Nós temos que fazer isso para poder realmente fazer a nossa empresa ser de volta o que era. A gente tem que ter orgulho, os brasileiros têm que sentir orgulho dessa empresa. Eu vou até o fim e estou convidando vocês pra virem também”.
Petrobras diz que tomou todas as providências
A Petrobras voltou a declarar que tomou todas as providências para elucidar os fatos citados por Venina e que não procede a informação de que não houve apuração das irregularidades apontadas - porque todas foram encaminhadas às autoridades competentes.
A empresa também repetiu que, possivelmente, a funcionária trouxe a público as denúncias porque foi responsabilizada por uma comissão interna. A Petrobras afirmou que Graça Foster só foi informada por email.
O ex-presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, afirmou que nunca foi informado diretamente por Venina sobre a existência de corrupção na empresa.
A defesa de Paulo Roberto Costa declarou que praticamente todos os aspectos investigados pelo Ministério Público foram tratados na delação premiada e que não há como comentar incidentes específicos.
Procurada, a assessoria do ex-presidente Lula não se pronunciou. Os demais envolvidos não foram encontrados.
E em entrevista publicada neste domingo por jornais da América Latina, a presidente Dilma Rousseff afirmou que o Brasil não vive crise de corrupção.
Entenda as denúncias de Venina
Há nove dias, uma reportagem do jornal "Valor Econômico" mostrou que a ex-gerente alertou diversas vezes sobre a ocorrência de irregularidades em contratos da Petrobras antes mesmo de a Polícia Federal (PF) deflagrar em março a Operação Lava Jato. Antiga subordinada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, ela foi transferida para a Ásia após denunciar o esquema de corrupção e, posteriormente, foi afastada.
O jornal relatou que, apesar das advertências, a direção da empresa não agiu para conter os desvios bilionários e ainda destituiu de seus cargos os executivos que tentaram barrar o esquema de corrupção.
A Petrobras afirmou, na terça-feira (16), que a ex-gerente só enviou em novembro deste ano, à presidente da estatal, Maria das Graças Foster, e-mail alertando sobre irregularidades na refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, e nas áreas de Comunicação do Abastecimento e à área de comercialização de combustível de navio (bunker).
"Os temas supracitados foram apenas levados ao conhecimento da Presidente através de email recente, de 20/11/2014, quando a empregada já havia sido destituída de sua função gerencial. Nesta data, as irregularidades na Comunicação do Abastecimento e na RNEST já haviam sido objeto de averiguação em Comissões Internas de Apuração, bem como as irregularidades da área de comercialização de combustível de navio (bunker) em Grupos de Trabalho", diz a Petrobras em nota.
Ainda segundo a estatal, Graça Foster respondeu a Venina no dia seguinte, "informando que estava encaminhando o assunto ao Diretor José Carlos Cosenza e ao Jurídico da Petrobras para averiguação e adoção das medidas cabíveis"
21/12/2014
domingo, 21 de dezembro de 2014
OPERAÇÃO LAVA-JATO ESTÁ LONGE DE TERMINAR E AVANÇARÁ AO LONGO DE 2015. OS GATUNOS DO PT E SEUS SEQUAZES SABEM DISSO. ESTÃO APAVORADOS!
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| Juiz Sérgio Moro |
Este
artigo do Elio Gaspari diz muito sobre sobre a Operação Lava-Jato, ou
seja, que está longe de terminar e avançará ao longo de 2015. Em certa
medida, é muito parecida com a “Operação Mãos Limpas” italiana que
começou em 1992, com a investigação de um gatuno banal e terminou como
uma das maiores faxinas ocorridas na Europa e obrigou o primeiro
ministro italiano ao exílio voluntário.
Gaspari
se vale de um artigo do discreto juiz Sérgio Moro, que conduz o
inquérito da Operação Lava-Jato. Vale a pena ler. Os gatunos do PT e
seus sequazes estão vendo apenas o começo da encrenca. Leiam:
![]() |
| Clique AQUI para ler na íntegra o artigo de Sérgio Moro que serviu de base para o escrito de Elio Gaspari. |
O que
ele quer fazer, e como quer fazer, parece uma questão aberta. Em 2004
Moro publicou um artigo intitulado "Considerações sobre a Operação Mani
Pulite" na revista da revista CEJ, do Conselho da Justiça Federal. Está
tudo lá.
A
"Operação Mãos Limpas" italiana foi uma das maiores faxinas ocorridas na
Europa. Começou em 1992, com a investigação de um gatuno banal.
A
magistratura, o Ministério Público e a polícia puxaram os fios da meada,
investigaram 6.000 pessoas e expediram 3.000 mandados de prisão. Caíram
na rede 872 empresários (muitos deles ligados à petroleira estatal) e
438 parlamentares.
O
serviço provocou a queda e o exílio voluntário do primeiro-ministro
Bettino Craxi. Ele dissera o seguinte: "Todo mundo sabe que a maior
parte do financiamento da política é irregular ou ilegal". (Craxi morreu
anos depois, na Tunísia.) A faxina destruiu a mística dos dois grandes
partidos do país, o Socialista e a Democracia Cristã.
Eles dominavam a Itália desde o fim da Segunda Guerra. Passados dois anos, minguaram. O PS teve 2,2% dos votos, e a DC, 11,1%.
A
corrupção política italiana assemelhava-se bastante à brasileira na
amplitude, na naturalidade com que era praticada e até mesmo na aura
protetora e fatalista que parecia torná-la invulnerável.
No seu
artigo, Moro mostra como a implosão da máquina de políticos,
administradores e empresários levou à "deslegitimização" de um sistema
corrupto: "As investigações judiciais dos crimes contra a administração
pública espalharam-se como fogo selvagem, desnudando inclusive a compra e
venda de votos e as relações orgânicas entre certos políticos e o crime
organizado".
O Moro
de 2004 diz mais: "É ingenuidade pensar que processos criminais eficazes
contra figuras poderosas, como autoridades governamentais ou
empresários, possam ser conduzidos normalmente, sem reações. Um
Judiciário independente, tanto de pressões externas como internas, é
condição necessária para suportar ações dessa espécie. Entretanto, a
opinião pública, como ilustra o exemplo italiano, é também essencial
para o êxito da ação judicial."
Os juízes: "Uma
nova geração dos assim chamados 'giudici ragazzini' (jovens juízes),
sem qualquer senso de deferência em relação ao poder político (e, ao
invés, consciente do nível de aliança entre os políticos e o crime
organizado), iniciou uma série de investigações sobre a má conduta
administrativa e política".
A rua:
"Assim como a educação de massa abriu o caminho às universidades para
as classes baixas, o ciclo de protesto do final da década de 60
influenciou as atitudes políticas de uma geração".
"Talvez a lição mais importante de todo o episódio seja a de que a ação judicial contra a corrupção só se mostra eficaz com o apoio da democracia. É esta quem define os limites e as possibilidades da ação judicial. Enquanto ela contar com o apoio da opinião pública, tem condições de avançar e apresentar bons resultados."
"Talvez a lição mais importante de todo o episódio seja a de que a ação judicial contra a corrupção só se mostra eficaz com o apoio da democracia. É esta quem define os limites e as possibilidades da ação judicial. Enquanto ela contar com o apoio da opinião pública, tem condições de avançar e apresentar bons resultados."
As malas: "A corrupção envolve quem paga e quem recebe. Se eles se calarem, não vamos descobrir, jamais."
As confissões:
"A estratégia de investigação adotada desde o início do inquérito
submetia os suspeitos à pressão de tomar decisão quanto a confessar,
espalhando a suspeita de que outros já teriam confessado e levantando a
perspectiva de permanência na prisão pelo menos pelo período da custódia
preventiva no caso da manutenção do silêncio ou, vice-versa, de soltura
imediata no caso de uma confissão."
A imprensa:
"As prisões, confissões e a publicidade conferida às informações
obtidas geraram um círculo virtuoso, consistindo na única explicação
possível para a magnitude dos resultados obtidos pela operação mani
pulite."
Serviço: o artigo de Moro está na rede. Não tem juridiquês.
DO ALUIZIOAMORIM
A ASCENSÃO DA DIREITA NO BRASIL É UMA REALIDADE QUE JÁ APAVORA OS COMUNISTAS E EMBARALHA A NARRATIVA VICIADA DO JORNALISMO ESQUERDISTA
O
texto que transcrevo após este comentário parece ser da Folha de S.
Paulo, mas não é. Podem ficar espantados, mas é do site da revista Veja. Assina a matéria a repórter Mariana
Zylberkan. O mote da reportagem é espinafrar o Coronel Telhada, da
Polícia Militar de São Paulo, agora reformado (aposentado) que
atualmente é vereador e deputado estadual eleito, um campeão de votos.
Telhada é utilizado como exemplo, mas na verdade o alvo de sua
desconstrução são todos aqueles que já estão fartos de toda essa
esculhambação que começou desde o dia em que o Lula foi transformando em
presidente do Brasil.
Na
página de abertura do site da revista Veja, rende manchete a matéria
sobre Telhada, com o seguinte título: “Redes sociais turbinam eleitorado
da direita brucutu”. Clicando-se no link abre a matéria quando o título
tem outro viés: “Coronel Telhada e a direita boa de voto”. É difícil
imaginar que ambos os títulos sejam do mesmo editor. Mas vá lá. Deve ser
mesmo. São os plantões de final de semana.
Nota-se
pelo andar da carruagem que os alegres rapazes e raparigas da grande
mídia nacional continuam a alimentar a velha ojeriza à “direita”. E não
só os jovens jornalistas, mas muitos velhos de guerra das redações. E
isso expressa um nível de boçalidade avassalador do pensamento político
brasileiro. Haja vista, por exemplo, à recente exumação da ossada de
Jango Goulart, em busca de provas de que fora assassinado, aliás uma
característica da idiotia latino-americana, useira e vezeira em promover
exumações em busca de um suposto passado de glórias que foi destruído
pelos maldosos “direitistas”. O finado coronel Hugo Chávez, exumou em
meio a uma cerimônia mais macabra do que fúnebre, os restos de Bolívar e
erguendo um mausoléu em honra ao herói. Ao mesmo tempo a máquina de
propaganda comunista construiu uma narrativa colocando o “pajarito” de
Nicolás Maduro em pé de igualdade a Bolívar, lado a lado.
E
nessa fantástica ficção o defunto Bolívar seria um ativista comunista
e, por isso mesmo, o herói da pátria. Entretanto, o baú do passado
latino-americano é vazio não só de mártires e heróis, mas sobretudo de
ideias inteligentes. No século XXI repete-se a velha e surrada história
de que o atraso do continente se deve à espoliação primeiro do império
inglês e, depois, dos norte-americanos.
E a narrativa esquerdista é a mesma, permanece constante, sendo o paradigma dominante da historiografia oficial que orienta os livros didáticos de história. O “império” ou os “impérios”, constituem a “direita” que impede o continente de romper a puberdade política e econômica. Impõem-se assim, por meio dos veículos de comunicação, uma superioridade moral da esquerda que induz os incautos a imaginar que um mundo de paz, harmonia, abundância e prosperidade ainda não aconteceu porque a verdadeira revolução socialista não foi aplicada.
E a narrativa esquerdista é a mesma, permanece constante, sendo o paradigma dominante da historiografia oficial que orienta os livros didáticos de história. O “império” ou os “impérios”, constituem a “direita” que impede o continente de romper a puberdade política e econômica. Impõem-se assim, por meio dos veículos de comunicação, uma superioridade moral da esquerda que induz os incautos a imaginar que um mundo de paz, harmonia, abundância e prosperidade ainda não aconteceu porque a verdadeira revolução socialista não foi aplicada.
Não é à toa que até mesmo a revista Veja,
o que resta de jornalismo razoável, sucumba à patrulha permamente da
revolução cultural e qualifique o Coronel Telhada de representante da
“direita brucutu”. A mídia, meus caros, tem um poder excepcional e já
iniciou uma campanha sem trégua contra os poucos políticos que ousam
insurgir-se contra a vagabundagem reinante, à insegurança, ao deboche, à
imoralidade, às imposturas de toda ordem e à devassidão que corrói o
tecido social e destrói da família. Nesse ambiente dito “progressista”
tudo é permitido, menos a ação política de viés conservador que tem como
lideranças expressivas o Coronel Telhada e o deputado Jair Bolsonaro,
cujas reputações que já vinham sendo destruídas pela peste do PT, agora
ganharam o reforço de alguns jornalistas que integram o último bastião
do jornalismo honesto.
Não
será surpresa se o Coronel Telhada e o deputado Jair Bolsonaro acabem
fuzilados num “paredón”, quando o Foro de São Paulo tiver concluído a
última etapa da conversão do Brasil numa República Bolivariana do tipo
cubano-venezuelano.
Entretanto,
nada disso causa surpresa para este modesto escriba. Exerço o
jornalismo há mais de 40 anos. Modéstia à parte conheço o metier.
Redações de jornais, revistas e televisões sempre foram valhacoutos, com
as exceções de sempre, de vagabundos, pervertidos, imorais,
maconheiros, vadios, diletantes e, sobretudo oportunistas e mentirosos.
As exceções existem, é claro e os leitores sabem quais são. Afinal, a
sociedade humana persiste pela insistência dos altruístas.
Aparentemente, parece que o mundo é dominado pela lógica da sacanagem.
Entretanto é o altruísmo que faz o mundo existir. Tanto é que o planeta
já possui uma população estimada em mais de 7 bilhões. Logo, logo este
número pulará para a casa de mais de 8 bilhões de terráqueos.
Quem
segura a onda, gostem ou não gostem, são pessoas como o Coronel Telhada
e o deputado Jair Bolsonaro. Portanto, não desistam, não se amedrontem,
não se submetam ao patrulhamento da grande mídia. Mais um pouquinho os
veículos da grande imprensa não terão mais leitores nem
tele-expectadores. Nem que ofereçam de graça os seus serviços. A
internet está aí e veio para ficar. Não dependemos mais de meia dúzia de
delirantes que pretendem ditar o que é certo e o que é errado
valendo-se da deletéria visão do pensamento politicamente correto e as
suas engenharias sociais. E tem mais: as redes sociais podem ser o locus
anárquico para um monte de besteiras, mas foram as redes os veículos de
comunicação que mudaram drasticamente o perfil do eleitorado brasileiro
e já colocaram nas ruas milhares de pessoas afinadas com os postulados
conservadores. É a primeira vez, em mais de meio século, que isso
acontece no Brasil e deixa desconcertados políticos e, sobretudo,
jornalistas que continuam com um pé, ou os dois, fincados nos albores do
século XX.
Para análise de vocês transcrevo a reportagem do site de Veja:
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| Coronel Telhada em ação em São Paulo, prende suspeito de assalto: uma cena que os alegres rapazes e raparigas da grande imprensa não gostam de ver. Mas o povo adora! |
No
último dia 26 de outubro, tão logo soube que presidente Dilma Rousseff
(PT) estava reeleita, o vereador paulistano Paulo Adriano Lopes Telhada,
coronel aposentado da Rota, sigla para Rondas Ostensivas Tobias de
Aguiar, a tropa de elite da Polícia Militar, correu para despejar sua
frustração no Facebook: “Sul e o Sudeste deveriam iniciar o processo de
independência de um país que prefere esmola do que o trabalho, preferem a
desordem em vez da ordem, preferem o voto de cabresto do que a
liberdade”. Em 24 horas, seu perfil na rede social ganhou mais de 25 000
novos adeptos – hoje, ele tem 221 000 seguidores. Filiado ao PSDB,
Telhada é um dos expoentes de um grupo de políticos campeões de votos
nas eleições deste ano erguendo bandeiras conservadoras.
No último pleito,
Telhada foi o segundo deputado estadual mais bem votado para Assembleia
Legislativa de São Paulo, com 254 000 votos. O coronel é um legítimo
exemplo do neoconservadorismo brucutu – formado por políticos que às
vezes perdem a razão, mas não deixam de dar seu recado. No plano
nacional, o fenômeno de votos se repetiu com a eleição de
políticos alinhados à direita, muitos ligados à bancada evangélica,
como o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que recebeu 398.087 votos, e
o capitão da reserva Jair Bolsonaro (PP-RJ), o
terceiro deputado federal mais votado do país, com 464.572 votos. E se é
verdade que a linha dura agrada a uma significativa parcela da
sociedade que andava órfã, também é fato que a verve incendiária tem um
custo. A fala pós-urnas de Telhada foi duramente criticada, inclusive
por integrantes do seu partido, que o consideram à direita das
diretrizes programáticas do tucanato. “Aquilo foi um balão de ensaio e
acabei tomando um tiro pela culatra. Eu queria apenas fazer um debate
sobre a emancipação política de São Paulo. Na vida política, é preciso
se policiar porque qualquer coisa que se faz inocentemente paga-se um
sapo terrível”, diz.
Feliciano
é dos principais alvos da patrulha de partidos e ativistas de esquerda,
especialistas em guerrilha nas redes sociais. Suas declarações
controversas pregaram-lhe a pecha de homofóbico e racista.
O último a monopolizar os holofotes foi Bolsonaro, que acabou
notabilizado por defender a causa certa da forma errada: ao criticar a
parcialidade do relatório final da Comissão da Verdade, fez um ataque grotesco à deputada Maria do Rosário (PT-RS), que integra a tropa de choque governista.
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| Telhada vestiu a camisa do Brasil e discursou durante manifestação anti-PT em SP |
Coronel
Telhada não esconde as dificuldades que ainda sente no papel de
político. Os últimos dois anos como vereador, seu primeiro cargo
eletivo, têm lhe exigido bastante. Falante, ele percebeu que, uma vez
eleito, suas palavras se espalham na internet como rastilho de pólvora –
nenhuma outra declaração é tão ilustrativa quando a de que "bandido bom
é bandido morto". “Eu não sou moralista, sou o maior porra louca que
você pode pensar. Eu gosto das coisas certas, eu adoro rock n’ roll,
adoro brincar, conversar, falar besteira, mas eu sou milico, tenho uma
formação militar, se me der uma ordem, eu vou cumprir.”
O
rótulo de intolerante foi reforçado há cerca de dois anos, quando foi
acusado por um repórter do jornal Folha de S. Paulo de tê-lo ameaçado de
morte após publicar uma reportagem crítica às postagens do coronel no
Facebook. Na rede social, o coronel usa o termo “vagabundo” para se
referir a criminosos. Incomodado, Telhada usou sua página na rede social
para atacar o repórter, o que causou uma reação agressiva de seus
seguidores. Embora rechace a fama de mau, Telhada conta resignado que
ela o acompanhou durante a carreira policial. “Sou mal visto na polícia
porque eu sou um cara que mata bandido, que faz bico. Não sou bem visto,
não sou da elite, mas isso mudou depois que eu virei político. Toda vez
que eu quis voltar para a Rota eu ouvi um sonoro 'não' e que eu sou
perigoso para a Polícia Militar.”
Telhada
passou a ser figura carimbada no noticiário policial no fim dos anos
1990, quando comandava o 7º Batalhão da Polícia Militar de São Paulo.
Localizado no Centro da capital paulista, o batalhão era responsável por
áreas críticas da cidade, como a Cracolândia. Foi uma das operações que
comandou para retirar usuários de drogas do local que o alçou à fama; a
ação foi transmitida ao vivo na TV pelo apresentador José Luiz Datena,
na TV Record. A exposição o ajudou a conseguir mais bicos nas horas de
folga, como os 15 anos que cuidou da segurança particular do
apresentador Gugu Liberato. O fã-clube só cresceu ao longo dos anos.
Admiradores enviam cartas diariamente para o seu gabinete na Câmara
– uma delas, recebida na última semana, o alertava para a possibilidade
de ser envenenado por inimigos. “O mal entra pela boca, ou seja, tenha
cuidado com o que vai comer. Só coma o que todos estiverem comendo”,
escreveu o admirador.
Apesar
de ter achado graça no alerta, Telhada leva a sério as ameaças reais e
recorrentes feitas pelo crime organizado. Na última sexta-feira, ele
recebeu alerta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime
Organizado (Gaeco) do Ministério Público de que um membro da facção
Primeiro Comando da Capital (PCC) prometeu matá-lo de dentro da
Penitenciária do Tremembé, no interior de São Paulo. Para se proteger,
ele anda armado. “Matar um Telhada é prêmio para o crime organizado”,
afirma.
A
popularidade conquistada ao longo do anos só ficou evidente para ele
quando assumiu o comando da Rota, em maio de 2009. Na ocasião, Telhada
seguiu o protocolo e fez uma grande festa para se apresentar à tropa. O
evento lotou o quartel localizado na Luz, no Centro de São Paulo, de
pessoas que queriam conhecer o coronel. “Aí eu tive a noção da minha
fama. O meu filho passa pela mesma coisa agora como tenente da Rota. Em
toda festa da Rota, eu não consigo sair do lugar, são duas três horas
tirando foto, dando autógrafo. O pessoal leva os livros para eu
autografar”, diz. Rafael Henrique Telhada, de 28 anos, foi promovido
recentemente a tenente da Rota.
Como
comandante e coronel, era comum Telhada receber cartas de mulheres
apaixonadas que ele sempre fez questão de mostrar à esposa, sua primeira
namorada, com quem é casado desde 1985. “Eu tinha um bigodão na época,
tipo Pancho Vila, coisa de tenente da Rota.”
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Coronel Telhada e seu filho Rafael Telhada, tenente da Rota
|
Aposentado
da polícia desde 2011, Telhada mantém as obrigações como militar em
dia. Pratica exercícios físicos regularmente, “porque tem uma tendência
enorme de engordar”, e entra em ação quando presencia algum crime. Foi
assim que chamou a atenção dos colegas parlamentares há algumas semanas
quando voltou para a Câmara Municipal após o almoço com a camisa suja de
sangue: minutos antes, ele lutou e prendeu um menor que tentava roubar o
celular. “Qualquer cidadão pode dar voz de prisão a alguém, mas um
militar tem esse dever. Eu amo ser policial, largaria tudo que estou
fazendo para voltar a ser policial. Quase pirei quando me aposentei.”
Segundo
Telhada, é justamente a mente treinada a reagir de forma prática que
atrapalha sua adaptação como parlamentar. “O trabalho como vereador é
mais burocrático, diferente do policial. No quartel, se me falam ‘vamos
lá prender aquele cara’, eu vou. Se ele atirar, eu atiro de volta. Se
ele morrer, dane-se. Como militar, sou muito simples.”
O jogo
de cintura, porém, tem sido requisitado mais vezes nos últimos meses
desde que ganhou força o movimento nas redes sociais pelo impeachment da
presidente Dilma. Telhada conta que é rotineiramente convocado a
liderar uma intervenção militar para retirar a petista do poder – o que
ele diz ser totalmente contra. “Isso é um absurdo, se quisermos mudar o
presidente, vamos mudar no voto. Se fizermos essa ilegalidade, o
primeiro sangue que vão derramar será o nosso, dos militares. Eu vou
perder meu filho. É meu neném que vai morrer, você acha que eu quero
isso? Cansei de carregar alça de caixão. Eu não quero que ninguém morra
pela liberdade do país.”
O
coronel bom de voto até chegou a participar de uma manifestação
recentemente na Avenida Paulista na qual subiu num carro de som para
pedir a prisão dos envolvidos no megaesquema de corrupção que sangrou
a Petrobras. “Eu odeio manifestação. Mas me chamaram e eu fui lá, subi
no caminhão, foi legal, todo mundo bateu palmas, mas é difícil. Fico
incomodado em fechar uma avenida, o cidadão quer ir para casa e eu fico
lá travando o trânsito.”
A
metralhadora verbal não poupa nem seu partido, o PSDB, o qual acusa de
não levá-lo muito a sério. Como deputado estadual, Telhada não será mais
um vereador de oposição, mas um integrante da ampla base parlamentar do
governador Geraldo Alckmin. “Nesses vinte anos que o PSDB está no
governo paulista, a segurança pública só degringolou. A valorização do
pessoal é uma porcaria, precisamos rever isso urgentemente. Minha função
na Assembleia Legislativa vai ser mudar a visão do PSDB em relação à
Polícia Militar”, diz o coronel, que assume estudar propostas para
integrar outros partidos, como o ainda embrionário Partido Militar
Brasileiro.
Cauteloso
ao falar de seu futuro na política, coronel Telhada diz que manterá o
foco em seu mandato como deputado estadual, mas assume que almeja voos
mais altos – precisamente, uma cadeira no Senado. “Eu queria ter poder
de mando, colocar essa cidade em ordem, queria ter uma varinha de condão
para fazer isso. Senador eu acho um cargo legal, poder representar São
Paulo em Brasília”, diz. Se depender dos admiradores nas redes sociais,
votos não faltarão para chegar lá. Do site da revista Veja
DO ALUIZIOAMORIM
sábado, 20 de dezembro de 2014
ATITUDE EXEMPLAR: CORÉIA DO SUL DISSOLVE PARTIDO POLÍTICO SEMELHANTE AO PT POR SER INCOMPATÍVEL COM A DEMOCRACIA.
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O deputado Lee Seok-ki, do Partido Progressista Unificado (PPU), agora proscrito: a versão do PT sul-coreano.
|
O
Tribunal Constitucional da Coreia do Sul ordenou nesta sexta-feira a
dissolução do terceiro partido político do país, pois vários membros
estão presos por conspirar para o regime norte-coreano, em decisão sem
precedentes na história democrática do país. A mais alta instância
judicial sul-coreana aceitou, por oito votos a favor e um contra, o
pedido do governo sul-coreano para desmantelar completamente o Partido
Progressista Unificado (PPU), grupo político de esquerda criado em 2011 e
que conta com cinco cadeiras na Assembleia Nacional (o Parlamento do
país).
Esta é a
primeira vez que um partido político é proibido desde a criação do país
asiático e da adoção de sua Constituição, em 1948. A histórica decisão
judicial anunciada pelo presidente do Tribunal Constitucional, Park
Han-cheol, transmitida ao vivo pela televisão, significa que o partido
perderá suas cadeiras, terá todos os ativos congelados e deverá
renunciar às subvenções do Estado.
O magistrado explicou que os princípios e as atividades do PPU violam a “ordem democrática básica” da Coreia do Sul, cuja Lei de Segurança Nacional, vigente há mais de seis décadas, persegue qualquer atividade considerada a favor da Coreia do Norte. “O PPU, com um programa oculto para adotar o comunismo da Coreia do Norte, organizou reuniões para discutir uma rebelião”, afirmou o presidente do Tribunal Constitucional, enquanto o partido afetado protestou duramente contra a decisão.
O magistrado explicou que os princípios e as atividades do PPU violam a “ordem democrática básica” da Coreia do Sul, cuja Lei de Segurança Nacional, vigente há mais de seis décadas, persegue qualquer atividade considerada a favor da Coreia do Norte. “O PPU, com um programa oculto para adotar o comunismo da Coreia do Norte, organizou reuniões para discutir uma rebelião”, afirmou o presidente do Tribunal Constitucional, enquanto o partido afetado protestou duramente contra a decisão.
A
esquerda acusou em comunicado o governo da conservadora Park Geun-hye de
“retornar à ditadura” ao “romper o acordo democrático que garante o
direito de expressão de todas as partes e de respeito mútuo entre elas”.
Com o apoio do Conselho de Ministros, Park aprovou no final do ano
passado o pedido para ilegalizar o PPU depois que o deputado Lee Seok-ki
e outros membros do partido foram acusados de conspirar a favor do
regime comunista da vizinha Coreia do Norte.
Lee
Seok-ki foi condenado em 2014 a nove anos de prisão por ter criado uma
organização secreta com cerca de 130 membros com suspeita de vínculos
com a Coreia do Norte, e seu caso está na Suprema Corte depois de entrar
com um recurso contra a sentença. O PPU, que defendeu a inocência do
deputado, garante ser vítima de uma “caça às bruxas” liderada pelo
governo de Park. A Lei de Segurança Nacional, promulgada em 1948, proíbe
toda ação que sirva para “preparar, conspirar, fazer propaganda ou
instigar uma rebelião contra o Estado” e a Constituição nacional
determina que o governo pode pedir a dissolução de um partido político
que viola a “ordem básica democrática”. Do site da revista Veja
MEU COMENTÁRIO: Não
deixa de ser exemplar esse caso. São atitudes como essa que garantem a
democracia verdadeira, regime que é atacado de todos os lados pelos
comunistas.
Já
imaginaram a tranquilidade que seria para o Brasil o banimento
definitivo e irrevogável de todo e qualquer partido de viés comunista,
como PT e seus satélites, como PSTU, PCB, PCdoB, PSOL e assemelhados?
E
ainda há que encha a boca para afirmar que o comunismo acabou, embora
as siglas desses partidos incluem explicitamente que são comunistas ou
socialistas, o que dá no mesmo, e alguns têm a foice e o martelo do
antigo comunismo soviético em suas bandeiras.
Dia
desses um colega jornalista do Diário Catarinense me entrevistou sobre o
fato de que recentemente foi descoberta numa cidade de Santa Catarina
um piscina em casa particular que tinha no fundo o desenho da suástica,
emblema do nazismo. Como há alguns anos publiquei um pequeno livro
intitulado "Nazismo em Santa Catarina" sobre o fato que nos tempos de
Hitler florescera em Santa Catarina e em praticamente em todo o Sul do
Brasil, um movimento nazista. Na época, marcada pela Segunda Grande
Guerra, o antigo DOPS, Departamento de Ordem Política e Social
desmantelou para sempre o nazismo em Santa Catarina e em todo o Sul do
país, durante o governo Vargas.
Pois
bem. O colega jornalista queria saber se existiria ou era possível
existir na atualidade algum tipo de organização nazista atuando em Santa
Catarina.
A
minha resposta foi negativa. Todavia observei que a imprensa que se
escandaliza com simpatizantes do nazismo e suásticas desenhadas em
piscinas fecha os olhos e trata como normal que partidos políticos como o
PT e seus satélites defendam o comunismo e desfraldem bandeiras
comunistas além de promoverem pichações evocando o comunismo e
destacando o deletério emblema da foice e do martelo.
Afirmei,
então, que o problema do Brasil não é o nazismo, mas o comunismo, até
porque ambos são similares no que tange ao exercício do poder. São
ideologias totalitárias que ocupam os extremos à direita e à esquerda do
espectro político. Evidentemente, a matéria com a minha entrevista
parece que não foi publicada.
Retomando o
caso da Coréia do Sul, se tem aí um fato de extrema importância no que
concerne à defesa intransigente da democracia. Não é à toa que a Coreia
do Sul esteja incluída no rol dos países
mais
avançados mundo, enquanto seu vizinho comunista, a Coréia do Norte,
sustentado pela China, poderia ser considerado como bizarro se não fosse
uma ditadura cruel e assassina como são todas as ditaduras comunistas.
O
que ocorreu agora na Coréia do Sul com o banimento definitivo de um
partido de viés comunista por certo ganhará apenas alguma nota de rodapé
nos veículos da grande mídia, embora seja um fato auspicioso que
deveria servir de exemplo para o mundo democrático, mormente quando
Barack Obama passa a mão na cabeça dos irmãos Castro, em cujos
currículos pesa o fato de manterem de pé a mais antiga ditadura
comunista do mundo erguida sobre um turbilhão de cadáveres que tombaram
no "paredón", como ficou conhecido o local de execução por fuzilamento
de todos que se opuseram ao golpe comunista que destruiu aquilo que foi
nos anos 50 do século passado, um dos países mais desenvolvidos do
Caribe e do hemisfério Sul. Sim, Cuba foi um país de primeiro mundo que
os comunistas transformaram numa grande favela.
DO ALUIZIOAMORIM
Tomara que caia
Quem, em sã consciência, pode apostar que um grupo que se enraizou no Estado brasileiro para saqueá-lo fará tudo diferente agora?
Guilherme Fiuza
O Globo
O Globo
O Brasil precisa saber urgentemente qual será o papel do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, no pacto nacional contra a corrupção. Nas investigações da Polícia Federal, Vaccari é acusado de beneficiário do esquema do petrolão, e de injetar propinas na campanha de Dilma — essa mesma que foi reeleita e diplomada declarando guerra à corrupção. As faxinas da presidente deixariam o FBI de cabelo em pé.
Os EUA, aliás, já foram apresentados às entranhas do governo popular, com a chegada do escândalo da Petrobras à Justiça americana. O problema é que lá não tem um Lewandowski ou um Dias Toffoli para tranquilizar os companheiros na última instância. Também não tem um ministro da Justiça servindo de garoto de recados do marqueteiro petista. Como incluir os americanos, holandeses e suíços lesados pelo petrolão no pacto contra a corrupção? Será que o apoio deles custa mais do que os da UNE e do MST?
Uma das ascensões políticas mais impressionantes nos últimos anos foi a do ex-deputado André Vargas. Virou secretário de comunicação do PT e chegou a falar grosso com o STF no julgamento do mensalão — cuja transmissão televisiva ele queria embargar. Depois provocou Joaquim Barbosa publicamente, fazendo a seu lado o gesto do punho cerrado dos mensaleiros. André Vargas chegou à vice-presidência da Câmara dos Deputados, nada menos. Aos inocentes que não entendiam aquela ascensão meteórica, veio, enfim, a explicação: Vargas era comparsa do doleiro Alberto Youssef, o operador do petrolão.
Essa singela crônica de sucesso mostra que hoje, no Brasil, não há nada mais claro e seguro do que a lógica de funcionamento do PT. A qualquer tempo e lugar que você queira compreendê-la, o caminho é simples: siga o dinheiro.
Seguindo o dinheiro (farto) do doleiro, a polícia chegou a uma quadrilha instalada na diretoria da Petrobras sob o governo popular. Tinha o Paulinho do Lula, tinha o Duque do Dirceu, tinha o tesoureiro da Dilma, tinha bilhões e bilhões de reais irrigando a base de apoio do império petista. Um ou outro brasileiro mal-humorado se lembrou do mensalão e resmungou: mais um caso de corrupção no governo do PT. Acusação totalmente equivocada.
O mensalão e o petrolão não são casos de corrupção. Pertencem a um sistema de corrupção, montado sob a bandeira da justiça social e da bondade. Vamos repetir para os que seguiram o dinheiro e se perderam no caminho: trata-se de um sistema de corrupção. E as investigações já mostraram que esse sistema esteve ligado diretamente ao Palácio do Planalto nos últimos dez anos. Um deputado de oposição disse que o maior medo do PT não era perder a eleição presidencial, mas que depois Dilma fizesse a delação premiada.
E lá vai o Brasil para mais quatro anos dessa festa. Quem tem autoridade para acreditar que o método será abandonado? Quem em sã consciência pode apostar que um grupo político que se enraizou no Estado brasileiro para saqueá-lo irá fazer tudo diferente agora? Responda, prezado leitor: quem são as pessoas nesse governo ou nesse partido capazes de liderar uma guinada virtuosa? Lula? Dilma? Vaccari? Mercadante? Pimentel? Cardozo? Carvalho? Dirceu? Delúbio?
Mesmo depois de passada toda a propaganda suja da eleição, mesmo depois de exposta a destruição da maior empresa brasileira pelos que juravam amá-la, Dilma não recuou. Foi para cima do Congresso e rasgou a Lei de Responsabilidade Fiscal. Obrigou o parlamento a legalizar o golpe do governo popular contra a política de superávit — que é um dos pilares da estabilidade monetária. O que falta fazer?
Que passe de mágica devolverá a credibilidade a um governo desmoralizado no país e no exterior? Quem vai querer investir aqui com esse bando de parasitas mudando as regras ao sabor das suas conveniências fisiológicas? Quem tem coragem de afirmar (com alguma dignidade) que os próximos quatro anos poderão reerguer esse Brasil em processo de argentinização?
Num sistema parlamentarista razoável, a extensão do escândalo na Petrobras já teria derrubado o governo. Os acordos de delação premiada já indicaram que Dilma e Lula sabiam de tudo. Se o Brasil quiser (e o gigante abrir pelo menos um dos olhos), essa investigação chegará onde tem que chegar. Esse é o único pacto possível contra a corrupção.
Em 1992, quando Collor estava balançando, já por um fio, Bussunda resolveu dar a sua contribuição e apareceu diante do Palácio do Planalto vestindo um tomara-que-caia — “em homenagem ao presidente”. É isso que falta? Guilherme Fiuza é jornalista 20.12.2014 - DO R.DEMOCRÁTICA
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Um governo de mentiras.
Graça mente!
Governo põe aparato oficial para
tentar desmentir as denúncias da geóloga Venina Velosa, mas quem deveria
ser desmentida é Graça Foster, que por anos ignorou as falcatruas
Com a Petrobras derretendo, o
governo deflagrou ontem uma operação para blindar a atual presidente da
empresa, Maria das Graças Foster. É tudo o que a presidente da República
e seus auxiliares não deveriam estar fazendo numa hora destas. Cabe a
Dilma Rousseff vir a público explicar a catatonia na estatal tragada por
corrupção, e não tentar justificar o injustificável.
É cada vez mais evidente que a
posição de Graça é insustentável. Suas alegações diante das denúncias de
que há anos sabia das falcatruas na companhia não se sustentam. Para
piorar, o aparato oficial também é usado para sustentar a mentira, por
meio de notas oficiais divulgadas aos borbotões pela Petrobras - agora
até de madrugada...
Do outro lado, estão as denúncias
cristalinas, límpidas, feitas pela geóloga Venina Velosa da Fonseca. Têm
hora, data, destinatários e remetentes claros. Estão registradas.
Aconteceram, do que se sabe até agora, nos dias 2 de abril de 2009, 3 de
abril de 2009, 4 de maio de 2009, 26 de agosto de 2011 e 7 de outubro
de 2011.
As primeiras mensagens vieram a
público na sexta-feira pelo Valor Econômico. Desde então, a Petrobras
divulgou três notas oficiais para tentar desmentir Venina. Alega que a
presidente da empresa só soube poucos dias atrás do que a funcionária
tinha a dizer. A cada investida, fica claro que quem precisa ser
desmentida é a empresa e, mais precisamente, sua presidente, Graça
Foster.
Hoje, o Valor traz novas mensagens
enviadas pela geóloga a Graça, então diretora de Gás e Energia da
estatal. Uma delas foi expedida na madrugada de 3 de abril de 2009,
horas antes de Venina protocolar oficialmente junto ao sistema de
documentação da Petrobras denúncia de irregularidades na área de
comunicação da diretoria na qual trabalhava, a de Abastecimento. Elas
resultaram em desvio comprovado de R$ 58 milhões.
Outro e-mail data de 7 de outubro de
2011. Nele, Venina diz preferir dizer tudo o que tinha a dizer "olhando
direto nos olhos" de Graça e pede que a então diretora a receba. Como
não conseguiu, optou por escrever a mensagem. Fica claro na
correspondência a confiança que a funcionária depositava em Graça, que,
no entanto, jamais a retribuiu.
O desfecho das denúncias já é sabido:
Venina
acabou desterrada para um posto em Cingapura e no mês passado foi
destituída do cargo que ocupava na empresa. Em contraponto, um dos
funcionários por ela denunciado, de umbilicais ligações com o PT da
Bahia, demorou quatro anos para ser demitido.
Alguns
anos atrás, outro denunciante entrou para a história ao fazer um
pungente apelo diante das câmeras, durante depoimento no Congresso :
"Sai,
Zé, sai rápido daí". Estava deflagrada a investigação do mensalão e
José Dirceu demorou só alguns poucos dias para seguir o conselho de
Roberto Jefferson. Hoje é um presidiário. Graça Foster, definitivamente,
não precisaria chegar a tanto.
*Este
e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica
estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela - DO MARIOFORTES
ENTREVISTA-BOMBA COM OLAVO DE CARVALHO ENCERRA 2014, DESMISTIFICA A GRANDE MÍDIA E MOSTRA O CAMINHO PARA O BRASIL SE LIVRAR DO FORO DE S. PAULO E PROGREDIR. UM BANHO DE INFORMAÇÃO!
Aqui
está para todos vocês um material de análise política de alto nível. Um
entrevista exclusiva com o filósofo, jornalista e escritor Olavo de
Carvalho realizada por Leandro Ruschel, que é Trader e escreve os blogs Análise Técnica, no site da revista Exame e também o blog Ponto de Reversão, no site Infomoney. Ruschel vive em Miami (EUA).
Na sua página no Facebook, onde fez a postagem deste vídeo, também publicado no excelente site Mídia Sem Máscara,
Leandro Ruschel explica o que o levou a ir até Richmond, Estado de
Virgínia, onde vive Olavo de Carvalho, para realizar esta entrevista
especial:
![]() |
| Leandro Ruschel |
Como
alguns amigos sabem, hoje estou envolvido num projeto chamado Liberta
Global. A liberdade não envolve apenas a disposição de meios financeiros
para poder viabilizar os seus projetos. Envolve em primeiro lugar a
liberdade mental. Só através da compreensão mais apurada do mundo é que
você pode alcançar verdadeira liberdade.”
Portanto,
como disse, vale a pena assistir com atenção este vídeo e até mesmo
guardá-lo. Olavo de Carvalho é um estudioso compulsivo. Seus estudos
abrangem as áreas da filosofia pura e da filosofia política e há anos se
dedica incansavelmente em apurar com exatidão os motivos que levaram o
Brasil a cair nas garras do movimento comunista internacional que ao
contrário do que imaginam os incautos e desinformados de todos os
gêneros, o comunismo não desapareceu, apenas mudou suas estratégias com o
fim da guerra fria. A guerra de guerrilhas e os atos terroristas foram
abandonados. A ação comunista do século XXI é operada no plano cultural
ou, seja, no que é conceituado como “revolução cultural”.
Aliás,
faço questão de assinalar que muito do que tenho aprendido sobre tudo
isso devo à obra de Olavo de Carvalho. Não há nenhum intelectual
brasileiro na atualidade capaz de rivalizar com Olavo de Carvalho em
capacidade e conhecimento. Esta entrevista é na verdade uma verdadeira
aula, a aula que falta em todos os cursos de graduação e pós-graduação
existentes no Brasil. Também é uma entrevista digna de estar nos grandes
jornais e redes de televisão. Justamente o fato de um material especial
como este vídeo ser escamoteado pela grande mídia brasileira é
explicado de forma didática por Olavo de Carvalho, sem o viés rançoso e
esnobe da maioria dos intelectualóides que reinam nas universidades
brasileiras e na própria grande mídia. Na
verdade, não são intelectuais, mas esbirros do PT que se dedicam a
promover a lavagem cerebral dos alunos nas salas de aula e servir à
grande mídia emprestando seus títulos e prestígio acadêmicos para
revestir de verdade as maiores mentiras que são veiculadas pelos
jornais, rádios e televisões.
E para concluir: chamo a atenção da Oposição, sobretudo os integrantes do PSDB e de forma especial o senador Aécio Neves, para que vejam e ouçam com atenção esta entrevista de Olavo de Carvalho. Quem não tem paciência de assitir uma entrevista de 2 horas de duração com alta definição de imagem e som e refletir sobre o contéudo não tem condição de postular nenhum cargo de chefia, muito menos a chefia máxima da República. DO ALUIZIOAMORIM
E para concluir: chamo a atenção da Oposição, sobretudo os integrantes do PSDB e de forma especial o senador Aécio Neves, para que vejam e ouçam com atenção esta entrevista de Olavo de Carvalho. Quem não tem paciência de assitir uma entrevista de 2 horas de duração com alta definição de imagem e som e refletir sobre o contéudo não tem condição de postular nenhum cargo de chefia, muito menos a chefia máxima da República. DO ALUIZIOAMORIM
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