sexta-feira, 6 de março de 2015

Lista de Janot será conhecida nas próximas horas. Relação de investigados encaminhada ao STF tem 54 nomes

Por Carolina Brígido
O Globo
BRASÍLIA - O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), vai referendar todos os 28 pedidos de abertura de inquérito levados ao STF pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot. A lista completa deve ser tornada pública nas próximas horas. As investigações contra políticos, com a prerrogativa de foro, são desdobramentos da operação Lava-jato.
Teori vai autorizar a abertura de investigação contra políticos e ainda deve concordar com os sete pedidos de arquivamento propostos por Janot. Há 54 nomes na lista de investigados.
Além do despacho de Teori autorizando o início formal das investigações contra políticos também poderão ser divulgados trechos de depoimentos colhidos pela força-tarefa da operação Lava-Jato e que envolvem as autoridades com foro no STF. Por enquanto já se sabe que há pelo menos oito senadores na lista. Na relação de 54 nomes, há políticos do PMDB, PT, PP mas também nomes da oposição podem virar alvo de apuração no Supremo.
Os nomes dos senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Humberto Costa (PT-PE), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA) e Fernando Collor (PTB-AL) estão na lista de pedidos de abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhada na noite de terça-feira pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, como confirmou ao GLOBO uma fonte com acesso ao trabalho da PGR. Parte deles já vem dando explicações nos últimos dias sobre a possibilidade de estar na lista, inclusive com a contratação de advogados.
A lista de senadores na ativa incluiria ainda Ciro Nogueira (PP-PI), que já afirmou que renuncia ao mandato caso se comprove o recebimento de propina a partir dos desvios da Petrobras. O senador disse também que já irá contratar advogado para fazer a sua defesa. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também foi avisado de que está na lista, junto com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Com Renan, o número de senadores incluídos no pedido de abertura de inquéritos no STF totaliza oito, ou seja, 10% dos 81 parlamentares que constituem o Senado Federal.
06/03/2015 - DO R.DEMOCRATICA

'Não tenho rabo preso. CPI da Petrobras vai investigar Dilma e Lula', diz Hugo Motta

Presidente da CPI da Petrobrás, Hugo Motta (centro), durante a votação das sub-relatorias
Por VEJA.com
O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta do PMDB, afirmou que a presidente Dilma e o ex-presidente também serão investigados pela comissão. "O PMDB é aliado do Planalto, não subserviente. Não pode ser convocado só na hora de tomar o remédio amargo". E mais. Os empreiteiros do petrolão também serão convocados para depor, além de nomes envolvidos até o pescoço com o propinoduto. O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco abre a rodada na próxima terça-feira. Acompanhe a entrevista exclusiva com Joice Hasselmann Aqui. 06/03/2015- DO R.DEMOCRATICA

quinta-feira, 5 de março de 2015

Lista de Janot: veja os nomes já vazados de políticos enrolados com a Operação Lava Jato


Além da lista enviada ao STF na terça-feira, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviará outra ao STJ na semana que vem, também com nomes de políticos enrolados com a Operação Lava Jato. Vários nomes das duas listas já vazaram na imprensa.
Confira:

Superior Tribunal Federal (STF)

Entram nessa lista parlamentares com mandato (45), sem mandato, e pessoas que, por estarem ligadas diretamente aos casos que envolvem políticos, acabaram incluídas nos pedidos de inquérito. Foram 28 envolvendo 54 pessoas.
Nomes vazados até agora:

- Lindberg Farias (PT-RJ)*
- Gleisi Hoffman (PT-PR)
- Renan Calheiros (PMDB-AL)
- Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
- Romero Jucá (PMDB-RR)
- Edison Lobão (PMDB-MA)
- Fernando Collor (PTB-AL)

* Em delação premiada, o ex-diretor de
Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que trabalhou para o petista Lindberg na eleição ao governo do Rio de Janeiro em 2014 como arrecadador de recursos de empreiteiras para financiar a campanha. Costa contou aos investigadores que empreiteiras pagavam propina em troca de contratos com a petroleira. Partidos políticos receberam sua parte no esquema em forma de doações oficiais.

Recordar é viver:

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Será que Lindberg já pode pagar também?

Superior Tribunal de Justiça (STJ)
Entram nesta lista governadores com foro no STJ, ex-governadores, ex-deputados, ex-senadores, e demais enrolados com eles. Nomes vazados até agora:
- Tião Vianna (PT)
- Luiz Fernando Pezão (PMDB)**
- Mário Negromonte (PP)

** Paulo Roberto Costa também citou, em depoimento à PF revelado por VEJA, o ex-governador Sergio Cabral (PMDB), de quem Pezão foi vice governador em 2010. Segundo Costa, Cabral seria um dos integrantes do suposto esquema de corrupção que desviaria recursos da Petrobras. Pezão nega que ambos tenham recebido qualquer contribuição de campanha ligada à estatal.
2.

Pedidos de arquivamento ao STF
Entram nessa lista políticos citados nas delações, mas descartados por Janot por falta de indícios suficientes.
- Dilma Rousseff (PT)
- Aécio Neves (PSDB-MG)
- Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN)

3.

Para entender como funciona a propaganda embusteira nas redes sociais:
Captura de Tela 2015-03-05 às 16.33.42

Boa tentativa, militante. Diferença é que Aécio está lista de arquivamento; Lindberg, na de abertura de inquérito.

05/03/2015 - DO R.DEMOCRATICA

quarta-feira, 4 de março de 2015

O dólar rompeu a barreira dos R$ 3,00. Você acha que ficou ruim ? Prepare-se, porque vai ficar pior.

A consultoria Empiricus, que atordoou o governo Dilma durante as eleições, ao divulgar uma análise intitulada "O fim do Brsil", diz hoje que o pacote de ajuste fiscal urdido por Joaquim Levy encontrará grande resistência. 
Leia mais:
Não se trata de uma questão de ciência econômica (o que fazer), mas, sim, de política econômica (implementação).
O dólar rompeu a marca de R$ 3,00 e a Bolsa caiu fortemente.
O pior: pode ser só o começo do processo.
Temos alertado há meses para a deterioração da economia brasileira. Acertamos tudo até aqui. Há muito mais por vir. 
CLIQUE AQUI para ler muito mais. DO POLIBIOBRAGA

terça-feira, 3 de março de 2015

PGR envia ao STF lista com políticos a serem investigados na Lava Jato

Procurador-geral Rodrigo Janot entregou pedido nesta terça-feira ao STF.
Ministro decidirá se retira sigilo do processo e depois se aceitará pedido.

Nathalia Passarinho e Renan Ramalho Do G1, em Brasília
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, protocolou às 20h11 desta terça-feira (3) no Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de abertura de inquérito para investigar políticos suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras.
São 28 pedidos de abertura de inquérito referentes a 54 pessoas. Há ainda sete pedidos de arquivamento. Os nomes não foram divulgados.
Dentre os 54 que são alvo dos pedidos de inquérito, há autoridades e também pessoas sem prerrogativa de foro, cujos casos o procurador enviou ao Supremo porque os supostos crimes que cometeram têm conexão com os dos políticos.
Senadores, deputados e ministros de Estado têm foro privilegiado no STF. Por isso, o procurador-geral precisa pedir à Corte autorização para a abertura de inquérito. Governadores são julgados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Em cada peça, Janot requer a derrubada do segredo de justiça. Caberá ao ministro Teori Zavascki, relator das apurações da Operação Lava Jato no STF, decidir se torna ou não as informações públicas. A tendência é de que derrube o sigilo de todos os inquéritos, conforme o pedido de Janot. Somente após essa decisão é que os nomes dos políticos investigados serão divulgados.
A participação de autoridades no escândalo na Petrobras foi revelada nas delações premiadas do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef.
Os dois firmaram acordo com o Ministério Público Federal para colaborar com as investigações e delatar os demais integrantes do esquema em troca de redução nas penas.
Junto com os pedidos de abertura de inquérito, Rodrigo Janot já solicitou uma série de diligências, como quebra de sigilos bancário e fiscal dos políticos. Para resguardar a eficácia das investigações, esses procedimentos serão mantidos em segredo.
Do inquérito à ação penal
Zavascki decidirá agora se abre os inquéritos e atende aos pedidos de diligência apresentados pelo procurador-geral. É praxe, porém, os magistrados aceitarem a abertura de investigações mediante pedido do Ministério Público Federal.
Durante a fase investigatória, os advogados dos investigados ainda não podem fazer a defesa judicial ou contestar as diligências. Só depois de aberta a ação penal, é que poderão apontar irregularidades na produção de provas e anular acusações feitas com base nelas.
Encerradas as investigações, caberá à PGR apresentar as denúncias, que são as acusações formais contra os investigados, apontando os crimes, culpados e provas. Se aceita pela Justiça, a denúncia leva à abertura de uma ação penal, que é o próprio processo judicial, em que serão ouvidas testemunhas e quando a defesa poderá apresentar outras provas que contestem a acusação. Nesse momento, o político passa a ser réu.
Só ao final do processo, os ministros julgam e decidem pela inocência ou culpa do réu; no último caso, determinando as penas, multas e ressarcimento de danos aos cofres públicos.
No caso da Operação Lava Jato, a eventual abertura de ações penais caberá à Segunda Turma do STF, composta, além de Zavascki, pelos ministros Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello. Atualmente, há uma vaga aberta nessa turma, que deve ser preenchida por um novo ministro a ser indicado pela presidente Dilma Rousseff.
Delações
Nos depoimentos ao Ministério Público, Paulo Roberto Costa disse que empresas que atuavam em contratos da Petrobras pagavam propina aos diretores da estatal e que parte desses valores foi direcionada  atender a PT, PMDB e PP, inclusive na campanha eleitoral de 2010.
Costa integrou a diretoria da Petrobras entre 2004 e 2012, nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Ele foi preso em março pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, sob a acusação de integrar a quadrilha comandada pelo doleiro Alberto Youssef. Após fazer acordo de delação premiada com a Justiça, Costa foi autorizado a ficar em prisão domiciliar.
Segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”,  o ex-diretor revelou o nome de 28 políticos supostamente beneficiados pelo esquema de corrupção na Petrobras. A publicação afirma que entre os mencionados estão o ex-ministros Edison Lobão (Minas e Energia); Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil), Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Mário Negromonte (Cidades); o governador do Acre, Tião Viana (PT); os ex-governadores Sérgio Cabral (Rio) e Eduardo Campos (Pernambuco), além de deputados e senadores de PT, PMDB, PSDB e PP. Os políticos citados negaram participação.
Entenda a Lava Jato
A Operação Lava Jato começou investigando um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões. A investigação resultou na descoberta de um esquema de desvio de recursos da Petrobras, segundo a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.
Na primeira fase da operação, deflagrada em março deste ano, foram presos, entre outras pessoas, o doleiro Alberto Youssef, apontado como chefe do esquema, e o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. A sétima fase da Lava Jato, deflagrada em novembro de 2014, teve como foco executivos e funcionários de nove grandes empreiteiras que mantêm contratos com a Petrobras em um valor total de R$ 59 bilhões.
Parte desses contratos está sob investigação da Receita Federal, do MPF e da Polícia Federal. Só na sétima etapa da operação, foram expedidos 85 mandados de prisão, de busca e apreensão e de condução coercitiva (quando o investigado é levado pela polícia para depor) em municípios do Paraná, de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Pernambuco e do Distrito Federal.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a Lava Jato cumpriu 64 mandados de prisão, 201 de busca e apreensão e 55 de condução coercitiva. Ao todo, 150 pessoas e 232 empresas estão sob investigação da Procuradoria.
Dinheiro desviado e recuperado
Informações divulgadas pelo MPF apontam que os crimes investigados pela Lava Jato desviaram ao menos R$ 2,1 bilhões da Petrobras, com base apenas nos crimes denunciados até agora.
Ao todo, a Procuradoria apresentou 19 acusações criminais contra 87 pessoas, por ilícitos como corrupção, crime contra o sistema financeiro, tráfico internacional de drogas, formação de organização criminosa e lavagem de dinheiro.
MPF informou já ter assegurado a recuperação de R$ 500 milhões desviados por investigados na operação. Segundo o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Douglas Fischer, para permitir o resgate da quantia, o MPF fechou acordos de cooperação internacional com 12 países, entre os quais Suíça, Estados Unidos e Holanda. Além disso, foram bloqueados R$ 200 milhões em bens de réus dos processos decorrentes da Lava Jato.
Arte Lava Jato - o que vai acontecer após o pedido do procurador-geral da República (Foto: Editoria de Arte / G1)
 
 

Lista de Janot chega ao STF, Cunha e Renan foram informados de que estão nela

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João Domingos, Débora Bergamasco e Daiene Cardoso - O Estado de S. Paulo
03 Março 2015 | 18h 03

Material chegou à Corte nesta tarde; vice-presidente da República avisou a correligionários que estão na mira do procurador-geral da República Rodrigo Janot

Brasília - Chegou no Supremo Tribunal Federal na tarde desta terça-feira, 3, a lista de parlamentares que serão investigados na Operação Lava Jato, enviada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O ministro Teori Zavascki, do STF, deve deferir ou indeferir os pedidos de abertura de inquérito até esta sexta-feira, quando também tornará o conteúdo oficialmente público. Dentre os que serão investigados estão os presidentes da Câmara e do Senado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL), respectivamente.
Ambos foram informados pelo vice-presidente da República, Michel Temer, na última sexta-feira, 27, de que constam como relacionados na lista de Janot, como investigados na Lava Jato.
André Dusek/Estadão
 Os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
O vice-presidente recebeu Janot em sua residência oficial, o Palácio do Jaburu, na manhã de quinta-feira, 26, em agenda que só foi divulgada posteriormente. Na ocasião, foi divulgado que a reunião teve como assunto questões orçamentárias do Ministério Público Federal.
Os pedidos de abertura de inquéritos para investigar políticos citados na Operação Lava Jato devem chegar ainda nesta semana ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os casos serão encaminhados ao ministro Teori Zavascki, relator na Corte das ações relativas ao esquema de corrupção na Petrobrás. A expectativa é que as peças, elaboradas com base nas delações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, sejam enviadas por Janot nos próximos dias.
O procurador-geral deve pedir, na maioria dos casos, que o STF autorize investigações contra parlamentares e autoridades com prerrogativa de foro mencionados pelos delatores. Ele também pode oferecer denúncia diretamente, se achar que já há indícios suficientes de participação de políticos no esquema, ou solicitar o arquivamento do trecho da delação referente a algum nome. http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,lista-de-janot-chega-ao-stf-cunha-e-renan-foram-informados-de-que-estao-nela,1643703

"Os pobrinho" de LuLLa/PT e Dilma não compram mais Brasílias.

Os pobrinhos de LuLLa, Dilma e PT pararam de comprar Brasílias amarelas.
Vendas de carros despenca 28% em fevereiro.
Devem ter gasto toda a grana com fantasias de bate-bola.

Falta míseros R$ 0,10.

O Dólar está batendo, nesse momento, na casa de R$ 2.9027 na compra e R$ R$ 2.9038 na venda.
Pertinho dos R$ 3,00 que previmos.
Recebi hoje uma análise catastrófica: DÓLAR A R$ 4.00 ATÉ JUNHO.

Té Kinfim! Sai hoje a lista do Janot.

Ao que parece o mistério acaba hoje. A lista do Janot vai ser entregue hoje, para o ministro zavasckeiro.
TÉ KINFIM!

Jobim após o caso Pessoa.

Nelson Jobim estava no ostracismo político, até o falecimento do ensaboado Márcio Thomaz Bastos.
Após o morte da nazista jurídico dos governos petralhas, Jobim passou a dar consultorias para as empreiteiras enfiadas na lama da Operação Lava-jato.
Detalhe: O zavasckeiro Teori foi indicação de Jobim para dona Dilma.
Jobim assumiu a defesa da Odebrecht. As razões, algumas pelo menos, estão indiretamente postas acima.
Após o episódio UTC-PESSOA Jobim passou a defender também a Camargo Corrêa.
Jobim tem bom "trânsito" na Suprema Taba.
Jobim tem bom "trânsito" com o zavasckeiro.
Jobim é POP.

E Dudu continua jogando o PT no lixo. Faz bem.

Dudu Cunha resolveu tirar estraçalhar a vida dos petralhas na Câmara dos Deputados.
Ele resolveu criar sub-relatorias. O que significa isso afinal?
Que o Garçon relator (Luis Sérgio - Petralha) terá seu poder de avacalhar a CPI profundamente diminuído. O que não deixa de ser uma ótima notícia.
Ainda fez mais: Nada de investigar a PTRROUBRÁS no governo de FHC. A PTRROUBRÁS ainda não existia nessa época. Ela ainda podia ser chamada de PETROBRÁS.
Boa, Dudu.

Com Dilma, LuLLa e PT, Petrobrás vira brechó.

Durante longos 12 anos a Petrobrás, transformada em PTRROUBRÁS pelos governos petralhas, foi usada contra os tucanos burros para ganhar eleições.
Após 12 anos de quadrilha no poder, a PETROBRÁS virou brechó.
Vai vender seu patrimônio por uma merrequinha que até o falido Eike pode comprar.
Não duvido nada se os ativos que serão postos à venda pelos canalhas, sejam adquiridos por algum empresário amigo que, nesta década enriqueceram às custas da fartas tetas vermelhas do governo. - DO GENTEDECENTE

Pastor Silas Malafaia convoca evangélicos para manifestação contra Dilma

Pastor Silas Malafaia convoca evangélicos para manifestação contra Dilmasilas-malafaia

O pastor Silas Malafaia convocou seus seguidores nas redes sociais para se juntarem às manifestações populares do próximo dia 15 de março, quando espera-se que milhões de pessoas, em diversas cidades do país, saiam às ruas para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
Malafaia é conhecido por sua oposição ferrenha e aberta à administração Dilma, e nas últimas eleições, apoiou candidatos de oposição nos dois turnos.
“Um governo que engana o povo nas eleições, [faz um] aumento absurdo da conta de luz e da carga tributária para empresas, só podemos dizer: FORA DILMA! Nunca na história desse país [houve] um governo cínico que não assume seus erros e tanta roubalheira. Dia 15 de março manifestação fora DILMA, apoio”, escreveu o pastor.
Para o pastor, um dos principais motivos para cobrar a presidente é a diferença entre o discurso apresentado durante a campanha eleitoral e as medidas adotadas durante o início de mandato.
“Apenas 2 meses de governo e todas as mentiras da campanha caíram por terra. VERGONHA! Afronta ao povo brasileiro!”, criticou Malafaia.
A omissão do governo brasileiro em relação ao terrorismo praticado pelo Estado Islâmico também foi abordada pelo líder evangélico: “Milhares e milhares de cristãos sendo massacrados esse governo de esquerdopatas não se manifesta. Se fosse um homoxessual [sendo perseguido], já tinham falado”, disparou o pastor, utilizando a retórica da simpatia do Partido dos Trabalhadores pela militância homossexual.

Impopular

A presidente Dilma enfrenta uma das maiores desaprovações de um chefe de Estado em início de mandato. Pesquisas realizadas no começo deste ano mostram que ela não seria reeleita se as eleições acontecessem entre o final de 2014 e o início de 2015, época em que ela anunciou as medidas econômicas que limitaram benefícios dos trabalhadores, como o seguro-desemprego, e cortaram o aumento do valor do programa social Bolsa-Família. Leia mais em site do GNotícias -  DO MOVCC

segunda-feira, 2 de março de 2015

Dilma tem de se livrar do PT, montar um gabinete de crise e impedir que o país mergulhe no caos. Não para preservar o seu mandato — isso se verá —, mas para impedir o pior


Segundo o jornal "El País", Dilma foi vista comprando artigos básicos, como leite
O Brasil já estava devagar, quase parando, antes da Operação Lava-Jato.
Agora, empacou de vez.
E, à diferença do que supõe Lula, a saída não é declarar a existência de uma grande conspiração, ignorar as investigações, pôr o exército de João Pedro Stédile nas ruas, liberar o financiamento público para as empreiteiras tocar as obras, xingar o FHC…
Por Reinaldo Azevedo
Nada disso! Com ou sem Dilma no comando, o país continua. Seja ela impichada ou não, existe amanhã. O transe em que vivemos já demitiu alguns milhares de trabalhadores. Muitos outros vão se seguir a esses… E aí?
O que proponho aqui não é um caminho para Dilma se livrar do impeachment — essa questão é, em primeiro lugar, jurídica e, em segundo, mas com igual peso, política —, mas para o país se livrar do caos.
O Estadão informa que empresas investigadas pela Lava-Jato, ou suas subsidiárias, têm pedidos de empréstimo no BNDES que somam R$ 31 bilhões. O banco, lembre-se, pode ser alvo de uma CPI; seu presidente, Luciano Coutinho, em vez de tentar dar as explicações que lhe pedem, dedica-se a conversas ao pé do ouvido para impedir a comissão…
Que coisa!

Não para segurar o seu mandato, mas para o país não despirocar de vez, o mais sensato que Dilma tem a fazer — e, por isso mesmo, ela não o fará — é deixar o PT, instalar um gabinete de crise, estabelecer algumas prioridades para a infraestrutura do país, submeter esses projetos a uma comissão de notáveis — com o endosso do Congresso, da CGU, do TCU e do Ministério Público — e tocar o que pode ser tocado.
Em vez disso, sabe-se lá sob qual inspiração e atendendo a que princípio de economia política, a governante mobiliza o advogado-geral da União para propor acordos de leniência que, dado o contexto, só intoxicam o ambiente e criam dificuldades novas. De fato, tais acordos, se fossem feitos, não isentariam o criminoso de nada nem impediriam a ação penal. Ocorre que a questão não é só técnica: ela é também política. Notem: ainda que o propósito fosse o mais legítimo, quem iria acreditar?
Tanto pior quando tal proposta é feita antes que o Ministério Público Federal conclua a primeira etapa do seu trabalho, cujo desfecho é a chamada “lista de Janot”. Ainda que Dilma e Luís Inácio Adams tivessem a melhor das intenções, parecia evidente que a inciativa não iria prosperar. E ainda acrescentaria, como aconteceu, a suspeita de que o governo está tentando livrar a cara das empreiteiras, em vez de puni-las.
Naquela desastrada entrevista quebra-queixo que concedeu, em que culpou o governo FHC, Dilma se estabacou ao falar sobre as empresas. Exercitando aquela sua estranha língua, afirmou: “Nós iremos tratar as empresas tentando principalmente considerar que é necessário criar emprego e gerar renda no Brasil. Isso não significa de maneira alguma ser conivente ou apoiar ou impedir qualquer investigação ou qualquer punição a quem quer que seja”.
O que isso quer dizer? Não dá pra entender. O país precisa de petróleo, de gás, de estradas, de aeroportos, de portos, de hidrelétricas, de sondas… Refaço a frase: não é o país, mero ente abstrato, que precisa disso; são as pessoas. E é evidente que não se poderá esperar a conclusão da Lava-Jato, com as devidas punições, para que financiamentos sejam concedidos, e obras, retomadas.
Mas como é que se dá operacionalidade a um país que existe independentemente da cambada que o assalta? Uma recessão já estava contratada, pelas razões conhecidas, antes dessa desordem. O que estou dizendo é que é preciso achar um caminho, e ele existe, que leve a investigação às últimas consequências, que honre o devido processo legal, que meta na cadeia os culpados, mas que, de fato, não nos conduza ao abismo.
As ruas já começaram a dar o seu recado a Dilma.
E se farão ouvir com clareza no dia 15 de março.
Em vez de passear num supermercado no Uruguai, a presidente tem de se dar conta do tamanho da crise, livrar-se da canga petista e evitar o pior.
Não para preservar o seu mandato, mas para que os brasileiros sofram menos.
02/03/2015 - DO R.DEMOCRATICA

CAMINHONEIROS RUMO A BRASILIA PARA PROTESTOS SÃO APLAUDIDOS EM TODO PAIS

Manifestação sai de controle em SC e população desafia a polícia a atirar

Com bandeiras do Brasil, população canta ‘Fora Dilma!’ e ‘Vem pra rua!’ em Santa CatarinaCaminhoneiros revoltados queimam veículo ‘Brasília’ com bonecos de Lula e Dilma
 Petista chama caminhoneiros e agricultores de ‘vagabundos’ e sofre as consequênciasMilhares de caminhoneiros se dirigem a Brasília para ‘caminhonaço’, afirmam lideranças Manifestantes se ajoelham e gritam ‘Fora Dilma!’ em apoio a caminhoneiros; veja vídeo

 

 

 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

LAVA-JATO: DOIS EXECUTIVOS DA CAMRGO CORREA ASSINAM ACORDO DE DELAÇÃO PREMIADA

BRASÍLIA - A onda de delações de réus da Operação Lava-Jato, que vem alimentando as investigações desde o ano passado, ainda não terminou. Dois executivos da construtora Camargo Corrêa - o presidente Dalton dos Santos Avancini e o vice-presidente Eduardo Leite - fecharam, na noite desta sexta-feira, acordos de colaboração com a força-tarefa que investiga fraudes em contratos de empreiteiras com a Petrobras. Já João Ribeiro Auler, presidente do Conselho Administrativo da construtora, ainda está negociando com os procuradores.
As delações podem tornar as investigações ainda mais explosivas. A Camargo Corrêa foi uma das primeiras empresas flagradas em transações financeiras com o doleiro Alberto Youssef, operador do pagamento da propina no esquema de desvios da Petrobras. A Camargo também é uma das empresas com mais doações para campanhas políticas. Os executivos teriam decidido colaborar por três motivos: prisão prolongada, dificuldade para enfrentar as investigações e risco de condenação à prisão em regime fechado.
Está sendo negociada a possibilidade de revelações de fraudes não só na Petrobras, mas também em outras áreas de atuação da Camargo Corrêa. Na mira dos procuradores estão obras e serviços em hidrelétricas, rodovias e ferrovias. Os executivos da empreiteira resistiam à ideia de falar sobre outros assuntos fora do tema principal da Lava-Jato.
Mas, nos últimos dias, o ambiente mudou e as partes já se entenderam sobre os pontos principais do acordo.
BENEFÍCIOS SÃO DISCUTIDOS
Estão sendo preparados acordos individuais. Os benefícios para os delatores deverão ser estabelecidos em função da importância das informações a serem fornecidas por eles. Nesta sexta-feira, as negociações giravam em torno dos benefícios, que vão da redução de penas até a não aplicação do regime fechado.
Nesta sexta-feira, o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, ouviu funcionários da Camargo Corrêa arrolados como testemunhas de defesa dos executivos Dalton dos Santos Avancini e João Ricardo Auler. Os depoimentos de Alessandra Mendes da Silva, Eduardo Maghidman, Jorge Yasbek, Enes Faria e Rodoal Schlemm foram feitos por videoconferência. Segunda-feira, serão ouvidas as testemunhas de Eduardo Leite, outro executivo da Camargo Corrêa.
Até o momento, a força-tarefa da Lava-Jato fechou 13 acordos de delação premiada, entre eles as confissões do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef. Os executivos das empreiteiras estão presos desde a nona fase da Lava Jato, deflagrada em 14 de novembro passado. DO O GLOBO

Exclusivo: Renato Duque foi solto a pedido de Lula



Renato Duque está livre por causa de Lula
No contexto da Operação Lava Jato, uma das perguntas que permanecem sem resposta é por que Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, foi solto por ordem do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal -- e, depois, teve novo pedido de prisão preventiva negado por obra do mesmo Teori, que convenceu Gilmar Mendes e Carmen Lúcia a segui-lo na decisão. Afinal de contas, está mais do que provado que Renato Duque, homem de José Dirceu e do PT, era um dos principais engenheiros do propinoduto que sangrou a estatal.
O Antagonista apurou com três fontes diferentes, para chegar à resposta. Renato Duque não está livre por falha de argumentação do juiz Sergio Moro e do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, como pensam alguns. Esse foi apenas o pretexto. Renato Duque está livre por causa de Lula.
A prisão de Renato Duque, em novembro do ano passado, fez com que a sua mulher entrasse em desespero. Sem poder contar com José Dirceu, pato manco depois do mensalão, ela recorreu a Paulo Okamotto, o faz-tudo de Lula. Para acalmá-la, Okamotto afirmou que a situação se arrumaria num curto espaço de tempo, mas ela lhe disse que não cairia nessa conversa. Que, se fosse necessário, teria como reunir provas suficientes para provar que Lula sabia e participara do esquema do petrolão.
Diante da ameaça, Okamotto disse a Lula que ele deveria encarregar-se da questão pessoalmente. Lula encontrou-se com a mulher de Renato Duque e tentou persuadi-la de que o seu marido ficaria na prisão menos do que se imaginava. Em vão. Ela voltou a afirmar que implicaria o ex-presidente no escândalo, se Renato Duque não fosse libertado rapidamente.
Acuado, Lula pediu ajuda a um ex-ministro do STF de quem é muito amigo. Ele se prontificou a socorrer o petista. O melhor caminho, disse o ex-ministro do STF a Lula, era procurar Teori Zavascki. Foi o que o amigo de Lula fez: marcou um encontro com Teori Zavascki, para lhe explicar como era urgente que Renato Duque fosse solto, porque, caso contrário, Lula seria envolvido "injustamente" num escândalo de proporções imprevisíveis para a estabilidade institucional. Teori Zavascki aquiesceu. Avisado pelo amigo ex-ministro do STF, Lula comunicou à mulher de Renato Duque que tudo estava resolvido
Foi assim que Renato Duque, passados pouco mais de quinze dias após a sua prisão, viu-se do lado de fora da carceragem da Polícia Federal em Curitiba.
Acuado, ele pediu ajuda a um ex-ministro do STF
27.02.2015 - DO R.DEMOCRATICA