segunda-feira, 6 de junho de 2011

QUANDO UMA IMAGEM VALE POR MIL PALAVRAS.


O procurador geral da república Roberto Gurgel arquivou hoje as denúncias contra Antônio Palocci.
Quem esperava que seria diferente se decepcionou, mas quem tem idéia de como está aparelhado o estado brasileiro, sabe que o caso Palocci não vai dar em porra nenhuma. Assim como o mensalão do Sebento.
O Brasil está apodrecido em suas instituições, até aqueles que deveriam zelar pelo cumprimento e respeito às leis, a ética e moralidade estão rastejando junto ao que se tem de pior neste país. 
A impunidade, a desmoralização, a falta de ética, de vergonha na cara e de consciência, venceram mais uma vez.
O BRASIL É MESMO UM PAÍS  IMORAL!!!!
DO BLOG O MASCATE

PGR arquiva representação da oposição contra Palocci


Insepultos

O ministro Antonio Palocci se transformou em um cadáver político ambulante


Perdeu aliados à esquerda e à direita.

Virou a antítese de Midas, a pessoa menos indicada para coordenar qualquer coisa além de sua defesa.

O governo já saiu de Palocci; falta Palocci sair do governo.
Pode-se argumentar que Palocci foi alvo de injustiça pois não há provas contra ele, apenas indícios. Mas o ministro fez a própria cama ao mostrar ser mais leal e preocupado com seus ex-clientes empresariais do que com a atual chefe. Entre o público e o privado, não restam dúvidas quanto à sua preferência.

Virou lugar-comum comparar a atitude de Palocci com a de seu antecessor Henrique Hargreaves, que, sob suspeita em 1993, afastou-se da Casa Civil para não contaminar o governo do seu amigo Itamar Franco. Ele acabou voltando ao cargo meses depois. As diferenças são grandes, porém.

Hargreaves não só voltou ao ministério. Continuou sendo o braço-direito do ex-presidente quando este foi eleito governador de Minas Gerais em 1998. Foi seu principal secretário. Hoje, representa o governo mineiro em Brasília. Hargreaves nunca saiu do governo e o governo nunca saiu dele.

Caso Palocci deixe o governo Dilma, o comportamento do ministro durante a crise indica que ele voltará a ser consultor de empresas. Com o sucesso financeiro que Palocci obteve nos últimos anos, quem poderá recriminá-lo se fizer essa opção?

Um inconveniente é que as idas e vindas entre o setor público e o privado provocam incompatibilidades e conflitos de interesse.

Palocci foi ingênuo (atendendo seu apelo por boa fé) ao dizer que setores atendidos por ele, como o financeiro e de mercado de capitais, não têm interesses diretos no governo, que seus negócios são estritamente privados.

Impostos, taxas, licenças, licitações, normas, regulamentações, leis, julgamentos, contas, publicidade oficial são apenas algumas das muitas interfaces entre empresas de quaisquer setores econômicos e o governo.

Sempre há relações entre o público e o privado, e quem tem o pé em ambas as canoas é valorizado por facilitar o tráfego de um lado a outro.

Outra inconveniência é a contaminação. Sobram indícios de que a crise pessoal de Palocci está prejudicando o governo. O melhor indicador são as incontáveis declarações de apoio de próceres do PMDB à permanência do ministro no cargo.

Pode parecer incongruente que a pessoa com quem Palocci discutiu asperamente ao telefone, o vice-presidente Michel Temer (PMDB), seja quem mais repete que o ministro deve ficar no governo. Não é: quanto mais tempo Palocci permanecer, mais Dilma terá que ceder aos peemedebistas. O tal diamante vale muito mais do que R$ 20 milhões, e é pago a prestações.
Se Palocci não é capaz de reconhecer isso, quão hábil ele ainda pode ser como articulador político?

É insubstituível para Dilma?

A se tomar como exemplo a votação do Código Florestal, não.

Numa democracia, os ocupantes de cargos públicos não devem importar mais do que suas funções.

Ceder anéis brilhantes aos aliados não foi a única consequência dos problemas causados pelo principal auxiliar da presidente.

Mesmo que o governo não fique paralisado, a crise de Palocci ofusca qualquer outra iniciativa governamental.

Mesmo que não haja uma crise de fato, a aparência é de que há.

Mal comparando com uma tragédia real, enquanto não forem descobertos e punidos os assassinos de líderes extrativistas na Amazônia, os fantasmas dessas mortes assombrarão governo e sociedade com a lembrança indelével de que vastas áreas do Brasil estão além do alcance da lei.

Casos assim precisam de investigação profunda, até uma conclusão inconteste.

Dilma demonstrou lealdade a Palocci.

A contrapartida é discutível. Se demiti-lo por pressão externa parece sinal de fraqueza, mantê-lo insepulto é ainda mais desgastante.

O velório interminável atrapalha o governo e enfraquece a imagem da presidente.

Falta a pá de cal.

Procurador Geral da República está prestes a ser reconduzido ao cargo. Arquivou a denúncia contra Palocci.

Da Folha Poder:

A presidente Dilma Rousseff acabou de ser informada que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, decidiu arquivar a denúncia contra o ministro Antonio Palocci (Casa Civil). Segundo a Folha apurou, a presidente foi avisada no início da noite. A PGR ainda não se manifestou oficialmente. Com a decisão, o ministro pode ganhar uma sobrevida e se manter no cargo. Tudo irá depender da vontade de Dilma em permanecer com Palocci na pasta, apesar do desgaste. Gurgel enviou um pedido de explicações a Palocci em 20 de maio, cinco dias depois que a Folha revelou a multiplicação por 20 do patrimônio do ministro da Casa Civil entre 2006 e 2010. O procurador não fez perguntas específicas a Palocci, apenas pediu que ele esclareça os fatos presentes nas duas representações encaminhadas à PGR por partidos da oposição na semana anterior. O ministro entregou o relatório requisitado uma semana depois, no dia 27 e, na semana seguinte, encaminhou mais documentos à procuradoria.
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Como todos sabemos, Roberto Gurgel quer ser reconduzido ao cargo. Para o bom entendedor, meia palavra basta. Vergonhoso! VEJA AQUI a manifestação por escrito.
DO B. DO CEL

Cesare Battisti para presidente do PT


Quarta feira o aparelhado e desacreditado STF deve julgar definitivamente o caso do Cesare Battisti. O mensalão vai expirar, mas o Batisti vai ser julgado.
Pelo cheiro dá para notar que o bandidão italiano vai ser libertado e receber o direito de viver no Brasil.
Como se já não tivessemos bandidos suficientes por aqui, ainda importam mais alguns.
Hoje no Brasil temos dois exemplares da fauna do banditismo internacional.
Loko Chavez o idiota Merdezuelano em visita à presidANTA Marionete, e o Basttisti que ainda amarga uma certa dose de cadeia por entrar no Brasil com documentos falsos.
O ideal seria mandar o italiano para a Merdezuela junto com o Loko Chavez. E o bandidão escolheria viver em CÚBa ou na Merdezuela.
Mas como todo malaco, ele quer viver na terra da caridade e da impunidade. 
E quem sabe até receber uns "por fora" como perseguido político hein?
É certo que o DESgoverno da PresidANTA DilMARIONETE deverá  arranjar um carguinho público para ele, assim como fez para aquele outro ZÉMANÉ das FARC.
Definitivamente o Brasil é a maior casa de viração do planeta.
Este Blog indica o Battisti para presidente de honra do PT, afinal, vagabundo e PTRalha tem o mesmo DNA. 
DO BLOG O MASCATE

FLASH BACK TUDO VIRA BOSTA. = RITA LEE (A COMPPOSIÇÃO É DO MOACYR FRANCO)


B. FERRA MULA

É, tenho que reconsiderar. Existem casos que o aborto é a unica saída.


ARGH!!!!
 DO BLOG O MASCATE 
       


Existem momentos na vida que jamais devemos dizer nunca. Certa vez eu disse que nunca seria favorável ao aborto. Olhando esta foto reconsiderei e vejo que existem casos e casos.

Se seguiu o próprio exemplo, Lula aconselhou Dilma a livrar-se de Palocci antes que a crise contamine todo o governo

Casa Civil

Quando teve seus 'primeiros-ministros' envolvidos em escândalos, o ex-presidente relutou, mas acabou tirando-os do cargo para preservar o governo

Adriana Caitano
Antonio Palocci após almoço com Dilma Rousseff e senadores do PT p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica} Antonio Palocci após almoço com Dilma Rousseff e senadores do PT (Marcelo Camargo/Folhapress)
Às voltas com a crise provocada pelas denúncias contra seu principal ministro, o chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, a presidente Dilma Rousseff decidiu pedir conselhos justamente a quem, em seus mandatos, vivenciou uma sequência de escândalos envolvendo ocupantes do cargo: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No domingo, Dilma e Lula conversaram pelo telefone sobre o futuro de Palocci. O teor da conversa obviamente não foi divulgado. Mas as reações do ex-presidente em casos semelhantes, durante sua gestão, mostram a tendência de preferir desfazer-se do ministro a deixar que a crise contamine o restante do governo.
A quem analisa o histórico recente do cargo, o comando da Casa Civil parece amaldiçoado. Os quatro últimos integrantes da pasta enfrentaram turbulências no cargo. Dois foram demitidos, Palocci ainda tenta se equilibrar, e apenas um escapou da degola - justamente Dilma Rousseff, que deixou a pasta para se tornar a candidata vitoriosa do PT à Presidência. A maldição, no caso, parece associada ao modelo de atuação da pasta. Desde que tornou-se eminentemente política, há alguns anos, a vaga é ocupada por quadros de confiança do presidente, com a obrigação de negociar cargos em funções estratégicas e costurar alianças. Com tanto poder, o ministro atrai para si todos as atenções, o que o coloca, sempre, sob constante vigilância.
O pioneiro em crises na Casa Civil foi José Dirceu, precursor também da imagem de super-ministro. No início do primeiro mandato petista, Dirceu mandava e desmandava em Brasília, até que seu assessor Waldomiro Diniz foi flagrado pedindo propina a um empresário do ramo de jogo do bicho. Diniz foi demitido e o problema apenas respingou no ministro.
Em 2005, porém, o poder de Dirceu não resistiu ao escândalo do mensalão. O esquema milionário de desvio de verba pública para comprar a fidelidade de parlamentares aliados e abastecer suas campanhas eleitorais foi a cartada final. Mesmo negando a existência do esquema, Lula demitiu o ministro para salvar o governo. Mais tarde, Dirceu teve o mandato de deputado federal cassado e os direitos políticos suspensos, o que não o impediu de seguir com forte influência nos bastidores, como um dos maiores lobistas do país.
Dilma Rousseff, foi alçada à fama como substituta de Dirceu. Ainda que não tenha sido obrigada a deixar a vaga pelas portas dos fundos como seu antecessor, ela também enfrentou momentos delicados na Casa Civil. Em 2009, Dilma foi acusada pela ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira de ter pedido uma interferência nas investigações tributárias sobre a família do presidente do Senado, José Sarney. A então ministra e pré-candidata à Presidência nega até hoje que o encontro tenha acontecido.
Um ano antes, quando a farra do uso de cartões corporativos por ministros do governo Lula foi descoberta, assessores de Dilma foram procurar indícios semelhantes contra os ex-ministros do governo Fernando Henrique. Na ocasião, o nome da secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, surgiu como mandante da elaboração do dossiê. Como a sindicância interna feita a pedido da ministra deu em nada, Erenice tornou-se a substituta de Dilma quando ela foi se dedicar à campanha presidencial.
Queda - Em 2010, mais uma vez a maldição da Casa Civil caiu sobre a ocupante do cargo. Em setembro, VEJA revelou que o filho de Erenice, Israel Guerra, intermediava contratos milionários entre empresas privadas e governo mediante o pagamento de uma taxa de sucesso. A ação tinha a anuência e o apoio da mãe ministra, que acabou caindo antes que atrapalhasse a eleição de sua antecessora para a Presidência.
O atual super-ministro, Antonio Palocci, já assumiu a cadeira com currículo promissor para manter a tradição do posto. No governo Lula, foi acusado de quebrar o sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa, que havia revelado ter visto o petista em uma mansão frequentada por lobistas e onde eram feitos negócios escusos. Palocci foi inocentado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), muito depois de ser demitido por Lula do comando do Ministério da Fazenda, em 2006.
Agora, com a descoberta de seu enriquecimento súbito e mal explicado, e a revelação feita por VEJA desta semana de que ele vive em um apartamento que está em nome de um laranja, Palocci acumula motivos suficientes para seguir o exemplo de seus antecessores problemáticos: ou pega a trouxa e sai pelas portas dos fundos ou será obrigado a fazê-lo pela própria presidente, aconselhada por Lula.
REVISTA VEJA

Lula inventou o terceiro mandato com codinome. Só faltou combinar com o PMDB

O terceiro mandato de Lula começou no quinto mês do governo Dilma Rousseff. Na última semana de maio, pronto para ensinar à criatura como se resolve uma crise, o criador baixou em Brasília já acusando a oposição em geral e José Serra em particular de terem inventado o milagre da multiplicação do patrimônio. No mesmo dia, depois de conferir ao chefe da Casa Civil o título de Pelé da Economia, ordenou ao PT e pediu ao PMDB que defendessem Antonio Palocci e fossem pacientes com Dilma Rousseff.

No dia seguinte, ordenou a Dilma e Palocci que fossem ainda mais atenciosos com a companheirada e ainda mais perdulários com a base alugada, deu a crise por encerrada e viajou para o exterior. Acumulando as funções de presidente e palestrante, fantasiou-se de estadista e ganhou milhares de dólares da Odebrecht no Panamá, nas Bahamas, em Cuba e na Venezuela. De volta ao Brasil, soube que a crise que deu por resolvida ficara muito mais grave. E combinou outra conversa com Dilma para dizer o que deve ser feito com o companheiro Palocci.

“Temos o retorno da metamorfose ambulante operando com o costumeiro desdém aos princípios”, escreveu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no Estadão deste domingo. “Em vez de se preocupar com a veracidade do que transpareceu, acusa irresponsavelmente o PSDB pelo vazamento de informações relativas à evolução patrimonial do principal ministro do governo. E passa a operar a disputa por cargos e troca de votos no Congresso (…). É mais um passo atrás no amadurecimento da sociedade e da política, que volta a se apequenar no jogo rasteiro de chantagens e pressões”.

Sempre que Lula pensa alguma coisa, o Brasil fica menos inteligente, confirmou a crônica de João Ubaldo Ribeiro no Globo deste domingo. Sem consultar o país e sem mexer em lei alguma, ironizou o escritor, Lula fez a reforma política e instituiu o bipresidencialismo. Em vez de um, a República agora tem dois no comando: “É por isso que ela faz tanta questão de ser chamada de presidenta. Presidente é ele, presidenta é ela. Ele não suporta trabalhar. O trabalho todo de despachar, ler, discutir, assinar etc, ela faz. Das jogadas políticas, dos discursos, das viagens, das mensagens na TV, ele cuida. E de mandar sancionar ou vetar o que for necessário, claro. E ainda com a vantagem de ter alguém para levar a culpa”.

Para a dupla, a fórmula é perfeita. Atormentada pela inapetência política, obrigada a exibir dotes de gerente de país que nunca existiram, dramaticamente despreparada para o cargo, o sonho de Dilma é permanecer enfurnada nos palácios. Ela não consegue acreditar que é presidente. Como não quer acreditar que deixou de sê-lo, o palanqueiro itinerante ambulante dá ordens a ministros, protagoniza almoços e jantares com aliados e passeia pelo mundo.

Neste momento, a pedido de Dilma, Lula pensa no que fazer com o dublê de estuprador de sigilo bancário e traficante de influência que o padrinho escolheu para chefiar a Casa Civil da afilhada. Ele toma a decisão, ela executa. A farsa da superexecutiva onisciente não durou um semestre. É improvável que o bipresidencialismo malandro dure mais três anos e meio.

Primeiro, porque a Constituição não admite a existência de um co-presidente, nem de um tutor de presidentes ineptos. Depois, porque o PT quer controlar a companheira como foi controlado por Lula. Terceiro, e sobretudo, porque o velho e insaciável PMDB já deixou claro que não se contenta com estar no governo: faz questão de ser governo. O vice já não é o companheiro José Alencar. É o ambicioso e astuto Michel Temer. A cada movimento do PT, a cada rompante da política desastrada, a turma do Palácio Jaburu engole mais um naco do poder. Eles sabem que o ex-presidente tem força eleitoral, mas não tem poderes legais.

Lula planejou quase tudo para garantir um terceiro mandato com codinome Dilma. Só faltou combinar com o PMDB.
Por Augusto Nunes - Veja Online

Para Veja, um maluco


"Quem tem dólares de sobra para comprar um imóvel, mas prefere jogar dinheiro fora pagando aluguel, não precisa de consultoria econômica e financeira. Precisa de uma clínica psiquiátrica.

Quem aluga um apartamento sem ter a menor ideia de quem é o locador, e sem verificar a situação legal do endereço onde vai morar com a família, deve dispensar-se de recorrer a consultores ou psiquiatras. Idiotas juramentados não ouvem conselhos. E não têm cura.

Quem compra um apartamento por R$ 6,5 milhões e continua pagando mais de R$ 15 mil para morar num alugado, fora o IPTU e a taxa de condomínio que acrescentam outros R$ 6 mil à bolada mensal, deve ser imediatamente interditado por parentes sensatos e internado num hospício.

Surpreendido por VEJA no meio de um laranjal suspeitíssimo, ansioso por provar que não é o proprietário também do apartamento supostamente alugado, o ministro Antonio Palocci precipitou-se em explicações que o enquadram nos três parágrafos anteriores.

Para justificar a demissão do chefe da Casa Civil, a presidente Dilma Rousseff já não precisa confessar que nomeou para o cargo um traficante de influência. Basta dizer que descobriu só agora que Palocci é maluco".

Até agora, foi o melhor que lemos sobre Palocci até hoje. Trata-se de gozação, claro. Até porque, doido não rasga dinheiro. Acontece que as leis brasileiras não criminalizam são duras com quem chama outro de maluco. Não podendo chamar ministro de Ladrão, Augusto Nunes trata de escandalizar o escândalo de outra forma.

NOVA
Sarney acaba de defender Palocci. Isto, depois que Paulino da Força pediu seu afastamento. As razões de Sarney são claras: ele quer Dilma mais fragilizada ainda, para mandar ainda mais. Em tempo: Sarney não é bandido. Aliás, não é maluco.
Blog de Augusto Nunes

Código Florestal: as entrevistas completas de Kátia Abreu e Aldo Rebelo.


Assista à entrevista da senadora Kátia Abreu (PSD-TO) sobre o Código Florestal, concedida ontem à noite para Kennedy Alencar, na Rede TV. Clique nos links abaixo:
Nos links abaixo, a entrevista do relator do Código Florestal, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), no Canal Livre, da Band:

Até ficha suja já pede a demissão de Palocci. E em nota oficial.

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, pediu em nota o imediato afastamento do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. 

“O imediato afastamento do Ministro Palocci

 Os trabalhadores brasileiros têm acompanhado com muita atenção e preocupação os meios de comunicação que, há várias semanas, vêm veiculando denúncias envolvendo o ministro da Casa Civil, Antônio Palocci. Denúncias estas que incluem a multiplicação de seu patrimônio e as atividades de sua consultoria, denominada Projeto.m As tentativas de esclarecimento do ministro da Casa Civil, apenas para cumprir formalidades, não foram suficientes para arrefecer o desgaste a que vem sendo submetido o braço direito da atual presidenta.

Entendemos que o ministro Palocci ainda deve explicações ao povo brasileiro, visto que, sendo servidor público de alto escalão, deve servir de exemplo e ser pautado pela ética, pela transparência e pela moralidade pública. O povo brasileiro está vendo com ceticismo a defesa apresentada para tais denúncias, e anseia por uma resposta convincente e verdadeira. As evidências de ter praticado atitudes não republicanas que pairam sobre o ministro fazem com que sua credibilidade vá, a cada dia, se deteriorando.

O imediato afastamento do ministro só trará benefícios para o País, que vive um bom momento econômico, com pleno emprego e sinais de controle inflacionário, mas começa a sentir a paralisia política do governo devido às incertezas que cercam o atual ocupante da Casa Civil do Palácio do Planalto. Ocupante este que tem a importante função de articulador político e âncora do governo, mas que, infelizmente, tornou-se refém do silêncio, passando a acreditar apenas no tempo como seu aliado.

O projeto de governo, vitorioso nas últimas eleições, não pode permitir compromisso com o erro e com a falta de lisura por parte de membros do governo, muito menos por funcionários de tão importante função. Privar os brasileiros da verdade sobre os atos do ministro Palocci é uma atitude que gera suspeita sobre o governo e de seus integrantes para com os cidadãos, o que não é saudável em uma plena democracia. Entendemos que a permanência do ministro no governo vai, com certeza, dificultar as ações governamentais, contaminando uma agenda positiva instruída a dar rumo ao crescimento econômico, à diminuição da pobreza e ao fortalecimento da democracia por uma sociedade mais justa.”

Paulo Pereira da Silva (Paulinho), presidente da Força Sindical

"Fuerza, naranja!"

Os jornalistas ouviram apenas o "fuerza" de Hugo Chávez, o caloteiro bolivariano que deve U$ 5 bilhões para a refinaria Abreu e Lima, no Pernambuco, que está no Brasil visitando a nossa fofa presidente Dilma, dirigido a Antônio Palocci Filho. Mas, lá no fundo, o ditador deve ter pensado um "naranja", que é o que mais identifica o ministro que ficou rico da noite para o dia.

EXCLUSIVO! Surge um CNPJ duplo no meio do extraordinário enriquecimento do Palocci, usado por imobiliária e loja de colchões. Quem é o "laranja"?

ESTE POST FOI PUBLICADO ORIGINALMENTE ONTEM PELA MANHÃ. É UMA BOA PAUTA PARA A IMPRENSA. INCLUSIVE COM VÁRIOS COMENTÁRIOS REVELADORES. AO TRABALHO, FOQUINHAS AMESTRADAS DOS JORNALÕES.

Ontem o Blog do Noblat publicou um fac-simile do contrato de aluguel do apartamento do Palocci, uma tentativa do ministro de comprovar que não tinha nada a ver com isso, se o dono do imóvel era um "laranja". Só que, além do dono do apartamento, a própria empresa é "laranja". Sua atividade não é administração de imóveis. Sua atividade é venda de móveis e colchões. O nome dela é Home Ortobel Franquia e Participações Ltda. Fica em Santo André. Abaixo, os registros:

Acima, o contrato de locação apresentado por Palocci. Observem o CNPJ da Morumbi Administração de Bens Ltda. e a data de sua fundação. Agora vejam abaixo.

Na JUCESP, o CNPJ da imobiliária mostra uma outra empresa, fundada no mesmo dia: a Home Ortobel Franquia e Participações Ltda. Além de um dono "laranja", a imobiliária também é "laranja".

 A busca do endereço pelo Google dá como inexistente. Já o CEP indicado na JUCESP mostra a mesma avenida, mas em outro bairro. 
Na Receita Federal, o CNPJ está vinculado à imobiliária. No entanto, quando é solicitada uma consulta sobre a situação fiscal da empresa, surge um aviso estranhíssimo. A Receita Federal informa que não tem dados suficientes para dizer se pode ou não emitir uma certidão. O que isto significa? Mistério. Veja abaixo.
Aviso aos leitores! Todas estas consultas são abertas nos sites da Receita Federal e da JUCESP, sendo de acesso público. Não existe nada de ilegal nas mesmas. Para ler em detalhes, cliquem nas imagens para ampliar. Abaixo, mais um indício de ilegalidade. É uma imobiliária, mas não consta registro no CRECI-SP:
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Segundo o jornal O Globo, a imobiliária deu endereço falso para a Receita Federal. Veja a matéria abaixo:

A imobiliária que alugou o apartamento de Moema ao ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, deu endereço falso à Receita Federal e não funciona no prédio que informou no contrato de locação do ministro. Pelo contrato, a Morumbi Administração de Bens Ltda fica no número 43 da Rua Lídia Simões Cabral, que é uma travessa acanhada da Avenida Moaci, em Moema. Mas neste endereço há apenas uma placa oferecendo aulas de inglês. No local, mora a família de um argentino.

Pelo contrato, entregue ontem pela assessoria do ministro à imprensa, Palocci paga R$ 13,5 mil mensais pelo aluguel do imóvel à Morumbi. Quem assina o contrato como sócio proprietário da imobiliária é Henrique Garcia Santos, o mesmo que, na Junta Comercial do Estado de São Paulo, aparece como o primeiro dono da Lion Administração de Bens Ltda, empresa que se diz dona do imóvel.Henrique Santos teria aberto a Lion em sociedade com a empregada doméstica Rosailde Laranjeira da Silva, mais uma pessoa usada como laranja na intrincada história da propriedade do imóvel ocupado por Palocci. O endereço de Henrique Santos, informado à Junta Comercial, é o mesmo de Gesmo Siqueira dos Santos, proprietário original do apartamento onde Palocci e sua família moram desde 2007. No edifício, porém, a família Santos também já não mora há pelo menos um ano.

Lama do Escândalo Palocci já toca o bico do scarpin da Dilma.

Do Painel da Folha:

No PT, a expectativa geral é a de que Dilma Rousseff dê um desfecho ainda no início da semana para a novela Antonio Palocci, que já se arrasta há mais de 20 dias. A razão, agora, é a mais pragmática possível: chegou ao comando do partido a informação de que pesquisas internas do governo já mostram corrosão da popularidade da presidente na esteira do episódio envolvendo o titular da Casa Civil.Os petistas temem que, diante das explicações evasivas do ministro, o noticiário se realimente de revelações a conta-gotas sobre bens e clientes de Palocci, o que poderia minar ainda mais a avaliação de Dilma.

Aliados cobram Dilma e não querem aguardar decisão do Procurador que procura ficar no cargo.

Segundo o jornal O Globo, os aliados do governo querem uma solução imediata, sem esperar que Roberto Gurgel e seu enorme corpanzil  mole, mais preocupado em ficar no cargo, decida se abre ou não investigação sobre o enriquecimento escandaloso de Palocci.

Acabou o prazo para um desfecho político na crise provocada pela revelação da rápida evolução do patrimônio do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci. PMDB e PT passaram a cobrar da presidente Dilma Rousseff uma definição pública da situação de Palocci até quarta-feira, sob pena de se aprofundarem a crise e os problemas na relação com o Congresso Nacional. Há a expectativa de que, quarta-feira, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, dê seu parecer sobre o caso. A avaliação dos interlocutores do Palácio do Planalto é que a situação de Palocci é insustentável, mas todos admitem que há um grande risco de mexer na composição do governo e criar novas dificuldades a partir da escolha mal feita de um substituto.O recado foi transmitido ontem por políticos aliados a Dilma. A presidente decidiu conversar sobre o assunto com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ontem. A gravidade da crise levará a encontros hoje entre caciques do PT em São Paulo e Brasília. Lula é esperado amanhã na capital federal.Para o PT e o PMDB, a presidente precisa tomar uma posição pública sob o risco de agravar ainda mais o momento e aumentar a sangria do ministro da Casa Civil. Leia mais aqui. 

Dilma recebe o caloteiro Chávez.

Amanhã Hugo Chávez chega ao Brasil para uma visita de caloteiro. Na semana passada, Lula foi até lá e cobrou do amigo bolivariano R$ 1 bilhão para a Odebrecht. Estava acompanhado dos diretores da empresa, viajando no jatinho da mesma. Um ato vergonhoso de um ex-presidente que, apenas seis meses após deixar o cargo, virou um lobista descarado, cobrando milhares e milhares de dólares de empresas que dependeram da sua caneta para receberem polpudos empréstimos e conquistarem obras financiadas praticamente a fundo perdido, pelo BNDES, no exterior. 

Lembram da refinaria Abreu e Lima, um projeto conjunto da PDVSA e da Petrobras, em Pernambuco? As obras já consumiram U$ 5 bilhões em três anos. Sabem quanto a empresa venezuelana aportou até agora? Zero! O projeto terá um custo total de U$ 16,3 bilhões. O novo prazo para Chávez confirmar se vai participar ou deixar o negócio, anunciado com toda a pompa ao lado de Lula em 2007, esgota-se em agosto.E o caloteiro será recebido com toda a pompa e circunstância, como se fosse um parceiro.

sábado, 4 de junho de 2011

Promotor aponta ilegalidades no Plano Brasil sem Miséria

O promotor de Justiça Ruzsel Lima Verde publicou ontem em seu perfil em uma rede social na internet um artigo protestando contra o programa Brasil sem Miséria, lançado na última quinta-feira (3), pela presidente Dilma Rousseff. Segundo Ruszel, o plano "não tem qualquer parâmetro, nem legal, nem econômico de avaliação de custos".
O artigo é intitulado "O Brasil Sem Miséria é uma ilegalidade com o seu bolso" e diz que o plano não pode ser instituído através de decreto por implicar aumento de despesas à assistência social. O promotor lembra que o programa Bolsa Família foi criado por lei.

O Brasil Sem Miséria, segundo seu texto, tem como finalidade "superar a situação de extrema pobreza da população em todo o território nacional, por meio da integração e articulação de políticas, programas e ações", a ser executado "pela União em colaboração com Estados, Distrito Federal, Municípios e com a sociedade".
O plano tem como diretrizes as garantias dos direitos sociais, de acesso aos serviços públicos e à oportunidades de ocupação e renda e ações voltadas à melhoria das condições de vida da população extremamente pobre. O custeio será coberto por dotações orçamentárias da União consignadas anualmente nos orçamentos dos órgãos envolvidos, recursos oriundos dos órgãos participantes e destinadas por Estados, Distrito Federal e Municípios, bem como outras entidades públicas e privadas.
"Como está, o Plano não pode sequer gastar um real, pois não tem previsão legal de existência, tampouco previsão na Lei de Diretrizes Orçamentárias. É completamente inconstitucional, jogado pelo Governo, sem especificar sequer a estimativa de gastos", comenta Ruszel Lima Verde. "Talvez, seja o se colar colou, pois, se a oposição se voltar contra o Plano, o Governo vai dizer que ela está contra os pobres e, se a oposição se calar, nós todos corremos o riscos de empobrecimento dos nossos bolsos", acrescenta.
Segundo o promotor, essa foi a forma encontrada para "mostrar para a sociedade como está ocorrendo a condução política do Brasil". "É um programa ambicioso, que precisa ser debatido com a sociedade através do Congresso Nacional", pontuou.
Portal 180graus-PI

MOÇÃO DE REPÚDIO AO FREI BETTO


Foi proposta pelo vereador João Gustavo. Pode ser encontrada aqui.]
Câmara Municipal de Niterói Gabinete do Vereador João Gustavo-PMDB Moção nº 000272/20011
Concede Moção de Repúdio ao Frei Betto, em razão de seu artigo sobre Gays e a Bíblia, publicado no jornal o Globo dia 23 de maio de 2011.
Requeiro à Mesa Diretora, na forma regimental, que Câmara Municipal de Niterói, no exercício de suas prerrogativas, ouvindo o Douto Plenário MOÇÃO DE REPÚDIO ao Frei Betto, em virtude de sua defesa a casais homossexuais, conforme divulgado no Jornal o Globo.
Justificativa:
Como bem dito pelo Frei em seu artigo, a Igreja Católica não discrimina o homossexual. De acordo com seu Catecismo no parágrafo 2358, estes devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitando-se, assim, todo sinal de discriminação injusta, ainda porque em Jo: 4, 7, nos ensina a amarmos uns aos outros, porque o amor vem de Deus.
Insta dizer, e continuando, nos parágrafos 2357 e 2359 do Catecismo, embora não haja discriminação, apoiando-se na Sagrada escritura e na tradição, sempre declarou que atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados. São contrários à lei natural. Não origina, assim, o dom da vida. Em caso algum podem ser aprovados.
Portanto, embora, todos nós sejamos filhos amados de Deus, a prática da homossexualidade não deixa de ser contrária aos ensinamentos da Sagrada Escritura, por isso, embora amados, os homossexuais são chamados à castidade.
Em Romanos 1, 26 ao 28: “Por isso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Sua mulheres mudaram o uso natural em uso a natureza. Os homens também, abandonaram o uso natural da mulher, arderam em desejos um pelo outro, homem como homem, cometendo torpezas e recebendo em si mesmos a pagar por suas perversões.”
DO BLOG PEDRO DA VEIGA