sábado, 6 de setembro de 2014

Reynaldo-BH: ‘Paulinho de Lula entendeu que o PT só defende os seus’

REYNALDO ROCHA
Não é a dureza da pena que incentiva o criminoso. É a certeza da impunidade. Este segundo mensalão é a prova disso. Tem a mesma raiz do outro: um projeto de poder ancorado na corrupção desenfreada.

Graças aos votos de ministros do STF coniventes com o crime, a condenação dos mensaleiros acabou reforçando a sensação de impunidade. São BANDIDOS soltos, ou em prisão domiciliar, ou frequentando a prisão somente à noite e em fins de semana. TODOS eles. Exceto Marcos Valério, o carequinha idiota de Minas Gerais.
O resultado do até dias atrás maior escândalo político e moral acontecido no Brasil incentivou o diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa (o Paulinho, amigo de Lula) a seguir em marcha acelerada rumo aos cofres da estatal. E capturar um butim a ser dividido com alegres escroques.
Tudo na vida tem, ao menos, dois lados. A mesma impunidade que incentivou a continuidade da prática da compra de apoios e votos no Congresso valeu também para que a ficha caísse: Paulo Roberto Costa entendeu a tempo que o PT cuida dos seus e entrega os outros aos leões.
E o que esperar da Justiça neste momento? Onde Celso de Mello e o Barroso Garboso vão enfiar a cara após estimularem o projeto de usurpação de poder denunciado por Joaquim Barbosa, Ayres Brito, Luiz Fux e Cezar Peluzo? Nem falo de Lewandowski, Toffoli e Zavascky, que pensam o que lhes ordenam pensar.
Nem mesmo o julgamento serviu como freio para o ROUBO descarado capitaneado por Vaccari e o PT, com o apoio da base alugada! Confiavam na impunidade. Alguém duvidava do prosseguimento da roubalheira desenfreada mesmo após a condenação do STF?
Agiram na certeza de que sempre haveria um Marcos Valério para – como dizem os bandidos – puxar uma cana de 40 anos. Mas o Paulinho de Lula não gostou da ideia. O PT é o escorpião nas costas de quem o ajuda a atravessar o rio, mesmo que de lama. Faz parte da natureza do PT.
Também ficou claro que as ditas oposições perderam um tempo enorme ao não abordar o tema como foco desta campanha eleitoral.
Estamos sós, mas somos milhões. Com um sentimento coletivo de nojo e vergonha. Exigimos que o mensalão não ficasse em segundo plano nestas eleições, enquanto se discutia o casamento gay e a quadratura do círculo. Nunca a corrupção.
Por fim, o PT sempre esteve certo na tentativa (ainda latente) do tal controle social da mídia. A prova está nas bancas. Na falta de um “conselho popular” que impedisse a denúncia do assalto ao patrimônio do povo brasileiro, resta a Dilma afirmar que se trata de “especulação”. Sem dúvida. Nunca antes na história deste país, no que se refere à aplicação de dinheiro roubado, especulou-se tanto. E jamais se lavou tanto dinheiro.
Isto explica a surpresa de Dilma: “O que são R$ 120.000,00?”.
Depende da comparação que se faça. Perto do que roubaram na Petrobras, parece dinheiro de troco.
DO A.NUNES

Como a delação de Costa impacta a corrida eleitoral

Denúncias atingem o governo em cheio e também podem prejudicar candidatura de Marina Silva. Tucanos veem chance de reação

Gabriel Castro, de Brasília
Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB)
Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) (Ivan Pacheco e Felipe Cotrim/VEJA.com)
As quatro últimas semanas antes do primeiro turno da eleição presidencial devem ser ainda mais movimentadas depois que Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras, firmou um acordo de delação premiada. Conforme revelou VEJA nesta semana, ele citou os políticos beneficiados pelo esquema de corrupção na estatal em depoimento à Polícia Federal. A investigação sobre o escândalo da Petrobras pode alterar o panorama justamente quando a campanha entrava no momento de consolidação dos votos.
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Em acordos de delação premiada, o depoente se compromete a não omitir qualquer informação relevante de que dispuser. E precisa sustentar as acusações que faz. Disso depende o abatimento da pena a que ele será submetido.
Evidentemente, os políticos citados nominalmente por Costa como beneficiários do esquema devem ser os mais afetados: isso inclui o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), que disputa o governo do Rio Grande do Norte.
Mas a crise se coloca, sobretudo, no caminho da reeleição da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT. Paulo Roberto Costa foi nomeado para o cargo na Petrobras por Lula, em 2004, e ficou no cargo até 2012 – já no governo atual, portanto. Além disso, o tesoureiro do PT, João Vaccari, é citado pelo ex-diretor como uma das pessoas que captaram dinheiro no esquema. Praticamente todos os citados no escândalo são aliados da presidente.
A revelação de detalhes sobre os desvios em escala industrial pode atingir a popularidade de Dilma. Eles são a confirmação de que a crise na Petrobras não é fruto de acidente ou deslize, mas resultado de uma política consciente de loteamento de cargos-chave da administração da companhia.
Como Paulo Roberto Costa também mencionou o nome do ex-governador Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco e candidato à presidência morto em 13 de agosto, entre os envolvidos no esquema, a campanha de Marina Silva pode ser afetada. No mínimo, a candidata do PSB deve ficar impossibilitada de explorar o caso eleitoralmente.
Ao tucano Aécio Neves, o episódio se desenha como uma oportunidade – talvez a última – de reagir nas pesquisas de intenção de voto. É nisso que os tucanos apostam agora.
Já na manhã deste sábado, os três candidatos demonstraram como pretendem lidar com o caso. Aécio Neves divulgou um vídeo em que chama o episódio de ‘mensalão 2’. Dilma adotou um discurso cauteloso: "Eu gostarei de saber direitinho quais são as informações prestadas nessas condições e te asseguro que tomarei as providências cabíveis", disse a candidata. Marina Silva tratou de se desvincular do episódio e deve deixar que o partido responda os questionamentos sobre o escândalo.
O professor João Paulo Peixoto, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília, acredita que o PSDB pode se beneficiar das revelações. O caso, segundo ele, dá uma última esperança a Aécio de se consolidar como a alternativa mais viável que o PT e chegar ao segundo turno. "Eu tendo a acreditar que o PSDB vai crescer com a transformação das outras candidaturas em alvo", diz Peixoto. Entretanto, o professor avalia que ainda é cedo para avaliar se Aécio Neves pode ultrapassar uma de suas adversárias na corrida presidencial.
As últimas pesquisas mostram que Dilma Rousseff tem pouco mais de um terço do eleitorado. É aproximadamente o potencial de votos mínimo do PT em eleições presidenciais: são os petistas históricos, lulistas convictos e beneficiados pelo Bolsa Família – que dificilmente mudariam seu voto. Por isso, o eleitorado de Marina Silva se apresenta como o campo prioritário para as ofensivas de Aécio.
Nos próximos dias, portanto, conforme novos detalhes do escândalo surgirem e as informações se consolidarem na cabeça do eleitor, a turbulenta eleição de 2014 pode sofrer novas guinadas. "A instabilidade do quadro político brasileiro é evidente", diz o professor da UnB.
DA REVISTA VEJA

Petrolão – A lista de Paulo Roberto: esquema corrupto lotado na Petrobras distribuiu propina durante os governos Lula e Dilma; compra de Pasadena foi fraudulenta; Lula sabia de tudo. Eduardo Campos era um dos beneficiários. E Dilma? Pois é…

Paulo Roberto conta como funcionava o propinoduto que atuava na Petrobras e dá os nomes
Paulo Roberto conta como funcionava o propinoduto que atuava na Petrobras e dá os nomes
Entre 2004 e 2012, Paulo Roberto Costa foi diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras. Ocupou, portanto, esse cargo, em sete dos oito anos do governo Lula e em quase dois do governo Dilma. Ao longo desse tempo, comandou o que pode ser chamado de “Petrolão” — ou o mensalão da Petrobras. As empreiteiras que faziam negócio com a estatal pagavam propina ao esquema e o dinheiro era repassado a políticos. A quais? Paulo Roberto já entregou à Polícia Federal e ao Ministério Público, num acordo de delação premiada, os nomes de três governadores, de um ministro de estado, de um ex-ministro, de seis senadores, de 25 deputados e de um secretário de finanças de um partido. Segundo o engenheiro, Lula sempre soube de tudo. E, até onde se pode perceber por seu depoimento, talvez a presidente Dilma — que era a chefona da área de energia do governo Lula e presidente do Conselho da Petrobras — não vivesse na ignorância. Paulo Roberto diz que a compra da refinaria de Pasadena foi, sim, fraudulenta e serviu para alimentar o esquema.
Paulo Roberto começou a prestar seu depoimento no dia 29 de agosto. Já gravou 42 horas de conversa. E, tudo indica, está apenas no começo. O Ministério Público Federal e o STF acompanham a operação, já que a denúncia envolve uma penca de autoridades com direito a foro especial. O esquema que ele denuncia é gigantesco. Ainda voltaremos muitas vezes a esse tema. Mas notem como é ridícula toda aquela conversa sobre financiamento público de campanha. Ainda que isso existisse, o mecanismo não serviria para impedir que máquinas criminosas se instalassem em estatais. Se o Brasil quer acabar com boa parte da roubalheira, deve começar privatizando as empresas públicas. Quais? Todas!
VEJA teve acesso a parte do depoimento de Paulo Roberto e traz reportagens exclusivas na edição desta semana, com a lista dos nomes citados por Paulo Roberto. Entre eles, estão cabeças coroadas da política brasileira, como o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que morreu numa acidente aéreo no dia 13 de agosto, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e Sérgio Cabral, ex-governador do Rio (PMDB). Paulo Roberto acusa ainda Edison Lobão, atual ministro das Minas e Energia, e atinge o coração do Congresso: estão em sua lista os presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
PT, PMDB e PP seriam os três beneficiários do esquema, que teria também como contemplados os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR), e os deputados petistas João Pizzolatti (SC) e Candido Vaccarezza (SP), que já havia aparecido como um dos políticos envolvidos com o doleiro Alberto Youssef, que era quem viabilizava as operações de distribuição de dinheiro. Mas há muitos outros, como vocês poderão constatar nas reportagens de VEJA, como Mário Negromonte, ex-ministro das Cidades, do PP da Bahia.
O esquema começou no governo dele, que, segundo Paulo Roberto, sabia de tudo...
O esquema começou no governo dele, que, segundo Paulo Roberto, sabia de tudo…
...e continuou no governo dela. Será que não sabia? O engenheiro está magoado a presidente...
…e continuou no governo dela. Será que não sabia? O engenheiro está magoado a presidente…
Lula e Dilma não quiseram se pronunciar a respeito. Os demais negam envolvimento com Paulo Roberto. Alves, o presidente da Câmara, chega a dizer ao repudiar a acusação: “A Petrobras é petista”. Que o PT estivesse no centro do esquema, isso parece inegável. Um dos nomes da lista feita pelo engenheiro é João Vaccari Neto, o homem que cuida do dinheiro do PT. É secretário de Finanças do partido. Ele é, vejam a ironia da coisa, o substituto de Delúbio Soares. Não é a primeira fez que seu nome frequenta o rol de envolvidos em escândalos.
Paulo Roberto tem noção da gravidade de suas acusações. Tanto é que, quando ainda hesitava em fazer a delação premiada, cravou a frase: “Se eu falar, não vai ter eleição”.
E por que falou? A interlocutores, ele diz que não quer acabar como Marcos Valério, que ficará por muitos anos na cadeia, enquanto os chefões políticos do mensalão já se preparam para viver dias felizes fora do xadrez. O homem também está muito magoado com a presidente Dilma. Até agora, ele não fez nenhuma acusação direta à candidata do PT à reeleição — Lula não escapou —, mas deixa claro que ela foi, sim, politicamente beneficiada pelo propinoduto, que mantinha feliz a base aliada.
Qual vai ser o desdobramento político disso? Vamos ver. Uma coisa é certa: as revelações de Paulo Roberto atingem em cheio as duas candidatas que lideram a disputa pela Presidência da República: Dilma, por razões óbvias, e Marina, por razões menos óbvias, mas ainda assim evidentes. Ela é a atual candidata do PSB à Presidência. Confirmadas as acusações de Paulo Roberto, é de se supor que o esquema ajudou a financiar as ambições políticas de Campos, de que ela se tornou a herdeira.
A situação de Dilma, obviamente, é mais grave: afinal, ela era a czarina do setor energético, ao qual pertence a Petrobras. Presidia também o seu conselho. Deu um empregão para Nestor Cerveró, o homem que ajudou a viabilizar a compra de Pasadena, que Paulo Roberto agora diz ter sido fraudulenta. O chefão das finanças de seu partido é um dos implicados no esquema.
Paulo Roberto ainda está preso. Ele se comprometeu a abrir mão dos bens que acumulou em razão do esquema fraudulento e a pagar uma multa. As pessoas que atuam na investigação têm agora de confrontar suas informações com outras provas colhidas, com o objetivo de verificar se suas informações são procedentes. Se forem e se ele realmente ajudar a desbaratar um esquema de falcatruas bilionárias, pode ser até ganhar a liberdade.
A República treme.
Por Reinaldo Azevedo
REVISTA VEJA

Petrobras: A lista dos políticos delatados por Paulo Roberto Costa

A edição da revista Veja que começou a circular traz o nome dos seguintes políticos envolvidos com negócios sujos da Petrobras:
Edison Lobão, ministro das Minas e Energia, PMDB
João Vaccari Neto, secretário nacional de finanças do PT
Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados, PMDB
Renan Calheiros, presidente do Senado, PMDB
Ciro Nogueira, senador e presidente nacional do PP
Romero Jucá, senador do PMDB
Cândido Vaccarezza, deputado federal do PT
João Pizzolatti, deputado federal do PT
Mario Negromonte, ex-ministro das Cidades, PP
Sergio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, PMDB
Roseana Sarney, governadora do Maranhão, PMDB
Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, PSB - morto no mês passado em um acidente aéreo
Na época em que era diretor da Petrobras Paulo Roberto conversava frequentemente com o então presidente Lula, segundo contou à Polícia Federal.
TEM MAIS SÃO 62 CORRUPTOS... DO NOBLAT

Aécio reúne prefeitos na capital mineira e pede empenho para segundo turno

 No início do discurso aos aliados, o candidato, ao lado do governador Alberto Pinto Coelho (PP) e do candidato tucano ao Senado por Minas, Antonio Augusto Anastasia, comparou eleição e apoio dos aliados

Leonardo Augusto
Juliana Cipriani
Publicação: 05/09/2014 08:07 Atualização:
Em Minas, Aécio ressaltou que Marina, que já foi do PT, e Dilma pertencem ao 'mesmo núcleo que vem governando' (Igo Estrela/ObritoNews)
Em Minas, Aécio ressaltou que Marina, que já foi do PT, e Dilma pertencem ao "mesmo núcleo que vem governando"

Belo Horizonte —
O candidato a presidente da República pelo PSDB, Aécio Neves, pediu nessa quinta-feira a aliados empenho na campanha ao Palácio do Planalto de forma a levá-lo ao segundo turno da eleição. “É hora de cada um mostrar não apenas suas boas intenções, mas o que vai fazer para que o Brasil inicie um novo ciclo de desenvolvimento”, disse a uma plateia de 443 prefeitos — segundo informação do próprio Aécio — em um clube da Zona Sul da capital mineira. O tucano pediu também reforço para a campanha do ex-ministro das Comunicações Pimenta da Veiga (PSDB) para o governo mineiro.
Segundo Aécio, a presidente Dilma Rousseff (PT), que concorre à reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB ao Planalto, têm a mesma origem. “Uma (Marina), com boas intenções, que eu respeito, mas que é do mesmo núcleo que vem governando o Brasil. Vem do PT”, disse. “O país não pode conviver com mais um ciclo de improvisos”, disse, ressaltando que os brasileiros estão pagando um preço alto pelo “aprendizado” da atual presidente no governo. “Isso tem levado o país a ter repiques inflacionários e ao pior crescimento entre todos os nossos vizinhos”, avaliou.
No início do discurso aos aliados, Aécio, ao lado do governador Alberto Pinto Coelho (PP), de Pimenta da Veiga e do candidato tucano ao Senado por Minas, Antonio Augusto Anastasia, comparou eleição e apoio dos aliados. De acordo com o presidenciável, a disputa nas urnas é importante e pode-se perder ou ganhar. O apreço dos correligionários, na avaliação do candidato, no entanto, tem destaque especial. Para Aécio, a reunião de ontem marcará o salto do PSDB, que está em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto. “Estamos iniciando hoje aqui uma grande arrancada. Reunindo as principais alianças políticas do estado, da sociedade mineira, para a vitória de Pimenta da Veiga e Anastasia em Minas Gerais. E também para estarmos no segundo turno”, disse.
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Na sequência, Aécio teve reunião com deputados federais e estaduais de sua base aliada e disse estar confiante de que fará “barba, cabelo e bigode”. O tucano sinalizou que o aumento das críticas aos petistas deve ser a tônica para as últimas semanas de campanha. “Onde o PT governa, está perdendo as eleições, e eu espero que Minas demonstre de forma muito clara que não temos como vocação ser amanhã um depósito de petistas derrotados.”
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DO CORREIOBRASILIENSE

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Outro ex-diretor da Petrobrás, Ildo Sauer, diz que Lula corrompeu a estatal e Dilma mente sobre Pasadena

Não é só de petróleo que as mãos da dupla Lula/Dilma estão sujas.
Outro ex-diretor da Petrobrás nomeado pela dupla Lula/Dilma, Nestor Cerveró, também é capa de Veja que começou a circular. A revista conta a escabrosa história da compra de um apartamento dfe R$ 7,5 milhões por parte de Cerveró. Na entrevista a seguir, outro diretor, Ildo Sauer, conta como Lula corrompeu a Petrobrás e de que modo Dilma mente no caso Pasadena. 
Ildo Sauer, diretor de Gás e Energia da Petrobras entre 2003 e 2007, afirmou esta semana que o governo de Luis Inácio Lula da Silva intensificou o expediente de nomeações de “despachantes de interesses” na estatal. 
. A nomenclatura, explicou Sauer, é relativa aos indicados por partidos da coalizão do governo. “O governo de coalizão do Lula passou a permitir que grupos de parlamentares e partidos se reunissem para indicar dirigentes. Não sei por que eles estavam lá, para fazer gestão eficaz não precisa ter apoio de partido. Acabei demitido porque não ajudava. O que seria ‘ajudar’ até hoje não sei”.
. O ex-diretor é investigado pelo Tribunal de Contas da União no caso dos prejuízos causados pela compra da refinaria de Pasadena. De acordo com Sauer, “os conselheiros e mais ainda o presidente têm acesso a toda a documentação. O estatuto permite pedir qualquer dado adicional ou contratar consultoria externa. Ninguém decide com base em resumo. É uma piada”. A declaração se deve ao fato de Dilma Rousseff ter declarado que foi induzida ao erro por conta de um resumo falho enviado para apreciação do conselho por Nestor Cerveró.
DO P.BRAGA

MARINA SILVA, A METAFORMOSE AMBULANTE: "NEM MEU ELEITOR CONSEGUE SABER QUEM SOU!". UM VÍDEO IMPERDÍVEL!


Neste vídeo uma paródia da Metaformose Ambulante de Raul Seixas. A Metaformose Ambulante é Marina Silva. A letra está perfeita, como a montagem toda. Por isso este vídeo vale a pena ser visto e compartilhado intensamente pelas redes sociais.
As pessoas têm de saber a verdade dos fatos. Este vídeo vale mais do que qualquer desses enfadonhos programas eleitorais que passam nas televisões pois, com humor diz tudo, ou seja, o que deve ser dito e esclarecido.
Como já afirmei aqui a Marina Silva é um embuste!
DO A.AMORIM


Um acidente com cara de presságio: o palanque ambulante caiu na Bahia

Foto: Margarida Neide/Ag. A Tarde/Folhapress
Foto: Margarida Neide/Ag. A Tarde/Folhapress
Licenciado do emprego de camelô de empreiteiro para caprichar no papel de animador de comício, Lula aproveitou a escala em Salvador, nesta quarta-feira, para engordar o monumental acervo de bravatas, bazófias, vigarices e tapeações eleitoreiras. Primeiro, o Exterminador do Plural contou que escolheu Dilma Rousseff, em 2010, porque só o neurônio solitário conseguiria enfrentar a marolinha a que se referiu na Bahia como “uma crise econômica sem precedente na história mundial”. Em seguida, canonizou a sucessora pela consumação de dois milagres: “manter os emprego e estabilizar a inflação”.
“Ninguém está crescendo mais que o Brasil, a não ser quatro países e que pertencem ao G20″”, mentiu o fabricante de postes antes de recomeçar a guerra do eu contra eles.  ”Tudo que eles têm medo é saber que, a Dilma eleita, eles fica dizendo: ‘Dilma vai ser reeleita para ficar mais quatro ano e depois vem um tal de Lula e vai ficar mais quatro?’ Uma coisa eu digo para vocês: em 2018, eu vou estar com 72 anos. Enquanto eu tiver força para brigar por esse país, eu não vou permitir que aqueles que não fizeram nada pelo Brasil em 500 anos voltem”.
Zanzando pelo palco, ocorreu-lhe a má ideia de cumprimentar a turma na fila do gargarejo. Acabou caindo do palanque, como sugere a foto. Ou caindo no palanque, como mostra o vídeo abaixo. Tanto faz. A crescente repulsa ao PT, captada por todas as pesquisas eleitorais, avisa que a queda de Lula foi mais que um acidente. Foi um presságio.

SÓ OS IDIOTAS E EMBUSTEIROS VOTAM NA DILMA OU NA MARINA SILVA. EU VOTO NO AÉCIO NEVES!

O jogo está para ser jogado, um jogo que pode definir as próximas décadas para o Brasil. É um momento muito especial, dramático mesmo, e está nas mãos dos eleitores. Há dois caminhos a seguir: a democracia com segurança que todos os homens e mulheres de bem desejam ou a falsa democracia encenada por duas versões do PT: a do já conhecido partido do mensalão, da roubalheira, dos escândalos, da incompetêcia, da mentira, da ameaça, dos quebra-quebras, da anarquia, da infação e da insegurança pública ou a versão mistificadora de um bando de oportunistas do mesmo naipe que são unha e carne, que pretendem alcançar os mesmos objetivos fundamentados na deletéria ideologia do neocomunismo do século XXI, também conhecido como regime bolivariano, sim aquele mesmo regime que faz o povo venezuelano sangrar e passar boa parte do dia à procura de alimentos em filas quilométricas do supermercados.
Trata-se, portanto, não apenas de um escolha de determinada pessoa para governar o Brasil. Nestas eleição os brasileiros estarão fazendo uma opção de futuro: a garantia da liberdade e a segurança ou a anarquia estimulada tendo em vista a consecução de um projeto que objetiva a perpétua permanência de um bando de vigaristas e psicopatas no poder. Essa gente pretende a implantação de um ditadura consentida pelo voto. Assim já aconteceu na Venezuela, na Argentina, no Equador, na Bolívia, na Nicarágua.  Em Cuba já faz mais de meio século que seu povo vive sob o tacão de uma ditatadura assassina. O Brasil agora é a bola da vez, a menos que os brasileiros repudiem esses tarados ideológicos liderados pelo PT e Marina Silva.
Os candidatos presidenciais estão postos. Dilma e seus sequazes todos conhecem, pois faz parte do partido do mensalão, das maracutais, dos escândalos, das roubalheiras, das mentiras e do plano diabólico golpista bolivariano,
Marina Silva, é uma incógnita perigosa, pois sua biografia mostra que é uma versão do PT. Foi ministra de Lula, nasceu politicamente dentro do PT da qual é fundadora e dele vem se nutrindo até hoje, embora tente colar a impressão de que é independente. Já passou pelo Partido Verde que não lhe foi conveniente dentro de seu egoísmo político. Marina Silva é uma autoritária e, além disso, é uma embusteira que passa a impressão de santidade. Não difere um milímetro da turma do PT, aliás, são seu amigos e ja disse que convidará Lula para ser conselheiro de seu eventual governo. Sem falar no fato de que a exemplo da suposta 'gerentona', nunca administrou sequer um garapeira.
A alternantiva correta para todos os homens e mulheres de bem e que prezam a a liberdade e a segurança é óbvia: Aécio Neves, que dispensa apresentações. Todos o conhecem. Aécio Neves não pretende impor mirabolantes projetos bolivarianos do Foro de São Paulo, não pretende promover agitação política com a enigmática "democracia de alta intensidade" proposta pela Marina black bloc, nem tem medo de propor um programa que prevê, sobretudo, a segurança pública e o fim da anarquia, a par do fato de que possui experiência política e administrativa. Não é, portanto, a caixinha de surpresas que representa a suposta rainha da floresta Marina Silva, nem tampouco esconde projeto golpista de Constituinte para a rasgar a Constituição e impor um regime comunista, como planeja o PT com o famigerado decreto 8.243, que cria os 'sovietes' e que também é apoiado pela Marina Silva.
Como já afirmei aqui no blog, em todas as eleições em qualquer lugar do mundo os leitores responsáveis que desejam a garantia da paz social e da segurança, votam no menos pior, ou seja, naquele que pelo menos tem ao longo de sua vida tem uma prática política verdadeiramente democrática. Até porque humanos não são semideuses. Uma eleição é um exercício de racionalidade.
Só mesmo os estúpidos, idiotas ou oportunistas inescrupulosos podem trocar Aécio Neves pelo PT mensaleiro do Lula e da Dilma ou pela embusteira Marina Silva que, a rigor, nem partido tem. Está apenas momentaneamente hospedada no PSB, que é um dos partidos fundadores do Foro de São Paulo, a organização esquerdista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, que deseja fazer do Brasil uma extensão de Cuba. Aliás, isso já começou com a importação de médicos cubanos, ou melhor, curandeiros.
E ainda desejo fazer aqui e agora uma advertência. Os que acreditam que o Brasil é melhor nas mãos do PT ou da Marina Silva ecochata, saiam da minha frente. Não ousem sequer lançar o olhar em minha direção, muito menos vir falar comigo. Não falo com vermes.
Quem me conhece sabe muito bem quem sou. Nunca omiti minha preferência política. Meu voto sempre foi público. Escrevo e assino embaixo. Eu tenho lado, o lado da democracia e da segurança, da alternância do poder e da liberdade. Jamais, como jornalista, me esconderei atrás de uma suposta isenção e imparcialidade que, aliás tipifica os covardes, aproveitadores e mentirosos de todos os gêneros.
Por mais defeitos que Aécio Neves possa ter, possui uma virtude fundamental: não é comunista, não é ecochato e não pretende impor nenhum plano bolivariano para o Brasil; não faz parte de nenhum projeto político para se eternizar no poder.
Finalmente, se no segundo turno por azar disputarem a Dilma e a Marina, anulo o voto para presidente da República pela primeira vez em toda a minha vida.
DO A.AMORIM

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Aécio Neves - UM NOVO BRASIL PRA GENTE!


Na paisagem eleitoral, falta o porta-voz dos indignados com os fora da lei no poder

Dilma Rousseff perde o sono em dia de pesquisa e perde o controle dos nervosos em noite de debate. É compreensível que se apavore ao imaginar-se conversando com um jornalista independente. Ao escapar do encontro com o excelente William Waack, a fugitiva do Jornal da Globo poupou o cérebro baldio do colapso que seria inevitavelmente consumado pelas perguntas que aguardavam a entrevistada. Confiram:
1. Os últimos índices oficiais de crescimento indicam que o país entrou em recessão técnica. A senhora ainda insiste em culpar a crise internacional, mesmo diante do fato de que muitos países comparáveis ao nosso estão crescendo mais?
2. A senhora continuará a represar os preços da gasolina e do diesel artificialmente para segurar a inflação, com prejuízo para a Petrobras?
3. A forma como é feita a contabilidade dos gastos públicos no Brasil, no seu governo, tem sido criticada por economistas, dentro e fora do país, e apontada como fator de quebra de confiança. Como a senhora responde a isso?
4. A senhora prometeu investir R$ 34 bilhões em saneamento básico e abastecimento de água até o fim do mandato. No fim do ano passado, tinha investido menos da metade, segundo o Ministério das Cidades. O que deu errado?
5. Em 2002, o então candidato Lula prometeu erradicar o analfabetismo, mas não conseguiu. Em 2010, foi a vez da senhora, em campanha, fazer a mesma promessa. Mas foi durante o seu mandato que o índice aumentou pela primeira vez, depois de quinze anos. Por quê?
6. A senhora considera correto dar dentes postiços para uma cidadã pobre, um pouco antes de ser feita com ela uma gravação do seu programa eleitoral de televisão?
O que há com Aécio Neves que até agora não formulou nenhuma dessas perguntas ─ claras, concisas e contundentes ─ em debates na TV ou no horário eleitoral? O que espera o terceiro colocado nas pesquisas (e em quda) para acrescentar à sequência de interrogações dezenas de outras amparadas no colosso de casos de polícia protagonizados pelo governo em decomposição? Por que não força a candidata à reeleição a afundar agarrada a respostas bisonhas e álibis mambembes? Para continuar sonhando com o segundo turno, Aécio deve gastar muito mais chumbo com a presidente sem rumo do que com Marina.  É Dilma a concorrente a ser batida.
A onda cavalgada por Marina parece exibir força e fôlego suficientes para alcançar a praia do Planalto. É na onda antipetista, de dimensões igualmente impressionantes, que Aécio Neves talvez consiga surfar. Aí reside a chance derradeira. O PT está cada vez mais grisalho e enrugado. Sumiu o Lula que instalava postes em qualquer gabinete. Quase todos os companheiros candidatos a governador estão mal no retrato. Alguns resfolegam na zona do rebaixamento. Em São Paulo, por exemplo, Alexandre Padilha, produzido e dirigido pelo chefe supremo, nem chegou aos dois dígitos.
Até agora, os milhões de indignados com os fora da lei no poder não têm porta-voz na temporada de caça ao voto. Nenhum candidato à Presidência ou a governos estaduais traduz o que vai pela mente e pela alma dos  humilhados e ofendidos por 12 anos de corrupção, descaramento, cinismo, inépcia, parcerias obscenas, cafajestagem, arrogância, agressões à liberdade e ao Estado Democrático de Direito, fora o resto.
Na paisagem eleitoral, falta o candidato da indignação. Talvez haja tempo para que Aécio Neves se transforme no que desde sempre deveria ter sido e não foi.
DO A.NUNES

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Programa de Marina plagiou Fernando Henrique

 Josias de Souza-UOL
A evangélica Marina Silva talvez devesse considerar a hipótese de incluir no seu staff alguém capaz de receber o caboclo tranca-ruas dos programas de governo. Há urucubaca demais na peça divulgada na última sexta-feira pela candidata. Três tópicos sofreram ajustes ou sumiram do texto menos de 24 horas –“casamento” gay, criminalização da homofobia e uso da energia nuclear. Decorridos mais quatro dias, descobriu-se outra macumba.
No capítulo dos Direitos Humanos, o programa de Marina empilha dez tópicos. Quatro não são originais. Foram copiados, palavra por palavra, do Plano Nacional de Direitos Humanos baixado por Fernando Henrique Cardoso em 2002, último ano dos seus dois mandatos (compare nos documentos colados lá no rodapé).
Marina sabia? Não sabia? Por que diabos sua equipe plagiou o documento alheio? Se gostavam tanto do trecho, por que não citar o autor? Aécio Neves tirou uma casquinha: “É só mais uma sinalização do improviso que ronda essa candidatura.” Como peça inaugural de uma candidata que se vende como nova, um projeto engordadado pelo plágio se parece mais com pão dormido do que com nova política.