segunda-feira, 1 de outubro de 2018

EXCLUSIVO: A DELAÇÃO DE PALOCCI PARA A PF EM CURITIBA

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

 Resultado de imagem para Antonio Palocci

Por Claudio Dantas
O Antagonista

O Antagonista obteve em primeira mão os itens do acordo de colaboração premiada que Antonio Palocci firmou com a Polícia Federal em Curitiba.

O ex-ministro de Lula entregou detalhes do esquema de propinas na Sete Brasil, nas obras de Belo Monte, na compra de blocos de exploração na África e na relação entre o grupo Schahin, o PT e o instituto de pesquisas Vox Populi.

Palocci também colaborou nos autos do inquérito aberto para apurar o vazamento da operação contra Lula.









DO R.DEMOCRATICA

01 de outubro de 2018

Como Lula opera a campanha da cadeia


O ex-presidente transformou a sala-cela em Curitiba no QG da candidatura de Fernando Haddad ao Planalto.

De lá, o petista articula a cooptação de caciques regionais e até entregas de dinheiro por meio de jatinhos
Germano Oliveira
Revista IstoÉ

Preso há seis meses numa sala-cela da PF em Curitiba, o ex-presidente Lula está apenas no início do cumprimento de uma pena de 12 anos e 1 mês de cadeia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Teoricamente, o cárcere deveria servir para o réu se regenerar dos crimes cometidos, não voltar a delinqüir e deixar o presídio após o final da pena apto a se reintegrar à sociedade, devidamente recuperado. Mas Lula parece não se emendar. Ao exercer sem qualquer cerimônia ou pudor o papel de coordenador da candidatura do presidenciável Fernando Haddad (PT), o petista transformou a sala-cela num QG da campanha, onde acontecem manobras pouco ortodoxas no vale-tudo para eleger o petista. Sob as barbas das autoridades, Lula vale-se da estrutura carcerária para operar a estratégia eleitoral petista, colocando em prática métodos nada republicanos no esforço para cooptar apoios de partidos como MDB, PR, PP e PDT para o “projeto Haddad”. Conforme apurou ISTOÉ, além de promessas de cargos no futuro governo do PT, Lula articula vantagens financeiras destinadas a irrigar as campanhas dos que se dispõem a serem convertidos a novos aliados. A máquina eleitoral é comandada por meio de bilhetinhos, à la Jânio Quadros, só que de dentro da cadeia, os quais o petista faz chegar às mãos de assessores de altíssima confiança. Integram o time de pombos-correios de Lula o ex-chefe de gabinete Gilberto Carvalho, o advogado Cristiano Zanin, o deputado José Guimarães (PT-CE) e do próprio Haddad, que o tem visitado na condição de advogado. O teor das mensagens é repassado pelos assessores aos políticos aos quais se destinam as determinações.


Nas últimas semanas, o objetivo do ex-presidente tem sido ampliar a vantagem de Haddad no Norte-Nordeste do País. Não à toa, intensificaram-se as mensagens remetidas para caciques da região e velhos parceiros dos tempos da era petista no poder, caso dos senadores Renan Calheiros (MDB-AL), Eunício Oliveira (MDB-CE), Fernando Collor (PTC-AL) e o ex-senador José Sarney (MDB-MA), que até então marchavam ao lado de Henrique Meirelles (PMDB) ou de Ciro Gomes (PDT). Para que mudassem de lado na atual corrida presidencial, robustecendo o palanque de Haddad, Lula prometeu-lhes participação no novo governo e até compensações financeiras. Outro destinatário preferencial dos bilhetinhos de Lula é o também presidiário Valdemar Costa Neto, que por determinação judicial dorme no Presídio da Papuda, em Brasília, mas está autorizado a sair durante o dia para trabalhar. Apesar de não ser mais o presidente do PR, Valdemar ainda manda e desmanda no partido, que desde o governo Lula transformou o Ministério dos Transportes no seu latifúndio, digamos, mais produtivo. O operador financeiro de Valdemar é o ex-ministro Maurício Quintella, atualmente candidato ao Senado pelo PR de Alagoas. Como Lula sabe que o caixa do PR é poderoso, por comandar grandes obras em rodovias no País, o petista tem acionado Valdemar quando precisa fazer chegar recursos às mãos de algum neo-aliado.
O VELHO FISIOLOGISMO
Lula prometeu cargos para raposas do MDB num futuro governo
(Crédito:Fernando Bizerra Jr)


Foi o que aconteceu no Maranhão. Lula havia recebido informações de que a candidatura de Ciro Gomes ganhava corpo no Estado. Afinal, o governador Flávio Dino (PCdoB), apesar de integrar a base aliada do PT, trabalhava com afinco para empinar a candidatura de Ciro. Até que Dino foi procurado pelo deputado José Guimarães, a quem coube repassar-lhe a orientação de Lula: que ele passasse a se dedicar a Haddad. “Dino tem que deixar de apoiar Ciro”, ordenou o petista da cadeia. Não parou por aí. Ao descobrir que um dos motores da candidatura de Ciro no Maranhão era o deputado Weverton Rocha (PDT-MA), candidato ao Senado, Lula, por meio de Gilberto Carvalho, destinou uma importante mensagem a Valdemar Costa Neto. “Faça chegar dinheiro à campanha de Weverton Rocha”. O deputado, conforme informações colhidas por Lula da prisão, precisava de R$ 6 milhões para deslanchar sua campanha. Com o apoio de Quintella, Valdemar deflagrou a operação para o envio do dinheiro ao Maranhão.


Avião com R$ 6 milhões a bordo caiu em Boa Viagem (CE). Mas os recursos chegaram no destino: a campanha de Weverton Rocha, PDT

Conforme apurou ISTOÉ, um avião experimental Cirrus, da Vokan Seguros, a serviço da empreiteira CLC (Construtora Luiz Carlos), foi quem cuidou do transporte do dinheiro do Ceará com destino a São Luis. A CLC faz um trecho da BR-222, na região de Sobral (CE), uma obra do Ministério dos Transportes. No trajeto, percorrido no dia 14 de setembro, uma quase-tragédia: o avião acabou caindo com o dinheiro a bordo na cidade de Boa Viagem. Os recursos eram escoltados por um policial. Com o acidente, outros agentes foram ao local imaginando que a aeronave pudesse transportar drogas. Coube ao policial a bordo do Cirrus a tarefa de tranquilizar os colegas, dizendo-lhes que não se preocupassem com a ocorrência, pois ninguém havia ficado ferido. O dinheiro, contudo, chegou ao destinatário final, cumprindo os desígnios de Lula: a campanha do pedetista Weverton – convertido a empedernido cabo eleitoral de Haddad.

Mas ainda havia uma ponta solta no novelo da costura feita por Lula no Maranhão. Era preciso atrair para seu arco de alianças o ex-senador José Sarney e sua filha Roseana, candidata do MDB ao governo do Estado contra Flávio Dino. A família Sarney vinha trabalhando pela eleição do presidenciável do partido, Henrique Meirelles, mas a conduta mudou quando Sarney recebeu o recado de Lula, transmitido por meio de Gilberto Carvalho: “Quero a família Sarney na campanha do Haddad”, determinou Lula da cadeia. Os Sarneys fecharam também com Lula. Resultado: Haddad cresceu no Maranhão de 4% para 36% e Ciro estagnou nos 13%.
Em contrapartida, o cacique maranhense conta com a ajuda de eventual governo petista para sacramentar um negócio que envolve a TV Mirante, pertencente à família. Sarney deseja vender a emissora para o grupo Integração, de Minas Gerais.
Lula montou uma estratégia para beneficiar Haddad também em Alagoas. Para isso, contou com os préstimos do senador Renan Calheiros (MDB-AL). Em mensagens transmitidas por Gilberto Carvalho a Renan, candidato à reeleição, Lula pediu para que o senador convencesse o também senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) a desistir da disputa ao governo de Alagoas contra Renan Filho (MDB), candidato à reeleição. Àquela altura, Renanzinho ostentava 46% das intenções de voto e Collor 22%. Os dois rumavam para o segundo turno. A idéia acalentada por Lula era que Renanzinho fosse eleito no primeiro turno, reservando o segundo turno para se dedicar de corpo e alma a Haddad. Em troca, o filho de Renan se comprometeria a aumentar as verbas da mídia do governo dos atuais R$ 300 mil por mês para R$ 800 mil mensais para a TV de Collor em Maceió. O acerto, pelo visto, foi bem azeitado. Collor renunciou, Renanzinho saltou para 65% e deve ser reeleito na primeira etapa das eleições alagoanas.

Quem sabe, faz a hora. Agora, o PT espera que Renan Filho cristianize Meirelles em favor de Haddad. Há, no Estado, quem diga que isso já aconteceu. Na última semana, Haddad subiu de 2% para 28% em Alagoas. Avalista do acerto, Renan sonha em voltar a comandar o Senado, a partir de 2019, com o apoio de Lula.

FANTOCHE
Haddad, ao lado de Manuela D`Ávila, faz campanha pelo país, mas quem dá as cartas é Lula
(Crédito:Mauro Pimentel)


No mapa eleitoral que estende sobre a solitária mesinha de sua cela na PF, Lula vislumbra que Haddad reúne chance de se eleger presidente se obtiver uma ampla vantagem no Nordeste, onde detém o apoio de quase 35% do colégio eleitoral brasileiro (mais de 50 milhões de eleitores). Foi graças à expressiva votação no Norte/Nordeste que Dilma Rousseff conseguiu superar Aécio Neves (PSDB) na disputadíssima corrida eleitoral de 2014. Lula espera repetir a dose. Desde que ativou o QG eleitoral na cadeia, há um mês, os resultados já se fizeram sentir. Haddad ascendeu nas pesquisas de intenção de voto de 4% para 22%, índices impulsionados pelo duplo twist carpado empreendido pelo petista na região, onde atingiu 34% – o dobro de Jair Bolsonaro. O avanço vermelho no Nordeste, operado por Lula da cadeia, acabou por minar a candidatura de Ciro Gomes. O pedetista chegou a ter mais de 20% na região, com tendência de alta, mas recuou.



Valdemar teria oferecido R$ 2,4 milhões para que candidatos a deputado pelo PR apoiem Haddad

O esforço de Lula no sentido de solapar, da sala-cela em Curitiba, candidaturas adversárias de seu poste ousou beliscar o ninho tucano no Piauí. Lá, o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, que apoiava oficialmente a candidatura do tucano Geraldo Alckmin, virou casaca depois de receber um bilhete de Lula levado pelo deputado José Guimarães. “Ciro Nogueira tem que trocar Alckmin por Haddad”, determinou Lula. A intervenção do petista fez com que Haddad subisse de 6% para 38% no Piauí e Alckmin estacionasse no Estado. Até o Ceará, dominado pelo ex-governador Ciro Gomes, sentiu a mão pesada de Lula. O emissário também neste caso foi José Guimarães, um de seus maiores interlocutores no Nordeste. Por meio do aliado, Lula mandou um recado furioso ao governador Camilo Santana (PT), que fez coligação com o PDT no Estado. Camilo pedia votos também para Ciro no Ceará. Lula determinou, então, que se bandeasse para Haddad. Paralelamente, articulou com o senador Eunício Oliveira (MDB-CE), seu desembarque da candidatura de Meirelles, em prol do candidato do PT ao Planalto. Não para a surpresa de quem lê, a estratégia montada por Lula no Estado também envolve muito dinheiro – e , nesses casos, quem se apresenta para jogo é Valdemar Costa Neto. Para fazer Haddad decolar no Ceará, Valdemar estaria oferecendo R$ 2,4 milhões, recurso do fundo partidário do PR, para cada candidato da legenda a deputado federal. No meio penitenciário, policiais costumam dizer que os presos, por não trabalharem, utilizam o tempo ocioso para arquitetar novos crimes. Costumam repetir a velha máxima: “mente vazia, oficina do diabo”. E é o que parece que Lula está fazendo na cadeia: articulando estratégias suspeitas de novos ilícitos eleitorais. Para dizer o mínimo. DO R.DEMOCRATICA
28/09/18

Em pronunciamento à população do Nordeste, Bolsonaro denuncia mentiras d...

O Datafolha no reduto de Lula - FAZENDO UMA TRAMBICAGEM COMO DE COSTUME...

De Leandro Mazzini, na Coluna Esplanada do jornal O Dia:
“Dados curiosos da Datafolha de 20 de setembro, com 8.601 eleitores em 323 cidades (TSE 6919/2018): 89 delas do Nordeste, e 50 só em Pernambuco – 15,47% das cidades pesquisadas são do estado (reduto de Lula), onde foram feitas pesquisas em 146 bairros desses municípios. Pernambuco foi disparado o estado onde houve mais pesquisas.
E mais:
“Do Nordeste, a maioria das cidades pesquisadas foram de Pernambuco, Bahia, Ceará e Piauí, estados onde o PT vence as eleições desde Lula da Silva. Nessa pesquisa, Fernando Haddad (PT) pulou para 16% e apareceu em segundo lugar.”

Bolsonaro recebe apoio de líderes evangélicos

Dirigentes de igrejas neopentecostais, como Edir Macedo, da Universal, já indicam voto em candidato do PSL; receio é de 2.º turno com petista Fernando Haddad

Felipe Frazão, O Estado de S.Paulo
01 Outubro 2018 | 05h00
BRASÍLIA - Sob intenso ataque de adversários, o candidato do PSL à Presidência nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, encontrou um porto seguro no apoio do segmento evangélico. Líderes de igrejas neopentecostais já indicam apoio ao capitão da reserva em eventual segundo turno entre ele e Fernando Haddad, do PT, cenário mais provável conforme as pesquisas de intenção de voto.
O bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), declarou neste sábado, 29, voto em Bolsonaro. O PRB, partido ligado à Universal, já manifestou internamente predileção pelo candidato do PSL no segundo turno, embora tenha se coligado ao tucano Geraldo Alckmin no primeiro turno. 
Bolsonaro também saiu na frente para receber a adesão de outros partidos que concentram parlamentares evangélicos, como o DEM e o PSC.
Edir Macedo
O candidato do PSL lidera em todas as vertentes evangélicas, segundo as pesquisas. Na série do Ibope/Estado/TV Globo, Bolsonaro teve uma curva ascendente entre os evangélicos como um todo, sempre acima da intenção de voto geral. Desde agosto, ele passou de 26% para 34% no segmento, acima dos 28% de intenção de voto global, conforme o mais recente levantamento. Haddad tem 22% do total, mas atinge só 17% entre os evangélicos. Já Marina Silva (Rede) caiu de 12% para 7% entre os evangélicos, enquanto Alckmin se manteve na faixa de 8%. Os religiosos avaliam que votos de Marina migraram para Bolsonaro por causa de manifestações dela que consideram dúbias. 
Levantamentos feitos pelas campanhas adversárias mostram que a resiliência de Bolsonaro na liderança das intenções de voto está muito relacionada ao voto evangélico, que não é necessariamente um voto “antipetista”, mas sim um voto conservador, contra o aborto, a pauta LGBT e a esquerda. 

Perfil

Edir Macedo, que lidera a igreja neopentecostal considerada a mais influente eleitoralmente, usou seu perfil oficial no Facebook para responder ao questionamento de um fiel da Iurd, que desejava saber quem ele apoiaria na eleição para presidente da República. Em eleições anteriores, a Universal apoiou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), hoje candidata ao Senado em Minas Gerais. 
O PRB, partido ligado à igreja e criado durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso na Lava Jato –, participou das duas últimas gestões petistas, mas desembarcou do governo e apoiou o impeachment de Dilma. A sigla comanda o Ministério da Indústria no governo Michel Temer.
Bolsonaro é católico por formação e se apresenta assim em encontros fechados com pastores. Em público, costuma dizer que é “cristão”. A mulher dele, Michelle Bolsonaro, frequenta a Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, no Rio. O casamento deles foi celebrado por Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. 
O presidente do PSC, Pastor Everaldo Pereira, membro da Assembleia de Deus Ministério Madureira, batizou o agora candidato do PSL em 2016 nas águas do Rio Jordão, em Israel. O PSC está coligado ao candidato do Podemos ao Planalto, Alvaro Dias, mas Pastor Everaldo já deixa clara sua opção num eventual segundo turno. “O PSC (apoia) na hora. O partido não vota com a esquerda, com o PT e o Haddad em hipótese nenhuma. Vai ser unanimidade para votar com Bolsonaro.”

Pauta

A atração do eleitorado evangélico e das igrejas por Bolsonaro se deve ao posicionamento dele, de forma clara, em defesa de pautas morais: é contrário ao aborto, à liberação das drogas e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, além da campanha contra educação sexual e identidade de gênero nas escolas – chamada por religiosos de “ideologia de gênero”. 
“Há uma unanimidade de que o Bolsonaro foi o único que empunhou a bandeira da vida, da família, da igreja, da livre economia, da escola sem partido e contra a ideologia de gênero”, afirmou o bispo Robson Rodovalho, líder da Sara Nossa Terra, que emitiu nota pela Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil. “Achamos que deveríamos manifestar esse apoio antes do primeiro turno, a tempo de influenciar nossa sociedade.” 
O manifesto gerou uma carta pastoral contrária assinada, majoritariamente, por adeptos de igrejas históricas como presbiterianos, batistas, metodistas, luteranos e anglicanos.
No início da noite deste domingo, 30, Flávio Bolsonaro, filho do presidenciável, postou no Twitter um vídeo em que ele e o pai aparecem ao lado do Pastor Cláudio Duarte – que atua no canal Foco em Cristo, no YouTube. “Como eu disse antes, é melhor ‘Jair se acostumando’”, diz o pastor no vídeo, frisando que o apoio é individual e não da igreja. “Sonhamos com um Brasil diferente do que está aí hoje, em que a família realmente seja respeitada”, respondeu o candidato.
Na semana passada, Bolsonaro ganhou adesão de Hidekazu Takayama (PSC-PR), deputado e pastor da Assembleia de Deus Cristo Vive e ligada ao Ministério do Belém, o mais tradicional. Presidente da Frente Parlamentar Evangélica, uma das mais influentes do Congresso, Takayama relata que os líderes de igrejas temem uma derrota de Bolsonaro no segundo turno e apela aos cristãos para votarem no colega de Câmara. “A doutrinação esquerdista radical está caminhando para um ateísmo que fere a igreja.”

Culto da Universal exibe vídeo contra ‘kit gay’ 

No dia seguinte à declaração de apoio do bispo Edir Macedo ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), um culto ontem na sede da Igreja Universal do Reino de Deus em Brasília exibiu vídeo contra o “kit gay” – termo usado pelo candidato do PSL para o projeto Escola sem Homofobia, vetado pelo governo federal em 2011. 
Bolsonaro não foi citado, nem seu virtual adversário no segundo turno, Fernando Haddad (PT), ex-ministro da Educação. O material de orientação sexual era atribuído ao Ministério da Educação na gravação apócrifa que reunia depoimentos de supostos professores e alunos, além de trechos de reportagens da TV Record com parlamentares, religiosos e especialistas. 
“Acredito que não é esse o Brasil que você quer”, disse um pastor aos fiéis. Após a gravação, os fiéis oraram pelo Congresso para “expulsar o demônio do parlamento” e “amarrar projetos de lei diabólicos”. Seguidores da igreja usavam adesivos com nome e número de candidatos do PRB colados na roupa dentro do templo.
Apesar da expectativa de que Bolsonaro tenha a maioria dos votos evangélicos, o peso do segmento ainda é incerto. O professor de Ciência Política do Ibmec Fábio Lacerda pondera que este voto tem mais efeito nas eleições proporcionais. “Não é claro e evidente que os fiéis vão seguir os pastores na eleição par cargos do Executivo. Há outras determinantes.”

Armas

Uma das propostas de Bolsonaro que divide o meio evangélico é a liberação do porte de armas. No programa de governo, consta “reformular o Estatuto do Desarmamento para garantir o direito do cidadão à legítima defesa”. “É um dos pontos que faz com que muitos evangélicos não consigam votar nele”, diz o pastor Luiz Roberto Silvado, presidente da Convenção Batista Brasileira.  / COLABOROU VINICIUS NEDER

População se emociona ao ver a volta de Jair Bolsonaro e canta em apoio;...

Bolsonaro 43% X 42% Haddad (segundo turno)

No segundo turno, Jair Bolsonaro está um ponto à frente de Fernando Haddad, de acordo com a pesquisa FSB/BTG: 43% a 42%.
Na semana passada, eles já apareciam tecnicamente empatados, considerando a margem de erro: 44% a 40%.

50% contra Haddad - REJEIÇÃO

Fernando Haddad é mais rejeitado do que Jair Bolsonaro.
Segundo a pesquisa FSB/BTG, 50% dos eleitores jamais votariam nele, contra 49% de Jair Bolsonaro.

BOLSONARO 31% X 24% HADDAD

Jair Bolsonaro, na pesquisa do BTG, ainda tem 31% dos votos.
Ele perdeu apenas dois pontos percentuais de uma semana para a outra, apesar de toda a onda do #EleNão.
Fernando Haddad, pela primeira vez, estacionou. Ele oscilou de 23% dos votos para 24%, dentro da margem de erro.

domingo, 30 de setembro de 2018

SERÁ NO 1º TURNO! CRESCIMENTO DE BOLSONARO NA RETA FINAL DA CAMPANHA LEVA OS COMUNISTAS AO DESESPERO.

domingo, setembro 30, 2018

Não tem preço ver a canalha comunista estrebuchando desesperada com a iminente vitória de Jair Bolsonaro no 1 turno. Há pouco a mídia veiculou uma nota de uma tal Abraji - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo invocando, vejam só, a liberdade de imprensa para entrevista o condenado Lula.

Ato contínuo, é veiculada a notícia de que a Falha de S. Paulo, peticionou ao Ministro Ricardo Lewandowski pedindo o imediato cumprimento de sua decisão de permitir mais essa barbaridade.

Conclui-se daí que os comunistas endoidaram de vez com um fato evidente e que foi demonstrado na prática neste domingo com mega manifestações em todas as regiões do Brasil: Jair Bolsonaro vencerá a eleição de lavada no 1º turno. Esta é a vontade majoritariamente evidente dos eleitores brasileiros. Ou precisa desenhar?

E por falar em Associação de Jornalistas ...hummm... Investigativos, eu como velho de guerra no jornalismo sugiro então uma pauta muito mais quente do que ouvir o larápio preso em Curitiba. Que tal uma boa reportagem investigativa para descobrir quem mandou matar Jair Bolsonaro?

Jornalismo investigativo? Eu sei. Eu sei bem o que é essa tal de Abraji. O que se está vendo é que a bandalha comunista está desesperada. E eles farão de tudo nesta semana que antecede o pleito. Todavia será em vão.

O que me admira é ver os filhos do falecido Roberto Marinho passando a mão na cabeça daqueles que sem qualquer pejo avisam, já sem rodeios, que desejam transformar o Brasil numa nova Venezuela. Em 1964 as Forças Armadas cumpriram sua missão salvacionista. Vamos ver agora. DO A,AMORIM

MULTIDÃO INTERDITA AV. PAULISTA EM SÃO PAULO EM MEGA MANIFESTAÇÃO DE APOIO AO PRESIDENCIÁVEL JAIR BOLSONARO



domingo, setembro 30, 2018

 

 Agora à tarde uma gigantesca mobilização Pró-Bolsonaro interditou completamente a av. Paulista, em São Paulo. Neste vídeo feito com dispositivo de pouco alcance dá para ter uma ideia desse mega evento de apoio a Bolsonaro, líder dem todos as pesquisas.

O deputado federal por São Paulo, Eduardo Bolsonaro, representando seu pai que se recupera em casa do atentado a facadas que sofreu no dia 6 deste mês de setembro quando era carregado nos braços do povo durante ato de campanha em Juiz de Fora MG. 

Jair Bolsonaro recebeu alta ontem no Hospital Albert Einstein onde estava internado desde do dia 7 deste mês e já está em sua residência no Rio de Janeiro onde prossegue seu tratamento e repousa.

Da mesma forma como ocorre em São Paulo, as manifestações de apoio ao Presidenciável Jair Bolsonaro ocorreram em diversas cidades neste domingo em todo o Brasil. DO A.AMORIM

Haddad cercado de ‘gente boa’ - TODOS ENVOLVIDOS EM CORRUPÇÃO NO PETROLÃO...

A Folha fez um levantamento do número de auxiliares da campanha de Fernando Haddad que foram delatados em desdobramentos da Lava Jato ou que possuem pendências na Justiça.
Entre eles estão Francisco Macena, escolhido para a função de tesoureiro da campanha e alvo de inquérito da PF por ter financiado a campanha do poste em 2012 com dinheiro do departamento de propinas da Odebrecht.
A senadora Gleisi Hoffmann enfrenta duas denúncias da PGR pendentes de análise na Justiça. Uma delas, de 2017, acusa a cúpula do PT, incluindo Lula e Dilma Rousseff, de formar uma organização criminosa que se beneficiou de pagamentos da Odebrecht e da JBS.
O ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli é alvo de ao menos duas ações de improbidade em decorrência de sua atuação na estatal.
Braço direito de Lula, Paulo Okamotto também atua na campanha de Haddad e ainda consta como investigado em um inquérito da Lava Jato sobre o financiamento da empresa de palestras do presidiário. O auxiliar de Lula também foi réu no processo do triplex de Guarujá.
Gilberto Carvalho é réu junto com Lula sob acusação de corrupção passiva por ter aceito promessa de vantagem indevida de R$ 6 milhões para favorecer montadoras em edições de medidas provisórias.
O ex-ministro Ricardo Berzoini foi investigado no inquérito do “quadrilhão do PT”.