PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
QUEREM IMPOR A MORDAÇA
O panfleto de Amaury Ribeiro Junior ("A privataria tucana") é apenas um produto da máquina petista de triturar reputações. Foi produzido nos esgotos do Palácio do Planalto. E foi publicado, neste momento, justamente com a intenção de desviar a atenção nacional dos sucessivos escândalos de corrupção do governo federal. A marca oficialista é tão evidente que, na quarta capa, o editor usa a expressão "malfeito", popularizada recentemente pela presidente Dilma Rousseff quando defendeu seus ministros corruptos.
Sob o pretexto de criticar as privatizações, focou exclusivamente o seu panfleto em José Serra. O autor chegou a pagar a um despachante para violar os sigilos fiscais de vários cidadãos, tudo isso sob a proteção de uma funcionária (petista, claro) da agência da Receita Federal, em Mauá, região metropolitana de São Paulo. Ribeiro - que está sendo processado - não tem vergonha de confessar o crime. Disse que não sabia como o despachante obtinha as informações sigilosas. Usou 130 páginas para transcrever documentos sem nenhuma relação com o texto, como uma tentativa de apresentar seriedade, pesquisa, na elaboração das calúnias. Na verdade, não tinha como ocupar as páginas do panfleto com outras reportagens requentadas (a maioria publicada na revista "IstoÉ").
Demonstrando absoluto desconhecimento do processo das privatizações, o autor construiu um texto desconexo. Começa contando que sofreu um atentado quando investigava o tráfico de drogas em uma cidade-satélite do Distrito Federal. Depois apresenta uma enorme barafunda de nomes e informações. Fala até de um diamante cor-de-rosa que teria saído clandestinamente do país. Passa por Fernandinho Beira-Mar, o juiz Nicolau e por Ricardo Teixeira. Chega até a desenvolver uma tese que as lan houses, na periferia, facilitam a ação dos traficantes. Termina o longo arrazoado dizendo que foi obrigado a fugir de Brasília (sem explicar algum motivo razoável).
O panfleto não tem o mínimo sentido. Poderia servir - pela prática petista - como um dossiê, destes que o partido usa habitualmente para coagir e tentar desmoralizar seus adversários nas eleições (vale recordar que Ribeiro trabalhou na campanha presidencial de Dilma). O autor faz afirmações megalomaníacas, sem nenhuma comprovação. A edição foi tão malfeita que não tomaram nem o cuidado de atualizar as reportagens requentadas, como na página 170, quando é dito que "o primo do hoje candidato tucano à Presidência da República..." A eleição foi em 2010 e o livro foi publicado em novembro de 2011 (e, segundo o autor, concluído em junho deste ano).
O panfleto deveria ser ignorado. Porém, o Ministério da Verdade petista, digno de George Orwell, construiu um verdadeiro rolo compressor. Criou a farsa do livro invisível, isto quando recebeu ampla cobertura televisiva da rede onde o jornalista dá expediente. Junto às centenas de vozes de aluguel, Ribeiro quis transformar o texto difamatório em denúncia. Fracassou. O panfleto não para em pé e logo cairá no esquecimento. Mas deixa uma lição: o PT não vai deixar o poder tão facilmente, como alguns ingênuos imaginam. Usará de todos os instrumentos de intimidação contra seus adversários, mesmo aqueles que hoje silenciam, acreditando que estão "pela covardia" protegidos da fúria fascista. O PT não terá dúvida em rasgar a Constituição, se for necessário ao seu plano de perpetuação no poder. O panfleto é somente uma pequena peça da estrutura fascista do petismo.
DO B. GRAÇA NO PAIS DAS MARAVILHAS
Governo Dilma, balanço e perspectivas
Por *Carlos Melo
O Estado de S. Paulo
- O Estado de S.Paulo
28/12/2011
DO R.DEMOCRATICA
Haddad não paga R$ 500 milhões do FIES. Universitários podem ficar sem matrícula em 2012.
Instituições de ensino superior afirmam que há um atraso no repasse de cerca de R$ 500 milhões por parte do Ministério da Educação (MEC), referentes ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). A verba é referente a 2010 e 2011. O Fies é o programa do Ministério da Educação (MEC) para financiar a graduação no ensino privado. Os alunos devem atender a uma série de requisitos para entrarem no programa e terem as mensalidades pagas parcial ou totalmente pelo governo.As informações foram antecipadas ontem pelo jornal Folha de S. Paulo.
As instituições escolhem entre receber verbas do MEC diretamente ou como isenção fiscal. "A dívida ultrapassa R$ 500 milhões, com certeza. Pensamos que seja um problema de gestão do processo, porque sabemos que há dinheiro disponível", afirma a presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Amábile Pacios. "Há demora no repasse e isso coloca em risco a saúde financeira das instituições." Ela estima que 80% das instituições inscritas no Fies e cerca de 250 mil alunos são prejudicados pela lentidão no repasse.
As instituições vão realizar, em janeiro, um fórum em que será discutido o assunto. Nele, será emitida uma recomendação para faculdades e universidades continuarem ou restringirem a participação do Fies. Participam do Fies 989 entidades mantenedoras de 1.436 instituições. De 2010 até agora, 219.903 novos contratos foram firmados - 144 mil em 2011. O MEC confirma que há atraso no repasse das verbas e afirma que o problema pode estar ligado à ampliação do programa, que ocorreu em 2010, quando o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) passou a operar o Fies e os juros caíram para 3,4% ao ano. (Do Estadão)
Dilma paga de novo a transposição do São Chico: custo sobe R$ 1,9 bilhão e não se sabe quando e se a obra termina.
Recordando o vídeo do Exilado, sobre a obra.
O governo Dilma Rousseff lançará duas novas licitações no valor total de R$ 1,2 bilhão para terminar trechos da transposição do Rio São Francisco já entregues a consórcios privados, informa a repórter Marta Salomon. Iniciado em 2007, o projeto já consumiu R$ 2,8 bilhões, mas tem trechos parados e outros que precisarão ser refeitos. O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, calcula que o custo inicial da obra saltou de R$ 5 bilhões para R$ 6,9 bilhões. As novas licitações foram a forma encontrada por Bezerra para driblar um problema: os consórcios não conseguiriam terminar o trabalho mesmo que o valor aumentasse 25%, limite legal para aditivos em contratos. "Vimos que teríamos de fazer aditivos de até 60%", disse o ministro, que admitiu erros no projeto, como a número insuficiente de sondagens de solo. Leia mais aqui.
DO CELEAKS
Ainda faltavam 25 anos para o Dr. Souza virar desembargador, mas o TJSP pagou licença-prêmio a ele. Por relevantes serviços não prestados.
A atuação do CNJ divide o mundo jurídico desde que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello concedeu liminar impedindo que o conselho abra por iniciativa própria investigação contra juízes (leia entrevistas na pág A8). A corte possui 353 desembargadores e, segundo a lei, um quinto de seus membros deve ter origem na advocacia ou no Ministério Público. São os pagamentos feitos a parte dos desembargadores que entraram no tribunal pela cota reservada aos advogados que agora estão sendo analisados pelo CNJ.
A licença-prêmio é um benefício concedido a todos os servidores. A cada cinco anos de trabalho, eles têm direito a três meses de licença. O tribunal pode converter a licença em pagamento em dinheiro. Cada 30 dias do benefício corresponde a um salário -o dos desembargadores é de R$ 24 mil. As concessões sob análise começaram a ser pagas em julho de 2010, na gestão do desembargador Antonio Carlos Viana Santos, morto em janeiro, e continuaram sob a administração do atual presidente, José Roberto Bedran. As maiores licenças-prêmio referentes ao período de exercício da advocacia (450 dias) foram concedidas aos desembargadores José Reynaldo Peixoto de Souza e Hugo Crepaldi Neto.
O cálculo do benefício para Souza teve como marco inicial o ano de 1976, quando atuava como advogado. Ele só ingressou no tribunal 25 anos depois, em 2001. A licença-prêmio de Crepaldi Neto foi contada de 1983 a 2010, quando ele foi escolhido para compor o tribunal. Segundo o presidente da Associação Paulista de Magistrados, Paulo Dimas de Bellis Mascaretti, o pagamento tem como base uma interpretação da Loman (Lei Orgânica da Magistratura). A lei permite que magistrados contem, para fins de aposentadoria, até 15 anos do tempo em que atuaram como advogados. Porém, a Loman não trata da licença-prêmio. O TJ-SP deverá julgar o caso após o recesso de janeiro. A corte também é investigada pelo CNJ por supostos pagamentos de verbas relativas a auxílio moradia de forma privilegiada. O conselho apura ainda possíveis casos de enriquecimento ilícito.(Folha de São Paulo)
Aprendendo a desensinar.
Não são os cursos de Pedagogia que são péssimos no Brasil. São os pedagogos e a ideologia socialista babaca e fracassada que eles transmitem. Por isso, basicamente são os alunos mais limitados que optam pela carreira. Aqueles que viram massa de manobra para sindicatos e militantes dos partidos de esquerda. Nem na China, que é comunista, os pedagogos misturam política com aprendizado, conforme mostrou, recentemente, uma matéria da revista Veja. Leiam, abaixo, noticia de O Globo. Mais uma matéria que não tem a coragem de ir à essência do problema.
O Brasil terá de correr contra o tempo para conseguir atingir a meta de zerar o déficit de professores no país em 2020. De 2005 a 2009, o país até conseguiu atrair mais alunos para os cursos de Pedagogia e formação de professor de educação básica, mas mais da metade das turmas desistiram antes do fim do curso. O problema, dizem os especialistas, é a falta de valorização do professor. O salário - o piso nacional é de R$1.187,14 - equivale em média a 60% do que ganha outro profissional do mesmo nível no mercado. Segundo dados do Conselho Nacional de Educação, com base em números do IBGE, enquanto o salário de um professor no Distrito Federal fica em média em R$3.472, outros profissionais com formação similar ganham 28% a mais. Em Pernambuco, a diferença é de 48%.
- É um grande desafio, mas estou confiante que podemos alcançar a meta até mesmo antes de 2020 - afirma Luiz Cláudio Costa, secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC). Segundo dados do MEC, em 2005 o país tinha 440.279 matriculados em cursos de Pedagogia ou licenciatura. Quatro anos depois, 118.376 se formaram e nada menos do que 55,36% deles (65.534) em cursos à distância. Na avaliação de Costa, a maioria das pessoas que procura pelos cursos à distância já dava aula, mas não tinha concluído curso algum ou lecionava em disciplina diferente da qual tinha se formado. O número de estudantes que concluiu os cursos presenciais de pedagogia ou de formação de professor de educação básica está em queda. Em 2005, 103.626 se formaram. Em 2007, 79.196. Em 2009, foram 52.842.
Segundo dados do Boletim da Educação no Brasil, publicado pela Fundação Lemann em 2009, boa parte dos estudantes que decidem seguir a carreira tem educação básica fraca. "... Os dados do Enem mostram que 30% dos que ingressam nos cursos de Pedagogia e licenciatura estão entre os piores alunos do ensino médio. Além disso, mesmo entre os graduandos dos cursos de formação docente, 20% afirmam que a carreira de professor é uma segunda opção nos seus planos profissionais", diz o documento. - O desafio é reduzir a evasão. Pessoas ingressam, mas quando olham a valorização de outros profissionais, mudam de área. O Brasil tem avançado, mas na formação de professores estamos aquém dos planos que temos para o país - diz o secretário.
DO CELEAKS
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
REVEILLON NO RIO DE JANEIRO ACONTECERÁ EM MEIO A ESGOTO A CÉU ABERTO! É O ESPLENDOR DA 6A. ECONOMIA MUNDIAL!
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| Esgoto a céu aberto na famosa Praia do Leme no Rio de Janeiro |
O mau tempo e as chuvas provocam nas praias do Rio de Janeiro as conhecidas "líguas negras", como mostra esta foto do site de O Globo. Como em 99% das cidades brasileiras, o Rio de Janeiro também não possui esgoto tratado. Quando chove muito a água extravasa as galerias rasgando as areias de Copacabana e adjacências e formando ribeirões de esgoto a céu aberto.
É neste local que os cariocas curtem a praia e também o reveillon. Curiosamente é também aí que surgem os protestos dos ecochatos contra a construção de usinas, estradas e outras obras de infra-estrutura. Ecochato nunca defende o que é importante, ou seja, infra-estrutura sanitária. Gostam mesmo de chafurdar na podridão do lixo e dos dejetos.
O Brasil é uma cloaca. E o Rio de Janeiro é o emblema dessa grande nojeira denominada Brasil, o lixo ocidental! Isto quer dizer que 99% dos brasileiros vivem sobre uma grande cloaca. Ao tolerarem silentes essa imundice que será maquiada com fogos de artifício na virada do ano, os brasileiros são os próprios dejetos deste país que, segundo se ufanam os petralhas, é a 6a. economia mundial.
DO ALUIZIO AMORIM
Devolve ladrão!
TCU condena ex-dirigentes da Infraero a devolver R$ 19,5 milhões
Carlos Wilson, morto em 2009, e Fernando Brendaglia de Almeida teriam favorecido empresa
Vannildo Mendes, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o espólio do ex-senador e ex-presidente da Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) Carlos Wilson, morto em abril de 2009, a devolver aos cofres públicos, juntamente com o ex-diretor comercial da estatal, Fernando Brendaglia de Almeida, R$ 19,5 milhões por gestão "temerária e ruinosa". O dano total, pelos cálculos do tribunal foi de R$ 26,8 milhões, mas quando se trata de pessoa morta a lei prevê que o ressarcimento não ultrapasse o valor da herança.
Auditoria do TCU realizada em 2007 constatou que os dois favoreceram a empresa FS3 Comunicação e Sistemas, que explorava os serviços de mídia dos aeroportos brasileiros, num contrato sem licitação nem justificativa técnica, que "não produziu os resultados esperados e causou danos ao patrimônio da estatal", segundo anotou o relator do processo, ministro Raimundo Carreiro. A Infraero alegou que pareceres técnico e jurídico recomendaram a assinatura do contrato. Agora vai aguardar a notificação do TCU para recorrer.
O contrato entre a Infraero e a FS3, firmado em 2003, previa o fornecimento e instalação do software conhecido por Media Plus Advantage v.2, destinado a gerenciar e comercializar espaços publicitários nos 65 aeroportos brasileiros. Implantado em 2005, o sistema deveria produzir lucros, mas foi suspenso com menos de um ano, quando já acumulava prejuízos. Numa primeira inspeção, em 2007, o TCU já detectara vícios no contrato desde a origem, como ausência de licitação e prática de ato antieconômico.
Pelos termos do contrato, a empresa prometia alavancar os lucros da Infraero com a exploração dos espaços publicitários dos aeroportos. O Ministério Público considerou que havia vícios graves e vantagens excessivas à FS3, recomendando tomada de contas especial pelo TCU, que constatou a inexistência de estudos que justificassem a dispensa de licitação. A estatal, segundo o voto do relator, não pesquisou sequer a existência de similares do produto no mercado.
O TCU considerou que o contrato, além de nocivo economicamente, deixou a Infraero "refém da FS3, na condição de suposta fornecedora exclusiva". Para o tribunal, foi uma decisão temerária porque, em vez de firmar contrato com terceiros, a estatal deveria buscar o desenvolvimento de software por meios próprios, "visto que o sistema é de baixa complexidade" e a Infraero possui parceria com a CTIS para, entre outros objetivos, desenvolver e implantar sistemas desse tipo.
Ouvido em 2007, Carlos Wilson alegou ter assinado o contrato "respaldado em manifestações técnicas e jurídicas", uma vez que não detinha conhecimento da área da contratação. Brendaglia, por sua vez, negou favorecimento à empresa e vínculos pessoais com seus dirigentes. Alegou também que a aquisição recente de um software semelhante ao Advantage pela Infraero, "comprova o acerto da decisão" de contratar a FS3.
DDO GENTE DECENTE
Carlos Wilson, morto em 2009, e Fernando Brendaglia de Almeida teriam favorecido empresa
Vannildo Mendes, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o espólio do ex-senador e ex-presidente da Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) Carlos Wilson, morto em abril de 2009, a devolver aos cofres públicos, juntamente com o ex-diretor comercial da estatal, Fernando Brendaglia de Almeida, R$ 19,5 milhões por gestão "temerária e ruinosa". O dano total, pelos cálculos do tribunal foi de R$ 26,8 milhões, mas quando se trata de pessoa morta a lei prevê que o ressarcimento não ultrapasse o valor da herança.
Auditoria do TCU realizada em 2007 constatou que os dois favoreceram a empresa FS3 Comunicação e Sistemas, que explorava os serviços de mídia dos aeroportos brasileiros, num contrato sem licitação nem justificativa técnica, que "não produziu os resultados esperados e causou danos ao patrimônio da estatal", segundo anotou o relator do processo, ministro Raimundo Carreiro. A Infraero alegou que pareceres técnico e jurídico recomendaram a assinatura do contrato. Agora vai aguardar a notificação do TCU para recorrer.
O contrato entre a Infraero e a FS3, firmado em 2003, previa o fornecimento e instalação do software conhecido por Media Plus Advantage v.2, destinado a gerenciar e comercializar espaços publicitários nos 65 aeroportos brasileiros. Implantado em 2005, o sistema deveria produzir lucros, mas foi suspenso com menos de um ano, quando já acumulava prejuízos. Numa primeira inspeção, em 2007, o TCU já detectara vícios no contrato desde a origem, como ausência de licitação e prática de ato antieconômico.
Pelos termos do contrato, a empresa prometia alavancar os lucros da Infraero com a exploração dos espaços publicitários dos aeroportos. O Ministério Público considerou que havia vícios graves e vantagens excessivas à FS3, recomendando tomada de contas especial pelo TCU, que constatou a inexistência de estudos que justificassem a dispensa de licitação. A estatal, segundo o voto do relator, não pesquisou sequer a existência de similares do produto no mercado.
O TCU considerou que o contrato, além de nocivo economicamente, deixou a Infraero "refém da FS3, na condição de suposta fornecedora exclusiva". Para o tribunal, foi uma decisão temerária porque, em vez de firmar contrato com terceiros, a estatal deveria buscar o desenvolvimento de software por meios próprios, "visto que o sistema é de baixa complexidade" e a Infraero possui parceria com a CTIS para, entre outros objetivos, desenvolver e implantar sistemas desse tipo.
Ouvido em 2007, Carlos Wilson alegou ter assinado o contrato "respaldado em manifestações técnicas e jurídicas", uma vez que não detinha conhecimento da área da contratação. Brendaglia, por sua vez, negou favorecimento à empresa e vínculos pessoais com seus dirigentes. Alegou também que a aquisição recente de um software semelhante ao Advantage pela Infraero, "comprova o acerto da decisão" de contratar a FS3.
DDO GENTE DECENTE
Artigo – Governo Dilma, balanço e perspectivas
Neste artigo para o Estadão desta quarta-feira (página A2), o cientista político Carlos Mello analisa o primeiro ano de Dilma Roussef. Mais do que o artigo, é a charge de Leo Martins que parece representar com mais fidelidade o que está acontecendo neste governo do PT. Perceba-se na charge ao lado que Dilma caminha para as férias, deixando atrás de si um Judiciário (o STF) em chamas – chamas que também permearam o seu governo de 12 meses.. A verdade verdadeira é que muitos intelectuais e políticos ainda sustentam algum tipo de ilusão em relação a Dilma e ao PT, quando deveriam partir para uma crítica contundente sobre a absoluta falta de proposta de todos eles.
CLIQUE AQUI para examinar melhor o texto.
DO B. POLIBIO BRAGA
A realidade, enfim, começa a aparecer.
Ahhhh, quantos avisos e quantas brigas.
Valeram a pena?
Claro que sim.
São registros históricos de nossa discordância ao chamar este bando de cretinos de incompetentes e, de sobra, sentar o cacete em uma oposição de titica.
Mais uma da BÔIA DO PINGUÇA:
Empresas listadas na Bovespa encolheram R$ 213,6 bilhões em 2011
Queda do valor de mercado foi mais acentuada para o setor de petróleo e gás
estadão.com.br
O valor de mercado das empresas brasileiras de capital aberto teve queda de R$ 213,6 bilhões em 2011 ante 2010, segundo estudo da Economática. O setor de petróleo e gás, que em dezembro do ano passado valia R$ 457,3 bilhões, registrou em 27 de dezembro de 2011 valor de mercado de R$ 360,5 bilhões, queda nominal de R$ 96,8 bilhões.
A Petrobrás, avaliada ontem em R$ 301,3 bilhões, apresenta a maior redução de valor dessa área - R$ 79 bilhões a menos que 2010. O ranking das maiores quedas segue com Vale, cujo valor de mercado neste ano foi de R$ 206,13 bilhões (R$ 68,9 bilhões a menos que a quantia de 2010) e banco Santander, que teve redução de R$ 26,4 bilhões no mesmo período. Banco do Brasil, OGX Petróleo, de Eike Batista, ItaúUnibanco, Companhia Siderúrgica Nacional, Gerdau, Usiminas e Hypermarcas aparecem na sequência das maiores quedas, nessa ordem.
Já o setor de alimentos e bebidas foi o que apresentou o maior crescimento no valor de mercado neste ano. Foram R$ 48,8 bilhões a mais que 2010. A maior responsável por esse aumento é a Ambev, que vale R$ 41,5 bilhões a mais que no ano passado.
Em segundo lugar no ranking dos setores que apresentaram maior crescimento no valor de mercado está o de energia elétrica, que valia R$ 183 bilhões em 2010 e registrou R$ 211 bilhões ontem. Os três setores seguintes que tiveram melhor variação no valor de mercado foram telecomunicações, software e dados, química e têxtil.
O estudo da Economática considerou 323 empresas. Quando analisada em 2010, elas valiam R$ 2,42 trilhões. Agora, elas têm o valor de mercado de R$ 2,21 trilhões. Nessa conta, a Economática considerou a adição dos IPOs (ofertas públicas iniciais de ações) feitos em 2011.
Reparem só:
PETROBRÁS COMANDADA DIRETAMENTE POR UM ILUSTRE ASNO DA QUADRILHA. Aquele mesmo que se meteu, e a Petrobrás também, na campanha passada.
Onde está a CUT que não vem para as ruas protestar?
Onde está o SINDIPETRO que não vem para as ruas para defender o tal PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO?
Depois a VALE que o governo foi lá e enfiou suas patas imundas alterando a direção da compania.
CAMBADA DE SAFADOS, LADRÕES DO BRASIL.
CORJA DE INCOMPETENTES!
ELES ESTÃO FALINDO A PETROBRÁS.
DO GENTE DECENTE
Valeram a pena?
Claro que sim.
São registros históricos de nossa discordância ao chamar este bando de cretinos de incompetentes e, de sobra, sentar o cacete em uma oposição de titica.
Mais uma da BÔIA DO PINGUÇA:
Empresas listadas na Bovespa encolheram R$ 213,6 bilhões em 2011
Queda do valor de mercado foi mais acentuada para o setor de petróleo e gás
estadão.com.br
O valor de mercado das empresas brasileiras de capital aberto teve queda de R$ 213,6 bilhões em 2011 ante 2010, segundo estudo da Economática. O setor de petróleo e gás, que em dezembro do ano passado valia R$ 457,3 bilhões, registrou em 27 de dezembro de 2011 valor de mercado de R$ 360,5 bilhões, queda nominal de R$ 96,8 bilhões.
A Petrobrás, avaliada ontem em R$ 301,3 bilhões, apresenta a maior redução de valor dessa área - R$ 79 bilhões a menos que 2010. O ranking das maiores quedas segue com Vale, cujo valor de mercado neste ano foi de R$ 206,13 bilhões (R$ 68,9 bilhões a menos que a quantia de 2010) e banco Santander, que teve redução de R$ 26,4 bilhões no mesmo período. Banco do Brasil, OGX Petróleo, de Eike Batista, ItaúUnibanco, Companhia Siderúrgica Nacional, Gerdau, Usiminas e Hypermarcas aparecem na sequência das maiores quedas, nessa ordem.
Já o setor de alimentos e bebidas foi o que apresentou o maior crescimento no valor de mercado neste ano. Foram R$ 48,8 bilhões a mais que 2010. A maior responsável por esse aumento é a Ambev, que vale R$ 41,5 bilhões a mais que no ano passado.
Em segundo lugar no ranking dos setores que apresentaram maior crescimento no valor de mercado está o de energia elétrica, que valia R$ 183 bilhões em 2010 e registrou R$ 211 bilhões ontem. Os três setores seguintes que tiveram melhor variação no valor de mercado foram telecomunicações, software e dados, química e têxtil.
O estudo da Economática considerou 323 empresas. Quando analisada em 2010, elas valiam R$ 2,42 trilhões. Agora, elas têm o valor de mercado de R$ 2,21 trilhões. Nessa conta, a Economática considerou a adição dos IPOs (ofertas públicas iniciais de ações) feitos em 2011.
Reparem só:
PETROBRÁS COMANDADA DIRETAMENTE POR UM ILUSTRE ASNO DA QUADRILHA. Aquele mesmo que se meteu, e a Petrobrás também, na campanha passada.
Onde está a CUT que não vem para as ruas protestar?
Onde está o SINDIPETRO que não vem para as ruas para defender o tal PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO?
Depois a VALE que o governo foi lá e enfiou suas patas imundas alterando a direção da compania.
CAMBADA DE SAFADOS, LADRÕES DO BRASIL.
CORJA DE INCOMPETENTES!
ELES ESTÃO FALINDO A PETROBRÁS.
DO GENTE DECENTE
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