quarta-feira, 15 de abril de 2020

Urgente! Caixa divulga novo calendário de saques do auxílio de R$ 600; veja as datas

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Os pagamentos do auxílio emergencial já estão em andamento, mas só digitalmente, ainda sem a possibilidade de saque.


A Caixa acaba de divulgar o novo calendário de saques em dinheiro do auxílio emergencial de R$ 600 a R$ 1.200 para os trabalhadores autônomos, informais e microempreendedores individuais (MEIs) que tiveram sua renda prejudicada por conta da pandemia do novo coronavírus.
Os pagamentos do auxílio emergencial já estão em andamento, mas só digitalmente, ainda sem a possibilidade de saque.
Os saques do valor em dinheiro vão começar no dia 27 de abril e vão seguir até 05 de maio para a primeira parcela do auxílio de quem está recebendo  pela poupança digital gratuita da Caixa. Essa conta está sendo aberta de forma automática para aqueles que não forneceram dados bancários.
A liberação do saque vai ser feita de forma escalonada, conforme data de aniversário do beneficiário. A Caixa tem o objetivo de evitar aglomerações. Veja o cronograma:
  • 27 de abril – nascidos em janeiro e fevereiro, com poupança digital gratuita da Caixa
  • 28 de abril – nascidos em março e abril, com poupança digital gratuita da Caixa
  • 29 de abril – nascidos em maio e junho, com poupança digital gratuita da Caixa
  • 30 de abril – nascidos julho e agosto
  • 04 de maio – nascidos em setembro e outubro
  • 05 de maio – nascidos em novembro e dezembro
Os pagamentos nesta semana vão ser feitos da seguinte maneira:
  • Inscritos no CadÚnico e nascidos em janeiro: terça-feira (14 de abril);
  • Inscritos no CadÚnico e nascidos em fevereiro, março e abril: quarta-feira (15 de abril);
  • Inscritos no CadÚnico e nascidos em maio, junho, julho e agosto: quinta-feira (16 de abril);
  • Inscritos no CadÚnico e nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro: sexta-feira (17 de abril).

Primeira parcela – paga em abril

Será paga da seguinte forma:
  • Os cidadãos que estão no Cadastro Único que não recebem Bolsa Família e têm conta no Banco do Brasil ou poupança na Caixa Econômica Federal, já receberam na última quinta-feira (09 de abril).
  • De 14 a 17 de abril: vai ser pago quem está no Cadastro Único, que não recebem Bolsa Família e também não tem conta na Caixa ou no BB. No dia 14, o dinheiro sai para nascidos em janeiro. No dia 15, será pago para nascidos em fevereiro, março e abril. No dia 16, sai para quem nasceu em maio, junho, julho e agosto. No dia 17, o valor será pago para os nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro.
  • Últimos 10 dias úteis de abril: Reservados para beneficiários do Bolsa Família, conforme cronograma já previsto no programa;
  • Em até 5 dias úteis após inscrição no aplicativo ou pelo site, o dinheiro estará disponível para trabalhadores informais que não estão no Cadastro Único nem no Bolsa Família.

Segunda parcela – Abril e Maio

Vale lembrar que, a partir desta parcela, os pagamentos serão realizados conforme o mês do aniversário do trabalhador, informou a Caixa. Será paga da seguinte forma:
  • Os cidadãos que estão inscritos no Cadastro Único, mas que não recebem Bolsa Família e trabalhadores informais inscritos no programa de auxílio emergencial: vai receber entre 27 e 30 de abril. No dia 27 vai ser depositado o dinheiro daqueles nascidos em janeiro, fevereiro e março. Dia 28 será para quem nasceu em abril, maio e junho. No dia Dia 29 recebem os aniversariantes de julho, agosto e setembro. No dia 30, os pagamentos serão para os nascidos em outubro, novembro e dezembro.
  • Os Beneficiários do Bolsa Família: vão receber nos últimos 10 dias úteis de maio, seguindo o calendário regular do programa.

Terceira parcela – Maio e Junho

Será paga da seguinte forma:
  • Os cidadãos que estão inscritos no Cadastro Único, mas que não recebem Bolsa Família e trabalhadores informais inscritos no programa de auxílio emergencial: vai receber entre 26 e 29 de maio. No dia 26 vai ser pago o dinheiro daqueles nascidos em janeiro, fevereiro e março. No dia 27 de maio será pago aos nascidos em abril, maio e junho. No dia 28, o valor sai para os aniversariantes de julho, agosto e setembro. No dia 29 de maio, os pagamentos vão ser para os nascidos em outubro, novembro e dezembro.
  • Os benefícios do Bolsa Família vão receber nos últimos 10 dias úteis de maio, conforme calendário regular do programa.

Saiba quem pode receber o auxílio emergencial

O projeto altera uma lei de 1993, que trata da organização da assistência social no país. De acordo com o texto, durante o período de três meses será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos:
  • seja maior de 18 anos;
  • não tenha emprego formal;
  • não seja titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o bolsa-família;
  • a renda mensal per capita seja de até meio salário mínimos ou a renda familiar mensal total seja de até três salários mínimos;
  • que não tenha recebido em 2018 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.
O auxílio vai ser cortado caso aconteça o descumprimento dos requisitos acima. O texto também deixa claro que o trabalhador deve exercer atividade na condição de:
  • microempreendedor individual (MEI); ou
  • contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria; ou
  • trabalhador informal, seja empregado ou autônomo, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020, ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima.
A proposta estabelece que apenas duas pessoas da mesma família poderão receber cumulativamente o auxílio emergencial e o benefício do Bolsa Família, podendo ser substituído temporariamente o benefício do Bolsa Família pelo auxílio emergencial, caso o valor da ajuda seja mais vantajosa para o beneficiário. A trabalhadora informa, chefe de família, vai receber R$ 1.200.
DO NOTICIAS COCURSOS

sábado, 11 de abril de 2020

"Agripino, o pequeno ditador: Doria surta, comete crime e parte para a esculhambação da Constituição", por Marco Angeli Full

sábado, 11 de abril de 2020



Todos aqueles parafusos frouxos que chacoalhavam na cachola do atual governador de São Paulo, Agripino Doria, parecem ter se soltado de uma única vez.
Usando uma antiga figura de linguagem, poderíamos dizer que o vírus subiu à sua cabeça.
Mas esse surto psicótico de Agripino não é repentino.
Os sinais vêm de longe.
Vêm desde os tempos em que, prefeito da cidade de São Paulo, se fantasiava de gari, comia pastel velho em feira livre e jurava fidelidade a Geraldo Alckmin, que o havia levado ao PSDB e ao cargo de prefeito.
Pobre Geraldo Alckmin, que acabou levando um pé na bunda de Agripino e viu sua carreira política, construída duramente em cima do muro durante décadas, ir pro buraco nas eleições de 2018.
Doria traiu Alckmin na cara dura, usando a prefeitura como trampolim para seus delírios de poder, mas não parou por aí.
Faceiro, traiu também o povo de São Paulo, ao abandonar a prefeitura e grudar no saco de Bolsonaro, na tentativa de abocanhar o governo do Estado.
Conseguiu, como muitos, usar a imagem do presidente para se eleger.
Ato contínuo, mais uma vez traiu a quem o ajudou, atacando o presidente num delírio insano que agora visa a presidência do país.
Sem limites éticos ou morais, Doria hoje comete um crime de responsabilidade atrás do outro, usando a pandemia do Covid-19, que imagina ser sua grande ferramenta.
Tenta convencer os comparsas do apodrecido partido PSDB que é hora de atacar Bolsonaro, fazer crescer o partido lá em cima do muro, viola a Constituição invadindo os direitos básicos do cidadão, mente descaradamente, despeja grana pública em empresas de comunicação para que lhe sirvam, arruína carreiras de subordinados - lembrem-se de David Uip, o médico embrulhão, mentindo por ordem de Agripino - e ameaça com cadeia aqueles que não obedecerem aos seus loucos desígnios.
Desembargadores, advogados, juristas, empresários e todo o povo do Estado, estarrecido, pede o afastamento da criatura.
Em São Paulo, Doria é odiado democraticamente.
Por todos.
Nem a esquerda, tonta, sabe se gosta dele ou não.
Fácil entender: Agripino é conhecido por sua deslealdade contumaz.
E quem, de esquerda, direita, centro ou isentão, pode apoiar um sujeito imprevisível, que mete uma faca nas costas dos amigos sem hesitar, quando isso lhe é conveniente?
Só louco mesmo.
E por falar em louco, é preciso que esse maluco seja afastado o mais rápido possível do governo de São Paulo.
Pedidos de impeachment do pequeno ditador não faltam - a começar pelos dois de Major Olímpio, já protocolados - e aumentarão.
Crimes cometidos por Agripino também não faltam -especialmente os de responsabilidade.
Ainda assim, o caso de Agripino Doria parece ser mais grave do que simplesmente a deposição de um mau governante.
Me parece - e à sociedade - caso de internação mesmo.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.aDO J.TOMAZ
DO J.TOMAZ

"Aos eleitores de Bolsonaro"

sábado, 11 de abril de 2020


Por Percival Puggina

O ano de 2020 começou para todos os brasileiros com uma convergência de infortúnios. Uma assustadora pandemia. Uma crise de governabilidade (o governo se recusou a comprar maioria parlamentar). Uma crise econômica e fiscal (quase sem recursos disponíveis para atender demandas súbitas e urgentes da sociedade, que empobrece a cada volta do relógio, o governo precisou criar um "orçamento de guerra"). Uma crise na comunicação entre o governo e a sociedade ("filtrada" pelo partido da mídia, que tem o objetivo explícito de desestabilizar o governo). É dentro desses e de outros contextos que os cidadãos são chamados a tomar posição.
A grande mídia, desde a campanha eleitoral, nunca teve outro inimigo além do Bolsonaro. A palavra "governo", por exemplo, é usada de modo a tornar impessoal e sem crédito a ninguém tudo que vai bem, enquanto as palavras presidente ou Bolsonaro são o cabide para pendurar o que vai mal. Essa tarefa do partido da mídia está facilitada pelo encarceramento da sociedade e o desencarceramento dos criminosos. Pelos mesmos motivos epidemiológicos - valha-me Deus! - que nos prende em casa, os bandidos são soltos. Sem poder sair à rua, sem trabalho, sem futebol e sem alternativa, nunca como nestes dias os brasileiros viraram audiência cativa e disponibilizaram tanto de seu tempo para os fazedores de cabeça dos grandes veículos atacarem infatigavelmente o governo por todos os flancos. A contínua exposição a esse bombardeio testa a resistência do alvo.
Visivelmente, o presidente optou, desde o início, por servir otimismo à nação. Com o clima psicológico nacional oscilando entre o purgatório e o inferno, Bolsonaro preferiu conferir à população um ânimo positivo, de confiança. Vamos sair dessa, vamos sanar os enfermos, vamos resguardar nossas crianças e nossos idosos e vamos repor, gradualmente, normalidade às nossas vidas. Vamos trabalhar e produzir nosso sustento.
É um discurso que espantaria a crise, espantaria os urubus, espantaria quantos fizeram e ainda fazem volumosas apostas no caos porque precisam da hecatombe universal. Quem cria o caos não pode admitir que algum irresponsável atravanque o caminho para acabar com ele recitando nomes de remédios. O caos estava garantido e bem desenhadinho com borra de café no fundo da xícara, ora essa! Como identificou há poucas horas o prof. Alex Pipkin, num artigo que postei no meu blog, ninguém tem condições de testemunhar juramentado sobre onde está a verdade. Não há como saber e não creio que alguém possa apresentar evidência ou comprovar alguma hipótese tecnicamente aplicável ao perfil geográfico, climático e demográfico do Brasil. A própria existência de um ponto médio entre a crise médico-epidemiológica e a crise econômico-fiscal é de existência presumível, mas incerta. É a tese que levará Bolsonaro ao inferno ou ao paraíso.
Duas certezas, porém, estão servidas em dose satisfatória pelo partido da mídia, sem necessidade de prescrição, dúzias de vezes ao dia. Primeira, quem pretende transformar Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre, o Congresso, o STF, em respeitáveis referências nacionais não convence ninguém. Está lelé e a mãe não sabe. Segunda, quem disser que o presidente está se desestabilizando por conta própria, o que é verdade frequente, deduzindo daí que seus oponentes estejam a consolidar suas posições, não entendeu o ano de 2018, nem percebeu para onde convergem os mais consistentes anseios e rejeições dos eleitores brasileiros.
Percival Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de "Crônicas Contra o Totalitarismo", "Cuba, a Tragédia da Utopia", "Pombas e Gaviões", "A Tomada do Brasil". Integrante do grupo Pensar+.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

O partido da mídia contra Bolsonaro

quinta-feira, 9 de abril de 2020


A grande mídia, desde a campanha eleitoral, nunca teve outro inimigo além do Bolsonaro. Percival Puggina:

O ano de 2020 começou para todos os brasileiros com uma convergência de infortúnios. Uma assustadora pandemia. Uma crise de governabilidade (o governo se recusou a comprar maioria parlamentar). Uma crise econômica e fiscal (quase sem recursos disponíveis para atender demandas súbitas e urgentes da sociedade, que empobrece a cada volta do relógio, o governo precisou criar um “orçamento de guerra”). Uma crise na comunicação entre o governo e a sociedade (“filtrada” pelo partido da mídia, que tem o objetivo explícito de desestabilizar o governo). É dentro desses e de outros contextos que os cidadãos são chamados a tomar posição.

A grande mídia, desde a campanha eleitoral, nunca teve outro inimigo além do Bolsonaro. A palavra “governo”, por exemplo, é usada de modo a tornar impessoal e sem crédito a ninguém tudo que vai bem, enquanto as palavras Presidente ou Bolsonaro são o cabide para pendurar o que vai mal. Essa tarefa do partido da mídia está facilitada pelo encarceramento da sociedade e o desencarceramento dos criminosos. Pelos mesmos motivos epidemiológicos – valha-me Deus! – que nos prende em casa, os bandidos são soltos. Sem poder sair à rua, sem trabalho, sem futebol e sem alternativa, nunca como nestes dias os brasileiros viraram audiência cativa e disponibilizaram tanto de seu tempo para os fazedores de cabeça dos grandes veículos atacarem infatigavelmente o governo por todos os flancos. A contínua exposição a esse bombardeio testa a resistência do alvo.

Visivelmente, o presidente optou, desde o início, por servir otimismo à nação. Com o clima psicológico nacional oscilando entre o purgatório e o inferno, Bolsonaro preferiu conferir à população um ânimo positivo, de confiança. Vamos sair dessa, vamos sanar os enfermos, vamos resguardar nossas crianças e nossos idosos e vamos repor, gradualmente, normalidade às nossas vidas. Vamos trabalhar e produzir nosso sustento.

É um discurso que espantaria a crise, espantaria os urubus, espantaria quantos fizeram e ainda fazem volumosas apostas no caos porque precisam da hecatombe universal. Quem cria o caos não pode admitir que algum irresponsável atravanque o caminho para acabar com ele recitando nomes de remédios. O caos estava garantido e bem desenhadinho com borra de café no fundo da xícara, ora essa! Como identificou há poucas horas o prof. Alex Pipkin, num artigo que postei no meu blog, ninguém tem condições de testemunhar juramentado sobre onde está a verdade. Não há como saber e não creio que alguém possa apresentar evidência ou comprovar alguma hipótese tecnicamente aplicável ao perfil geográfico, climático e demográfico do Brasil. A própria existência de um ponto médio entre a crise médico-epidemiológica e a crise econômico-fiscal é de existência presumível, mas incerta. É a tese que levará Bolsonaro ao inferno ou ao paraíso.

Duas certezas, porém, estão servidas em dose satisfatória pelo partido da mídia, sem necessidade de prescrição, dúzias de vezes ao dia. Primeira, quem pretende transformar Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre, o Congresso, o STF, em respeitáveis referências nacionais não convence ninguém. Está lelé e a mãe não sabe. Segunda, quem disser que o Presidente está se desestabilizando por conta própria, o que é verdade frequente, deduzindo daí que seus oponentes estejam a consolidar suas posições, não entendeu o ano de 2018, nem percebeu para onde convergem as mais consistentes anseios e rejeições dos eleitores brasileiros.
DO O.TAMBOSI

Hora de secar a fonte do Mecanismo

quinta-feira, 9 de abril de 2020


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Em meio ao distanciamento social obsequioso, provocado pela pandemia e pela paranóia com o coronavírus, e entre batidas de panelas amplificadas pela edição do Jornal Nacional, surge uma luz nas trevas institucionais tupiniquins. Eleito para combater a corrupção, promover reformas e melhorar a economia, o Presidente Jair Bolsonaro ganha uma oportunidade, bem em meio ao pandemônio, para causar um dano ao Mecanismo que tenta lhe dar um golpe.
O Presidente não pode perder a justificativa da crise econômica para agir como uma espécie Hobin Hood com legitimidade e legalidade. A caneta azul (ou azul caneta) deve ser usada para determinar cortes expressivos de gastos em todas as modalidades que favorecem bandidos e parasitas. A tesourada, que Paulo Guedes e Mansueto Almeida adorarão praticar, terá o objetivo estratégico de sufocar e tirar o máximo de recursos do Mecanismo.
A asfixia também pode contar com a colaboração da área de inteligência e, sobretudo, da Polícia Federal, Receita Federal, Controladoria Geral da União e Tribunal de Contas da União. Aliás, a confusão coronaviriana tirou o muito o foco do noticiário sobre Sérgio Moro. O ministro da Justiça, justamente, é o responsável por comandar a guerra contra o Mecanismo. Pois agora é o momento para apertar o botão do Crime Institucionalizado. Qualquer coisa? Bota a culpa no chinavírus...
Resumindo: Tentaram o golpe contra o Presidente? Então o momento é de Bolsonaro e seu time darem um troco nos coronacanalhas e coronacorruptos – “vírus” mortais e de alto poder de destruição contra os cidadãos e a sociedade brasileira. Enquanto não se abre a providencial vaga no Supremo Tribunal Federal, é hora de Moro se transformar na “cloraquina” que vai atacar o Mecanismo.
A luta contra o Deep State, Establishment ou Mecanismo (escolha o nome que preferir) precisa ser tão intensa quanto contra o coronavírus. A vacina vai doer... Por isso, o começo da “operação”, tirando grana da corrupção para a saúde, já vai deixar os bandidos e parasitas “apertadinhos”...
Desafio
Valioso depoimento de Márcio Furtado, Superintendente de Patrimônio da União, cargo ligado ao Ministério da Economia, explicando qual a mais importante missão de Jair Bolsonaro, enfrentando o “Mecanismo”.

PANDEMIA DA VIAGARICE. ENTENDA O QUE DE FATO ACONTECE POR TRÁS DOS PANOS...!


No vídeo acima Allan dos Santos e Ítalo Lorenzon do site Terça Livre entrevistam o Olavo de Carvalho. O título do programa levado ao ar na noite desta quarta-feira é sugestivo: Pandemia da Vigarice.
Vale a pena ver. Ainda mais sob a tirania de uma quarentena sem prazo de conclusão quando as pessoas estão praticamente presas em suas residências sob a vigília constante das polícias que antes eram rarefeitas. 
Olavo de Carvalho dispensa apresentações e como sempre vai diretamente ao ponto sem os rodeios dos supostos intelectuais ou de jornalistas da grande mídia metidos a sabichões. 
Portanto o bate-papo com Olavo, Allan e Lorenzon faz emergir os fatos e, sobretudo atos, das ditas autoridades que não passam de marionetes do establishment. O que toda essa gentalha está fazendo tem apenas um objetivo: detonar o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. Mas não só isso. Aproveitam a misteriosa pandemia do vírus chinês para fazer tábula rasa da Quaresma e da Páscoa, efeméride cristã de alto significado, porquanto relembra a crucificação de Cristo. Estão portanto proibidos todos os atos de fé dos cristãos nos templos e nas ruas. 

Afinal, uma das pautas principais do dito 'globalismo', espécie de neo-comunismo global, é fazer sumir a matriz judaico-cristã sob a qual está assentada a nossa Civilização Ocidental.
Vigarice pouca é bobagem.