Depois de escolher e eleger sua sucessora, depois de, nas barbas da Justiça e dos representantes das nações estrangeiras, assumir ostensivamente a direção da campanha de sua candidata, exercendo um poder que nem a Constituição nem as leis lhe outorgavam, de resto, inconciliável com o caráter nacional de sua investidura, depois de se autodenominar “o povo”, “a opinião pública”, o presidente da República, às escâncaras, fez as vezes do cel. Chávez. E, para não deixar dúvidas, se autoconcedeu o diploma de haver realizado o maior e melhor governo do Brasil em todos os tempos.
A verdade é que os governos acertam e erram e por muitas razões, a primeira das quais é que os governantes são homens, e estes, ainda que cheios de louváveis propósitos, não são imunes ao erro; ora, em relação ao que está vivendo seus últimos dias, pode-se dizer o mesmo. Entre acertos tanto mais dignos de nota quando seu chefe, a despeito de sua clara inteligência, não é e nunca foi um scholar e nem pretendeu sê-lo, também incorreu em falhas lamentáveis por ação e omissão. De resto, ele tinha que pagar tributo ao maldito sistema presidencial; tendo sido eleito pela maioria do eleitorado, seu partido não chegou a eleger cem deputados, quando são 513 os membros da Câmara, nem 20 senadores, quando 81 são os membros da Câmara Alta; como seu saber, da experiência feito, sua habilidade e prática sindical, não teve dificuldade em obter maioria parlamentar e crescer em poder e influência, a ponto de, como erva-de-passarinho, à custa da oposição, a ponto de desequilibrar a equação política nacional; o Executivo se agigantou e seu titular fez o que quis, interna e externamente.
Ligando-se ao Irã para mostrar seu distanciamento de Washington, foi de um primarismo a lembrar a criança que reage pondo a língua de fora, quando não faltavam maneiras adequadas para marcar as diferenças.
O do escândalo do Complexo do Alemão, um território soberano encravado no território nacional, durante oito anos não foi visto pelo governo do “nunca antes”, e só rompeu o pacto da convivência silenciosa quando o morro iniciou a guerra civil abertamente.
De janeiro a agosto do ano em curso, navios que fazem escala no Brasil, juntos, parados, tiveram de esperar 78.873 horas, ou 3.286 dias, para atracar em portos nacionais, notando-se que cada dia parado custa ao barco coisa de US$ 25 mil; esses números indicam que, comparados com os do ano anterior, o aumento foi de 16%; ainda mais, esse fenômeno levou as cinco maiores empresas de navegação a 741 cancelamentos de escala, 62% superiores aos de 2009, no mesmo período. Por sua vez, para o atraso no embarque e desembarque de mercadorias, não são isentas de responsabilidades a descoordenação entre Agência Reguladora, Polícia Federal, Receita Federal e não sei mais o quê. A título de ilustração, só no porto de Santos, 120 navios ficaram fundeados simultaneamente por falta de alguma providência de terra. São fatos de inconcussa gravidade que, direta e indiretamente, atingem magnos interesses do país e de milhares de pessoas.
Muito teria a dizer a respeito, mas me falta espaço para mostrar que a majestática declaração presidencial parece decorrer de uma explosão de megalomania festejada por uma publicidade “nunca antes vista neste país”.
A majestática declaração parece decorrer de uma explosão de megalomania
ZERO HORA.
PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Memorial Lula 2014.
Entre as bobagens que Lula disse hoje, em café com os jornalistas chapa branca que cobrem o Planalto, é que pretende trabalhar na construção de um "memorial" que permita a todas as pessoas fazerem uma análise própria do que representaram seus oito anos de governo. "Eu pretendo fazer isso devagar. Nada apressado".Este imbecil é de uma pobreza de espírito sem precedentes. Primeiro, registra em cartório um monte de informações falsas sobre o seu governo. Agora informa que vai continuar trabalhando para alimentar o próprio mito. Lula não desiste de querer reescrever a história, naquela ânsia de tentar provar, por exemplo, que o mensalão não existiu, que a dívida pública não explodiu, que a média de investimentos do seu período foi tão pequena quanto a de FHC, entre tantas outros fatos. O que Lula entende por "memorial" é material para a campanha eleitoral de 2014, por mais que ele diga que a sua candidata será Dilma, a não ser caso "ela não querer ser". Como se o criador não fosse cobrar a fatura da criatura. No "memorial" do Lula, o olhar é para o futuro e não para o passado. Como ele mesmo disse: " eu pretendo fazer isso devagar. Nada apressado." Começou a fazer no dia em que escolheu a mamulenga como sucessora.
DO COTURNO NOTURNO.
DO COTURNO NOTURNO.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Lula e Sarney: Irmãos de alma
altLula: O sujeito mais sem caráter que já colocou os pés no Palácio do Planalto.
Mary Zaidan
Estamos entrando na última semana de 2010, ano que coroou de glórias o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas nem os sucessivos recordes de popularidade e o fenomenal feito de inventar e moldar sua sucessora fazem de Lula o maior vitorioso do ano. Há tempos, esse título pertence ao senador José Sarney, um ex-arqui-inimigo de Lula que se tornou “conselheiro” e “companheiro leal, correto”.
Sarney atravessou 2010 em céu de brigadeiro. Superou de vez o seu inferno astral. Safou-se das denúncias que chegaram a somar 11 processos na Comissão de Ética do Senado, todos arquivados sem análise de mérito ainda em 2009. Mesmo diante de fatos inequívocos, alguns com culpa assumida, como os atos secretos, as nomeações de parentes em escala geométrica, a composição salarial acima do teto e as irregularidades que acabaram por afundar a fundação que levava seu nome, Sarney continuou incólume.
Reelegeu sua filha ao governo do Maranhão, prorrogando por mais quatro anos o domínio absoluto que tem sobre um dos mais atrasados estados do país, 26º colocado no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU. E ainda driblou os reveses de seus aliados no Amapá, quando a Operação Mãos Limpa desvendou podres do ex-secretário de Justiça e Segurança Pública, Aldo Alves Ferreira, e prendeu o ex-governador Waldez Góes.
Mais do que isso. Sem qualquer alarde, provou quem de verdade tem o poder de mando.
Emplacou sem qualquer dificuldade dois ministros no governo Dilma. Edison Lobão nas Minas e Energia e, no Turismo, o deputado octogenário Pedro Novais, que enfiou nas contas da Câmara gastos feitos em uma farra coletiva em um motel próximo à capital maranhense. Uma história que até seria cômica se não fosse financiada com o dinheiro do contribuinte.
De quebra, Sarney conseguiu ainda afastar seu maior rival na disputa por um novo mandato como presidente do Senado, despachando Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) para o pepinoso Ministério da Previdência. E, ao que tudo indica, não perderá um milímetro sequer de espaço nas estatais que já domina, em especial no setor elétrico. Terá braços no BNDES, uma coisinha ali na Caixa, outra no Banco do Brasil e, com certeza, na Telebrás ressuscitada e na novíssima estatal do pré-sal.
Neste ano de ouro, Sarney nem precisava de tantos mimos adicionais de Lula, alguns de tal monta que o dono do Maranhão jamais imaginou receber. Lula, que recomendou um psiquiatra para o repórter que lhe perguntara sobre agrados à oligarquia Sarney, não cansa de babar-se em elogios. Chegou a chamar Sarney de “irmão de alma”.
Embora muito longe dos ditos de 1987 – “Adhemar de Barros e Maluf podem ser ladrão (sic), mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da Nova República, perto dos assaltos que ele faz”; “Sarney é um impostor que chegou à presidência assaltando o poder”-, Lula tem mesmo laços cada vez mais fraternos com aquele que chamava de ladrão. E ambos fiaram-se neles para se proteger de denúncias que expunham ao público suas malversações.
Mas se hoje essa parece uma irmandade proveitosa, é certo que Sarney colherá mais vantagens dela, pois pouco ou quase nada tem a perder para a história. Já Lula cravou no peito uma mácula sem volta: aliou-se ao atraso, ao que há de pior no país. Fez o “ladrão” de “ irmão”.
Mary Zaidan
Estamos entrando na última semana de 2010, ano que coroou de glórias o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas nem os sucessivos recordes de popularidade e o fenomenal feito de inventar e moldar sua sucessora fazem de Lula o maior vitorioso do ano. Há tempos, esse título pertence ao senador José Sarney, um ex-arqui-inimigo de Lula que se tornou “conselheiro” e “companheiro leal, correto”.
Sarney atravessou 2010 em céu de brigadeiro. Superou de vez o seu inferno astral. Safou-se das denúncias que chegaram a somar 11 processos na Comissão de Ética do Senado, todos arquivados sem análise de mérito ainda em 2009. Mesmo diante de fatos inequívocos, alguns com culpa assumida, como os atos secretos, as nomeações de parentes em escala geométrica, a composição salarial acima do teto e as irregularidades que acabaram por afundar a fundação que levava seu nome, Sarney continuou incólume.
Reelegeu sua filha ao governo do Maranhão, prorrogando por mais quatro anos o domínio absoluto que tem sobre um dos mais atrasados estados do país, 26º colocado no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU. E ainda driblou os reveses de seus aliados no Amapá, quando a Operação Mãos Limpa desvendou podres do ex-secretário de Justiça e Segurança Pública, Aldo Alves Ferreira, e prendeu o ex-governador Waldez Góes.
Mais do que isso. Sem qualquer alarde, provou quem de verdade tem o poder de mando.
Emplacou sem qualquer dificuldade dois ministros no governo Dilma. Edison Lobão nas Minas e Energia e, no Turismo, o deputado octogenário Pedro Novais, que enfiou nas contas da Câmara gastos feitos em uma farra coletiva em um motel próximo à capital maranhense. Uma história que até seria cômica se não fosse financiada com o dinheiro do contribuinte.
De quebra, Sarney conseguiu ainda afastar seu maior rival na disputa por um novo mandato como presidente do Senado, despachando Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) para o pepinoso Ministério da Previdência. E, ao que tudo indica, não perderá um milímetro sequer de espaço nas estatais que já domina, em especial no setor elétrico. Terá braços no BNDES, uma coisinha ali na Caixa, outra no Banco do Brasil e, com certeza, na Telebrás ressuscitada e na novíssima estatal do pré-sal.
Neste ano de ouro, Sarney nem precisava de tantos mimos adicionais de Lula, alguns de tal monta que o dono do Maranhão jamais imaginou receber. Lula, que recomendou um psiquiatra para o repórter que lhe perguntara sobre agrados à oligarquia Sarney, não cansa de babar-se em elogios. Chegou a chamar Sarney de “irmão de alma”.
Embora muito longe dos ditos de 1987 – “Adhemar de Barros e Maluf podem ser ladrão (sic), mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da Nova República, perto dos assaltos que ele faz”; “Sarney é um impostor que chegou à presidência assaltando o poder”-, Lula tem mesmo laços cada vez mais fraternos com aquele que chamava de ladrão. E ambos fiaram-se neles para se proteger de denúncias que expunham ao público suas malversações.
Mas se hoje essa parece uma irmandade proveitosa, é certo que Sarney colherá mais vantagens dela, pois pouco ou quase nada tem a perder para a história. Já Lula cravou no peito uma mácula sem volta: aliou-se ao atraso, ao que há de pior no país. Fez o “ladrão” de “ irmão”.
sábado, 25 de dezembro de 2010
Uma presidenta descartável.
Sábado, Dezembro 25, 2010
De Guilherme Fiuza, na revista Época:
Dilma, o contratempo
Deu tudo certo no Plano Dilma, com exceção de uma palavra que anda incomodando seus artífices: Dilma.A prorrogação da DisneyLula em direção ao infinito está funcionando bem. A vitória eleitoral relativamente fácil renovou o oxigênio dessa formidável máquina de ocupação do Estado pelo exército de companheiros. O PT e seus sócios de vida fácil estão, porém, apreensivos com o futuro do paraíso estatal sem a mística do filho do Brasil. Inventar Dilma e colocá-la na Presidência foi uma jogada de mestre. O único inconveniente é que agora ela vai ter que governar. Serão quatro anos de exaustiva ginástica para não desmanchar o fetiche do Padre Cícero do ABC. Esse contratempo vinha sendo bem dissimulado nos três anos que Dilma passou em campanha eleitoral. Agora o PT rasgou a fantasia.
O porta-voz da sinceridade foi o escudeiro Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula, escalado para manter a encarnação do chefe no palácio – agora como secretário-geral da presidenta. Perguntado sobre a possibilidade da volta de Lula ao posto em 2014, ele mandou às favas o teatro em torno do primeiro governo feminino do Brasil: “Num cenário de a Dilma fazer um governo bom, é evidente que ela vai à reeleição. Se houver dificuldades e ele (Lula) for a solução para a gente ter uma vitória, ele pode voltar.” É comovente o acesso de franqueza. Até os eufemismos habituais sobre um novo governo promissor, ou mesmo as evasivas sobre a impossibilidade de prever o futuro, sumiram de cena. Sem meias-palavras, o porta-voz do messias já fala abertamente em sua volta, mediante a hipótese de Dilma fazer besteira.
É antropologicamente interessante ver o discurso do triunfalismo feminista girar 180 graus para o pragmatismo fisiológico. Nunca é tarde para se dizer a verdade. Antes mesmo de largar o osso, Lula é lançado candidato para 2014 pelos companheiros que já cogitam as “dificuldades” do governo Dilma.O país assistirá a uma batalha interessante daqui para frente: a luta do fisiologismo contra o fisiologismo do B. Como é voraz, essa nova elite nacional.
De Guilherme Fiuza, na revista Época:
Dilma, o contratempo
Deu tudo certo no Plano Dilma, com exceção de uma palavra que anda incomodando seus artífices: Dilma.A prorrogação da DisneyLula em direção ao infinito está funcionando bem. A vitória eleitoral relativamente fácil renovou o oxigênio dessa formidável máquina de ocupação do Estado pelo exército de companheiros. O PT e seus sócios de vida fácil estão, porém, apreensivos com o futuro do paraíso estatal sem a mística do filho do Brasil. Inventar Dilma e colocá-la na Presidência foi uma jogada de mestre. O único inconveniente é que agora ela vai ter que governar. Serão quatro anos de exaustiva ginástica para não desmanchar o fetiche do Padre Cícero do ABC. Esse contratempo vinha sendo bem dissimulado nos três anos que Dilma passou em campanha eleitoral. Agora o PT rasgou a fantasia.
O porta-voz da sinceridade foi o escudeiro Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula, escalado para manter a encarnação do chefe no palácio – agora como secretário-geral da presidenta. Perguntado sobre a possibilidade da volta de Lula ao posto em 2014, ele mandou às favas o teatro em torno do primeiro governo feminino do Brasil: “Num cenário de a Dilma fazer um governo bom, é evidente que ela vai à reeleição. Se houver dificuldades e ele (Lula) for a solução para a gente ter uma vitória, ele pode voltar.” É comovente o acesso de franqueza. Até os eufemismos habituais sobre um novo governo promissor, ou mesmo as evasivas sobre a impossibilidade de prever o futuro, sumiram de cena. Sem meias-palavras, o porta-voz do messias já fala abertamente em sua volta, mediante a hipótese de Dilma fazer besteira.
É antropologicamente interessante ver o discurso do triunfalismo feminista girar 180 graus para o pragmatismo fisiológico. Nunca é tarde para se dizer a verdade. Antes mesmo de largar o osso, Lula é lançado candidato para 2014 pelos companheiros que já cogitam as “dificuldades” do governo Dilma.O país assistirá a uma batalha interessante daqui para frente: a luta do fisiologismo contra o fisiologismo do B. Como é voraz, essa nova elite nacional.
EM 2011, NÃO SE ESQUEÇAM DISTO....
sábado, 25 de dezembro de 2010
Apenas 41% dos eleitores votaram em Dilma Rousseff. Entre brancos, nulos, abstenções e votos em José Serra, no segundo turno, 59% dos brasileiros não escolheram a candidata de Lula. Este número é 15 vezes maior do que os ditos 4% que acham o governo petista ruim ou péssimo. Ou apenas a metade daqueles que aprovam Lula e seu governo.
As eleições de 2010 foram uma grande farsa, a começar pela indicação, pela máquina da ditadura lulista, que comprou votos e apoios, de uma presidente sem a mínima expressão e sem nenhuma credencial para o cargo.
Nunca se torrou tanto dinheiro para eleger alguém. Nunca um ditador civil violou tanto o Código Eleitoral. As eleições de 2010 lembram aquela eleição indireta que elegeu Tancredo Neves. Em 1985, o mineiro venceu Maluf por 480 a 180 no colégio eleitoral, tendo como vice José Sarney que, com a sua morte, viria a ocupar a presidência. Tancredo havia formado um enorme arco de alianças, assim como Lula fez agora. Vejam que, em 2010, o mesmo PMDB viabilizou Dilma Rousseff para Lula. Ao lado dela, estava o segmento mais podre e corrupto da política brasileira. Hoje, nem mesmo Maluf é inimigo, muito antes pelo contrário, é um dos mais simbólicos aliados.
E Aécio Neves, neto de Tancredo, foi um dos que, na calada da noite, ajudaram a botar Dilma Rousseff no Planalto. Para a história se repetir com os mesmos personagens ou por meio das suas crias, só falta a presidente morrer de doença e o vice assumir o seu lugar.Não dá para saber o que seria pior para o Brasil.BLOG COTURNO NOTURNO
Apenas 41% dos eleitores votaram em Dilma Rousseff. Entre brancos, nulos, abstenções e votos em José Serra, no segundo turno, 59% dos brasileiros não escolheram a candidata de Lula. Este número é 15 vezes maior do que os ditos 4% que acham o governo petista ruim ou péssimo. Ou apenas a metade daqueles que aprovam Lula e seu governo.
As eleições de 2010 foram uma grande farsa, a começar pela indicação, pela máquina da ditadura lulista, que comprou votos e apoios, de uma presidente sem a mínima expressão e sem nenhuma credencial para o cargo.
Nunca se torrou tanto dinheiro para eleger alguém. Nunca um ditador civil violou tanto o Código Eleitoral. As eleições de 2010 lembram aquela eleição indireta que elegeu Tancredo Neves. Em 1985, o mineiro venceu Maluf por 480 a 180 no colégio eleitoral, tendo como vice José Sarney que, com a sua morte, viria a ocupar a presidência. Tancredo havia formado um enorme arco de alianças, assim como Lula fez agora. Vejam que, em 2010, o mesmo PMDB viabilizou Dilma Rousseff para Lula. Ao lado dela, estava o segmento mais podre e corrupto da política brasileira. Hoje, nem mesmo Maluf é inimigo, muito antes pelo contrário, é um dos mais simbólicos aliados.
E Aécio Neves, neto de Tancredo, foi um dos que, na calada da noite, ajudaram a botar Dilma Rousseff no Planalto. Para a história se repetir com os mesmos personagens ou por meio das suas crias, só falta a presidente morrer de doença e o vice assumir o seu lugar.Não dá para saber o que seria pior para o Brasil.BLOG COTURNO NOTURNO
No último ano de Lula, alimentos subirão 12% e o salário minimo somente 6%.
Sábado, Dezembro 25, 2010
Como o PIB cresceu apenas 0,2% em 2009, o salário minimo para 2011 será corrigido apenas pela inflação oficial e alguns trocados a mais. Com isso, vai subir R$ 30, de R$ 510 para R$ 540. No entanto, a inflação dos alimentos, que é aquela que pega em cheio os mais pobres, já está em 9,59% até novembro, segundo o IBGE, devendo chegar muito próximo ou até ultrapassar os 12%. Ou seja: a comida vai subir o dobro do salário mínimo. Por que o eleitor não vê esta informação no Jornal Nacional? Porque a oposição não promove atos públicos para gerar notícias e não contrapõe a informação oficial com dados contundentes. Como este.
COMENTO: PRESENTE DE NATAL, OTIMA NOTICIA COMO SEMPRE, ELE DAR O OURO AOS BANDIDOS E NÓS OS MOCINHOS, SÓ TRABALHAMOS PARA PAGAR AS MORDOMIAS DELES, OH! DEUS ATÉ QUANDO SUPORTAREMOS TAMANHA VERGONHA.
Como o PIB cresceu apenas 0,2% em 2009, o salário minimo para 2011 será corrigido apenas pela inflação oficial e alguns trocados a mais. Com isso, vai subir R$ 30, de R$ 510 para R$ 540. No entanto, a inflação dos alimentos, que é aquela que pega em cheio os mais pobres, já está em 9,59% até novembro, segundo o IBGE, devendo chegar muito próximo ou até ultrapassar os 12%. Ou seja: a comida vai subir o dobro do salário mínimo. Por que o eleitor não vê esta informação no Jornal Nacional? Porque a oposição não promove atos públicos para gerar notícias e não contrapõe a informação oficial com dados contundentes. Como este.
COMENTO: PRESENTE DE NATAL, OTIMA NOTICIA COMO SEMPRE, ELE DAR O OURO AOS BANDIDOS E NÓS OS MOCINHOS, SÓ TRABALHAMOS PARA PAGAR AS MORDOMIAS DELES, OH! DEUS ATÉ QUANDO SUPORTAREMOS TAMANHA VERGONHA.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
O Congresso Nacional está ‘cheio de trambiqueiros’
24/12/2010 às 8:56
JULIO CÉSAR CARDOSO*
Infelizmente, o eleitor brasileiro é o principal responsável pelo baixo nível de seriedade parlamentar porque vota em qualquer um. E o resultado negativo, todos conhecem: Congresso Nacional conspurcado de imorais e incompetentes políticos (Sarney, Maluf, Jáder Barbalho etc.); de fichas sujas; de cabideiros de emprego; de oportunistas em busca das glórias do poder; de fisiologistas; de trambiqueiros travestidos de colarinho branco, dando prejuízos a esta nação de fortes contrastes sociais. Por outro lado, São Paulo ainda peca ao eleger, com quase 500 mil votos, Paulo Maluf, e o oportunista Tiririca, com votação expressiva, cujo “palhaço” deve ser mais honesto que a maioria dos atuais congressistas.
Este país padece por não ter um Parlamento sério. Quanto se gasta em vão para manter a despesa (pública) política, que seria mais bem empregada se fosse aplicada no social? Ser político no Brasil é uma grande dádiva caída do céu. É um bilhete premiado. Quem entra não quer mais sair: médico, advogado, empresário, funcionário público (em desvio de função) etc. Tiririca disse, com a sabedoria de sua irônica ingenuidade, que teve muita sorte em entrar para a política. E indagado acerca do seu primeiro projeto (político), ele foi autêntico: comprar um apartamento.
Para manter os gastos públicos, da máquina “brasiliana” do Planalto, o Brasil tem hoje uma dívida interna que oscila na faixa de 1,600 trilhão de reais. Há parlamentar que não sabe o que isto representa de endividamento público. Se realmente soubesse, não estaria aplaudindo os reajustes imorais dos parlamentares, ministros de Estado, vice e presidente da República, com reflexo nos aumentos em cascata dos poderes políticos estaduais e municipais.
Nenhum trabalhador brasileiro pode concordar com essa orgia salarial, arbitrada pelos senhores congressistas, ou seja, elevando o nível salarial da grande elite política a R$26.723,13, pago pelos contribuintes com reajustes que variam entre 61,83%, 133,96%, 148,63%. Os senhores parlamentares não têm vergonha dos contribuintes nacionais, dos miseráveis sem teto, dos desempregados etc.?
O Congresso Nacional deveria rever o seu conceito de políticas públicas com os gastos de seus políticos. O exemplo de moralidade vem da Suécia. Lá não existe o esbanjamento do dinheiro público. Lá existe, sim, respeito ao dinheiro do contribuinte.
COMENTO:
PASSEI DUAS ELEIÇÕES SEM VOTAR PARA DEP.FEDERAL E SENADOR, ARRISQUEI ESTE ANO PENSANDO QUE O FICHA LIMPA IRIA FUNCIONAR, INFELISMENTE O JUDICIARIO ESTA CONTAMINADO PELA PODRIDÃO DO EXECUTIVO E LEGISLATIVO, ESTAMOS VIVENDO UMA BAGUNÇA TOTAL ONDE TUDO É POSSIVEL PARA OS CHEFÕES, NÓS SERVIMOS APENAS PARA SUSTENTAR ESTA POCILGA QUE AÍ ESTÁ, QUE DEUS TENHA PIEDADE DO BRASIL.
JULIO CÉSAR CARDOSO*
Infelizmente, o eleitor brasileiro é o principal responsável pelo baixo nível de seriedade parlamentar porque vota em qualquer um. E o resultado negativo, todos conhecem: Congresso Nacional conspurcado de imorais e incompetentes políticos (Sarney, Maluf, Jáder Barbalho etc.); de fichas sujas; de cabideiros de emprego; de oportunistas em busca das glórias do poder; de fisiologistas; de trambiqueiros travestidos de colarinho branco, dando prejuízos a esta nação de fortes contrastes sociais. Por outro lado, São Paulo ainda peca ao eleger, com quase 500 mil votos, Paulo Maluf, e o oportunista Tiririca, com votação expressiva, cujo “palhaço” deve ser mais honesto que a maioria dos atuais congressistas.
Este país padece por não ter um Parlamento sério. Quanto se gasta em vão para manter a despesa (pública) política, que seria mais bem empregada se fosse aplicada no social? Ser político no Brasil é uma grande dádiva caída do céu. É um bilhete premiado. Quem entra não quer mais sair: médico, advogado, empresário, funcionário público (em desvio de função) etc. Tiririca disse, com a sabedoria de sua irônica ingenuidade, que teve muita sorte em entrar para a política. E indagado acerca do seu primeiro projeto (político), ele foi autêntico: comprar um apartamento.
Para manter os gastos públicos, da máquina “brasiliana” do Planalto, o Brasil tem hoje uma dívida interna que oscila na faixa de 1,600 trilhão de reais. Há parlamentar que não sabe o que isto representa de endividamento público. Se realmente soubesse, não estaria aplaudindo os reajustes imorais dos parlamentares, ministros de Estado, vice e presidente da República, com reflexo nos aumentos em cascata dos poderes políticos estaduais e municipais.
Nenhum trabalhador brasileiro pode concordar com essa orgia salarial, arbitrada pelos senhores congressistas, ou seja, elevando o nível salarial da grande elite política a R$26.723,13, pago pelos contribuintes com reajustes que variam entre 61,83%, 133,96%, 148,63%. Os senhores parlamentares não têm vergonha dos contribuintes nacionais, dos miseráveis sem teto, dos desempregados etc.?
O Congresso Nacional deveria rever o seu conceito de políticas públicas com os gastos de seus políticos. O exemplo de moralidade vem da Suécia. Lá não existe o esbanjamento do dinheiro público. Lá existe, sim, respeito ao dinheiro do contribuinte.
COMENTO:
PASSEI DUAS ELEIÇÕES SEM VOTAR PARA DEP.FEDERAL E SENADOR, ARRISQUEI ESTE ANO PENSANDO QUE O FICHA LIMPA IRIA FUNCIONAR, INFELISMENTE O JUDICIARIO ESTA CONTAMINADO PELA PODRIDÃO DO EXECUTIVO E LEGISLATIVO, ESTAMOS VIVENDO UMA BAGUNÇA TOTAL ONDE TUDO É POSSIVEL PARA OS CHEFÕES, NÓS SERVIMOS APENAS PARA SUSTENTAR ESTA POCILGA QUE AÍ ESTÁ, QUE DEUS TENHA PIEDADE DO BRASIL.
Em despedida, Lula infla dados do governo na TV
Presidente diz que mínimo subiu 67%, quando na verdade alta foi de 53,5%
Em fala de 11 minutos em rede nacional, petista diz que criou 14 universidades federais, mas apenas 5 são novas
No seu último e mais longo pronunciamento em rede nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se despediu dos brasileiros elencando uma série de dados inflados sobre a sua gestão.
O discurso, de 11 minutos, foi ao ar ontem às 20h. Nele, o petista afirma que o salário mínimo no seu governo teve ganho real de 67%, cifra mais modesta do que os 74% citados pela presidente eleita Dilma Rousseff durante a campanha para o Planalto, mas também enganosa.
De 2003 a 2010, o mínimo teve oito reajustes, que ao todo chegaram a 53,5% acima da inflação acumulada.
Na campanha de 2002, Lula havia prometido duplicar o poder de compra do mínimo em quatro anos.
Ao falar sobre educação, o presidente também citou dados distorcidos sobre o Orçamento, afirmando que o gasto na área triplicou. Para chegar a esse resultado, o presidente ignorou a inflação acumulada no período.
O presidente também repetiu discurso propalado pelo Ministério da Educação segundo o qual foram criadas 14 universidades federais em seu governo. Dessas, apenas cinco são de fato novas. As demais são resultado de ampliação, fusão ou desmembramento de instituições de ensino que já existiam.
Ao falar sobre pobreza, o presidente disse ter promovido "a maior ascensão social de todos os tempos".
Não há estatísticas que compreendam períodos mais remotos, mas estudo de Sonia Rocha publicado em 2000 pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) calculou que a proporção de pobres na década de 1970 caiu praticamente à metade, de 68,3% para 35,3%.
Com outra metodologia, o pesquisador Marcelo Néri, da FGV, estimou a queda da participação das classes D e E na população de 55% em 2003 para 39% em 2009.
"ONDA DE FRACASSO"
Além de elencar feitos do governo, Lula afirmou que os brasileiros conseguiram afugentar "a onda de fracasso que pairava sobre o país".
"Se governamos bem foi, principalmente, porque conseguimos nos livrar da maldição elitista que fazia com que os dirigentes políticos deste grande país governassem apenas para um terço da população", afirmou, criticando seus antecessores.
Lula também pediu que os brasileiros apoiem Dilma como o apoiaram e que não perguntem sobre o futuro dele. Em tom emocional, diz que vai viver "a vida das ruas".
O pronunciamento foi gravado na segunda-feira na biblioteca do Palácio da Alvorada. A fala foi escrita pelo publicitário João Santana, que fez a campanha de Dilma, e revisada pelo ministro Franklin Martins (Comunicação) e pelo próprio Lula, que também deram sugestões.
Fonte: ANGELA PINHO e GUSTAVO PATU - Folha de São Paulo
Em fala de 11 minutos em rede nacional, petista diz que criou 14 universidades federais, mas apenas 5 são novas
No seu último e mais longo pronunciamento em rede nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se despediu dos brasileiros elencando uma série de dados inflados sobre a sua gestão.
O discurso, de 11 minutos, foi ao ar ontem às 20h. Nele, o petista afirma que o salário mínimo no seu governo teve ganho real de 67%, cifra mais modesta do que os 74% citados pela presidente eleita Dilma Rousseff durante a campanha para o Planalto, mas também enganosa.
De 2003 a 2010, o mínimo teve oito reajustes, que ao todo chegaram a 53,5% acima da inflação acumulada.
Na campanha de 2002, Lula havia prometido duplicar o poder de compra do mínimo em quatro anos.
Ao falar sobre educação, o presidente também citou dados distorcidos sobre o Orçamento, afirmando que o gasto na área triplicou. Para chegar a esse resultado, o presidente ignorou a inflação acumulada no período.
O presidente também repetiu discurso propalado pelo Ministério da Educação segundo o qual foram criadas 14 universidades federais em seu governo. Dessas, apenas cinco são de fato novas. As demais são resultado de ampliação, fusão ou desmembramento de instituições de ensino que já existiam.
Ao falar sobre pobreza, o presidente disse ter promovido "a maior ascensão social de todos os tempos".
Não há estatísticas que compreendam períodos mais remotos, mas estudo de Sonia Rocha publicado em 2000 pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) calculou que a proporção de pobres na década de 1970 caiu praticamente à metade, de 68,3% para 35,3%.
Com outra metodologia, o pesquisador Marcelo Néri, da FGV, estimou a queda da participação das classes D e E na população de 55% em 2003 para 39% em 2009.
"ONDA DE FRACASSO"
Além de elencar feitos do governo, Lula afirmou que os brasileiros conseguiram afugentar "a onda de fracasso que pairava sobre o país".
"Se governamos bem foi, principalmente, porque conseguimos nos livrar da maldição elitista que fazia com que os dirigentes políticos deste grande país governassem apenas para um terço da população", afirmou, criticando seus antecessores.
Lula também pediu que os brasileiros apoiem Dilma como o apoiaram e que não perguntem sobre o futuro dele. Em tom emocional, diz que vai viver "a vida das ruas".
O pronunciamento foi gravado na segunda-feira na biblioteca do Palácio da Alvorada. A fala foi escrita pelo publicitário João Santana, que fez a campanha de Dilma, e revisada pelo ministro Franklin Martins (Comunicação) e pelo próprio Lula, que também deram sugestões.
Fonte: ANGELA PINHO e GUSTAVO PATU - Folha de São Paulo
Em um paizinho desavergonhado como foi transformado esse Brasil petralha, nada mais natural do que esse episódio em que o deputado Pedro Novais (PMDB-MA), recém indicado por Dilma Rousseff para o Ministério do Turismo, foi flagrado em uma auditória da Câmara Federal, por haver incluído um recibo de motel entre as Notas Fiscais usadas na prestação de contas de junho, para justificar o uso de verbas destinadas à atividade parlamentar.
Pedrinho não é o primeiro, e, infelizmente, não será o último dos parlamentares brasileiros "pegos com a boca na botija", usando dinheiro público para financiar suas atividades particulares, inclusive aquelas mais indecentes.
Talvez seja por isso que alguns acreditam que o real objetivo de muitos parlamentares, ao partir em defesa da legalização da atividade das prostitutas, tornando-as profissionais do sexo, estaria por conta de permitir que as "meninas" possam fornecer recibos "prestação de serviço", permitindo que Suas Excelências, todas as vezes que saírem para a "raparigagem", possam jogar o custo da farra para a "conta da viúva".
Na verdade, a maior curiosidade em relação a esse episódio protagonizado pelo deputado Pedro Novais, é saber o que ocorreu naquela "alcova", posto que a justificativa "oficial", segundo a qual teria alugado a suíte mais cara de um luxuoso motel de São Luiz-MA, para promover uma "festinha", deixa margens para especulações, inclusive sobre que políticos maranhenses teriam participado dessa "bacanal da terceira idade", custeada pelos cofres públicos. Será que cúpula local do PMDB estava presente?
Júlio Ferreira
comentário
Em qualquer país sério do mundo e com uma Justiça que justifique esse nome esse canalha já teria perdido o Ministério entre outras implicações de caráter legal.
Como nosso país é comandado por um covil de bandidos não vai acontecer nada com o cafajeste que paga motel como o dinheiro do contribuinte.
TÍTULO DE ELEITOR = TÍTULO DE OTÁRIO
geraldo almendra
DO BLOG GRAÇA NO PAIS DAS MARAVILHAS
Pedrinho não é o primeiro, e, infelizmente, não será o último dos parlamentares brasileiros "pegos com a boca na botija", usando dinheiro público para financiar suas atividades particulares, inclusive aquelas mais indecentes.
Talvez seja por isso que alguns acreditam que o real objetivo de muitos parlamentares, ao partir em defesa da legalização da atividade das prostitutas, tornando-as profissionais do sexo, estaria por conta de permitir que as "meninas" possam fornecer recibos "prestação de serviço", permitindo que Suas Excelências, todas as vezes que saírem para a "raparigagem", possam jogar o custo da farra para a "conta da viúva".
Na verdade, a maior curiosidade em relação a esse episódio protagonizado pelo deputado Pedro Novais, é saber o que ocorreu naquela "alcova", posto que a justificativa "oficial", segundo a qual teria alugado a suíte mais cara de um luxuoso motel de São Luiz-MA, para promover uma "festinha", deixa margens para especulações, inclusive sobre que políticos maranhenses teriam participado dessa "bacanal da terceira idade", custeada pelos cofres públicos. Será que cúpula local do PMDB estava presente?
Júlio Ferreira
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Em qualquer país sério do mundo e com uma Justiça que justifique esse nome esse canalha já teria perdido o Ministério entre outras implicações de caráter legal.
Como nosso país é comandado por um covil de bandidos não vai acontecer nada com o cafajeste que paga motel como o dinheiro do contribuinte.
TÍTULO DE ELEITOR = TÍTULO DE OTÁRIO
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
]]Eis o por quê da expressão:
'deixar o cachorro passar e implicar com a pulga'
Isso foi exibido em todos os telejornais noturnos na quinta feira.
Paulo, 28 anos, casado com Sônia, grávida de 04 meses, desempregado há dois meses, sem ter o que comer em casa foi ao rio Piratuaba-SP a 5km de sua casa pescar para ter uma 'misturinha' com o arroz e feijão, pegou 900gr de lambari, e sem saber que era proibido a pesca, foi detido por dois dias, levou umas porradas. Um amigo pagou a fiança de R$ 280,00 para liberá-lo e terá que pagar ainda uma multa ao IBAMA de R$ 724,00. A sua mulher Sônia grávida de 04 meses, sem saber o que aconteceu com o marido que supostamente sumiu, ficou nervosa e passou mal, foi para o hospital e teve aborto espontâneo. Ao sair da detenção, Ailton recebe a noticia de que sua esposa estava no hospital e perdeu seu filho, pelos míseros peixes que ficaram apodrecendo no lixo da delegacia.
Quem poderá devolver o filho de Sônia e Paulo?
Henri Philippe Reichstul, de origem estrangeira, Presidente da PETROBRAS.
Responsável pelo derramamento de 1 milhão e 300 mil litros de óleo na Baía da Guanabara. Matando milhares de peixes e pássaros marinhos. Responsável, também, pelo derramamento de cerca de 4 milhões de litros de óleo no Rio Iguaçu, destruindo a flora e fauna e comprometendo o abastecimento de água em várias cidades da região. Crime contra a natureza, inafiançável.
Encontra-se em liberdade. Pode ser visto jantando nos melhores restaurantes do Rio e de Brasília.
Esta é uma campanha em favor da VERGONHA NA CARA.
Eu já divulguei, e você? Faça sua parte, não demora em nada.
BLOG GRAÇA NO PAIS DAS MARAVILHAS
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
]]Eis o por quê da expressão:
'deixar o cachorro passar e implicar com a pulga'
Isso foi exibido em todos os telejornais noturnos na quinta feira.
Paulo, 28 anos, casado com Sônia, grávida de 04 meses, desempregado há dois meses, sem ter o que comer em casa foi ao rio Piratuaba-SP a 5km de sua casa pescar para ter uma 'misturinha' com o arroz e feijão, pegou 900gr de lambari, e sem saber que era proibido a pesca, foi detido por dois dias, levou umas porradas. Um amigo pagou a fiança de R$ 280,00 para liberá-lo e terá que pagar ainda uma multa ao IBAMA de R$ 724,00. A sua mulher Sônia grávida de 04 meses, sem saber o que aconteceu com o marido que supostamente sumiu, ficou nervosa e passou mal, foi para o hospital e teve aborto espontâneo. Ao sair da detenção, Ailton recebe a noticia de que sua esposa estava no hospital e perdeu seu filho, pelos míseros peixes que ficaram apodrecendo no lixo da delegacia.
Quem poderá devolver o filho de Sônia e Paulo?
Henri Philippe Reichstul, de origem estrangeira, Presidente da PETROBRAS.
Responsável pelo derramamento de 1 milhão e 300 mil litros de óleo na Baía da Guanabara. Matando milhares de peixes e pássaros marinhos. Responsável, também, pelo derramamento de cerca de 4 milhões de litros de óleo no Rio Iguaçu, destruindo a flora e fauna e comprometendo o abastecimento de água em várias cidades da região. Crime contra a natureza, inafiançável.
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