domingo, 20 de fevereiro de 2011

Os vigaristas riem da cara dos brasileiros: “Como é fácil enganá-los!”


Até os petistas devem parar de vez em quando… não digo para pensar, que também não é o caso de a gente exagerar, mas para fazer, assim, um balanço de suas ações. E devem dizer para si mesmos: “Como é fácil levar essa brasileirada no bico!” Ooops! “No bico”, não! Eles diriam que isso é coisa de tucano. É fácil dar truque, enganar, mentir, trapacear, aplicar um estelionato eleitoral.
Menos de quatro meses depois das eleições, ficamos sabendo que o governo federal decidiu abraçar resolução do Conselho Nacional de Educação e incentivar a implementação da progressão continuada no Brasil inteiro — a mesma progressão de que Dilma Rousseff falou mal durante a campanha; a mesma progressão que Aloizio Mercadante, agora ministro, malhou impiedosamente.
Pior: quando eles faziam seu proselitismo, o MEC, na prática, já havia adotado a sugestão do CNE. A candidata Dilma, pois, estava praticando aquilo que usualmente se conhece como “mentira”. Mercadante também.  Se forem cobrados — boa parte da imprensa não fará isso para não parecer indelicado com os companheiros —, dirão que a “progressão” deles é diferente da dos tucanos porque vem acompanhada de aulas de reforço etc. Como se não houvesse isso em São Paulo — estado em que há dois professores em sala de aula no primeiro ano, o da alfabetização.
Eis aí: mentira, trapaça, enganação. E não que ajam à socapa. Isso nem mais é necessário. Chegamos ao ponto em que já não se avalia a qualidade de uma política pública, mas quem a implementa. A progressão continuada, se implementada por tucanos, é viciosa; se abraçada por petistas, é virtuosa. Programas de reparação da miséria, como os  do governo FHC, eram viciosos; chamados de Bolsa Família por Lula, são virtuosos e devem ganhar até um museu, instalado num palacete.
Setores importantes da imprensa, que se calam diante da vigarice, tornaram-se agentes da tentativa de construção do partido único. Tudo segundo a mais legítima lógica democrática, é claro! Dilma já dá sinais de que não pretende mais “controlar a mídia”, a exemplo de Lula.
“Controlar pra quê?” Está tudo sob controle.
Por Reinaldo Azevedo

Aécio que mais proximidade com as centrais? É mesmo, é? A troco de quê?


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) conseguiu bom espaço na “mídia” defendendo uma maior aproximação do PSDB com as centrais sindicais… Ah, tá!  Se um dia Aécio for presidente, é até possível que ele goze da inimputabilidade que hoje agracia os petistas. Justiça seja feita, ele é um dos políticos que podem falar o que bem entendem sem que lhe perguntem como fará isso ou aquilo ou qual é a lógica interna do que diz. Qualquer pergunta mais incisiva levanta a suspeita de que aquele que indaga está a serviço de Serra…
“Aproximação com centrais” não é questão de vontade, de disposição subjetiva, mas de agenda. O PSDB tem o que ceder a elas mais do que o próprio PT pode fazê-lo? Lula lhes concedeu, por exemplo, uma fatia do Imposto Sindical. E as entidades não precisam prestar contas de um dinheiro legalmente regulado.  O que mais Aécio poderia lhes dar? A honra, não vale!
Quais outras concessões, necessariamente à esquerda, Aécio faria que o PT não pudesse fazer com mais facilidade? Mas a “mídia” engole a tal disposição de “aproximação com as centrais” sem se dar conta de que isso demanda questões muito objetivas: qual é a pauta?
Caso o PSDB opte por esse caminho, vai tentar disputar mercado nos locais onde o PT já se consolidou como poder. Mais do que isso: no caso da CUT, não há diferença entre partido e central.
Tudo bem! Não se trata de uma agenda política mesmo. É só ocupação do espaço noticioso. Amanhã, inventa-se outra pauta.
Por Reinaldo Azevedo

Os quadrilheiros do mensalão alegam que não recebiam pagamentos mensais. Têm razão: eles roubavam todos os dias

altPT: ‘Ninguém será tratado como mensaleiro pelos guardas do presídio. Todos serão identificados por números’
Leiam as observações, sempre oportuníssimas, do nosso Ethan Edwards. Comento em seguida:
Um erro de origem debilita a acusação contra o PT e seu governo: a palavra “mensalão”. Inventada por Roberto Jefferson, que com ela pretendeu resumir o que se passava nas relações entre o governo e seus aliados, a palavra não expressa com justiça (na verdade, oculta) o que de fato acontecia ─ e é, por isso, o ponto em que se aferra a defesa da grande quadrilha. Por tudo o que se publicou na época, é óbvio que não havia mensalão no sentido que o termo sugere, isto é, um pagamento mensal, regular, com valores mais ou menos fixos, que o governo destinaria a seus aliados.
Havia, sim, um gigantesco esquema fraudulento pelo qual o governo, por meio de bancos que ele controla, bancos “amigos” e agências de publicidade (Marcos Valério à frente), transferia recursos oriundos de órgãos públicos, empresas estatais, fundos de pensão, etc. para políticos do PT e da “base aliada” no sentido de pagar serviços passados e futuros, aliviar dificuldades de caixa, cobrir gastos de campanha, socorrer amigos necessitados, etc. Em suma, um enorme, monumental caixa secreto, abastecido com recursos públicos, uma espécie de Tesouro Nacional Petista, controlado politicamente por quem se sabe, operado em diferentes níveis hierárquicos por (1) petistas muuuuito graúdos, (2) dirigentes do partido, (3) funcionários do partido e (4) Marcos Valério e sua agência.
É um esquema muito maior, mais sério, capaz de causar muito mais dano à República do que um trivial “mensalão” – uma folha de pagamento paralela destinada a 100 ou 200 parlamentares. Por isso, com perdão do caríssimo Augusto Nunes e dos amigos da coluna, considero um erro acusar o PT e o governo com uma palavra deliberadamente equívoca inventada por Roberto Jefferson.
É isso, exatamente, o que desejam os advogados da quadrilha: que a discussão se fixe na palavra “mensalão”, porque nesse caso, com dois ou três argumentos, eles provam que não houve pagamentos mensais regulares, que não teria sentido o PT pagar seus próprios parlamentares para que votassem com o governo, que é costume os partidos usarem restos de dinheiro de campanha para cobrir despesas de seus parlamentares, etc. Desaparece o Tesouro Nacional Petista. Desaparecem seus operadores e até mesmo o valerioduto. Restam João Paulo e seus 50 mil reais, Silvinho e seu Land Rover, mais dois ou três ladrõezinhos mixurucas a gastar sobras de campanha. E é isso que esperam os grandes, os enormes ladrões da República, para que possam dormir serenamente em seus lençóis de linho egípcio.
Mais uma vez, Ethan Edwards foi direto ao ponto. Para escapar da cadeia, a quadrilha que promoveu o Grande Roubo popularizado com o nome de Mensalão transformou-se na mais fervorosa guardiã do calendário gregoriano: só teriam existido mensaleiros, recitam, se os assaltos fossem consumados uma vez por mês. Nesse aspecto, os meliantes estão cobertos de razão. Os crimes ocorriam todo dia, ou de hora em hora, ou de minuto em minuto.
Seja lá qual for seu nome, o essencial é que a roubalheira imensa seja exemplarmente punida pelo Supremo Tribunal Federal. A denominação dos gatunos é irrelevante. O que importa é o STF compreender que o bando merece castigo. Nas melhores cadeias, aliás, ninguém é chamado pelo ofício que exerceu fora dali. Ninguém será tratado como mensaleiro pelos guardas do presídio. Todos serão identificados por números.

DO BLOG ABOBADO

PT quer lista fechada para passar por cima da folha corrida dos seus mensaleiros.


Para a reforma politica, o PT é o único partido que defende a adoção do voto em lista. Lista fechada. Nesta modalidade, os donos do partido definirão quem serão os eleitos. Cada corrente indicará os seus. Obviamente, encabeçando a relação, estarão aqueles companheiros que foram pegos com a boca na botija: Silvinho, Delúbio, o pobre diabo do Genoino, que não tem mais voto. Com uma absolvição no STF, o próprio Zé Dirceu estará abrindo a lista fechada do PT. O eleitor, comprado pelas bolsas dadas até para bandidos, escolherá o partido que está no poder, não o candidato. Os ratos ficarão todos iguais. Como em Cuba, onde não há renovação e os membros do partido se eternizam. Portanto, senhores parlamentares, olho vivo: se o PT apóia é porque tem algo de podre na proposta. Na lista fechada, não precisa nem pensar muito para perceber onde está a podridão.
 
DO B. DO CEL

BOM DIA CABRAL

Tenho uma nova paixão.
Chama-se: SÉRGIO CABRAL, o governador chorão do meu estado.
Cabral e sua política de segurança pública estão sendo desnudados.
O Rei Marqueteiro está ficando pelado.
Ainda chegaremos na Saúde. Nela, para usar o liguajar dos traficantes que estão mandando e desmandando na segurança pública de Cabral, o "bicho vai pegar".
Tenho este "pressentimento".
Costuno não errar com petralhas e Cabrálios.
Leiam a repoirtagem de Antônio Werneck no O Globo de hoje.

Grampo da PF revela que, antes da ocupação do São Carlos, policial civil recebeu ordem de quadrilha e transferiu armas para a Rocinha
Antônio Werneck - O Globo

RIO - No último dia 6, um domingo de muito sol e praia no Rio, forças de segurança estaduais e federais levaram menos de duas horas para ocupar, sem tiros, nove favelas do Complexo do São Carlos, no Estácio, e de Santa Teresa, com o objetivo de implantar três Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Mas foi uma movimentação inesperada, na madrugada do dia 2, que agitou os corredores da Polícia Federal do Rio, na Praça Mauá: um policial civil, que consta da folha de pagamento da quadrilha do traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, chefão da venda de drogas na Rocinha, foi acordado em casa por um telefonema e recebeu uma ordem. Ele precisava transportar armas escondidas no São Carlos para a Rocinha, revela reportagem de Antônio Werneck, publicada na edição deste domingo do GLOBO.

O telefonema foi interceptado por agentes federais que trabalhavam na Operação Guilhotina e também por policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da PF. Numa ponta da linha estava o traficante Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, chefe do tráfico no São Carlos e sócio de Nem. Com o anúncio do governo estadual de que o complexo no Estácio seria ocupado, Coelho fugiu para a Rocinha, supostamente sob escolta de policiais da banda podre. Mas chegou à favela de São Conrado sem suas armas, escondidas num paiol: 15 fuzis, uma quantidade não descoberta de pistolas e munição.

Segundo os agentes, o policial civil - que já estaria identificado - usou um carro da polícia descaracterizado para o transporte e, apesar do cerco da PF feito às pressas naquela madrugada, conseguiu seu objetivo: entregou as armas na Rocinha.

- Já cheguei - disse o policial ao traficante Coelho.

A Operação Guilhotina, desencadeada no dia 11 pela PF para o cumprimento de 45 mandados de prisão contra policiais civis e militares, começou em 2009, com o nome de Operação Paralelo 22, comandada pelos policiais federais de Macaé. Eles investigavam as ramificações da quadrilha do traficante Rogério Rios Mosqueira, o Roupinol, originário daquela cidade, e seu sócio Coelho, quando descobriram que os bandidos contavam com uma rede de colaboradores em delegacias e batalhões.

Em troca de gordas propinas mensais, os policiais avisavam aos traficantes quando haveria operações. Através de informações obtidas com os grampos feitos pela PF, há suspeita de que os traficantes mantinham informantes no Batalhão de Operações Especiais (Bope), em batalhões convencionais da PM e em delegacias especializadas da Polícia Civil.

Um dos mais graves vazamentos de informação sobre ações policiais ocorreu em setembro de 2009. Depois de localizar Roupinol na Favela da Rocinha, onde o criminoso vivia sob a proteção de Nem, um dos bandidos mais procurados pela polícia do Rio, os federais pediram a colaboração da Secretaria de Segurança e montaram uma incursão. Para traçar uma estratégia, uma equipe da cúpula da polícia do Rio se uniu aos agentes federais na secretaria.

A operação foi marcada, então, para a madrugada do dia 3 de setembro de 2009 - um dia antes, policiais do Bope conseguiram se infiltrar no morro e permanecer escondidos. Mas todo o sigilo não foi suficiente.
Durante a noite, os traficantes receberam uma mensagem de texto por celular, avisando sobre a operação.
Policiais federais que monitoravam os bandidos interceptaram o torpedo: "Amanhã tem opera aki do bope, q ta no mato. cecopol q pediu pra fazer opera; vai ser cedo".

Temendo pela segurança dos policiais do Bope, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, abortou o plano e retirou os PMs da Rocinha. Roupinol acabou sendo executado ano passado, numa operação da Polícia Civil, agora posta sob suspeita de queima de arquivo.

Confira a íntegra da reportagem no Globo Digital (somente para assinantes)


do b. comunidade gente decente

MAIS UMA PATIFARIA DE UM DESGOVERNO FASCISTA

MAIS UMA LENDA AMEAÇADA
Por Clóvis Rossi – 20/02/2011


Era uma vez a lenda da QUEDA DA DESIGUALDADE no Brasil, já desmontada. Agora, todo mundo sabe que o que caiu foi a DESIGUALDADE ENTRE SALÁRIOS, mas não entre a renda do capital e a do trabalho. E ESTA é a desigualdade de fato obscena. Muito bem. Agora, surgem dados que põem em dúvida até a queda tão celebrada da DESIGUALDADE ENTRE ASSALARIADOS. São dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), organismo oficial e bastante empenhado, de resto, na PROPAGANDA DO GOVERNO. O que diz o estudo? QUE O DESEMPREGO AUMENTOU ENTRE OS 10% MAIS POBRES NO PERÍODO 2005-2010. Exatamente o período em que tanta gente se ufanava de que a desigualdade diminuíra.

VEJAMOS A COMPARAÇÃO: em 2005, 23,1% da população mais pobre estava desempregada. No ano passado, esse número saltou para 33,3%. Já entre a parcela da população de maior poder aquisitivo, o desemprego diminuiu 57,1% nesses cinco anos. Caiu de 2,1% para 0,9%. MAIS: o desemprego entre os mais pobres, que era 11 VEZES MAIOR EM 2005, PULOU PARA 37 VEZES MAIS CINCO ANOS DEPOIS.  A notícia colhida nesta FOLHA acrescenta a palavra de técnicos do Ipea: "A taxa de desemprego, que tende a ser mais elevada entre os trabalhadores de menor rendimento, tornou-se ainda mais um elemento de maior desigualdade no mercado de trabalho". Se os mais pobres perdem emprego e, portanto, renda, e os mais ricos, ao contrário, obtêm mais empregos e, portanto, mais renda, COMO É POSSÍVEL QUE A DESIGUALDADE ENTRE ASSALARIADOS CAIA? Deve haver alguma boa explicação, dada a qualidade técnica dos ARAUTOS DA LENDA, mas seria conveniente que eles VIESSEM A PÚBLICO PARA EXPLICAR ESSA CONTRADIÇÃO APARENTEMENTE INSANÁVEL, em vez de silenciarem como o fazem quando se aponta a OUTRA LENDA.

Governo estuda anistiar sonegadores que mandaram bilhões para fora. Aqui dentro, persegue o agricultor e o pecuarista.


O Brasil, segundo informações publicadas na imprensa, possui U$ 60 bilhões depositados na Suiça. São contas secretas, não declaradas, fruto, obviamente, da sonegação, do mensalão, da corrupção, até  mesmo de crimes como o tráfico de drogas. Pois o governo Dilma estuda oferecer benefícios para que este dinheiro sujo seja trazido de volta para o Brasil. Não cobrar impostos, por exemplo. Ou seja: lavar oficialmente o dinheiro criminoso que está lá fora. Anistiar bandido! Agora vejam só. Uma das medidas propostas pelo novo Código Florestal é perdoar os agricultores e pecuaristas que, antes da vigência da legislação ambiental no país, tenham cometido alguma irregularidade que possa ser considerada, hoje, como crime ambiental. Criar um marco zero para desmatamento zero, que é outra medida constante no projeto. O PT, o PV e o verdismo financiado pelo agrobusiness americano e europeu, junto com as ongs internacionais, são contra. Querem punir. Querem reduzir a área plantada. Querem empurrar o agronegócio um passo atrás. Para os bandidos do colarinho branco, o governo Dilma estuda dar anistia. Para os agricultores e pecuaristas, que representam um terço do PIB e dos empregos no país, o ordem é criminalizar, punir, retaliar. É uma vergonha. É o governo cuspindo no prato que come, já que o agronegócio é o único superavitário na balança comercial.
 
DO C. NOTURNO

Bola murcha.


A entrada de Henrique Meirelles (PMDB) como Autoridade Pública Olímpica, comandando todo o investimento público da Rio 2016, unida com os escândalos denunciados hoje no Estadão, de desvios de dinheiro do programa Segundo Tempo pelos aparelhos estaduais do PCdoB,  indicam a primeira baixa no ministério de Dilma Rousseff: Orlando Tapioca Silva, ministro dos Esportes. Com uma bancada mixuruca de 15 deputados federais e 2 senadores, o partido não faz a mínima falta e ainda atrapalha o PT em várias cidades importantes, nas eleições de 2012. Assim sendo, Orlando Tapioca Silva ganha o primeiro Troféu Bola Murcha do ministério da Dilma.
 
DO B. DO CEL

Comunista não come criancinha, explora. Lembram deste post?


Em abril de 2009, o Coturno Noturno publicava um post  intitulado "Comunista não come criancinha, explora", fazendo uma denúncia grave e alertando para as irregularidades cometidas pelo Programa Segundo Tempo, em Santa Catarina. Leia aqui, em detalhes. O comunista que estava por trás de tudo virou candidato a senador, com uma campanha riquíssima. Agora vejam a denúncia do Estadão, publicada hoje. Finalmente, Orlando Tapioca Silva deve estar para cair.
DO COTURNO NOTURNO

Leia mais aqui, aqui e aqui.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Dilma, a Escolhida


 
A gauchinha Dilma Rousseff, que nasceu em Minas Gerais, certamente ficará muito PT da vida com seus “conterrâneos” da produtora Aeon Audiovisual, de Porto Alegre. Acaba de ser lançada no mundo livre da Internet a sequencia do desenho animado Republiqueta. O novo episódio é “Dilma, a Escolhida”. Antes de ver, já saiba. O final do filminho é altamente romântico.

Produzida por Priscila Velho, a animação fará a petralhada dar faniquitos durante 16 anos de governo. Diego Azeredo e Ronaldo Menardi dão um show de interpretação das vozes de personagens bem conhecidos da ficção política brazileira. A canção tema é composta e executada pela Tribrothers Band. Em resumo, “Dilma, a Escolhida” demorou, mas abalou.

O release de divulgação de “Dilma, a Escolhida” já dá uma pista sobre a qualidade da obra: “Depois de muitos atrasos, motim na equipe, combustão espontânea dos equipamentos, eventos de força maior (um maremoto de café sobre o computador) e do completo desaparecimento de um dos integrantes da produção, o novo episódio de REPUBLIQUETA finalmente está no ar. Atendendo a pedidos, o episódio também será lançado em pequenas partes. Assim, você pode escolher sua cena favorita, se divertir e continuar com a sua vida fingindo que nada daquilo lhe diz respeito”.

Confira o vídeo, dividido em suas partes:



DO BLOG DO WELBI

Ninguém aguenta mais traição na oposição.


O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), perdeu a quase unanimidade que havia em torno de sua permanência no cargo entre as bancadas tucanas no Congresso. Enquete feita pela Folha (que publica esta matéria) mostra que Guerra tem a preferência de 23 dos 53 deputados eleitos em outubro, mas 19 agora afirmam que é muito cedo para fechar com ele. Entre os dez senadores do PSDB, Guerra tem três apoios contra seis indefinidos. Um não quis opinar.

O quadro é bem diferente de três semanas atrás, quando 53 de 55 deputados tucanos, entre atuais e da legislatura passada, assinaram um abaixo-assinado em favor da manutenção do presidente. Guerra minimizou a perda de apoio. Disse ter mais votos em sua própria contabilidade e acreditar que os colegas não foram "explícitos". Ele afirmou que os congressistas podem ter recuados nos apoios públicos após o ex-governador José Serra (SP) passar a ser cotado para a presidência do partido. "A possibilidade de o Serra [se candidatar] faz com que as pessoas não arrumem confusão", disse Guerra. Um deputado do PSDB-SP que pediu anonimato também atribuiu a mudança à movimentação de Serra e disse que o ex-governador "está falando com todo mundo" sobre a candidatura. Serra tem evitado comentar publicamente o assunto.

Entre os deputados paulistas, só 3 de 13 optaram por Guerra. Aliado de Serra, o senador Aloysio Nunes (SP) preferiu dizer que é "muito cedo" para definir um nome e disse que calcular os apoios é "ruim para o partido". O deputado paulista Vaz de Lima, que também não quis fechar com um nome, disse que Serra pode ser o presidente. "Mais do que ninguém, ele incorpora o sentimento de oposição", disse. A única que deu apoio declarado ao candidato derrotado à Presidência foi Mara Gabrilli (SP): "Por incrível que pareça, acho Serra superagregador", disse.

Sob o comando do senador Aécio Neves, para quem Guerra é o "candidato natural", a bancada mineira está quase toda unida em torno do atual presidente: 7 de 8 deputados. Só Eduardo Barbosa não quis se pronunciar. A eleição do PSDB deve ocorrer em 29 de maio. Os congressistas titulares --mesmo quem está licenciado-- são uma parcela dos eleitores. Segundo o PSDB, votam ainda o Diretório Nacional, composto de mais de 200 nomes, delegados de todos os Estados e do DF e os suplentes que estiverem ocupando cargo no Congresso. 
DO BLOG COTURNO NOTURNO

Sessão Mensalão.



Caros leitores e leitoras:

Tendo em vista a intenção estarrecedora do PT de negar a existência do Mensalão, liderado pelo ex-presidente velhaco, pressionando o Supremo Tribunal Federal a absolver ou a deixar prescrever o maior crime político já cometido na história deste país, o Coturno Noturno vai publicar, diariamente, uma foto-legenda sobre os momentos mais marcantes do escândalo, para que ele não fique esquecido, à medida em que a data do julgamento se aproxima.

Para isso, o Blog pede a ajuda dos participantes, buscando estas fotos na internet e publicando os respectivos links na área de comentários.

Não vamos deixar que, agora, eles também roubem a verdade.
 
BLOG DO CEL