terça-feira, 31 de julho de 2018

ENTREVISTA DE BOLSONARO À TV CULTURA ROMPEU O ÚLTIMO ANTEPARO QUE ESCONDIA A CRIMINOSA MANIPULAÇÃO DOS DONOS DO PODER

Terça-feira, julho 31, 2018

Todas as críticas e denúncias que tenho feito aqui no blog com relação à atuação dos jornalistas da grande mídia foram corroboradas na entrevista que o presidenciável Jair Bolsonaro concedeu ontem ao Programa Roda Viva, da TV Cultura (cultura???).
Como tenho revelado aqui no blog atuo como jornalista desde 1971. Há mais de uma década me transferi para a internet numa época em que ainda se afirmava que os jornais e a mídia impressa em geral sobreviveriam. O futuro chegou mais depressa do que imaginavam os dinossauros das redações.  Ainda assim, eles insistem, como aquele tal de Chico Caruso rabiscando em papel aquelas charges idiotas enquanto seus coleguinhas praticavam aquele festival de cinismo financiando com dinheiro público, ou seja, fruto do avassalador assalto aos bolsos dos contribuintes pelos ladravazes do erário.
Se a internet já havia feito um estrago danado na grande mídia as redes sociais atiraram a pá de cal sobre o que restava de pé. Pela primeira vez na história os leitores e telespectadores passaram de uma situação passiva para uma ação ativa desmistificando essa cambada psicopatas revelada na noite de ontem durante a entrevista com o presidenciável Jair Bolsonaro. Tanto é que pela primeira vez na história da estatal TV Cultura, aquele cabide de emprego dos comunistas, atingiu o topo dos Trends do Twitter e bateu o recorde de audiência. Não pela qualidade de seu jornalismo mas pela presença de Jair Bolsonaro.
Uma pesquisa do Instituto Paraná divulgada nesta terça-feira explica o desespero das empresas de mídia convencional que são batidas pelas redes sociais. Não é à toa que o Facebook fez um acordo com o Governo do Brasil para censurar perfis que se opõem a esse turbilhão de iniquidades, roubalheiras, mentiras e manipulações levadas a efeito establishment do qual são pontas de lança a grande mídia e seus jornalistas como tenho repetidamente denunciado aqui neste blog.
O que se viu nesta segunda-feira à noite na entrevista do presidenciável Jair Bolsonaro foi antes de tudo, pedagógico. Rompeu o último anteparo que escondia a indecência e a manipulação desesperada desse jornalismo chulé que desde de seu nascedouro é operador dos interesses do movimento comunista internacional hoje diluído na ideologia da diversidade bundalelê gestada pela ONU, União Européia e demais organismos multilaterais. Tudo isso forma o âmago idelógico do establishment.
No caso brasileiro há um componente essencial muito particular nessa pedagogia de esclarecimento político que, vamos dizer assim, universalizou a conscientização em sentido amplo. Trata-se da Operação Lava Jato que, como costumo afirmar, rasgou o diáfano véu da fantasia que encobria a desavergonhada e histórica gatunagem sobre o erário. Não sobrou nada. Essa gentalha de uma hora para outra se viu desnudada perante a opinião pública e hoje está reunida no tal "Centrão" liderado pelo PSDB, MDB e PT. Como moscas varejeiras esses predadores do Brasil pretendem detonar a carniça até os ossos.
Não contavam com a conscientização em massa e muito menos no inusitado aparecimento de um líder que galvaniza os mais diferentes setores da sociedade brasileira na derradeira tentativa de salvar a Nação.
Este líder é Jair Bolsonaro. Seu prestígio e sua força puderam ser constatados na entrevista que concedeu na noite desta segunda-feira para a TV Cultura. Se pretendiam destruí-lo deram um tiro n'água pavimentando seu caminho em direção ao Palácio do Planalto. DO A.AMORIM

A tortura do canalhismo e do Ministério Público

terça-feira, 31 de julho de 2018

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Apenas por coincidência (que não existe), a imprensa e a burocracia estatal de esquerda voltaram a focar um desgastado tema que é requentado perto das eleições ou quando se deseja sacanear e desmoralizar os militares: a “tortura”. O Ministério Público em São Paulo reabriu ontem o Caso Vladimir Herzog – jornalista da TV Cultura morto nas dependências do DOI-Codi em São Paulo. Semana passada, a Procuradora Geral da República, Raquel Dodge (a mesma que jogou contra a a impressão do voto na urna eletrônica), pediu a rediscussão da Lei de Anistia pelo Supremo Tribunal Federal...
Os fatos obrigam que se questione a atuação da instituição Ministério Público. O que leva o MP a processar ou não oferecer denúncia contra alguém? Por que alguns são poupados e outros são vítimas de uma jagunçagem estatal (uma verdadeira tortura psicológica)? Tem uma outra pergunta feita pelo auditor aposentado da Receita Federal, Luiz Otávio Borges, que merece uma resposta sincera: Por que o Ministério Público esconde da sociedade os inquéritos que “engaveta”? Por que os governos, parlamentos, tribunais e o MP têm medo do controle estatal exercido pela sociedade?
Luiz Otávio Borges insiste: “Por que o Ministério Público não responde a consultas  sobre engavetamentos? O auditor da Receita aposentado lança um desafio: “Faça um teste: use a Lei de Acesso à Informação e peça, a QUALQUER UNIDADE DO MP, a relação de processos (em andamento na UNIDADE DO MP) que estão sem movimentação há mais de 3 meses (ou mais de 6, ou 12, ou etc... meses). Prepare-se para a possibilidade de sofrer uma grande decepção”.
Luiz Otávio tem uma postura otimista: “Apesar de tudo, não perco a esperança. Acredito que aparecerão, no MP, Procuradores e Promotores decentes com coragem de conversar, EM REUNIÕES ABERTAS A INTERESSADOS, sobre propostas de Controle Social capazes de inviabilizar PREVENTIVAMENTE, nos Órgãos Públicos em que forem implantadas, os esquemas de corrupção”.
Eis um bom tema para debate nesta eleição. Acontece que a grande mídia idiotizada pela ideologia esquerdista não quer discutir algo tão relevante para a Democracia. O foco prioritário, agora, é esculachar Jair Bolsonaro – já que ele desponta como favorito a vencer a eleição presidencial (até com chances de vencer no primeiro turno). Luiz Otávio é um defensor da tese de que “sem controle social eficaz, continuaremos governador por bandidos”.
A mídia hegemônica no Brasil não se preocupa em combater os bandidos de verdade. Alguns setores do Ministério Público – excetuando a turma da Lava Jato e afins -, também... O Brasil precisa ser passado a limpo. Enquanto o cidadão não tiver mecanismos de controle direto sobre a máquina estatal, a Ditadura Capimunista do Crime continuará hegemônica. Vamos mudar, ou não?...   

Jair Bolsonaro segue na liderança com folga em nova pesquisa

Foto: Dida Sampaio/Estadão

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, tem 23,6% das intenções de voto, de acordo com nova sondagem do Instituto Paraná Pesquisas. Ele aparece isolado, seguido de longe por Marina Silva, com 14,4%.

Para a realização da consultado do Instituto Paraná Pesquisas foi utilizada uma amostra de 2.240 eleitores, sendo esta estratificada segundo sexo, faixa etária, escolaridade, nível econômico e posição geográfica.
O trabalho de levantamento de dados foi feito através de entrevistas pessoais com eleitores com 16 anos ou mais em 26 Estados e Distrito Federal e em 170 municípios brasileiros entre os dias 25 a 30 de julho de 2018, sendo auditadas simultaneamente à sua realização em 20,0% das entrevistas.
Geraldo Alckmin surge com 7,8%, atrás de Ciro Gomes, que tem 10,7% dos eleitores.
O poste de Lula, Fernando Haddad tem apenas 2,8%, atrás de Álvaro Dias, com 5%.

Foto: Reprodução/Instituto Paraná Pesquisas

Bolsonaro contra quatro

A entrevista de Jair Bolsonaro “eclipsou” quatro outros presidenciáveis. Enquanto a sabatina do deputado do PSL no Roda Viva foi o tema mais comentado do Twitter mundial e explodiu em visualizações no YouTube, a estreia do Central das Eleições da Globonews com Álvaro Dias (Podemos) passou praticamente em branco.
Em São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo) debatiam no Fasano, a convite do Centro de Liderança Pública), com transmissão online no site da revista Infomoney. O final do debate coincidiu com o primeiro bloco do programa da TV Cultura, mas também passou batido nas redes sociais. / V.M. ESTADÃO BR18

Trump quer América grande, eu quero Brasil grande’


Ao ser perguntado no programa Roda Viva sobre quais seriam as semelhanças entre ele e o presidente americano, Donald Trump, que tanto admira, o presidenciável Jair Bolsonaro disse:
“Como o Trump quer a América grande, eu quero o Brasil grande; como ele acredita em Deus, eu acredito em Deus; como ele defende a família, eu defendo a família.” / José Fucs

Entrevista de Bolsonaro alcança a liderança no trending topics mundial do Twitter. Saiba o que ele disse.


Bolsonaro defendeu o uso de armas pela população, avisou que tratará a pau o MST, acabará com as quotas nas universidades, porá fim ao proselitismo ideológico nas escolas e abrirá as contas malcheirosas do BNDES. O candidato deixou claro que implementará uma economia liberal de verdade, privatizando e retirando a mão dura estatal sobre os negócios, restabelecerá o princípio de autoridade e o império da moralidade. 

A entrevista do deputado Jair Bolsonaro ao Roda Viva, ontem a noite, teve momentos que arrebanhou a primeira posição no trending topics mundial do Twitter.

O candidato do PSL enfrentou uma bancada de jornalistas dispostos a arrancar-lhe a pele, mas todos acabaram escalpelados.

Bolsonaro não se deixou encurralar, foi franco, duro, verdadeiro, e pelo menos em relação ao âncora Ricardo Lessa e aos jornalistas de Veja e O Globo, desmascarou-os com a revelação de que mentiam descaradamente.DO P.BRAGA

PGR sobre libertação de Dirceu: “Violação do devido processo legal e desrespeito à Constituição”

No recurso ao STF contra a libertação de José Dirceu, Raquel Dodge disse também que houve omissão quanto ao contraditório e ao respeito ao devido processo legal, uma vez que o Ministério Público não foi intimado para se manifestar.
“Na prática, o MPF foi surpreendido pela decisão, sem que tivesse tido qualquer oportunidade de defender sua posição, com violação do devido processo legal.”
Outro fator de obscuridade alegado pelo MPF é que a peça que sustentou a decisão – o acordão condenatório do TRF4 – sequer foi apresentado pela defesa para embasar o pedido.
“De acordo com o Código de Processo Civil e as Súmulas 634 e 635, do STF, pedido com pretensão cautelar para a concessão de efeito suspensivo a recurso extraordinário é cabível quando a admissibilidade já tenha sido analisada pelo tribunal de origem, o que não ocorreu no caso de José Dirceu. Além disso, também foi desrespeitada a Constituição Federal, que estabelece os casos em que o STF é competente para processar e julgar originariamente habeas corpus.”

PGR: libertação de Dirceu cria “senso de descrença no devido processo legal”

Em outro trecho do recurso – embargos de declaração com efeitos infringentes – contra a libertação de José Dirceu, a PGR alerta para as consequências do desrespeito a “ritos, regras e normas”.
“Ao se permitir que decretos prisionais de 1º e 2º graus sejam revistos diretamente por decisão da última instância do Poder Judiciário, como ocorreu neste caso, em especial no bojo das atuais ações penais de combate à macrocriminalidade, cria-se o senso de descrença no devido processo legal, além de se gerar a sensação de que, a qualquer momento, a sociedade pode ser surpreendida com decisões tomadas completamente fora do compasso procedimental previsto na ordem jurídica.”
Confira a íntegra do recurso AQUI.

PGR diz que recurso de Dirceu se baseou em “elementos frágeis”

No recurso ao STF contra a libertação de José Dirceu, Raquel Dodge também atacou o mérito da reclamação do ex-ministro acatado pela Segunda Turma.
A avaliação da PGR é de que a peça, de apenas oito páginas, “possui elementos frágeis, como a argumentação de que o crime de corrupção passiva estaria prescrito”.
“O ex-ministro foi condenado pela prática de corrupção em cinco contratos. Nesse caso, a consumação do delito se deu entre 2009 e 2013, quando ocorreu o recebimento das vantagens indevidas, e não no momento da assinatura dos contratos, como sustentou a defesa.”
Ela diz ainda que não houve erro na dosimetria da pena quanto aos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva porque os delitos antecedentes à lavagem foram formação de cartel e fraude à licitação.

Bem alimentado, Lula terceirizou greve de fome


Seis militantes de movimentos sociais iniciam nesta terça-feira, em Brasília, uma greve de fome pela libertação de Lula. Comandante do ''exército do MST'', João Pedro Stédile declarou que o tempo de duração da greve será determinado pela ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal.
“Ela foi indicada para respeitar a Constituição”, disse Stédile, ao lado dos companheiros que prometem fechar a boca. “Tem dois recursos aguardando julgamento –uma ADC do PCdoB, que consulta se uma pessoa pode ser presa antes do julgamento de todos recursos; e um outro recurso da OAB, sobre validade da presunção de inocência até o julgamento da última instância. Basta colocar os recursos em plenário para acabar com a greve.”
Em português claro, deseja-se pressionar o Supremo para rever a regra que autorizou o encarceramento de condenados em segunda instância. A questão já foi apreciada pelos ministros da Suprema Corte quatro vezes desde 2016. Na votação mais recente, produziu-se um placar de 6 votos a 5 contra a concessão de um habeas corpus que impediria a prisão de Lula.
Ironicamente, os devotos do líder petista fazem por Lula um sacrifício que ele se abstém de fazer por si mesmo. Lula desenvolveu uma ojeriza por greves de fome. Em fevereiro de 2010, ainda na pele de presidente, o agora presidiário realizou uma viagem oficial a Cuba. Desembarcou em Havana no dia da morte do dissidente cubano Orlando Zapata Tamoyo, que ficara sem comer por 85 dias.
Instado a comentar a privação alimentar do preso político cubano, Lula declarou: “Lamento profundamente que uma pessoa se deixe morrer por uma greve de fome. Eu, depois da minha experiência de greve de fome, pelo amor de Deus, ninguém que queira fazer protesto peça para eu fazer greve de fome que eu não farei mais.”
Na época, o repórter Elio Gaspari rememorou a “experiência” de Lula: “Em 1980, quando penou 31 dias de cadeia que ajudaram-no a embolsar pelo Bolsa Ditadura um capital capaz de gerar mais de R$ 1 milhão, Lula fez quatro dias de greve de fome. Apanhado escondendo guloseimas, reclamou: ‘Como esse cara é xiita! O que é que tem guardarmos duas balinhas, companheiro?’.”
Em março de 2010, já de volta ao Brasil, Lula adicionou ao comentário infeliz que fizera em Havana uma pitada de escárnio. Em defesa da soberania cubana, o então presidente petista comparou os presos políticos da ditadura dos irmãos Castro com os bandidos comuns esquecidos no interior do sistema carcerário de São Paulo.
Eis o que declarou Lula: “Eu penso que a greve de fome não pode ser utilizada como pretexto de direitos humanos para libertar pessoas. Imagina se todos os bandidos que estão presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade. Temos que respeitar a determinação da Justiça e do governo cubano de deter as pessoas em função da legislação de Cuba, como quero que respeitem ao Brasil.”
Quer dizer: considerando-se os critérios de Lula, condenado a 12 anos e um mês de cadeia por corrupção e lavagem de dinheiro, os militantes que se dispõem a deixar de inserir alimentos por sua libertação deveriam respeitar a “determinação da Justiça” brasileira. Sucede, porém, o oposto.
Bem alimentado, Lula patrocina o surgimento de mais uma excentricidade eleitoral. Depois da candidatura presidencial cenográfica de um ficha-suja, depois da campanha presidencial por correspondência, Lula conduz desde a cela especial de Curitiba um inusitado processo de terceirização de greve de fome.DO J.DESOUSA

segunda-feira, 30 de julho de 2018

PT, PCC e a Bancada do Cárcere.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Se mesmo preso, Marcola, líder do PCC, tivesse a possibilidade de se lançar à disputa presidencial, os institutos de pesquisa e a imprensa o tratariam como candidato legítimo? Bruno Garschagen, via Gazeta do Povo:
Se mesmo preso, Marcola, líder do PCC, tivesse a possibilidade de se lançar à disputa presidencial, os institutos de pesquisa e a imprensa o tratariam como candidato legítimo? É a pergunta que me faço sempre que aparece nos levantamentos e nas análises políticas o nome de Luiz Inácio Lula da Silva, presidiário condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
As manchetes não deixam dúvida quanto à opção editorial que fazem jornais e sites ao destacarem, por exemplo, que o candidato Jair Bolsonaro só lidera as intenções de voto nos cenários em que Lula é excluído da lista. A questão é: como é possível o nome de Lula – preso condenado, repito – aparecer na disputa como eventual candidato?
Conversava outro dia com um amigo, que estava certo ao dizer que, ao tratar Lula como candidato, imprensa, comentaristas e institutos de pesquisa naturalizam a ideia de que um criminoso condenado e preso possa ser uma opção real para uma parcela do eleitorado. É escandaloso que haja uma possibilidade, mínima que seja, de Lula ser candidato e que, por isso mesmo, o TSE tenha se negado a afirmar, desde já, tal impossibilidade.
Há outro problema em questão: mesmo que não possa ser candidato, Lula vem sendo tratado por muita gente na imprensa como o grande articulador que, de dentro da cela da Polícia Federal onde hoje reside, definirá o nome do PT que será apoiado pelos partidos e entidades-satélites que prestam serviços ao petismo.
Em ambos os casos (candidato ou articulador), o nome de Lula está sempre em evidência, o que se presta a colocá-lo como peça fundamental da eleição deste ano, mesmo que não seja ele o candidato. Do ponto de vista político, é uma vitória e tanto para alguém em sua posição. De uma perspectiva ética, é uma desgraça completa para a imprensa, analistas e todos aqueles que se prestam a cumprir a função de manter Lula vivoenquanto lutam pelo Lula livre.
Imaginemos, então, a seguinte hipótese dramática para o país, mas que vem sendo considerada como possibilidade real: Lula, ou o seu candidato, segue para disputar o segundo turno contra o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.
Lula, ele mesmo condenado e preso, carrega consigo a sua própria folha corrida e terá ao seu lado, na campanha, uma plêiade de condenados, suspeitos, investigados pela Lava Jato por vários crimes, a começar por José Dirceu, aquele que, inexplicavelmente, está livre, leve e solto para articular politicamente e atualizar o botox.
Alckmin, citado na Lava Jato por delatores da Odebrecht como beneficiário de dinheiro de caixa 2 para campanha, selou na semana passada o pacto com o “Centrão”, nome do perfil fake de Mefistófeles. Fruto do casamento da esquerda com as oligarquias, o Centrão reúne a fina flor de políticos de regiões distintas do país que nada fizeram de bom pelas suas comunidades nem pelo país e que, se reeleitos com seu candidato à Presidência, farão menos ainda.
Uma das eminências do grupo é o ex-deputado Waldemar Costa Neto, insuspeito de ser insuspeito. Preso em 2013 por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Waldemar foi quem indicou José de Alencar para ser vice na chapa de Lula, condenado pelos mesmos crimes. Como prêmio pelo apoio, Waldemar e seu partido, o PR, tiveram força e influência nos governos Lula e Dilma, força que agora mantêm no governo Temer. Mesmo ainda cumprindo pena, Waldemar continua sendo investigado pela Lava Jato por outros crimes. Será ele o responsável por também indicar o vice do candidato do PSDB?
Eis, portanto, a sina de Alckmin, que na pesquisa do Ibope aparece com parcos 6% das intenções de voto: tem o Centrão, mas não tem eleitor. Mais do que isso: numa eleição na qual as máquinas partidárias locais não terão, provavelmente, o peso de outrora e as coligações regionais serão distintas das coligações nacionais, Alckmin tem tudo para assumir o ônus sem ter o bônus do pacto com Mefistófeles.
Continuando na hipótese que aventei, um segundo turno entre Lula (ou seu candidato) e Alckmin nos traria uma certeza imponderável: formada por aqueles que foram condenados, processados ou estão sendo investigados por crimes vários, a Bancada do Cárcereestaria no comando político do país, para alegria dos corruptos, oligarcas e velhacos da política e, por que não?, do PCC.
Não é o que eu acredito, porém, que vá acontecer. Dadas as condições de hoje e mantidas as circunstâncias – e não creio que tempo de tevê e capilaridade partidária terão a influência que tiveram nas eleições anteriores –, o que se delineia é o confronto no segundo turno entre Bolsonaro e o candidato que sairá da briga entre irmãos esquerdistas: tucanos e petistas. DO O.TAMBOSI

Os algoritmos militantes


"A reação iniciou no começo deste ano, multiplicando na mídia tradicional a afirmação de que as redes sociais se haviam tornado uma usina de fake news. E elas existem, sim! Altas autoridades da República as disseminam quando anunciam investimentos que não se verificam, ou proclamam realizações mágicas como a extinção da miséria e o fim da fome, Acontecem fake news quando se apresenta Lula ao mundo como um São Thomas More de Garanhuns, condenado apenas porque virtuoso." Percival Puggina, sobre a escandalosa ação do Facebook:
Nos últimos meses, escrevi vários artigos tratando da importância das redes sociais para a democratização do direito de opinião. Com o advento da internet, dos blogs e sites, e, por último, das redes sociais, esse direito se expandiu influenciando fortemente a política. Para quem educou a mente a descartar o lixo, assim como em casa se separa o lixo doméstico, houve um descomunal ganho de pluralidade, qualidade e inteligência. O efeito desse fenômeno sobre o esquerdismo dominante nas redações dos principais veículos da mídia tradicional foi arrasador. Sua posição hegemônica entrou em colapso.
Num período de tempo extremamente curto, diferentes modos de ver a realidade e de interpretar os fatos passaram a influenciar milhões de pessoas. Princípios, valores e autores consagrados em outros países, aqui mantidos ocultos, ganharam notoriedade. As árvores do pomar acadêmico foram sacudidas e muitas frutas podres vieram ao chão, em plena sala de aula, derrubadas por alunos que simplesmente foram ler “fora da caixa do professor”. O monopólio da “narrativa” e da “interpretação” exercido pelos que atuavam como fazedores de cabeças simplesmente ruiu. Absurdos, como, por exemplo, a suposta inocência de Lula, perderam espaço; o naturalmente ridículo, como, por exemplo, os cursos de extensão universitária sobre o “golpe de 2016” em universidades federais, se tornou escandalosamente ridículo.
Enquanto, no mundo real, a inteligência se abastecia, no impenetrável bas-fond das plataformas, os companheiros algoritmos operavam para virar o jogo. O Facebook, por exemplo, declarou-se vocacionado às trivialidades da vida cotidiana, social e familiar. Se você estiver interessado em puppys e kittens, culinária e arranjos de flores, eventos familiares, entre que a casa é sua! Mas se você pretende usar a rede para restituir o Brasil a seu povo, salvando-o dos corruptos, dos coniventes, dos omissos, dos incompetentes e dos vilões, então seus amigos e seguidores ficarão sem saber que você ainda existe. Será sepultado em vida. E isso representa um nada para quem já enterrou no ambiente acadêmico Burke, Kirk, Chesterton, Aron, Sowell, Mises, Friedman, Hayek, Bohm-Bawerk e tantos outros gigantes do pensamento conservador e liberal.
A reação iniciou no começo deste ano, multiplicando na mídia tradicional a afirmação de que as redes sociais se haviam tornado uma usina de fake news. E elas existem, sim! Altas autoridades da República as disseminam quando anunciam investimentos que não se verificam, ou proclamam realizações mágicas como a extinção da miséria e o fim da fome, Acontecem fake news quando se apresenta Lula ao mundo como um São Thomas More de Garanhuns, condenado apenas porque virtuoso.Foi para enquadrar ideologicamente esses ataques que escrevi vários artigos apontando, em contrapartida, o problema das fake analysis na mídia tradicional, pois são essas mistificações as que mais desencaminham a opinião pública. A elas, com grande vantagem, se opunham tantos bons e sérios autores nas redes sociais.
Enfim, os algoritmos companheiros, ao que tudo indica, estão no comando. Enquanto o mercado não reagir criando novas plataformas, o Ministério Público não intervier, o Congresso não tomar providências (?), os instrumentos da inteligência artificial agirão ocultos, a serviço da conhecida má-fé natural daqueles que os manipulam. DO O.TAMBOSI

Os projetos de Bolsonaro

Está circulando pelo WhatsApp uma lista encaminhada pela equipe de Jair Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PSL, com 17 mudanças que deverão ser parte de seu programa de governo
Por Susy Vitoria 30/07/2018 - 16:13 hs

1. Exército gerenciando obras públicas com o uso de mão de obra dos presídios; 
2. Banco Central afinado com o Ministério da Fazenda, mas independente pra atuar (sem interferência política); 
3. Escola sem partido; 
4. Escola Sem Ideologia de Gênero; 
5. Educação, Cultura e Esporte no mesmo Ministério trabalhando de forma interligada e complementar, comandado por um general especialista em colégios militares; 
6. Colocar técnicos nos ministérios. O ministro da Saúde deverá ser formado na área e assim sucessivamente. 
7. Redução de 40 pra 15 ministérios e privatização e extinção de estatais; 
8. Mais Brasil, menos Brasília. Novo pacto federativo para o dinheiro ficar nos municípios e estados e não na União; 
9. Imposto Único – IVA ou pelo menos redução de impostos para todos os setores produtivos buscando a curva de Lafer, segundo a qual existe uma relação entre a arrecadação tributária e a taxa de impostos na economia; 
10. Redução da maioridade penal com a possibilidade de emancipação do criminoso em casos hediondos ou de reincidência. 
11. Fim da Audiência de Custódia, pela qual todo preso em flagrante deve ser levado à presença da autoridade judicial, para avaliar a legalidade e a necessidade de manutenção da prisão; 
12. Investimentos pesados na exploração de minérios e recursos minerais; 
13. Rediscussão de tratados econômicos, tais como o Mercosul, em busca de mais relações econômicas bilaterais; 
14. Fim do toma lá dá cá. Acordos políticos serão feitos à luz do dia; 
15. A soberania nacional voltará a ser a coisa mais importante para a Presidência da República; 
16. Criação do Programa Minha Primeira Empresa, para incentivar novos empreendedores; 
17. Revogação do Estatuto do Desarmamento com a aprovação da posse de arma para todos os cidadãos e em alguns casos do porte de arma. DO A.N.BR

Renan é vaiado e chamado de ‘golpista’ por petistas

Renan Calheiros e o filho, governador de Alagoas, foram recebidos sob vaias e chamados de “golpistas” pela militância petista na convenção do partido realizada ontem no estado.
Diz a Folha:
“As vaias e gritos aconteceram quando Renan pai e Renan filho subiram ao palco. Para abafar os militantes que chamavam os emedebistas de golpistas, petistas gritavam ‘Lula livre’ no microfone em cima do palco.”
Renan vem apoiando Lula como estratégia para tentar garantir a reeleição ao Senado. O “amor” do senador pelo PT, como se vê, nem sempre é correspondido.

Ana Amélia rejeita ser vice de Alckmin

Em O Globo, Lauro Jardim crava que Ana Amélia “disse um não definitivo” ao convite para ser vice de Geraldo Alckmin.