quarta-feira, 22 de junho de 2011

BOICOTE À COPA DE 2014.


Já existe na Itália um movimento propondo o boicote a Copa de 2014 em Banânia.
será que o povo italiano vai ter essa força de boicotar os interesses financeiros que dominam o futebol mundial.
Afinal, o que não falta no mundo é otário para sustentar jogador de furtebol com salários bilionários.
Este Blog apoia o boicote à Copa de 2014 em Banânia.
Este povo precisa de educação, saúde e cidadania. Já passaram mais de 500 anos se divertindo, passou da hora de levar este país a sério.
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MOVIMENTO PELO BOICOTE À COPA DE 2014. 
EU APOIO!!
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DO BLOG O MASCATE

PROTEGENDO UM MALVADO ASSASSINO


A escandalosa impunidade dada a políticos, desde o poder no Brasil foi tomado pelos petistas, estende suas garras em todos os setores.

Agora assassinos e terroristas estrangeiros abrigam-se sob as asas protetoras dos três poderes.

A repercussão internacional da negativa de extradição por Parte do Supremo Tribunal Federal do homicida italiano César Battisti, foi uma vergonha para o Brasil como um todo, as reações foram desde a dolorosa queixa de um cidadão italiano, que está há décadas preso à uma cadeira de rodas, vítima de um ataque de Battisti, até o amargo humor jornalístico.

Mas, como sói no Brasil atual, quando se pensa que já não existam mais erros a serem feitos, eis que aparece alguém com um pior, nessa quarta (22/6) coube ao  Conselho Nacional de Imigração – CNIg (*), piorar o que era ruim. Em sua reunião, da qual participaram representantes de nove ministérios, cinco entidades que representam os trabalhadores e cinco entidades ligadas aos empregadores, ficou decidido (dois votos contra) dar a Battisti o visto de permanência no país, dessa forma ele  terá todos os direitos comuns concedidos a estrangeiros, inclusive naturalizar-se brasileiro.

Caso faça essa opção, Battisti poderá pedir ao seu protetor, Senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que lhe arrume uma “boquinha”  no atual governo. Talvez, quem sabe, pela sua larga experiência, a de ministro da Defesa?
 
(*) O CNIg é um órgão colegiado tripartite ligado ao Ministério do Trabalho. Entre as finalidades do conselho estão a formulação de políticas de imigração e resolução dos casos omissos relacionados a imigrantes.
DO MOV.ORDEM VIG.CONTRA CORRUPÇÃO

Procuradoria investiga privilégio à família de Cabral após acidente


O Ministério Público Federal na Bahia instaurou nesta quarta-feira (22) investigação para apurar quem ordenou e quanto custou o traslado do corpo de Mariana Noleto, namorada de um dos filhos do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), em avião da FAB (Força Aérea Brasileira).
Ela foi uma das vítimas do acidente com um helicóptero Esquilo no sul da Bahia na última sexta-feira. Sete pessoas morreram.
O helicóptero havia saído do Aeroporto de Porto Seguro (687 km de Salvador) e caiu no mar antes de chegar a um resort no distrito de Trancoso.
A Procuradoria apura indícios de supostos privilégios indevidos à família de Sérgio Cabral, já que a vítima não tinha função pública e há voos comerciais entre Porto Seguro e o Rio. O corpo de Marina foi encontrado por volta das 23h40 de domingo e levado ao Rio na segunda-feira.
A Procuradoria pediu ao 5º Comando Aéreo Regional dados sobre o custo da missão e por que ela foi paga com recursos públicos, e não pela família da vítima em um voo comercial.
No final da tarde de hoje, a Procuradoria informou que averiguaria se aviões da FAB foram usados indevidamente para transportar os corpos das outras vítimas do acidente.
Outro lado
Procurada, a FAB informou que não vai comentar o caso e não respondeu a questões formuladas pela Folha sobre as suspeitas levantadas pela Procuradoria.
"Até o presente momento nenhuma organização militar do Comando da Aeronáutica foi oficiada sobre o assunto. Assim que o pedido seja oficializado, a FAB prestará as informações ao MPF", diz trecho da nota enviada pela assessoria de imprensa FAB. Folha Online
BLOG  ABOBADO

ESTADÃO VOLTA A MENTIR SOBRE DOSSIÊ ALOPRADO


Furado impiedosamente pela revista Veja, o jornal O Estado de Sao Paulo continua a estrebuchar tentando livrar a cara de Aloísio Mercadante e seus aloprados do dossiê fajuto, o maior crime eleitoral da história da República brasileira. Leiam a matéria como segue na íntegra. Abaixo, acrescento algumas informações para corrigir esse texto vagabundo e mentiroso:
Deputados do PSDB protocolaram nesta quarta-feira, 22, pedidos de reabertura do inquérito sobre a suposta compra, por petistas, de um dossiê contra o tucano José Serra em 2006, episódio que ficou conhecido como o caso dos "aloprados". Os pedidos foram feitos à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR).

A oposição quer mais investigações sobre o caso devido à reportagem da revista Veja ter apontado o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, como um dos mentores da compra do suposto dossiê. Segundo a entrevista de um dos envolvidos, Mercadante era um dos responsáveis por arrecadar o dinheiro para realizar a compra das informações.
Em 2006, a PF apreendeu R$ 1,7 milhão com militantes petistas. O dinheiro seria usado para a compra de informações que poderiam envolver Serra com "a máfia dos sanguessugas", esquema pelo qual se desviavam recursos destinados a compra de ambulâncias. O empresário Luiz Vedoin, apontado como mentor do esquema, negou, posteriormente, o envolvimento de Serra. Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: O sujeitinho que escreve esta essa nojeira ou é mais um petralha infiltrado na redação do Estado ou então é um idiota completo. Ou as duas coisas simultâneas, já que ser do PT singifica que o sujeito é um idiota.
No lead já há uma mentira. Os aloprados do PT não chegram a consumar o ato de 'comprar' o dossiê fajuto feito por uma quadrilha, porque foram pilhados no momento em que trafegavam com uma mala contendo R$ 1,750 milhão em dinheiro vivo, reais e dólares!
A revista Veja não apontou ninguém com mentor, a denúncia está numa gravação confirmada por um petista, o aloprado Expedito Veloso, à época funciuonário do Banco do Brasil. Expedito confirmou à revista o que está nessa gravação. Tanto é que o PT mandou Expedito calar a boca sobre o caso, conforme a imprensa já noticiou e vocês podem conferir aqui no blog em post mais abaixo. 
Não háo nada de 'suposto', o crime ocorreu e o material do crime, aquele monte de dinheiro de origem até hoje não esclarecida, foi fartamente divulogado pela imprensa.
Não existe essa história de 'suposto'. O crime aconteceu e até hoje - ou até Expedido dar com a língua nos dentes - não se sabia quem era o mandante. Ao confirmar a gravação à revista Veja, Expedito deixou claro que é o Ministro Aloísio Mercadante.
O Estado de São Paulo é mais um jornal da grande imprensa brasileira que se subordina vergonhosamente às pautas ditadas pelo PT. Perdeu a credibilidade. Tanto é que aqui em Florianópolis é utilizado para embrulhar peixe no mercado. Os peixeiros adoram porque é tamanho standard, o dobro das dimensões  dos tablóides Diário Catarinense e do Notícias do Dia. Estes dois últimos nem para embrulhar peixe servem.
DO BLOG DO ALUIZIO AMORIM

É impressionante a cara de pau da Dilma defendendo a MP da Copa.

Dilma Rousseff afirma que a gente não entendeu o espírito da MP da Copa, que impede a fiscalização da licitação antes de contratação da empresa vencedora. Sabem o que a gente não entendeu? A gente não entendeu que, havendo prévio conhecimento, as construtoras podem montar cartéis e conluios. Aí a gente, que é pateta, pergunta: mas o que muda? As construtoras não podem continuar montando  cartéis? Alguém tem coragem de dizer que não? Sabem qual é a única diferença: as construtoras poderão combinar preços MUITO MAIORES, pois o TCU não vai comparar cotações de mercado e impugnar propostas indecentes e desonestas antes da contratação. 

O que a Dilma está fazendo é liberar geral. A Dilma está dizendo para as construtoras: façam cartéis sem dó e nem piedade, cobrem o que vocês bem entenderem, nós sabemos que estamos atrasados, portanto enfiem a faca nos cofres públicos, pois não vai haver fiscalização.

Por que vocês acham que todos os ministros, políticos e membros do governo estão com o mesmo discursinho safado?  Porque não existe justificativa técnica aceitável para botar abaixo de sigilo qualquer obra pública. Isso cheira mal. Isso tem cara de roubalheira. Isso é uma licença para roubar no escuro, sem que ninguém veja. As construtoras não vão mais fazer cartel, porque o custo é fechado? Ora, se faziam cartel antes, vão continuar fazendo, só que vão cobrar mais caro.

Dilma, por que não faz o seguinte: dá todas as obras da Copa para a Delta Construções. Aquela construtora cujo dono é amigo íntimo do Sérgio Cabral (PMDB-RJ), que já tem a maioria dos contratos sem licitação. Não perca tempo. Afinal de contas, ela já não é a maior favorecida em obras pelo Governo Federal? Ela já não está no consórcio do Maracanã, que aumentou 30% o orçamento, já não fez aquela maravilha do Engenhão e aquela obra arte do Complexo Aquático Maria Lenck, que o TCU jamais conseguiu fechar as contas? Bota sob sigilo e entrega tudo pro amigão do Cabral.
DO BLOG DO CEL

O feirão do carro roubado

A política de bolsas do governo federal vai longe. Quando não é para a África, é para o árido altiplano andino. É bolsa-Itaipu, é bolsa-dívida e o sistema de meritocracia: quanto mais tirano for o companheiro, mais recurso receberá.
Evo Morales, por exemplo, basta que embargue a voz e lá se vai uma parte da riqueza nacional. Foi assim ao tomar usina da Petrobras e permanece assim no caso dos veículos roubados aqui e esquentados pelo índio fake.
Inaugura-se nova era na América Latina pós-Foro de São Paulo: a transferência de renda entre “nações”. Precisamente, do salário do brasileiro para o balancete do ditador aliado.
Após Evo assinar decreto em 10 de junho garantindo prazo para oficializar produtos de crimes que circulam na Bolívia, subiu o número de feirões de veículos a céu aberto próximo à fronteira entre o estado de coisas e o estado-delito.
Um automóvel que pela tabela Fipe custa R$ 27 mil no Brasil é encontrado por R$ 5,6 mil nas robautos incentivadas por Morales. Por outros R$ 3 mil o receptador travestido de consumidor o legaliza com o jamegão do companheiro de Lula.
Se Evo estipulou seu quinhão, o cidadão daqui paga o preço. Os reflexos estão no bolso, no corpo, na mente, com o trauma psicológico, a dor física, a impunidade, o sofrimento. Quem ainda não foi assaltado, é vítima no aumento dos valores de seguros para evitar prejuízo maior quando for – não é praga, mas interpretação dos dados.
No triângulo da morte, de um lado o carro é roubado, do outro se transforma em cocaína e derivados (crack, oxi) e na base estão a violência, os danos ao futuro dos jovens, os estragos na Saúde, a demolição da paz nas ruas e nas famílias.
A presidente Dilma Rousseff “agiu” em defesa da soberania e – com a presteza dispensada pelo STF no caso Battisti – escalou 500 homens do Exército para proteger os 3.400 km de ligação entre os dois países. Em turnos, cada soldado vai cuidar de 14 km de mata fechada, rios e estradas vicinais, sem estrutura, sem nada além da coragem.
Até o mês passado, os veículos aéreos não-tripulados, adquiridos a peso de ouro, permaneciam no chão, sem combustível. Faltam também comida (vai dispensar quase metade de seus recrutas) e munição (cortar 50% dos exercícios de tiro), e sobra perigo (suspendeu os exercícios de adestramento).
Uma pena o Brasil não retaliar a Bolívia com o mesmo destemor usado na defesa de terroristas. O governo não protege o território nem seus habitantes. Conspurca-se entre os déspotas como se o dinheiro público não tivesse dono e como se o proprietário dos bens privados dos brasileiros fosse o amigo do alheio à espreita na outra margem da fronteira.

Demóstenes Torres é procurador de Justiça e senador (DEM/GO)
BLOG DO NOBLAT

Lula 'no mínimo avalizou' compra de dossiê, diz Goldman

O ex-governador de São Paulo Alberto Goldman (PSDB) escreveu na segunda-feira, 20, em mensagem em seu blog, que nunca teve dúvida de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabia da tentativa de compra de um dossiê, em 2006, contra o então candidato do PSDB ao Palácio dos Bandeirantes, José Serra, no episódio que ficou conhecido como "Dossiê dos Aloprados". "Eu nunca tive dúvidas de que o Lula sabia do que iam fazer. No mínimo, avalizou", afirmou o tucano. "Chamar os companheiros de aloprados era porque, afinal, fizeram mal feito, foram incompetentes", acrescentou, citando termo usado pelo petista, na época, para se referir aos envolvidos no caso.
No blog, o ex-governador mencionou o nome do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, na época candidato do PT ao governo de São Paulo. "Porém, sabíamos que o autor intelectual, pelo menos o dirigente que comandou a operação, era o senador Mercadante. Sim, aquele mesmo que passou a vida falando em ética na política", disse. O tucano ressaltou ainda que os envolvidos no caso "eram petistas partícipes da campanha" do agora ministro. "Agora, um dos partícipes, o bancário Expedito Veloso, confessa, em conversa gravada, publicada pela 'Veja', toda a trama", escreveu.
Em reportagem publicada pela revista "Veja" em sua última edição, o ministro teve o seu nome envolvido mais uma vez no episódio, ao ser citado em gravação na qual a publicação teve acesso. Nela, o atual secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal, Expedito Veloso, afirma a colegas que o plano do dossiê foi "tocado" pelo núcleo de inteligência do PT, mas com o conhecimento e a autorização do então candidato.
"Será que agora o nosso glorioso Ministério Público Federal encontrará razões para reabrir o processo e finalmente denunciar os culpados?", provocou Goldman.
fonte agencia estado

Ataque de hackers tira site da Petrobras do ar

Além do ataque ao Senado, grupo também foi responsável pelo ataque aos sites da Sony e  PBS. Foto: Reprodução Membros brasileiros do Lulz Security também foram os responsáveis pelos ataques a sites do governo
Foto: Reprodução
    Os hackers brasileiros do grupo Lulz Security atacaram na tarde desta quarta-feira o site da Petrobras e deixaram a página fora do ar por alguns minutos. O grupo é o mesmo que derrubou os sites do governo brasileiro e da Presidência da República nesta madrugada e é vinculado ao grupo que atacou os sites do Senado americano e da CIA.
    Pelo perfil no Twitter, o grupo incentivou os membros a atacarem o site da Petrobras. "www.petrobras.com.br voce e capaz? entre na embarcacao e vamos atear fogo!", dizia o post. Instantes depois de derrubar a página, o grupo justificou o ataque: "Acorda Brasil! Nao queremos mais comprar combustivel a R$2.75 a R$2.98 e expotar a menos da metade do preco! ACORDA DILMA!", dizia um dos tweets. "Nao queremos ver o nosso combustivel sendo vendido nos paises da uniao mercosul ao preco medio de 1,60 a 1,90 e no brasil a 2.75 a 2.98!", afirmava outra postagem.
    Em seu site na internet, o grupo brasileiro afirma que sua missão "é declarar guerra aberta contra todos os governos, bancos e grandes corporações do mundo. Eles estão convocando todos os hackers do mundo para se unirem ao propósito. O objetivo é expor corrupção e segredos obscuros". E faz ameaça: "Imagine ver o orçamento sigiloso para a Copa do Mundo sendo exposto contra a vontade do governo brasileiro".
    O Terra entrou em contato com a Petrobras, mas a empresa ainda não se pronunciou sobre o ataque.
    FONTE TERRA

    PSDB pede que Procuradoria reabra caso sobre 'dossiê dos aloprados'

    A liderança do PSDB na Câmara dos Deputados pediu nesta quarta-feira (22) ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a reabertura do inquérito policial do episódio que ficou conhecido como "escândalo dos aloprados". Os tucanos também enviaram um ofício com a mesma solicitação à Polícia Federal.


    Marcelo Camargo-18.jan.2011/Folhapress
    Ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante foi citado por acusado como mandante da compra de dossiê
    Ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante foi citado por acusado como mandante da compra de dossiê
    O PSDB quer a apuração das novas denúncias dilvugadas pela revista "Veja".
    Neste final de semana, a revista "Veja" revelou que um dos implicados no escândalo, o ex-diretor do Banco do Brasil Expedito Afonso Veloso, disse a um grupo de conhecidos, em local e data não revelados, que Mercadante deu a "autorização" para a compra do dossiê.
    Veloso teria dito ainda que o ex-governador paulista Orestes Quércia, falecido no ano passado, ajudou com recursos para a compra do dossiê. A conversa foi gravada, segundo a revista. Os tucanos também querem ouvir Veloso.
    Procurado pela Folha, Expedito Veloso, atual secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico do Governo do Distrito Federal, recusou-se a falar sobre o assunto. Por meio da assessoria de imprensa, disse que o PT é que poderia se manifestar.
    "Diante dos novos fatos que agora surgiram, inclusive com uma testemunha admitindo que Mercadante foi um dos mentores do dossiê, é preciso reabrir as investigações", afirmou o líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Duarte Nogueira (SP), que assinou o protocolo com os também deputados por São Paulo Carlos Sampaio e Vanderlei Macris.
    CONGRESSO
    Além de procurar a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal, o PSDB vai apresentar diversos requerimentos na Câmara para ouvir o atual ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, sobre sua suposta participação no episódio que ficou conhecido como o escândalo dos aloprados.
    Um deles já foi apresentado na terça-feira (21) por Macris na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. O mesmo deve acontecer nas Comissões de Ciência e Tecnologia e Segurança Pública.
    O CASO
    O escândalo dos aloprados ocorreu em 2006, quando faltavam duas semanas para o primeiro turno das eleições que reelegeram Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência.
    Integrantes do grupo de inteligência da campanha do petista montaram um suposto esquema para comprar um dossiê forjado, que envolvia o ex-governador e ex-prefeito de São Paulo José Serra (PSDB) com a máfia dos sanguessugas (fraude na compra de ambulâncias).
    A intenção era prejudicar a campanha Serra, que disputava o governo paulista com Mercadante, que acabou derrotado.
    O plano fracassou quando a PF prendeu envolvidos e apreendeu dinheiro que estava guardado em um quarto de hotel perto do aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

    Herança maldita é a institucionalização da impunidade dos bandidos de estimação


    Indecente: ‘Aos olhos dos brasileiros honestos, figuras como o mensaleiro José Dirceu, a quadrilheira Erenice Guerra ou o estuprador de sigilo bancário Antonio Palocci têm de prestar contas à Justiça. Para Lula, todos só prestaram relevantes serviços à pátria. A lealdade ao chefe purifica’
    Se conseguisse envergonhar-se com alguma coisa, o ex-presidente Lula estaria pedindo perdão aos brasileiros em geral, por ter imposto a Dilma Rousseff a nomeação de Antonio Palocci, e aos paulistas em particular, por ter imposto ao PT a candidatura de Aloízio Mercadante ao governo estadual. Se não achasse que ética é coisa de otário, trataria de concentrar-se nas palestras encomendadas por empreiteiros amigos para livrar-se de explicar o inexplicável, como o milagre da multiplicação do patrimônio de Palocci e a comprovação do envolvimento de Mercadante nas bandalheiras dos aloprados. Se não fosse portador da síndrome de Deus, saberia que ninguém tem poderes para revogar os fatos e decretar a inexistência do escândalo do mensalão.
    Como Lula é o que é, aproveitou a reunião do PT paulista, neste 17 de junho, para tratar de todos esses temas no mesmo palavrório. Com o desembaraço dos condenados à impunidade perpétua e o cinismo de quem não tem compromisso com a verdade, o sumo-sacerdote da seita serviu a salada mista no Sermão aos Companheiros Pecadores, clímax da missa negra em Sumaré. Sem união, ensinou o mestre a seus discípulos, nenhum bando sobrevive sem perdas. Palocci, nessa linha de raciocínio, perdeu o empregão na Casa Civil não pelo que fez, mas pelo que o rebanho governista deixou de fazer. Foi despejado não por excesso de culpa, mas por falta de braços solidários.
    Para demonstrar a tese, evocou o escândalo do mensalão, sem mencionar a expressão proibida. “Eu sei, o Zé Dirceu sabe, o João Paulo sabe, o Ricardo Berzoini sabe, que um dos nossos problemas em 2005 era a desconfiança entre nós, dentro da nossa bancada”, disse o mestre a seus discípulos. “A crise de 2005 começou com uma acusação no Correio, de R$ 3 mil, o cara envolvido era do PTB, quem presidia o Correio era o PMDB e eles transformaram a CPI dos Correios, para apurar isso, numa CPI contra o PT, contra o Zé Dirceu e contra outros companheiros. Por quê? Porque a gente tava desunido”.
    A sinopse esperta exige o preenchimento dos muitos buracos com informações essenciais. Foi Lula quem entregou o controle dos Correios ao condomínio formado pelo PMDB e pelo PTB. O funcionário filmado embolsando propinas era apadrinhado pelo deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB, que merecera do amigo Lula “um cheque em branco”. O desconfiado da história foi Jefferson, que resolveu afundar atirando ao descobrir que o Planalto não o livraria do naufrágio. Ao contar o que sabia, desmatou a trilha que levaria ao pântano do mensalão. Ali chapinhava José Dirceu, chefe do que o procurador-geral da República qualificou de “organização criminosa sofisticada” formada por dezenas de meliantes.
    Tais erros não podem repetir-se, advertiu o pregador. É preciso preservar a coesão do PT e da base alugada, contemplando com cuidados especiais os parceiros do PMDB. Para abafar focos de descontentamento, a receita é singela: “A gente se reúne, tranca a porta e se atraca lá dentro”, prescreveu. Encerrada a briga de foice, unifica-se o discurso em favor dos delinquentes em perigo.
    “Eu tô de saco cheio de ver companheiro acusado, humilhado, e depois não se provar nada”, caprichou na indignação de araque o padroeiro dos gatunos federais. Aos olhos dos brasileiros honestos, figuras como o mensaleiro José Dirceu, a quadrilheira Erenice Guerra ou o estuprador de sigilo bancário Antonio Palocci têm de prestar contas à Justiça. Para Lula, todos só prestaram relevantes serviços à pátria. A lealdade ao chefe purifica.
    “Os adversários não brincam em serviço”, fantasiou. “Toda vez que o PT se fortalece, eles saem achincalhando o partido”. É por isso que Mercadante está na berlinda: segundo Lula, os inimigos miram não no comandante de milícias alopradas, mas no futuro prefeito da capital. “Nunca antes na história deste país tivemos condições tão favoráveis para ganhar as eleições no Estado”, festejou no fim do sermão.
    Se há pouco mais de seis meses o PT foi novamente surrado nas urnas paulistas, o que ampara o otimismo do palanque ambulante? Nada. É só mais um blefe. O PSDB costuma embarcar em todos. Não conseguiu sequer deixar claro que o Brasil Maravilha esculpido em milhares de falatórios só existe na imaginação dos arquitetos malandros e na papelada registrada em cartório.
    Cumpre à oposição mostrar que o homem que brinca de xerife é o vilão do faroeste de quinta categoria. Os brasileiros precisam aprender que o câncer que corrói o organismo político nacional não é a corrupção simplesmente ─ essa existe em qualquer paragem. É a certeza de que não haverá sanções legais. Ao longo de oito anos, enquanto cuidava de promover a ignorância à categoria das virtudes, Lula institucionalizou a impunidade dos corruptos e acelerou a decomposição moral do país.
    O Brasil deste começo de século lembra um grande clube dos cafajestes sustentado por milhões de eleitores para os quais a vida consiste em não morrer de fome. Essa sim é a herança maldita.
    Augusto Nunes

    Agora só falta dar um emprego para Battisti no Palácio do Planalto.

    Lembram da mulher do Olivério Medina, o narcotraficante sequestrador das FARC que o Brasil abrigou? Virou CC do Palácio do Planalto. Hoje foi concedido o visto de permanência no Brasil para o terrorista assassino italiano Cesare Battisti, recentemente absolvido de quatro crimes pelo STF, por pedido do Lula. Agora só falta dar um emprego para ele. Uma Bolsa Terrorista. Se dá para terrorista brasileiro, porque não dar para um italiano também? Leia mais aqui. 
    DO B DO CEL

    Uma foto, duas situações.


     

    Lula_em_festa_junina



    A foto ao lado desperta em mim dois tipos de sensação.
    Uma de felicidade, outra, como não poderia deixar de ser, de profunda tristeza.

    A felicidade reside no fato que o "Arraiá do Torto ( sinônimo de bebum )" tão cedo não se repetirá, trazendo consigo a vergonha de ser brasileiro.

    Já a sensação de tristeza, reside no fato de que a cadeia é de mentirinha.

    Ó vida!
    Ó dia!
    Ó azar!