quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

PROTESTO ANTI-PT SOBE AO CÉU NO DIA DA POSSE DA DILMA EM FLORIANÓPOLIS. MANIFESTAÇÕES OCORREM EM VÁRIAS CAPITAIS.

Depois dos atos que reuniram milhares de manifestantes anti-PT no asfalto, nos carros de som e nas sacadas dos edifícios de diversas cidades em novembro e dezembro de 2014, o Movimento Brasil Livre, o Vem Pra Rua e grupos parceiros anunciaram que o protesto em 1º de janeiro de 2015, o dia da posse da presidente reeleita Dilma Rousseff, será feito no céu.
O objetivo é alcançar o maior número possível de pessoas com a denúncia de um dos maiores atentados à democracia de nosso país: o Petrolão – “uso bilionário da Petrobras para enriquecimento ilícito, financiamento de campanhas e compra de parlamentares”.
No Rio de Janeiro, para chamar a atenção dos cariocas em pleno verão, um avião irá sobrevoar as praias a partir da Zona Sul com a tradicional faixa de mídia aérea trazendo um alerta contra a roubalheira petista, enquanto em Florianópolis um balão subirá aos ares com a denúncia.
Já em Maceió, os manifestantes sairão às ruas para um ‘adesivaço’ e um ‘panfletaço’, ao passo que em Brasília haverá um protesto liderado por Adolfo Sachsida – um dos brasileiros expulsos das galerias do Congresso por Renan Calheiros a pedido de Jandira ‘Vai pra Cuba’ Feghali.
Em São Paulo, os manifestantes irão simular a posse da presidente na Avenida Paulista com um desfile em carro aberto em direção ao prédio da Petrobrás, “contando inclusive com a importante ajuda de alguns militantes de esquerda bastante caricatos”.
Em nota à imprensa, os organizadores reforçaram o compromisso do movimento com a defesa das instituições democráticas e das liberdades individuais e econômicas em nosso país. Informações da coluna de Felipe Moura Brasil
Veja a agenda dos protestos por cidade:
  • Rio de Janeiro – 14 horas – 5 voltas aéreas pelas praias da Zona Sul, Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes;
  • São Paulo – 14 horas – Avenida Paulista (Masp);
  • Maceió – 16 horas – Palato Farol;
  • Brasília – 14 horas – Congresso Nacional;
  • Florianópolis – 17 horas – Estrada SC 401 – Trevo de Jurerê.
  •  DO ALUIZIOAMORIM

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

A CARA SUJA DO PT.

Quem conhece as entranhas do PT, e eu conheço por que sentei com vários deLLes em mesas de negociação, sabem que o petismo é sujo não é de hoje.
Desde que LuLLa deu ao PT a sua cara, o partido virou uma quadrilha. Os casos e provas não são poucos.
Certas pessoas que seguem e defendem o petismo representam, nos mínimos detalhes, a verdadeira face do petismo canalha, sujo e ladrão.
Uma destas figuras chama-se José de Abreu. Um ator que ficou velho e, ficando velho, se assumiu viado.
Vejam dois posts deste sujeito no tweeter. Volto depois.
ZeAbreuTwitter
ZeAbreuTwitter2
Zé vai considerar elogio, sem dúvida alguma,o que vou falar sobre eLLe. Faz sentido.
Um sujeito que pratica uma baixaria desta não tem o mínimo de vergonha nas fuças, nem senso de ridículo, nem educação, nem moral, nem ética, nem cavalheirismo. Não tem nada dos princípios básicos que regem uma relação social com pessoas cuja reputação política e pessoal estão a milhares de quilômetros de distância dos mesmos parâmetros que sustentam a vida deste senhor.
Zé de Abreu é a cara de LuLLa e do petismo canalha e ladrão que hoje governa este país. É a síntese bem formulada do petismo em sua essência mais suja, mais débil, mais criminosa, mais vulgar, como as vulgaridades de LuLLa em seus discursos, e a face mais suja e baixa do petismo.
ELLe deve ter se inspirado, no momento em que escreveu estas sandices, no negão que provavelmente estava em cima deLLe, em um daqueles momentos lúdicos do homossexualismo canalha a que hoje eLLe assumidamente pertence.
Zé de Abreu não é digno nem de pena. É um pobre coitado. Um lixo de gente, um excremento de ator, mas um excelente petralha.
Afinal, ser sujo, para o petralhismo vagabundo de LuLLa, que deve ter dado sonoras risadas ao ler o excremento postado por esta bicha velha, é uma qualidade primordial.
Sem dúvida alguma: Babacas como Zé de Abreu é que tornam LuLLa o que eLLe é.
UM LÍDER DOS CANALHAS.
Não é à toa que eLLe é um ZÉ.
Pior. É um ZÉ DE ABREU (ou será ABRIU? A ROSCA, claro.)

HORA H.

Dia 19 de janeiro a JUSTIÇA VOLTA A TRABALHAR. Com ela, Sérgio Moro.
Dia 1º de fevereiro o Congresso volta a trabalhar.
Tempo suficiente para que Rodrigo Janot diga a que veio, denunciando os ladrões com carteira de parlamentar, pegos pela Lava-jato.
Esperemos, pois.

Que Deus e N.S. da Educação nos proteja.

Dona Dilma resolveu entregar o Ministério da Educação para CID GOMES.
É o mesmo que entregar as chaves do céu para Rosemary Noronha, a QUENGA DO LULLA.
Serelepe, o novo ministro já pensa em "reformular" a educação brasileira.
Valha-nos Deus em sua santa onipotência.
Já pensou numa educação com a cara dos irmãos Gomes?

331 bilhões!

A dívida atual da PTRROUBRÁS, assaltada sem dó nem piedade pelos ladrões de LuLLa, está na casa de 331 bilhões de reais. Quase ttres vezes o seu valor de mercado.
Vai ser rebaixada.
Sob as patas da dona Dilma a Petrobrás, transformada em PTRROUBRÁS pela incompetência do Caveirão, transformou-se na quenga do LuLLa para o mercado.
Só LuLLa, Dilma e Graça Foster comem.

Coisa da Dilma. Só dela.

Aloísio Desdizente Mercadante, o líder dos aloprados petralhas, por decisão da dona Dilma, é a figurinha carimbada da Véia em seu segundo mandato.
É o REI do xadrez da Véia.
Aposto: Vai metê-la em cana na primeira alopração que criar.

Desejos para 2015 em 5 tópicos.

Fim de ano é sempre a mesma coisa. Hora de rever o passado para corrigir erros e mirar no futuro em busca de evitar erros que o passado nos mostra, durante as comemorações das festas de fim de ano.
É hora também de traçar planos e metas para o novo ano, entregando ao velho Noel nossos desejos para o ano que se inicia.
Nosso site também tem a sua listinha de desejos. Para que a coisa fique, digamos, mais organizada, dividimos nossa listinha em 5 tópicos. A saber:
TÓPICO 1: DONA DILMA.
1) O primeiro e grande desejo deste site para 2015, em relação à esta Anta, é que ela seja devida e justamente impinchada. Que seja expulsa, via democracia, da cadeira onde atualmente repousa sua bunda;
2) Em menor grau, mas também muito importante, fica o desejo de vê-la enroscada na Operação Lava-jato. Que apareça algum documento irrefutável de sua participação na roubalheira da PTRROUBRÁS, comprovando o uso da grana roubada em suas campanhas (2010/2014);
3) Que seu segundo governo seja milhões de vezes pior que o primeiro.
4) Que eLLa, sem saída, faça delação premiada e entregue para o Dr Sérgio Moro, a roubalheira comandada por LuLLa na PTRROUBRÁS, durante os 8 anos de governo deLLe.
5) Que eLLa continue sendo exatamente quem é. Burra, incompetente, autoritária, grossa, ignorante e metida a saber de tudo.
TÓPICO 2: LULLA.
1) Primeiro e mais importante desejo em relação à este canalha: QUE ELLE SEJA PRESO, ALGEMADO E LEVADO EM CAMBURÃO PARA A PAPUDA;
2) Caso o primeiro não se realize, me contento em ver o povo pendurando este desgraçado pelas patas, VIVO, CLARO, na Praça da Sé, feito judas em dia de malhação;
3) Que seja descoberto como LuLLinha, o laranja do LuLLa, conseguiu ficar milionário de repente, conseguindo ser sócio oculto da Friboi;
4) Que venha à publico o resultado da Operação Vaca Gorda, que pegou LuLLinha;
5) Que sejam divulgadas as fitas das sacanagens de LuLLa e sua Quenga Rosemary, no sofá da presidência em São Paulo;
6) Que sejam divulgadas as contas que LuLLa mantem em paraísos fiscais;
TÓPICO 3: PT.
1) Que a Operação Lava-jato divulgue todas as contas que o Partido-Quadrilha de LuLLa mantém em paraísos fiscais;
2) Que seja divulgada, pela Operação Lava-jato, a CONTA CURRAL DE DIRCEU e da QUADRILHA DE LULLA;
3) Que se comprove, de forma definitiva, que o Partido-Quadrilha de LuLLa rouba a nação para manter um projeto criminoso de poder;
4) IMPORTANTE: QUE O PARTIDO-QUADRILHA DE LULLA TENHA SEU REGISTRO CASSADO E QUE SEJA CONSIDERADO PROSCRITO DA VIDA POLÍTICA BRASILEIRA;
5) Que todas as suas principais estrelas do crime organizado sejam devida e justamente enjaulados e expostos à visitação pública em uma cadeia transformada em MUSEU DO CRIME ORGANIZADO;
TÓPICO 4: CONGRESSO NACIONAL.
1) Que a Operação Lava-jato faça uma verdadeira reforma política no Congresso, enfiando em cana bandidos travestidos de parlamentares;
2) Que Renan Calheiros, reeleito presidente do Senado, saia do plenário algemado;
3) Que todos os ladrões da PTRROUBRÁS sejam cassados e presos;
TÓPICO 5: A OPOSIÇÃO.
1) Que, enfim, a oposição seja oposição;
2) Que apareça um líder de verdade para comandá-la, não um mequetrefe de ocasião;
3) Que ela infernize a vida da Anta presidencial;
4) Que tenha coragem de pedir e trabalhar pelo Impeachment desta Anta;
5) Que não faça acordinhos de gabinete com esta quadrilha de assaltantes;
6) Que puna seus ladrões.
Papai Noel, deixa de putaria e me atende. Me atendendo, também vai atender milhões de brasileiros que, como eu, desejam ver esta quadrilha em cana.
DO GENTE DECENTE

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Contrato da Petrobrás com a Odebrecht é investigado por superfaturamento



Ainda em vigor, termo de US$ 825,6 milhões fechado na gestão Gabrielli inclui aluguel de três copiadoras por R$ 7,2 milhões e salário mensal de pedreiro de R$ 22 mil
Sabrina Valle 
Agência Estado

RIO - A Petrobrás fechou com a construtora Odebrecht, em 2010, um contrato no valor de US$ 825,6 milhões, o qual é investigado por suspeita de superfaturamento.
O contrato para serviços na área de segurança e meio ambiente em dez países incluiu pagamento, na Argentina, de R$ 7,2 milhões pelo aluguel de três máquinas de fotocópias; R$ 3,2 milhões pelo aluguel de um terreno próprio e salário mensal de pedreiro de R$ 22 mil nos Estados Unidos, segundo documentos sigilosos da companhia obtidos pelo Broadcast.

Ainda em vigor, o contrato 6000.0062274.10.2, chamado de PAC SMS, foi fechado pela área Internacional, na gestão José Sergio Gabrielli, e reduzido quase à metade neste ano, na gestão Graça Foster. Grande parte dos 8.800 itens apresentavam indícios de irregularidades.
O corte interno já realizado, de pelo menos US$ 344 milhões, aconteceu depois de crivo de auditoria interna da Petrobrás, que considerou a contratação equivocada e recomendou sua revisão. A título de comparação, o montante considerado indevido pela própria companhia é quatro vezes maior do que o volume de recursos desviados apurados no escândalo do Mensalão (R$ 170 milhões).                                          
                                   Mesmo com a redução, fontes disseram que foram mal versados centenas de milhões de dólares gastos nos 2,5 anos de vigência do acordo inicial para ativos na Argentina, Estados Unidos, Paraguai, Uruguai, Chile, Colômbia, Bolívia, Equador e Japão, além de Brasil. "Muito dinheiro já tinha sido gasto quando houve o corte, esse foi o problema", disse uma fonte da Petrobrás que pede para não ter a identidade revelada.
A redução do valor havia sido divulgada pelo Broadcast em junho, embora os motivos não tivessem sido detalhados. Na época, a Petrobrás disse que houve venda de ativos, como refinarias e que, portanto, não precisariam mais dos serviços, mas não se alongou sobre o caso. A Odebrecht não comentou. Em agosto, sob novo questionamento, a construtora negou irregularidades, via assessoria de imprensa, e disse "desconhecer o questionamento da auditoria".
Ao longo deste ano, a reportagem conversou com sete fontes graduadas que acompanharam direta ou indiretamente o caso, além de fontes do setor. Os documentos coletados mostram indícios de direcionamento na licitação, sobrepreço e falhas contratuais que desprotegeram a petroleira.
A Petrobrás preferiu não comentar. Gabrielli também não. Em nota, a "Odebrecht nega veementemente qualquer irregularidade nos contratos firmados com a Petrobrás", dizendo tê-los conquistado legitimamente por meio de concorrências públicas. Disse ainda que "não foi envolvida e desconhece o questionamento da auditoria da Petrobrás". A construtora diz que o valor contratado foi diretamente afetado pela redução de escopo do contrato decorrente do plano de desinvestimentos da estatal.
O caso é investigado por autoridades, sob sigilo a pedido da Petrobrás. O Ministério Público Federal no Estado do Rio de Janeiro (MPF) instaurou procedimento investigatório criminal em junho para apurar infrações em contratos da Petrobrás no exterior, incluindo o acordo com a Odebrecht.
O Ministério Público (MP) junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), que já investigava a compra da refinaria de Pasadena (EUA), pediu em agosto à Petrobrás documentação referente a quatro contratos, incluindo o da Odebrecht. Entregou o caso neste mês ao MPF. O TCU, sob relatoria do ministro José Jorge, também acompanha o caso paralelamente.
Todas as investigações sobre Pasadena e sobre o contrato com a Odebrecht foram iniciadas após reportagens do Broadcast revelarem irregularidades. A série de matérias sobre Pasadena se iniciou em julho de 2012 e da Odebrecht, em junho de 2013. DO R.DEMOCRATICA

domingo, 28 de dezembro de 2014

EXECUTIVA DENUNCIA NA JUSTIÇA SUBSERVIÊNCIA DO BANCO SANTANDER À PERSEGUIÇÃO DO PT E DE LULA QUE EXIGIU SUA DEMISSÃO

Sinara Polycarpo, na ação, cita a perseguição de Lula e a subserviência do Banco Santander ao PT.
Inconformada com sua demissão da Superintendência de Consultoria de Investimentos Select (clientes de alta renda) do Banco Santander - medida que atribui a uma suposta perseguição política por parte do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva -, Sinara Polycarpo Figueiredo entrou com ação na Justiça do Trabalho. Ela pede declaração de nulidade da rescisão contratual e sua recontratação no cargo "com todas as vantagens e benefícios", além de pagamento de indenização por danos materiais e morais estimada em 200 vezes o salário integral que recebia - cerca de R$ 50 mil mensais.
Sinara foi demitida em 30 de julho em meio à polêmica criada em torno de uma correspondência enviada aos clientes do Santander com renda superior a R$ 10 mil, informando-os sobre "os riscos da reeleição" da presidente Dilma Rousseff para a economia do País. A carta circulou no primeiro mês de campanha oficial.
Na ação distribuída para a 78.ª Vara do Trabalho de São Paulo, a ex-superintendente afirma que não tinha conhecimento da mensagem e que o texto não foi submetido à sua revisão, tendo sido encaminhado por uma analista financeira "diretamente ao Departamento de Marketing, que providenciou a remessa aos clientes". Além de Sinara, outros dois funcionários foram demitidos.
Ela sustenta que teve ciência da carta "somente 15 dias após, quando um dos clientes reclamou do teor da opinião do banco". Sinara ressalta que "o PT, através de seus máximos dirigentes, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, exigiu em manifestações públicas, em entrevistas para toda imprensa do País, a demissão de empregados do Santander".
'Subserviência'. "Houve imediata subserviência do banco às forças políticas, ao clamor político partidário", assinalam os advogados Rubens Tavares Aidar e Paulo Alves Esteves, constituídos por Sinara. Para eles, o banco "cedeu o poder de comando do empregador ao PT, de modo tão servil que o próprio presidente do partido foi o arauto para a imprensa de que os empregados do setor seriam demitidos".
"Agrava-se a discriminação quando se sabe que ela (Sinara) não praticou, não concorreu, nem tinha o menor conhecimento dos fatos, sendo execrada e covardemente despedida", destacam os advogados.
Admitida em 4 de abril de 2006 como assessora de investimentos, Sinara foi despedida "sem justa causa, abruptamente, por meio de telegrama, com aviso prévio indenizado". Seu último salário fixo foi de R$ 32.785,74 - acrescidos de bônus anual de valor variável, perfazia média de R$ 50 mil mensais.
O Santander não se pronunciou. "O Santander informa que não se manifesta em casos sob o exame da Justiça", anotou a instituição, por meio de sua vice-presidência de Comunicação e Marketing. O PT, por sua assessoria de imprensa, informou que "não vai se pronunciar sobre o assunto". Do site do Estadão
DO ALUIZIOAMORIM

sábado, 27 de dezembro de 2014

Dilma tem um único objetivo: evitar o impeachment.

Em artigo na revista Época, Guilherme Fiuza afirma que "o governo popular acabou". O que teremos, a partir de janeiro, é uma presidência-fantasma, sem credibilidade, que tem como objetivo maior não ser enxotada do poder pelo impeachment:
Um deputado do PT propôs transformar as manifestações golpistas em crime hediondo. Pulemos o registro da demagogia e da desonestidade intelectual, porque isso já é intrínseco ao modus operandi do partido. O que vale registrar é a tática definida daqui para a frente contra o cerco do petrolão: construir uma narrativa de injustiça contra os defensores do oprimido. O governo popular acabou. Iniciará uma Presidência-fantasma em 1º de janeiro, com sua credibilidade apodrecida e um único objetivo: não ser enxotado pelo impeachment. Não será fácil.
A bravata do tal deputado fica no terreno do folclore. Cultivar o fantasma do golpe é um dos truques preferidos dos companheiros. É bem verdade que eles têm o plano – e aí não é folclore – de controlar a imprensa, com o mesmo argumento de que a burguesia quer derrubar o governo popular a golpes de manchete. Se Chávez, Kirchner e sua turma conseguiram, por que não tentar no Brasil? Enquanto isso, aproveitam para dizer que os protestos contra o governo podre são atos pela volta da ditadura.
Não percamos mais tempo com isso. O grande herdeiro da ditadura militar no Brasil é o PT. Tanto Dilma quanto os mensaleiros vivem eternamente da mitologia da resistência aos milicos, um heroísmo canastrão do qual extrairão até a última gota de propaganda maniqueísta. As redes sociais do Planalto não param de espalhar releases e notinhas sobre os anos de chumbo e os valentes mocinhos da época – viraram os bandidos de hoje, mas essa parte não aparece no release. O PT ama a ditadura militar. Vive dela.
Essa é a parte mais tosca da estratégia de resistência – não mais aos militares, mas aos democratas que querem seu dinheiro roubado de volta. A parte não tão tosca do plano é a que ultrapassa a militância para contar com os inocentes úteis, uma classe em franca expansão no Brasil, para alegria dos companheiros. Entre as vozes a favor, que defendem Dilma para se sentir progressistas (não é piada, elas existem aos montes), surge o postulado central para tentar salvar o pescoço do governo: relativizar a corrupção da Petrobras.
Novamente é preciso ressalvar: não é piada. Um crescente número de pessoas que se acham sérias e não estão (ainda) a soldo do petismo deu para dizer por aí que o petrolão é normal. Quer dizer: uma coisa bem brasileira, arraigada no Estado patrimonialista e toda aquela sociologia de beira de praia. É o mesmo recurso estilístico sacado por Lula no mensalão: caixa dois todo mundo faz. Um empresário chegou a escrever que hoje se rouba até menos na Petrobras que em outros tempos. Vamos explicar aos ignorantes ou mal-intencionados (a esta altura, dá no mesmo): o PT não ficou igual aos outros; o PT não é corrupto como os outros, nem um pouco menos, nem um pouco mais; o PT é o único, sem antecessor na história do Brasil, que montou um sistema de corrupção no Estado brasileiro, de dentro do Palácio do Planalto, para enriquecer o partido e se eternizar no poder.
O ex-ministro-chefe da Casa Civil e homem forte do presidente foi preso por montar um duto entre as estatais e o caixa do partido governante. Privatizou na fonte o dinheiro do contribuinte. Não há precedente no país. Ao raiar do governo petista, foi montada uma diretoria na Petrobras para um saque bilionário em benefício do grupo político governante, como está demonstrado pela Polícia Federal a partir das investigações sobre o doleiro Alberto Youssef.
Deu para entender, queridos inocentes úteis? O roubo não é a velha esperteza de uns oportunistas com cargos na máquina. O roubo é um projeto político de poder. Que aliás, graças a seres compreensivos como vocês, dá certo há 12 anos.
E agora? O Brasil se sujeitará ao esquema por mais quatro anos? Só os inocentes inúteis podem crer que essa forma de dominação sofrerá uma metamorfose redentora em 1o de janeiro. Eles não sabem fazer de outro jeito. Dilma já tenta legalizar o rombo fiscal, diante de um Brasil abobado. Nem o mensalão, nem a queda de sete ministros no primeiro ano de governo – nada modificou em um milímetro o esquema parasitário.
Vocês estão esperando o quê? Que um companheiro bata na sua porta informando-lhe com ternura que veio buscar suas calças?
ORLANDOTAMBOSI

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Cidade americana de Providence entra com ação coletiva contra Petrobras e Graça Foster nos EUA

Capital de Rhode Island investiu em títulos da estatal e alega ter sido prejudicada por caso de corrupção
Por Rennan Setti
O Globo

Prédio da Petrobras na Av Chile, Centro do Rio de Janeiro
Pedro Kirilos / Agência O Globo/21-03-2014
RIO — Depois de investidores, agora é a vez de uma cidade processar a Petrobras nos Estados Unidos. Na véspera de Natal, a capital do estado de Rhode Island, Providence, entrou com uma ação coletiva contra a estatal, duas de suas subsidiárias internacionais e vários membros de sua diretoria, incluindo a presidente Maria das Graças Foster. A ação foi iniciada no Tribunal Distrital de Nova York com o argumento de que investidores adquiriram papéis da petrolífera com preços inflados porque a companhia firmou contratos superfaturados à base de propina.
O processo, de número 14 CV 10117, há a acusação de a Petrobras ter contabilizado as propinas reveladas na operação Lava-Jato como custos relacionadas à construção e instalação de sua infraestrutura e os registrou como parte do valor dos seus ativos. Diferentemente das outras ações coletivas impetradas contra a companhia nos EUA, no processo, Providence também quer ser ressarcida pelo prejuízo com os títulos de renda fixa lastreados em dívida da Petrobras.
Por isso o processo também acusa a Petrobras International Finance Company (PIFCo) e a Petrobras Global Finance B.V. (PGF), subsidiárias da estatal brasileira baseadas respectivamente em Luxemburgo e em Roterdã, na Holanda, envolvidas na emissão de títulos da empresa. A ação menciona, por exemplo, que PifCo vendeu US$ 7 bilhões em títulos em fevereiro de 2012 e que a PGF ofereceu US$ 19,5 bilhões em notas em maio de 2013 e em março de 2014. Ao todo, a petrolífera levantou US$ 98 bilhões no mercado internacional, acusa a cidade de Providence.
O tempo coberto pelo processo também é maior que o dos anteriores: entre 21 de novembro de 2014 e 22 de janeiro de 2010, em vez do 20 de maio estipulado nas outras ações. Além das subsidiárias e da presidente Graça Foster, são relacionados como réus na ação Almir Barbassa, diretor-financeiro, e José Raimundo Brandão Pereira, que ocupava a gerência executiva de marketing e comercialização da Petrobras até abril deste ano. Ao todo, a ação relaciona 13 pessoas e 15 instituições financeiras, como os gigantes Morgan Stanley, HSBC Securities, e o Itaú BBA nos EUA. Os bancos são citados como réu porque atuaram como garantidores dos valores mobiliários emitidos pela companhia.
A cidade de Providence alega gerenciar “centenas de milhões de dólares em ativos em nome de milhares de beneficiários associados com a cidade, incluindo funcionários públicos na ativa e aposentados, assim como seus dependentes.” A cidade queixosa alega que comprou títulos da Petrobras e foi prejudicada no período coberto pela ação coletiva.
“Antes e durante o período coberto por esta ação coletiva, a Petrobras empreendeu seu plano para aumentar sua capacidade de produção. Esses planos envolviam a aquisição e a construção de novas unidades e de ativos de produção petrolífera. Por exemplo, em 2006, a companhia comprou participação de 50% em uma refinaria em Pasadena, Texas, por US$ 360 milhões, com objetivo de dobrar a capacidade da refinaria, de 100 mil barris por dia. Em 2010, a Petrobras modificou o plano de construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) — projeto originalmente lançado em 2004 para a construção de complexo de refinaria petroquímica com capacidade de processar 150 mil barris por dia, com custo de US$ 6,1 bilhões —, expandindo o custo total para estimados US$ 26,87 bilhões”, elencou o documento. “Os planos de expansão da Petrobras também exigiram investimentos substanciais de capital. Para satisfazer esse necessidade de capital, a Petrobras se submeteu a diversas ofertas de papéis, vendendo mais de US$ 98 bilhões em títulos registrados na NYSE, incluindo notas e American Depositary Shares (“ADSs”) representando ações ordinárias e preferenciais”
Segundo dados disponíveis no sistema de informações jurídicas Bloomberg Law, o processo foi iniciado no dia 24 de dezembro e a Petrobras ainda não foi notificada sobre ela. Com esse processo, já são pelo menos 11 ações coletivas contra a Petrobras nos EUA. A Justiça do país prevê que, posteriormente, esses processos similares serão unificados em apenas uma ação.
25/12/2014

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL...


Passa a chave e prende todo mundo! Petrobras nomeou "laranja" para comandar obra de R$ 3,78 bilhões.

José Sérgio Gabrielli, Jacques Wagner, Lula e Dilma inaugurando um trecho da Gasene na Bahia, em 2010: todos de "laranja", como convinha na ocasião.

Olha a ata aí que mostra o "laranja" da Dilma e do Gabrielli mandando bala na Petrobras, fazendo empréstimo de bilhões! E tem mais. Como esta!
A Petrobras usou o dono de um escritório de contabilidade, com remuneração mensal de R$ 1,5 mil acertada em contrato, para presidir a empresa que construiu a rede de gasodutos Gasene, entre o Estado do Rio e a Bahia, passando pelo Espírito Santo. Antônio Carlos Pinto de Azeredo exerceu o cargo de presidente da Transportadora Gasene, empresa estruturada pela estatal para a construção dos gasodutos, e que passou a ser investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por suspeita de superfaturamento, dispensa de licitação e pagamentos sem prestação dos serviços. Azeredo também usou o escritório de sua empresa — a Domínio Assessores — como sede oficial da Gasene.
Em entrevista ao GLOBO, ele disse ter funcionado como um preposto da Petrobras, numa função “puramente simbólica”, em que só assinava os contratos a partir de autorizações da estatal. Azeredo diz que não se considera um laranja: — Laranja pressupõe um benefício em troca. Não tive benefícios. Fomos convidados para apresentar propostas de serviço de contabilidade e, no pacote, precisava assumir a condição de presidente da empresa. Só assinava os contratos. Não negociava com os fornecedores. Confiava na Petrobras. Achava que era uma empresa séria — afirmou ele. 
O GLOBO revelou ontem que documentos sigilosos do TCU, com base numa auditoria no trecho do Gasene entre Cacimbas (ES) e Catu (BA), foram enviados à força-tarefa do Ministério Público Federal e da Polícia Federal responsável pelas investigações da Operação Lava-Jato. O trecho tem 946,5 quilômetros e recebeu investimentos de R$ 3,78 bilhões.
Em sessão reservada no último dia 9, ministros do TCU levantaram a suspeita de lavagem de dinheiro na complexa engenharia operacional da Petrobras que transformou as obras dos gasodutos num empreendimento privado. Conforme a auditoria, a estatal é a verdadeira responsável pelo projeto, que contou com dinheiro público. O ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli e o ex-presidente da Gasene são apontados como responsáveis pelas irregularidades. Agora, Azeredo diz que não tinha qualquer poder de decisão e faz as afirmações com base em diversos documentos enviados à reportagem. 
CONTRATO EXIGIA CONSENTIMENTO DA ESTATAL
Uma cláusula do contrato de compra e venda de ações assinado entre a Transportadora Gasene e a Petrobras, em 2005, estabelece que o empresário nomeado como presidente da companhia privada deveria se abster de “efetuar ou aprovar quaisquer alterações do estatuto social, deliberações de assembleias gerais e outorga de mandato sem o consentimento prévio e por escrito da Petrobras”.
Além disso, projetos só poderiam ser implementados se instruídos “por escrito, detalhada e tempestivamente” pela estatal. A cláusula, para o ex-presidente da Gasene, mostra que ele não tinha poder de decisão. — Só assinava cada implementação de projeto, cada contratação de empresa, quando era instruído pela Petrobras. Sei que isso parece ser surreal. Para mim, era mais uma obra. Só vi que era grande depois — afirma Antônio Carlos de Azeredo. 
Entre as empresas contratadas para as obras do trecho do gasoduto auditado pelo TCU estão empreiteiras suspeitas de participação no esquema de pagamento de propina investigado na Lava-Jato. Um instrumento comum na gestão da Gasene, segundo outros documentos apresentados por Azeredo, era o recebimento de cartas de orientação escritas por gestores da Petrobras.
Por meio desses ofícios, gerentes da estatal orientavam como o presidente da Gasene deveria proceder sobre diversos assuntos. Num desses ofícios, uma gerente orienta sobre a assinatura de “carta endereçada ao BNDES solicitando o consentimento para fins de aumento de endividamento da Transportadora Gasene em US$ 760 milhões”. O BNDES financiou 80% do empreendimento de gasodutos. Conforme Azeredo, entre 2005 e 2011 a Petrobras enviou “centenas” de cartas.
Em janeiro de 2012, a Transportadora Associada de Gás (TAG), empresa do sistema Petrobras, incorporou a Transportadora Gasene, por R$ 6,3 bilhões. A parceria com Azeredo se encerrou no mês anterior, segundo Azeredo. O contrato com a Domínio Assessores previa a indicação de um outro sócio como diretor da Gasene, também com remuneração mensal de R$ 1,5 mil, o que de fato ocorreu. Esse diretor, no entanto, não é citado pelos técnicos do TCU como responsável pelas irregularidades.
O ex-presidente da Gasene afirmou que ainda não apresentou sua defesa no TCU. O GLOBO procurou a Petrobras ontem, tão logo obteve os documentos enviados por Azeredo, mas não obteve respostas. (O Globo)
DO COTURNONOTURNO-CELEAKS

OS RATOS CONTINUAM NOS CAMAROTES DO NAVIO PIRATA DO PT. HOUVE APENAS UM TROCA-TROCA.

O slogan "governo novo, ideias novas" foi um dos mais explorados pela campanha que reelegeu a presidente Dilma Rousseff (PT) para mais quatro anos de mandato. Vencida a disputa, no entanto, a presidente cede a antigos vícios da política brasileira. O 'pacotão' de novos ministros anunciado nesta terça-feira deixa claro o principal objetivo do troca-troca na Esplanada: aplacar a sede de partidos aliados por espaço no primeiro escalão do governo. A contrapartida, apoio no Congresso. Diferente dos nomes anunciados para comandar a economia no segundo mandato de Dilma — Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Alexandre Tombini (Banco Central) —, a segunda leva da reforma ministerial tem a marca do fisiologismo.
Com sua vocação para o folclore político, o ministério da Pesca já virou moeda corrente do loteamento político. Conforme o anúncio desta terça-feira, ele será comandado pelo filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA), Helder Barbalho (PMDB), que foi derrotado na disputa pelo governo do Pará pelo tucano Simão Jatene. Seja qual for sua familiaridade com os assuntos da pasta, isso não será problema: afinal, esse é o ministério que já foi chefiado por quem – Marcelo Crivella (PRB-RJ) – admitia não saber "nem colocar minhoca no anzol". Até agora, o cargo mais alto que Helder, 35 anos, ocupou foi o de prefeito de Ananindeua, no interior do Pará. O herdeiro do clã Barbalho responde a processo por improbidade administrativa na 5ª Vara Federal do Pará referente a uma auditoria do Ministério da Saúde que detectou irregularidades na aplicação de recursos da pasta no período em que ele administrou o município paraense, segundo reportagem do jornal O Globo. Barbalho pai, senador e chefe do clã, responde por sua vez a seis processos no Supremo Tribunal Federal.
Helder é da cota do PMDB, que Dilma decidiu aumentar ainda mais, um reconhecimento ao apoio da legenda à manobra fiscal do governo para maquiar o descumprimento da meta. Além de Helder, o PMDB emplacou mais cinco nomes: Kátia Abreu na Agricultura, Eliseu Padilha na Secretaria de Aviação Civil, Edinho Araújo na Secretaria de Portos, Vinicius Lages no Turismo e mais um perdedor das eleições, Eduardo Braga, que foi derrotado na corrida pelo governo do Amazonas e agora vai para o poderoso Ministério de Minas e Energia.
Dilma foi eleita em coligação com nada menos que oito partidos (além do PT), e até agora contemplou seis na reforma: PMDB, PSD, PCdoB, PROS, PRB e PTB. Como um gesto de gratidão pelo apoio nas eleições, a presidente alojou o governador do Ceará, Cid Gomes (PROS), no Ministério da Educação. Em setembro de 2013, ele se desfiliou do PSB, após o então presidente da legenda, Eduardo Campos, romper com o governo federal e anunciar a sua candidatura à presidência. A gratidão de Dilma alcançou também o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD), outro derrotado nas urnas alçado à Esplanada – vai comandar o cobiçadíssimo Ministério das Cidades, desalojando o PP.
No centro do escândalo do petrolão, o PP tem sido um dos entraves da reforma política. O partido é o que tem mais nomes citados nas delações do esquema bilionário de corrupção instalado na Petrobras. Para não correr o risco de indicar um suspeito, Dilma manifestou a intenção de consultar o Ministério Público, esquisitíssimo critério de reforma ministerial que a Procuradoria-Geral da República não deixou prosperar – e que o ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa considerou uma "degradação institucional". Seja quem for o escolhido, o PP espera ser agraciado com outro ministério de peso, a Integração Nacional. A derradeira leva de indicações deve sair na semana que vem. Do site da revista Veja
DO ALUIZIOAMORIM

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

DETONANDO NA 'TVEJA': SAIBA PORQUE O DEPUTADO JAIR BOLSONARO TEM MILHARES DE SEGUIDORES EM TODO O BRASIL.



Esta é a íntegra da entrevista que o deputado Jair Bolsonaro concedeu à jornalista Joice Hasselmann, da TVeja. Incisivo, franco e coerente com as suas propostas, Bolsonaro não tem duas caras. Seja na tribuna da Câmara ou numa entrevista, diz claramente o que pensa.
Além disso é um dos deputados mais bem informados e que tem uma visão muito clara e objetiva sobre o assédio que o Brasil está vivendo desde que o PT chegou ao poder e a Nação brasileira passou ser acossada de forma permanente pelo Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 que objetiva construir a 'pátria grande' um simulacro da ex-URSS.
O deputado Jair Bolsonaro é o único parlamentar no Congresso Nacional que fala do Foro de São Paulo, que se refere à Unasul recém inaugurada, uma espécie de central bolivariana cujo objetivo é interferir nas eleições em todo o continente latino-americano e também na área militar, já que constituiu há pouco, conforme revelei aqui no blog, uma Escola de Defesa destinada a envolver todos os militares.
Não é à toa que Bolsonaro, deputado federal pelo Rio de Janeiro, é um campeão de votos, a mostrar que uma enorme parcela da população brasileira demanda por parlamentares a estirpe de Jair Bolsonaro. E é por isso também que a maioria da grande mídia, senão a sua totalidade, ignora e tenta de todas as formas ridicularizar esse parlamentar reconhecido pelo povo brasileiro como um lutador incansável, competente, pertinaz e destemido.
E a bem da verdade Bolsonaro acabou aparecendo na TVeja justamente pelo affaire em que foi envolvido pela bandalha de psicopatas do PT que opera dentro do Congresso. Se a maioria dos parlamentares tivesse o destemor e a combatividade de Jair Bolsonaro, não teriam ocorrido os lamentáveis epsiódios que marcaram a escandalosa votação da LDO.
Aliás, deve-se assinalar que o desgaste do Congresso Nacional é um dos objetivos principais do Foro de São Paulo. A coisa funciona assim: o PT promove a corrupção e, passado algum tempo surge com um tal projeto de 'reforma política' como solução para a suposta crise do legislativo que o próprio PT criou.
Entre outras coisas, o projeto de reforma política do PT prevê o fechamento do Senado e a instituição de um sistema unicameral como existe na Venezuela. O passo seguinte será a convocação de uma Assembléia Constituinte que irá fazer picadinho da Constituição de 1988 e no seu lugar instituir uma Constituição Bolivariana. Logrado tal objetivo, o Brasil passará a viver sob um regime comunista dito do século XXI em associação com grandes empresários e banqueiros.
Não surpreende, portanto, que o Bradesco, o maior banco particular do nosso país mantenha esse asqueroso contubérnio com a vagabundagem comunista do PT, partido que é o operador e dirigente do Foro de São Paulo. Mas não é só o Bradesco. São todos os grandes banqueiros e mega empresários brasileiros que mantêm o PT no poder vislumbrando a possibilidade de manter permanentemente suas mãos sujas e ladravazes dentro dos cofres estatais, como se tem visto no escândalo do petrolão da Petrobras.
Por tudo isso, a ameça de cassação do mandato do deputado Jair Bolsonaro faz parte do ataque às instituições democráticas que dia após dia avança no Brasil sob a liderança de Lula e seus sequazes em conluio com a casta de ricaços à custa do erário. Na Venezuela esses ricaços que apóiam os comunistas do chavismo são denominados "boiburgueses" pelo fato de participarem desse banquete dos abutres vermelhos.
Como podem ver, o que analisei rapidamente neste post demonstra que os verdadeiros assuntos que deveriam pautar a grande imprensa são escamoteados em benefício do projeto do Foro de São Paulo.
Está na hora da revista Veja realizar uma ampla reportagem sobre o ataque comunista que o Brasil vem sofrendo e responder a algumas indações: o que é a Unasul? Quais são seus objetivos? Quem financiou a construção de sua majestosa sede no Equador? O Brasil contribuiu financeiramente para a construção da sede desse organismo bolivariano? Quanto o Brasil contribui anualmente para a manutenção da Unsasul? O que é 'pátria grande'. O que é e o que quer o Foro de São Paulo? Por que diabos todo esse mistério e por que a grande mídia não vai a fundo nisso?
Como frisei, o deputado Jair Bolsonaro é uma voz solitária no Congresso na abordagem desses temas, mas representa milhões de brasileiros de Norte a Sul do país que já intuíram o que subjaz a todos esses segredos que os jornalistas guardam como zelo inaudito.
E, para concluir, nesta entrevista à TVeja, constata-se que o deputado Jair Bolsonaro, embora rigoroso e franco em suas críticas, sem ceder à patrulha politicamente correta, é um cidadão educado e bem humorado e que, sobretudo, não tergiversa, não usa meias palavras, não foge dos assuntos polêmicos e manifesta de forma clara e objetiva as suas opiniões.
DO ALUIZIOAMORIM

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

O CINISMO E A MENTIRA DA GRANDE IMPRENSA ELEVAM LULA AO STATUS DE LÍDER POLÍTICO IMPOLUTO E TIPIFICAM O DEPUTADO JAIR BOLSONARO COMO UM BANDIDO.

Alexandre Borges, diretor do Instituto Liberal, é um dos articulistas mais afiados. Conciso e sem meias palavras vai sempre direto ao ponto. Já transcrevi alguns artigos de Borges aqui no blog. Está presente sempre no excelente site Mídia Sem Máscara, que recomendo a todos a leitura. Há link direto para o Mídia Sem Máscara em banner aqui no blog.
Desta feita Borges nos brinda com um artigo intitulado “Sobre cabras e Lulas”, quando aborda de forma sintética e objetiva como os maiores absurdos adquirem o viés de normalidade por conta do jornalismo vagabundo praticado pela grande imprensa brasileira. Sobra apenas a revista Veja de toda a grande imprensa brasileira, algo inaudito na história do Brasil. 
Sob o signo do governo petista o que restava de jornalismo passou a ser assessoria de imprensa do Foro de São Paulo. Em vez de notícias e opiniões consequentes os leitores e telespectadores são vítimas de uma verdadeira lavagem cerebral por meio de propaganda subliminar que escamoteia a verdade dos fatos, edulcorando-os com os artifícios da deletéria engenharia social até o ponto de fazer de Lula um grande líder político e do Deputado Jair Bolsonaro um estuprador. É o cinismo e a mentira elevados à virtude. 
O artigo de Alexandre Borges vai diretamente ao ponto. Leiam:
Numa entrevista à revista Playboy em 1979, Lula comentou sobre sua iniciação sexual:
Lula - Com 16 anos."Playboy – Com que idade você teve sua primeira experiência sexual?
Playboy – Foi com mulher ou com homem?
Lula (surpreso) - Com mulher, claro! Mas, naquele tempo, a sacanagem era muito maior do que hoje. Um moleque, naquele tempo, com 10, 12 anos, já tinha experiência sexual com animais… A gente fazia muito mais sacanagem do que a molecada faz hoje. O mundo era mais livre…" No universo moral de Lula, um mundo que aceita zoofilia é um mundo "mais livre".
No auge do Mensalão, o Brasil conheceu a cafetina cearense Jeany Gomes da Silva, a Jeany Mary Corner. Ela era conhecida por fornecer as garotas de programa para os festões dos políticos da capital. Num artigo da época na Veja, Diogo Mainardi sugeriu que Lula seria um dos clientes.
Num artigo de 2009 para a Folha, César Benjamin, fundador do PT, revelou uma conversa num jantar com Lula em que ele confessava ter tentado estuprar um companheiro de cela, um rapaz identificado como "menino do MEP", um episódio em que estava presente o publicitário petista Paulo de Tarso. Estamos falando de um relato de uma tentativa de estupro de verdade feita publicamente por um amigo próximo.
O "menino do MEP" existe e é o ex-metalúrgico João Batista dos Santos. Pelo que se sabe, João recebeu uma Bolsa-Ditadura e foi viver em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo. Na época da revelação de César Benjamin, João foi procurado pela imprensa mas se negou a comentar o episódio.
Recentemente, Lula foi flagrado usando dinheiro público para dar uma vida de rainha para sua amante Rosemary Noronha, um caso bem coberto pela Veja. Você pode ler um resumo do caso aqui:http://veja.abril.com.br/…/…/rosemary-novoa-de-noronha.shtml
Usando apenas informações públicas, estes são episódios que associam Lula, o maior líder da esquerda do país, a casos de tentativa de estupro, zoofilia, festas com prostitutas em prédios públicos e uso de recursos do país para privilegiar uma amante. E contra quem a imprensa está vociferando? Contra Jair Bolsonaro, um defensor de leis mais rígidas contra estupradores, como se ele fosse defensor de estupro. Você sinceramente não vê que há algo de muito estranho em tudo isso? Você acha mesmo que a imprensa hoje tem algum compromisso com a informação?
É um jogo sujo. E é preciso entender rápido as regras do jogo. Política, como ensina David Horowitz, é uma briga de rua. E ou você está disposto a lutar ou é melhor ficar em casa.
[Update] Lula também chamou a cidade de Pelotas, como vocês devem se lembrar, de "polo exportador de viados". Link aqui:http://youtu.be/BdxHfKH-DVQ
DO ALUIZIOAMORIM