domingo, 31 de julho de 2011

Jucá, o líder da Faxineira no senado.

A Revista ÉPOCA, em maio de 2011, mostrou para a dona Faxineira quem era Jucá.
Dona Faxineira, ocupada em limpar a residência governamental, não deve ter tipo um tempinho para ler a matéria da revista.
Tadinha.
Tão cansadinha.
Eis aqui a reportagem.

O laranja de Romero Jucá.
Um lobista conta a ÉPOCA que buscava dinheiro vivo com doleiros para negócios suspeitos, que era usado para ocultar o nome de Jucá em empresas e que uma empreiteira deu um imóvel ao senador.

Laranja_JucRomero Jucá é um profissional. Em 30 anos consagrados integralmente ao serviço público, Jucá percorreu uma trajetória invejável. Nos anos 70, era um mero assessor na prefeitura do Recife, em Pernambuco. Nos anos 80, tornou-se presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) e, em seguida, governador de Roraima, nomeado pelo então presidente da República, José Sarney, com quem muito aprendeu. Nos anos 90, virou secretário nacional de Habitação do governo Fernando Collor de Mello e se elegeu senador por Roraima. A partir dos anos 2000, dedicou-se a liderar os trabalhos do governo no Senado. Primeiro pelo PSDB, depois pelo PMDB. Destacou-se tanto na lida que foi líder no governo Fernando Henrique Cardoso, permaneceu líder nos dois governos do petista Luiz Inácio Lula da Silva e mantém-se líder no governo Dilma Rousseff. A identificação entre cargo e político é tamanha que, em Brasília, subentende-se que, havendo governo, Jucá será fatalmente seu líder no Senado.

Romero Jucá é um profissional. Em 30 anos consagrados integralmente ao serviço público, as finanças de Jucá percorreram uma trajetória invejável. De garoto que cresceu à míngua no Recife, Jucá tornou-se um político rico. Amealhou, apenas em valores declarados à Justiça Eleitoral, R$ 4,4 milhões em patrimônio – tudo registrado em nome de familiares, sem computar as empresas que florescem em nome de seus parentes. Enquanto o patrimônio de Jucá e o de sua família cresciam às franjas do poder público, crescia também o número de processos contra ele. Jucá já foi acusado – e com abundantes provas – de quase tudo. No governo Sarney, à frente da Funai, foi acusado de cobrar propina para permitir exploração ilegal de madeira em terras indígenas. No governo Collor, foi acusado de desviar à sua fundação dinheiro federal destinado a “ações sociais”. Nos governos FHC e Lula, já como senador, foi acusado de comprar votos, de dar calote em bancos públicos, de receber propina de empreiteiras, de empregar parentes, de fazer caixa dois...Laranja_Juc-1
Com tantas acusações, Jucá começa a competir em feitos que atingem os cofres públicos com nomes bem mais conhecidos no plantel nacional de réus por corrupção, gente como Joaquim Roriz e Paulo Maluf. Nas últimas semanas, na tentativa de iluminar as ações profissionais de Jucá, ÉPOCA entrevistou lobistas, doleiros, ex-funcionários, empresários e laranjas ligados ao senador. A reportagem obteve documentos e depoimentos inéditos sobre as negociatas de Jucá – entre eles contratos de gaveta, procurações para laranjas e acordos comerciais. Um dos principais lobistas associados a Jucá, Geraldo Magela Fernandes, aceitou contar, em entrevista gravada, o que fez e presenciou em 30 anos de relação com Jucá.
Dessa investigação, emergem fortíssimas evidências de que:
  • Jucá ganhou um apartamento em Brasília da Via Engenharia, empreiteira então presidida pelo empresário José Celso Gontijo, amigo dele há 20 anos e, como ele, presença constante no noticiário. Quando os dois fecharam a operação, em dezembro de 2001, a Via Engenharia prosperava no setor de obras públicas, precisamente em áreas sob a influência de Jucá. Para tornar possível a transação com a Via Engenharia, bastaram a Jucá um laranja e um contrato de gaveta, a que ÉPOCA teve acesso. Três anos depois, enquanto a empreiteira ainda construía o apartamento, a família Jucá, sem ter desembolsado um centavo, repassou a propriedade do imóvel à própria Via. Ao final, a heterodoxa operação rendeu à família Jucá meio milhão de reais.
  • Jucá paga tudo em espécie – um indício de que a origem de seus rendimentos pode ser duvidosa. “O Jucá só mexe com dinheiro vivo”, diz Magela. Para cobrir os gastos com uma TV de sua propriedade, Jucá pagava a Magela uma mesada que variava entre R$ 30 mil e R$ 60 mil. Eram constantes também, segundo Magela, os pagamentos avulsos, acima de R$ 100 mil, para cobrir despesas extras dessa TV, como reformas de estúdio e compras de equipamentos. Magela conta que Jucá fazia os pagamentos em seu gabinete no Senado ou em sua fazenda no município de Boa Vista, em Roraima. “Ele tirava o dinheiro da gaveta e me entregava”, diz. Em sua campanha ao Senado em 2002, Jucá gastou, de acordo com o relato, cerca de R$ 15 milhões em dinheiro vivo, quase tudo caixa dois. “Eu era o responsável pela contabilidade da campanha e declarei só 1% das despesas”, diz Magela.
  • Para movimentar tanto dinheiro, Jucá recorria a serviços de doleiros conhecidos. Além do principal doleiro de Roraima, conhecido como Pedro Reis, que chegou a ser sócio de seus filhos e seu suplente no Senado, Jucá era, segundo Magela, cliente especial do lendário doleiro paulista Antônio Pires de Almeida, preso em 2005 pela Polícia Federal, acusado de movimentar ilegalmente US$ 1,8 bilhão em contas secretas nos Estados Unidos. Magela conta que Jucá o tratava respeitosamente por Seu Pires e, às vezes ao lado do irmão e empresário Álvaro, visitava o escritório do doleiro em São Paulo. “Romero me apresentou pessoalmente ao Seu Pires e me autorizou a apanhar dinheiro no escritório dele”, diz Magela. “Busquei dinheiro lá ao menos 12 vezes.” Os recursos eram, segundo ele, repassados a Jucá ou gastos em campanhas políticas. Quando era ministro da Previdência, no primeiro mandato do presidente Lula, Jucá também manteve conversas misteriosas com o doleiro Lúcio Funaro, envolvido no escândalo do mensalão. Segundo contou a amigos, Funaro fez negócios no mercado de empréstimo consignado do INSS, cujo presidente era indicado por Jucá.
  • Os negócios da família Jucá crescem na mesma medida que a influência política do senador. Cada ano à frente da liderança do governo no Senado significa a abertura de mais uma ou duas empresas ligadas a Jucá, em nome de laranjas ou familiares. Hoje, a família de Jucá detém participação em ao menos dez empresas, cujas atividades vão desde venda de combustível até administração de shopping centers (leia o quadro). Algumas delas, como a Diagonal Urbana e a Alfândega Empreendimentos, faturam milhões de reais em contratos com o governo e em patrocínios liberados pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet.
MagelaMagela, a principal testemunha contra Jucá, também é pernambucano e conheceu Jucá no final dos anos 70, quando ambos trabalhavam na prefeitura do Recife. No governo Sarney, Magela virou assessor de Jucá na Funai. Quando Jucá se elegeu ao Senado, em 1994, Magela fazia lobby para empresas da indústria farmacêutica e passou a frequentar o gabinete do amigo. Anos depois, em 1999, Jucá pediu a Magela que criasse uma empresa para administrar a TV Caburaí, retransmissora da Rede Bandeirantes em Roraima. A concessão da TV estava em nome de uma fundação, cujo presidente era contador de Jucá. "Criei a empresa e fizemos um contrato de boca, um acordo de cavalheiros", diz Magela. "O nome do Romero não podia aparecer, por isso entrei como laranja. Eu administraria a TV, que estava em dificuldades financeiras, e ficaria com 20% a 30% do lucro. A ideia era usar o canal para fazer propaganda política para a campanha de Teresa Jucá (então mulher do senador) à prefeitura de Boa Vista."
O problema, diz Magela, era que a TV dava prejuízo. "O dinheiro que vinha em publicidade do governo federal, do Estado de Roraima e da prefeitura de Boa Vista não cobria todas as despesas", afirma. "Por isso, Romero tinha de complementar todo mês (com os pagamentos em dinheiro vivo). A TV sempre foi apenas um instrumento político." Em 2003, Jucá pediu a Magela que transferisse a TV ao estudante universitário Rodrigo Jucá, filho do senador. "Achei bom. Eu só tinha prejuízo lá", diz Magela. Ele assinou uma procuração com esse fim e a repassou ao filho de Jucá. Um ano depois, verificou que Rodrigo Jucá não formalizara a transferência – e estava administrando a TV em seu nome, sem pagar impostos e débitos trabalhistas. "O Romero prometeu acertar isso, mas sempre enrolou", diz Magela. Há dois anos, ele descobriu que devia cerca de R$ 3 milhões à Receita e ao INSS. "Reclamei com o Romero, eles refinanciaram a dívida no meu nome, mas duvido que vão pagar. Tenho certeza de que vai sobrar para mim", afirma. Hoje, a TV continua funcionando normalmente – mas em nome de Rodrigo Jucá.
"O Romero só mexe com dinheiro vivo", diz o lobista Geraldo Magela, laranja confesso do senador.
No curso da Operação Navalha, na qual a Polícia Federal desbaratou um esquema de propina comandado pelo empreiteiro Zuleido Veras, dono da construtora Gautama, Magela chegou a ser preso, acusado de envolvimento nos desvios. A PF apreendeu planilhas da empreiteira em que o nome de Magela aparecia vinculado ao de Romero Jucá, ao lado de valores. "Eu tinha contrato com a Gautama, me relacionava com o Romero, mas nunca paguei nada", diz Magela.
A sociedade oculta na TV não foi o único negócio fechado entre Jucá e Magela. Em 2001, o senador tornou-se dono oculto de um apartamento da Via Engenharia, presidida pelo empreiteiro José Celso Gontijo. Naquele ano, a Via recebera R$ 12 milhões do governo federal. "O Jucá pediu que eu fosse à sede da Via registrar o apartamento no meu nome", afirma Magela. "Bote no seu nome e depois a gente vê como transfere para mim", disse o senador, segundo o relato de Magela. Magela conta que foi então à empreiteira e assinou o contrato com seus dados. "Nunca paguei nada. Só fiz um favor para o Romero", diz ele.

A EMPRESA LARANJA DE JUCÁ.
 

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Gontijo sempre frequentou o gabinete de Jucá. "Ele ficava atrás de verbas para as obras dele em Brasília", diz Magela. Gontijo ficou famoso há pouco mais de um ano, após a exibição de um vídeo em que aparece entregando dinheiro a Durval Barbosa, delator do mensalão do DEM. Nos anos seguintes ao negócio, uma das empresas de Gontijo ganhou contrato em Roraima – e passou a faturar muito no governo federal. Procurado, Gontijo admitiu a "amizade" com Jucá, disse frequentar o gabinete para tratar de "questões pessoais", mas se recusou a dar maiores explicações a respeito das acusações de Magela.
Semanas depois de ter atendido Jucá, Magela conta que foi surpreendido com outra solicitação do senador. Dessa vez, para devolver o apartamento de três quartos que acabara de assumir e trocar por outro, maior e mais confortável, também oferecido pela Via. Em dezembro de 2001, Magela afirma ter fechado um contrato de promessa de compra e venda com a construtora. "Passei a papelada para o senador e depois assinei, no gabinete dele, uma procuração dando poderes para o Rodrigo Jucá ficar com o apartamento", diz. Questionada sobre a forma de pagamento do imóvel, a Via não respondeu.
Três anos mais tarde, em julho de 2004, de acordo com documentos obtidos por ÉPOCA, o apartamento foi transferido de Magela a Álvaro Jucá. O curioso na história é que Rodrigo Jucá, filho do senador, aparece como procurador tanto de Magela quanto de seu tio, Álvaro. Rodrigo, na ocasião, tinha 23 anos. Em dezembro daquele ano, o negócio entre a família Jucá e a Via foi desfeito. Álvaro teve direito a receber R$ 550 mil para abrir mão do apartamento. "Acho que eram contratos de gaveta", diz Marcello Paes, atual dono do imóvel. "Comprei o apartamento da Via em 2006. Sou o primeiro morador. Nunca ouvi dizer que esse apartamento tenha pertencido a alguém da família do senador Jucá." A Via confirmou que a operação de R$ 550 mil foi "efetivamente realizada e liquidada". Tradução: o dinheiro foi pago. Apesar dos contratos e da confirmação da empreiteira, Álvaro Jucá nega a existência da operação. "A vinculação de meu nome à compra de qualquer imóvel junto à Via Engenharia é uma inverdade absoluta", diz Álvaro. Procurados pela reportagem, Romero Jucá e seu filho, Rodrigo, não responderam aos pedidos de esclarecimento sobre os negócios da família.
Encontrar o nome de Romero Jucá associado a empresas e imóveis é algo difícil. Mas sobram laranjas, como o motorista João Francisco de Moura, um dos sócios da Paraviana Comunicações, que administra duas rádios e uma TV da família Jucá em Roraima. Em e-mail encaminhado a ÉPOCA, João Francisco disse que se tornou sócio da empresa a pedido de Magela e não conhece seu outro sócio na Paraviana, Márcio Oliveira. Em tese, os dois pagaram R$ 2 milhões pela outorga de funcionamento dos veículos de comunicação. João Francisco é vendedor de equipamentos agrícolas no entorno do Distrito Federal. "Tenho medo do poder do senador. Nunca tratei nada com ele", afirma. Claro que não. Romero Jucá é profissional.

Jucá é um profissional. Um bandido de carteirinha, gravata e manchetes nas colunas sociais.

DO B. COM GENTE DECENTE

Agora vamos ver que faxineira é essa.

Agora a brinaceira começa a ficar, digamos, deliciosa.

Está na hora de saber que faxineira é esta que quer "LIMPAR" este Brasil tão corruptinho pelo da Silva.
Já disse aqui: ESTA QUADRILHA SÓ SERÁ DESMASCARADA QUE UM DOS BANDIDOS, PREJUDICADO, ABRIR A TAMPA DA LATRINA.
Pelo cheiro que sai das faxina de dona Faxineira, A Primerira Diarista, o lixo vem da caatinga de Garanhuns, terra do cabeção.
Leiam o que vai na VEJA. Aliás, uma chamada lateral na reportagem dá bem a idéia do conteúdo:

"Ali só tem bandido."
Leiam:

Corrupção
Irmão de Romero Jucá denuncia esquema de corrupção no Ministério da Agricultura

Em VEJA desta semana, Oscar Jucá Neto diz a pasta de Wagner Rossi foi loteada por PMDB e PTB com o objetivo de arrecadar dinheiro ilegal
A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado levanta indícios de que mais um esquema de desvio de recursos e dilapidação do patrimônio público corroi o Planalto. Desta vez, os escândalos envolvem o Ministério da Agricultura, tendo a Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, como posto avançado, e o ministro Wagner Rossi, do PMDB, como virtual comandante do esquema.

O esquema de corrupção foi denunciado por Oscar Jucá Neto, o Jucazinho, irmão do senador Romero Jucá, líder do governo no Senado. Jucazinho foi exonerado na semana passada do cargo de diretor financeiro da Conab. A demissão aconteceu depois de VEJA revelar que ele havia autorizado um pagamento de 8 milhões de reais a uma empresa-fantasma que já foi ligada à sua família e que hoje tem como "sócios" um pedreiro e um vendedor de carros - laranjas dos verdadeiros donos, evidentemente.
Jucazinho decidiu contar o que sabe porque atribuiu sua saída a uma armação de peemedebistas contra seu irmão - e também porque se sentiu humilhado com a exoneração. O caso azedou as relações entre o senador Jucá e o vice-presidente, Michel Temer, padrinho do ministro Wagner Rossi. Os dois trocaram ameaças e xingamentos por telefone.
Em entrevista a VEJA, Jucazinho contou que existe um consórcio entre o PMDB e o PTB para controlar a estrutura do Ministério da Agricultura com o objetivo de arrecadar dinheiro. Suas informações incluem dois casos concretos de negócios nebulosos envolvendo a Conab. Em um deles, a estatal estaria protelando o repasse de 14,9 milhões de reais à gigante do mercado agrícola Caramuru Alimentos. O pagamento foi determinado pela Justiça e se refere a dívidas contratuais reclamadas há quase vinte anos. O motivo da demora: representantes da Conab negociam um "acerto" para aumentar o montante a ser pago para 20 milhões de reais. Desse total, 5 milhões seriam repassados por fora a autoridades do ministério.
O segundo caso envolve a venda, em janeiro deste ano, de um terreno da Conab numa das regiões mais valorizadas de Brasília, distante menos de 2 quilômetros do Congresso e do Palácio do Planalto. Apesar de ser uma área cobiçada, uma pequena empresa da cidade apareceu no leilão e adquiriu o imóvel pelo preço mínimo: 8 milhões de reais – um quarto do valor estimado de mercado. O comprador, Hanna Massouh, é amigo e vizinho do senador Gim Argello do PTB, mandachuva do partido e influente na Conab.
Nas mais de seis horas de entrevista, que pode ser lida na edição de VEJA desta semana, Oscar Jucá Neto não poupa seus antigos companheiros de ministério. Diz que o ministro Wagner Rossi lhe ofereceu dinheiro quando sua situação ficou insustentável. "Era para eu ficar quieto", afirma. "Ali só tem bandido."

Vocês que frequentam este site, já sabem a opinião que tenho sobre o cidadão Jucá.
Um bandidaço que ainda não foi preso por que temos uma polícia federal que dá honrarias para Sarney, que não prova crimes de Erê% e que NÃO CONSEGUE (??????) enfiar um miserável integrante da sofisticada quadrilha atrás das grades.
Agora, enfim, as denúncias chegam ao seio da quadrilha do B, vulgarmente chamada de PMDB.
Agora quero ver que limpeza fará nossa faxineira dedicada.
Bom, das palavras de "jucazinho", afirmando que ali só tem bandidos, discordo plenamente e aproveito para chamá-lo de mentiroso.
Não é só ali.
Este é, como o antecessor, um governo de bandidos comandados pelo Sr Luiz Inácio MENSALÃO da Silva.

Vamos lá Faxineira.
Mexa com Jucá.
Bote-o no olho da rua.
Demita seu amiguinho de passeios navais pelo lago Paranoá Gim Argelo.
Quero ver o tamanho de sua vassoura dona Faxineira.

DO B. COM GENTE DECENTE

O governo apodrecido da Dilma.

O final de semana coloca mais três ministérios do centro das denúncias de corrupção. O Ministério da Defesa, na medida em que o Exército está sendo acusado de superfaturamento em obras realizadas sob a sua responsabilidade. Talvez seja a gota d'água para a queda de Nelson Jobim, que votou em José Serra, mas que no fundo está mais interessado em comprar os caríssimos Rafale, em associação com Lula, que defende a sua permanência. Veja post abaixo.

Entra para as manchetes o Ministério das Cidades, que liberou pagamentos irregulares em favor de três grandes empreiteiras, que doaram mais de R$ 15 milhões ao PP, partido que comanda a pasta. As empreiteiras suspeitas de pagar pedágio ao PP em troca de obras supostamente superfaturadas são a Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa, que declararam à Justiça Eleitoral doações de R$ 7,5 milhões ao partido. Outros R$ 8,3 milhões foram registrados pelo PP.

No caso do Ministério da Agricultura, Oscar Jucá Neto denunciou a existência de um consórcio entre PMDB e PTB para arrecadar dinheiro espúrio, tendo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) como posto avançado de tramoias.“ "Ali só tem bandido”,afirmou à Veja o irmão do líder do governo no Senado. Oscar foi demitido nesta semana da diretoria da Conab pela presidente Dilma, após denúncia de que ele,com menos de um mês no cargo, autorizara o pagamento irregular de R$ 8milhões a uma empresa de armazenagem, sem aval do presidente da estatal, Evangevaldo Pereira dos Santos, e do ministro Wagner Rossi. Magoado,o ex-diretor foi à forra e denunciou que a estatal estaria adiando o repasse de R$ 14,9 milhões à empresa de alimentos Caramuru para barganhar uma comissão de R$ 5 milhões, que seriam acrescentados ao valor da dívida de forma fraudulenta. Denunciou, ainda, a venda de um terreno da empresa em uma área nobre de Brasília por R$ 8 milhões,um quarto do valor estimado de mercado, em favor de uma pequena imobiliária,que seria laranja de um influente político do PTB.

Fica comprovado pela revista Época, também, o escândalo na Agência Nacional do Petróleo, dominada pelos corruptos do PCdoB. Agora junte tudo isso com a prova de que o Ministro de Ciência e Tecnologia chefiou os aloprados de 2006, que o Ministro da Casa Civil caiu porque não conseguiu comprovar de onde veio o dinheiro do seu súbito enriquecimento, que o Ministério dos Esportes rouba merenda das crianças no programa Segundo Tempo. O governo da Dilma é um governo apodrecido. É a herança maldita dela mesmo. 
DO BLOG DO CEL

Tetas, netas e mutretas.

Lurian, a filha, já foi bancada em Paris pela família Andrade Gutierrez, onde morou seis meses em apartamento da família. Depois a construtora foi a maior patrocinadora na campanha de Lula em 2006. O filho de Lula viabilizou a Gamecorp com um imenso patrocínio da mesma empreiteira, da ordem de R$ 15 milhões. E agora a neta de Lula, filha de Lurian, terá a sua estréia no teatro patrocinada pela mesma empresa. A Andrade Gutierrez é uma das donas da Oi, a mega operadora que surgiu quando Lula rasgou a legislação para permitir que ela comprasse a Brasil Telecom. O valor para a neta, cerca de R$ 300 mil, é pequeno perto do tanto que a familia Silva já embolsou em apoios. Em 2010, as empresas ligadas ao grupo receberam mais de R$ 800 milhões dos cofres públicos. Não é de hoje que dá um bom retorno patrocinar os Silva. É desde os tempos de São Bernardo do Campo, quando surgiu o maior pelego da história deste país.
DO COTURNO NOTURNO

Melancias.

 
O comandante do Exército, general Enzo Martins Peri( foto adaptada ), e sete generais são investigados pela Procuradoria Geral de Justiça Militar sob suspeita de participar de fraudes em obras do Exército.Os oficiais comandaram o DEC ( Departamento de Engenharia e Construção ) e o IME ( Instituto Militar de Engenharia ) entre 2004 e 2009, período em que o Exército fez convênios com o Dnit ( Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes ) para obras em rodovias.O general Enzo chefiou o DEC entre 2003 e 2007. Ele deixou o cargo para assumir o comando do Exército no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e foi mantido no posto pela presidente Dilma Rousseff.

O grupo investigado inclui cinco generais que comandaram o IME e dois que chefiaram o DEC depois do general Enzo: os generais Marius Teixeira Neto, na reserva desde março, e Ítalo Fortes Avena, hoje consultor militar da missão do Brasil na ONU. A investigação foi aberta em maio pela procuradora Geral de Justiça Militar, Cláudia Luz, para apurar se o general Enzo e os outros que comandavam áreas envolvidas sabiam das irregularidades. A apuração foi um desdobramento de inquérito anterior que identificou indícios de fraude em 88 licitações do Exército para fazer obras do Ministério dos Transportes e apontou desvios de recursos públicos de R$ 11 milhões.

À Folha, o Centro de Comunicação do Exército diz que não tem conhecimento da investigação e que "não cabe à Força e nem aos militares citados emitir qualquer tipo de posicionamento".Criados para atender necessidades de militares, os batalhões de engenharia do Exército são convocados com frequência para acelerar obras. Somente do Dnit, que nas últimas semanas teve quase toda a diretoria afastada por ordem de Dilma, o Exército recebeu R$ 104 milhões nos últimos cinco anos. As investigações mostram que um grupo liderado por dois oficiais que coordenavam os convênios no IME, o coronel Paulo Roberto Dias Morales e o major Washington Luiz de Paula, criou seis empresas para entrar em concorrências do IME com dinheiro do Dnit. O major Paula teria movimentado mais R$ 1 milhão em sua conta em um ano e feito 14 viagens aos EUA no período em que trabalhou com o Dnit. Seis militares estão sendo processados na Justiça Militar. Se condenados, poderão ser presos e expulsos da corporação. Peças do processo foram encaminhadas à Justiça Federal para que eles sejam processados ali também. (Folha de São Paulo)
DO BLOG DO CEL