PAZ AMOR E VIDA NA TERRA
" De tanto ver triunfar as nulidades,
De tanto ver crescer as injustiças,
De tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus, o homem chega
a desanimar-se da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".
[Ruy Barbosa]
A revista
Isto é, através da colunista Débora Bergamasco, publicou uma notícia
hoje que não é exatamente uma notícia […] e sim um belo presente de
natal para todos os brasileiros.
A coluna informa que Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal e relator da Lava Jato, comentou em uma roda de amigos : “O PT e o PMDB vão acabar”
Débora informou que a declaração aconteceu durante um almoço em Porto Alegre.
Entre uma taça e outra de vinho, o ministro Teori demonstrava com espanto com a magnitude, a profundidade e o número de pessoas envolvidas nos casos de corrupção apurados por esta investigação.
Diante das informações que ele já possui, a afirmativa foi clara: “Não sobrará pedra sobre pedra” DO DBRASIL
Esta é a nossa arma e é tudo que eles mais temem: a exposição, mostrando exatamente quem são. Esse tipo de documento muitas vezes é assinado na base do “ah, ninguém vai ligar, logo mais todo mundo esquece mesmo”. Será?
No ano que vem, haverá eleições
municipais e é importante que divulguemos os nomes desses prefeitos que,
por motivos político-partidários, assinaram uma carta em defesa de
Dilma Rousseff e contra o impeachment. Ok, direito deles. Mas também é
nosso direito divulgar esses nomes e não votar nunca mais em nenhum
deles, nem em seus aliados.
No ano que vem, eles pedirão seus votos,
seja para a própria reeleição ou para aliados, braços-direitos etc. Não
nos esqueçamos disso. E vamos responder na urna!
Vejamos a lista (por ordem alfabética):
Alcides Bernal, Campo Grande/MS Partido: PP
Carlos Amastha, Palmas/TO Partido: PP
Carlos Eduardo Alves, Natal/RN Partido: PDT
Clecio Luis, Macapá/AP Partido: PSOL
Edivaldo Holando Junior, São Luis/MA Partido: PDT
Eduardo Paes, Rio de Janeiro/RJ Partido: PMDB (ex-PV, PFL, PTB e PSDB)
Fernando Haddad, São Paulo/SP Partido: PT
Gustavo Fruet, Curitiba/PR Partido: PDT (ex-PMDB e PSDB)
José Fortunati, Porto Alegre/RS Partido: PDT
Luciano Cartaxo, João Pessoa/PB Partido: PSD (ex-PT)
O vice-prefeito de Belo Horizonte,
Délio Malheiros (PV-MG) , acusou o ministro da Educação, Aloizio
Mercadante (PT-SP), de condicionar repasses para a cidade em troca de
votos do PSB contra o impeachment.
Veja o vídeo abaixo:
A denúncia gravíssima foi feita pelas redes sociais do vice-prefeito e secretário de Meio Ambiente da cidade. DOREAÇABLOG
Assessor
de Lula combinava com ex-diretor da Odebrecht as respostas que o
instituto daria à imprensa sobre as relações do ex-presidente com a
empreiteira
Por Hugo Marques, Robson Bonin e Pieter Zalis VEJA
Alexandrino
Alencar ligou 16 vezes para o endereço de trabalho de Lula. PF ainda
encontrou 58 ligações de ex-diretor da empreiteira para um assessor de
Lula
(Vagner Rosário/VEJA)
Preso
pela Operação Lava Jato em junho, o ex-diretor da Odebrecht Alexandrino
Alencar atuava em parceria com o ex-presidente Lula para tentar
desmoralizar a cobertura da imprensa sobre o petrolão e as investigações
do Ministério Público Federal sobre as relações do petista com a
empreiteira. Perícia realizada pela Polícia Federal no iPhone de
Alexandrino revela que um dos assessores de Lula, José Chrispiniano, era
o responsável por informar o ex-diretor da empreiteira sobre cada passo
dado pelo Instituto Lula ao divulgar notas oficiais e versões
favoráveis ao ex-presidente e à empreiteira. Entre janeiro e junho desse
ano, Chrispiniano e Alexandrino Alencar trocaram 58 telefonemas. O
ex-diretor da Odebrecht também telefonou 16 vezes para o Instituto
Lula. No auge das revelações das relações comerciais de Lula com a
Odebrecht, em abril, o assessor de Lula e Alexandrino se encontraram em
São Paulo. Alexandrino chegava a dar a palavra final sobre alguns dos
textos que o instituto iria divulgar à imprensa. No
aplicativo de mensagens usado por Alexandrino, os investigadores também
encontraram várias conversas entre o assessor de Lula e o ex-diretor.
Em uma das trocas de mensgaens, ocorrida em abril deste ano,
Chrispiniano relata para Alexandrino a resposta que enviaria à imprensa
sobre reportagens que mostravam a relação de proximidade de Lula e a
Odebrecht. "Gostei muito", diz Alexandrino. Em outro trecho, Alexandrino
diz ao assessor de Lula que o "chefe ligou p..." ao ler uma reportagem
sobre as relações da empreiteira com Lula. Não fica claro se
Alexandrino se refere a Marcelo Odebrecht ou Lula, a quem ele também
costumava chamar de "chefe". Ainda no mesmo mês, o assessor de Lula
combina com Alexandrino as respostas que deveriam ser enviadas a VEJA,
sobre os pagamentos milionários da empreiteira pelas palestras do
ex-presidente Lula. No
material analisado pela Polícia Federal, Alexandrino também conversa
com o deputado federal Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians e
amigo de Lula. O deputado se diz "um soldado" da Odebrecht e mostra que
também fazia a ponte da empreiteira com Lula. Numa troca de mensagens de
março, Alexandrino fala com o deputado sobre uma reunião com Lula. "O
instituto ainda não confirmou a reunião de sexta-feira, estou cobrando.
Se não puder, pode ser segunda-feira?", pergunta Alexandrino ao
deputado. "Pode", diz Sanchez que então sugere que a reunião com Lula
seja no sábado. "Não sei, acho difícil porque acho que vai pro sítio",
diz Alexandrino, possivelmente se referindo ao sítio usado por Lula em
Atibaia. Em outra conversa, o deputado petista e Alexandrino falam sobre
o doleiro Adir Assad, também preso na Lava Jato: "Como chama o
doleiro?", pergunta Sanchez. "Assad", responde o ex-diretor. Alexandrino
foi preso na 14ª fase da Lava Jato, junto com o dono da empreiteira,
Marcelo Odebrecht. O ex-diretor é acusado de ser o responsável por
organizar com o doleiro Alberto Youssef o esquema de pagamento de
propina no exterior para os corruptos do petrolão. Alexandrino era o
diretor mais próximo do ex-presidente Lula. As investigações do petrolão
já revelaram conversas telefônicas em que o ex-presidente Lula trata
com o ex-diretor dos movimentos da Odebrecht para tentar evitar a prisão
do seu então presidente Marcelo Odebrecht. Outro lado -
Por telefone, o assessor do Instituto Lula José Chrispiniano se recusou
a explicar a natureza de suas relações com o ex-diretor da Odebrecht.
"Não vou falar nada, não. Se quiser perguntar, pergunte por escrito",
disse o assessor, que também não quis responder se atuava a mando do
ex-presidente Lula ao combinar com o empreiteiro a redação das notas
oficiais divulgadas pelo instituto. O deputado petista Andrés Sanchez
também não quis comentar o conteúdo do relatório da Polícia Federal.
"Sobre Lava Jato só falo pessoalmente e com gravador na mesa", disse o
deputado.
Relatório da PF mostra fotos do assessor José Chrispiniano e do deputado Andrés Sanchez (Reprodução/VEJA) 14/12/2015
SÃO PAULO - O presidente da Federação das Indústrias do
Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, anunciou na tarde desta
segunda-feira que tanto a federação quanto o Centro das Indústrias do
Estado de São Paulo (Ciesp) são a favor do impeachment da presidente
Dilma Rousseff. É a primeira vez que duas das principais entidades de
classe do empresariado no Brasil se posicionam em bloco e oficialmente
sobre o processo de impedimento de um presidente.
- Por esta situação que chegamos na economia e com esta
crise política causada pela total falta de credibilidade do governo, por
falta de confiança do governo, de investimentos parados, o país à
deriva, nessas circunstâncias e o que nós observamos por parte da
senhora presidente não é atitude no sentido de solucionar, no sentido de
reduzir gastos, de reduzir desperdício. Pelo contrário. É a vontade de
aumentar os impostos, penalizando mais ainda a sociedade, as empresas, a
competitividade, as pessoas. Então somos a favor do andamento do
processo de impeachment. - afirmou Skaf em coletiva de imprensa pouco
depois da tomada de decisão unânime dos conselheiros das entidades.
Skaf
afirmou que a posição foi adotada com base em uma pesquisa de opinião
feita com 1.113 donos ou gestores de indústrias de São Paulo, ouvidos
entre os dias 9 e 11 de dezembro. O levantamento mostrou que 91% dos
respondentes são pessoalmente a favor do impedimento de Dilma, 5,9% são
contrários ao afastamento da presidente e 3,1% não responderam.
Quando perguntados sobre o posicionamento oficial da sua empresa,
85,4% disseram que a companhia é favorável ao impeachment, 4,9% são
contrárias e o respondente não soube informar o posicionamento da
empresa em 9,7% dos casos. Em relação à Fiesp, 91,9% disseram que a
entidade tem que se posicionar sobre a questão, enquanto 8,1% opinaram
que não.
A sondagem foi feita pelo Departamento de Pesquisas e Estudos
Econômicos da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São
Paulo, que disparou cerca de 8.395 questionários para empresas
cadastradas e contabilizou as respostas recebidas. A amostra da pesquisa
é composta por 73% de empresas pequenas, 22% de médias e 5% de grandes e
não expressa exatamente a distribuição de portes das empresas
paulistas.
A federação, que representa 153 mil indústrias paulistas, já vinha
criticando abertamente a política econômica da gestão Dilma, inclusive
com a veiculação de anúncios em jornais com os nomes e contatos de
deputados que se posicionaram a favor da recriação da CPMF.
Em 1992, ao longo do processo de impeachment contra o Collor, a
organização não tomou partido. Na antevéspera da votação no plenário da
Câmara que abriu procedimento contra o presidente, o recém-empossado
presidente da Fiesp, Carlos Eduardo Moreira Ferreira, disse que apoiava
pessoalmente a cassação do então presidente, mas não falava pela
entidade. Agora a decisão é tomada com meses de antecedência em relação
ao desfecho do processo contra a petista. Essa, no entanto, não é a
primeira vez em que a Fiesp adota um posicionamento político. Na eleição
de 1989, o então presidente da instituição Mário Amato disse que, se o
candidato à presidente Lula vencesse o pleito, haveria um êxodo de 800
mil empresários do país.
Investigações apontam que grupo desviou R$ 18 mi para abastecer os cofres do PT
Por Renato Onofre *enviado especial a Curitiba O Globo
São
Paulo — O Ministério Público Federal denunciou, nesta segunda-feira, o
pecuarista José Carlos Bumlai, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e
outras nove pessoas por envolvimento no esquema de corrupção da
Petrobras. De acordo com as investigações, o grupo desviou R$ 18 milhões
para abastecer os cofres do PT. O MPF pede a reparação mínima de R$
53,5 milhões. Bumlai
está preso em Curitiba desde o dia 24 de novembro deste ano, acusado de
corrupção e gestão fraudulenta. Ele teria ajudado o Grupo Schain, para
fechar um contrato sem licitação com a Petrobras, no valor de R$ 1,3
bilhão, para a operação de um navio-sonda operado pela Schahin
Engenharia. —
Bumlai não é centro dessa investigação. Bumlai nada mais é do que
operador de um partido político. Ele é operador do Partido dos
Trabalhadores — afirmou o procurador da República Deltan Dallagnol,
coordenador da força tarefa da Lava-Jato. Além
de Bumlai e Vaccari, foram indiciados o filho do pecuarista Mauricio de
Barros Bumlai e sua nora Crisitiane Barbosa Dodero Bumlai. Foram
denunciados também Nestor Cerveró, Jorge Zelada, ambos ex-diretores da
áera Internacional da Petrobras, o ex-gerente da estatal Eduardo Musa, e
os executivos do Banco Schahin: Salim Schahin, Milton Schahin e
Fernando Schahin. O lobista Fernando Baiano também foi denunciado. Na
sexta-feira, a PF havia indiciado o pecuarista. Os policiais afirmam
que há vários indícios de que ele tenha faltado com a verdade no
depoimento que prestou à PF. Na ocasião, ele negou ter proximidade com o
ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. De
acordo com o MPF, o esquema de corrupção ocorreu em três momentos. O
primeiro foi em outubro de 2014. Bumlai avalizou, junto ao Banco
Schahim, um empréstimo de R$ 12 milhões para o PT. Os investigadores
afirmam que a operação financeira não tinha lastro e garantia real. Em
troca, o Grupo Schahin conseguiu contratos com a Petrobras. Para
garantir os contratos, entre outubro de 2006 e janeiro de 2009, os
irmãos Schahin — Milton, Fernando e Salim — ofereceram US$ 1 milhão a
Musa, além da quitação da dívida do PT — que na época já era de R$ 18
milhões. Em troca, eles pediram a garantia da contratação da construtora
Schahin como operadora do navio-sonda Vitória 10.000, um contrato de
US$ 1,6 bilhão. A negociação foi conduzida por Bumlai e Salim Schahin
com a intermediação do lobista Fernando Baiano e pelo ex-tesoureiro do
PT. Em
2009, para ocultar o empréstimo, Bumlai "vende" embriões ao Grupo
Schahin e, em troca, recebe notas promissoras do banco e quita a dívida.
A denuncia será analisada pelo juiz Sérgio Moro, que conduz o
julgamento da Lava-Jato. Caso aceita a denúncia, o juiz abre uma ação
penal.14/12/2015
Datafolha fala em 40.300 manifestantes na
Paulista; consideradas as 100 cidades, protestos quase improvisados
podem ter reunido até 100 mil pessoas
Por: Reinaldo Azevedo
Segundo o
Datafolha, São Paulo reuniu 40.300 manifestantes. Acho que foi mais. Mas
não vou pôr a minha impressão para disputar com os critérios que o
instituto atesta como científicos. Contento-me com os 40 mil de São
Paulo. Somadas as 100 cidades que assistiram a manifestações, a coisa
deve roçar, então, os 80 mil, 90 mil, 100 mil talvez.
Os
esquerdistas, que escolheram São Paulo para o protesto de quarta, e só
São Paulo, dizem esperar “50 mil” no que pretendem que seja, como é
mesmo?, “a maior manifestação da esquerda contemporânea”. E olhem que a
máquina oficial está por trás da mobilização, como se sabe.
Membros do
MBL e do Vem Pra Rua se surpreenderam com a presença. Tiveram pouco mais
de uma semana para mobilizar as pessoas. Mesmo assim, houve protestos
em 22 capitais mais Distrito Federal, além de muitas outras cidades —
num total de cem.
Isso indica a
capilaridade desses movimentos e sua capacidade de mobilização, que
hoje intrigam as esquerdas. Ela tentam entender como é que movimentos
que não aparelham a sociedade, que não contam com farto financiamento
oficial, que não dispõem de militância paga conseguem ser tão efetivos.
As esquerdas ainda não entenderam que a sociedade brasileira se dá conta
de que está sendo roubada por um súcia.
Big One A manifestação de hoje marca a retomada
das mobilizações populares em favor do impeachment. O grande ato está
com data marcada: 13 de março de 2016. Aí, sim, se o governo quiser —
bem como o jornalismo do nariz marrom —, comparações com atos passados
farão algum sentido.
A
delinquência intelectual oficial pôs para circular a versão de que a
suposta menor adesão de hoje se deve a uma reação negativa da população à
oposição. É uma estupidez. O ato deste domingo não tem relação nenhuma
com a oposição, a exemplo dos anteriores. Foi convocado pelos
movimentos.
Outra coisa:
num domingo, vai ao protesto quem quer… ia ao protesto! As esquerdas
vigaristas costumam marcar manifestações em dia útil porque pretendem
contar as vítimas de suas arruaças como manifestantes.
Imprensa oficialista força a mão e tenta
decretar o insucesso do protesto; comparação com protestos anteriores é
um despropósito
Por: Reinaldo Azevedo
Que tal essa imagem da Paulista como retrato do “insucesso”? (Foto: Berto Ribeiro)
Chega a ser patético.
Vejo
alguns “analistas” — afetando grande seriedade, como se tivessem tido um
trabalho hercúleo — vindo a público para anunciar que o Planalto avalia
que as mobilizações deste domingo foram um insucesso.
Que bom!
Prefiro que o Planalto realmente acredite que o pior pra eles — e o
melhor para o Brasil — já passou. Estou convencido do contrário: acho
que o melhor para o país ainda virá. E, por óbvio, para “eles”, o pior.
Qualquer
que fosse o número que não superior ao já alcançado seria lido como
evidência de insucesso. O governo está na dele em espalhar essa versão.
Vergonhoso é que a imprensa a reproduza como se fosse apenas bom senso e
ponto de vista neutro.
O MBL, o
Vem Pra Rua, o Revoltados Online e outros movimentos tiveram pouco mais
de uma semana para organizar a manifestação. Ao contrário do que
anunciam alguns boquirrotos, o que se tem é uma evidência de sucesso.
Na quarta-feira, a CUT manda para a rua os seus aparelhos financiados com imposto sindical.
Na quarta-feira, o MTST, que recebe verba oficial, despacha seus milicianos para o protesto a favor.
Na quarta-feira, o MST, que também se alimenta com o leite de pata do estado, mobiliza os seus fanáticos.
Na quarta-feira, até a extinta UNE ressuscita alguns cadáveres, também com grana pública, para fazer figuração.
Os movimentos pró-impeachment só contam com o povo.
Os movimentos pró-impeachment só contam com os sem-teta!
Os sem-sindicatos, sem-tetas oficiais,
sem-falsos movimentos sociais e sem-sanduíche grátis vão para as ruas
pedir que a petista deixe o Brasil em paz
Por: Reinaldo Azevedo
Milhares
de pessoas protestam Brasil afora e pedem a saída de Dilma Rousseff.
Não há estimativa de número, até agora, nem dos organizadores nem das
PMs. Vejam alguns flagrantes, a começar da Avenida Paulista: